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Há um bom tempo venho refletindo às duras penas sobre ser um resgatador em minha vida, e percebi o quanto isso é nocivo e se torna um atraso de vida absurdo para quem se permite carregar essa sina. Antes de tudo vamos entender o que significa ser resgatador e depois discorrerei essa reflexão. Ser resgatador é se tornar aquela pessoa 100% atenta em compreender e se antecipar em socorrer, atender, ajudar, auxiliar, prestar assistência a outrem, sem que o socorrido mal tenha solicitado seu socorro, porém - e geralmente, costuma colar em seu salvador sugando-o o máximo de sua energia gratuita e altruísta. Para entender o quanto ser um resgatador é uma sina maldita se não for dosada com cautela, haja visto que prestar socorro ou assistência não é de todo ruim, mas fazer disso uma bandeira de sua existência no planeta é mais do que burrice, é masoquismo ou uma tremenda falta de amor-próprio, sem falar que é um grande conflito interno não resolvido. Um típico exemplo de resgatador que conhecemos é o salva-vidas, principalmente daqueles de praia. Pois bem, vamos explorar esse exemplo para visualizar o quão ser um resgatador é um risco muito grande e precisa ser evitado. Um salva-vidas de praia está lá em sua cadeira observando que praia linda, sol lindo, mar lindo, pessoas por todo canto, mulheres lindas e tá beleza. Tudo na paz. Daí ele olha um pouco mais concentrado para um sujeito que avança contra as ondas, e de repente o infeliz desaparece na quebrada de uma onda, em que somente seu braço se vê pedindo socorro. Rapidamente e sem pensar muito (o que é uma reação de todo resgatador) o salva-vidas salta de sua cadeira, pega sua prancha e parte em direção do infeliz que está se afogando. Ao chegar perto do sujeito sem noção, que já está desesperado na luta de tentar respirar e não afundar, o salva-vidas tem que se lançar em direção do cara desesperado para salvá-lo. É aí onde começa a saga do salva-vidas para que ele, principalmente ele, não morra afogado, porque o sujeito que está se debatendo sozinho, ao sentir um corpo firme por perto - neste caso será o corpo do salva-vidas, inconscientemente e irracionalmente tentará usá-lo como apoio para emergir-se da água e respirar aliviado de seu afogamento. Mas acontece que o salva-vidas não tem nada para se apoiar sob seus pés, está tão ferrado na situação quanto o cara imbecil que está se afogando, e tem que fazer dois salvamentos agora, isto é, salvar o banhista sem noção que está se afogando e salvar-se a si mesmo, lutando corpo a corpo contra o desesperado banhista que se debate para se apoiar sobre o salva-vidas para se manter respirando. Na mente do banhista durante o afogamento é que só ele tem pulmão para encher de ar e o salva-vidas é um apoio apenas. Na mente do salva-vidas o banhista não está de todo errado, mas não está certo e menos ainda racional de suas ideias, pois está desesperado e vai tentar se agarrar nele fazendo-o afundar sem conseguir voltar à superfície para respirar também. Então são duas vidas a serem salvas. Ao dominar o banhista Zé Roela, o salva-vidas vai conduzi-lo até à margem onde prestará os primeiros socorros, ou seja, além de tirar o sujeito de um afogamento em que ele também poderia estar se afogando pelo desespero alheio, tem que salvá-lo prestando os primeiros socorros - como se ele não estivesse cansado e botando os bofes pra fora também, já que é uma vida leiga (e tapada) que está em risco e em choque psicológico estirado na areia. Bom, depois de reanimar o banhista e salvá-lo de uma morte bem aguada, o banhista segue a vida e o salva-vidas volta para sua cadeira em seu posto de observação. O que ganhou o banhista? A sua vida de volta. O que ganhou o salva-vidas? Absolutamente nada, no máximo um obrigado, tapinha nas costas e até mais nunca. Assim somos nós, quando nos tornamos resgatadores de um monte de gente por aí. E isso tem me tirado do sério absurdamente, justamente porque eu sempre fui resgatador em todas as fases de minha vida. Isso dá para mensurar que eu tenho sido brutalmente sugado de minhas energias, e nada de bom veio de retorno pra mim. Ser resgatador gasta dinheiro - e muito! Gasta seu tempo, arrebenta seus compromissos, te expõe ao ridículo e acaba com seu sono também. Hoje eu vivenciei o olho do furacão formado a partir dos meus resgates, que poderiam ter sido evitados se eu me amasse mais ou se eu respeitasse meus limites. Já comecei o dia atolado de coisas pra fazer, entretanto já estava desgastado dos resgates que tenho feito há dias, em que não houve trégua nem no final de semana para que, assim como o salva-vidas, eu pudesse também respirar e me poupar de sucumbir nos salvamentos. Meu dia ficou atolado porque fiquei resgatando uma pá de gente por todos os lados, sendo que eu poderia me calar e deixar com que essa ou aquela pessoa se virasse para conseguir resolver seus problemas, mas não, lá estava eu, o super-herói solitário me oferecendo para resolver mais um problema que não era da minha conta e nem poderia dar conta, já que começava a anular minhas obrigações e atividades para o problema ou deficiência ou incapacidade dessas outras pessoas terem mais atenção e espaço em minha vida, minha agenda, meu relógio e até em minha respiração. Já comecei errado. Meu pai, muito embora não consiga uma linha tênue de uma boa comunicação com ele, não por eu não ter tentado - sempre tento e engulo meu orgulho quando consigo, disse-me uma vez que para resolver um problema tem-se que identificar sua origem, então tudo passará a se tornar mais lógico e mais "resolvível". Uma racionalidade que faz todo sentido, quando se tem diante de si um problema que só piora. Então eu assumi um compromisso de consultoria em marketing de algumas clientes conhecidas, mas por algum motivo resgatador não me posicionei profissionalmente, montando um contrato de prestação de serviços, termo de responsabilidade e confidencialidade só para começar. O que dá raiva é que sei de tudo isso, mas... enfim... não fiz nada disso por me achar melhor do que elas (clientes) e deixá-las desenvolver as decisões, leigas e sem experiência. Deveria também montar um cronograma para que tudo fosse feito no seu devido tempo, para que no dia do evento delas tudo pudesse ser feito sem correria. Então resgatei-as como se grande coisa eu fosse e passados alguns dias os afazeres se encavalaram e formou-se um tufão de necessidades, que veio voraz para cima de mim. Já na ultra-mega correria meu celular que é novo, novinho em folha, deu pau, já tinha dado pau antes, já tinha sido levado para a assistência técnica e até entrei no Procon contra a Samsung e tal. Demorei outros tantos dias para levar o celular para a assistência técnica, agora sob uma reclamação aberta a um órgão oficial de denúncias, o Procon. Indo para a origem do problema, poderia ter feito isso quando estava mais tranquilo, mas não, deixei para fazer justamente hoje, o dia em que eu estava ensandecido, louco, correndo desesperado para dar conta dos compromissos acumulados, já que eu estava resgatando que nem precisava tanto assim de mim. Mesmo sem tempo sobrando, lá fui eu para a assistência técnica entregar o aparelho para análise. Nisso me dei conta que um tablet que levei comigo, num modelo antigo, não tinha nada configurado para eu continuar usando a internet, o telefone e outros aplicativos. Na origem do problema eu deveria ter feito isso quando estava coçando o saco em casa, à toa no domingo. Mas não, deixei para fazer em cima da hora, porque estava resgatando pessoas em algum lugar e nessa semana. Sem acreditar que o que já estava ruim poderia piorar, me liga uma amiga linda me cobrando a ajuda que prometi atendê-la, ou seja, resgatá-la, de um evento que ela estaria fazendo para uma comunidade infantil carente, sei lá, e no meu desespero disse que depositaria o dinheiro como doação e estaria tudo resolvido. Mas não, a moçoila resolve apostar no meu ímpeto salva-vidas e me pede para comprar coisas ao invés de doar. Eu, no meu tesão resgatador aceitei a contra-oferta e lá estava eu atolado até a testa de obrigações me gritando pedindo urgência, desviando meu carro para ir até uma atacadista comprar as benditas sobremesas. Tive que estacionar o carro, correr para encher o carrinho das sobremesas, pegar fila, passar no caixa, carregar o carro e ainda levar até ela - que não tem culpa de eu ser uma besta resgatadora. Estava indo para a direita do planeta e tive que encarar um mega-engarrafamento para ira à esquerda entregá-la as compras. Enlouquecido com o tempo estourado, lembrando que indo para a origem, seu eu dissesse me posicionando que iria depositar o dinheiro, evitando esse estresse, teria resolvido rapidamente e conseguido concluir outras obrigações. Saí de lá desesperado, quando poderia nem precisar ter ido às compras para doar. Minha agenda ficou incompleta, perdi tempo, perdi compromissos, tudo por ter sido resgatador. Se isso bastasse estava bom, mas satanás me escolheu para me infernizar, não bastasse o calor infernal que essa cidade está fazendo, resolvi pegar uma mega-fila para abastecer o meu carro num posto de combustíveis barato. Trocentos carros na minha frente e mais adiante vejo pelo retrovisor duas senhoras já de idade empurrando o carro em que estavam. Era falta de bateria. Engraçado que ontem passei pelo mesmo problema e ninguém se dispôs em me ajudar, ou me resgatar. Tive que largar o carro aberto num determinado local, sob um sol desgraçado, uma sede absurda, com gente trabalhando num galpão de leilões, como se eu fosse invisível, não me prestaram socorro ou perguntaram se eu precisava de ajuda. Chamei o Uber, fui até uma loja comprar um cabo para fazer extenção da bateria de um carro em funcionamento, para a bateria do carro em que eu estava, conhecida pela famosa "chupeta", em que um carro passa a energia de 12 volts para a bateria morta, ressuscitando-a. Tive que me virar sozinho para resolver um problema técnico igual dessas duas senhoras no posto de gasolina. De tanto resgatá-las o tempo foi passando, a bateria do celular substituto foi findando e lá estava eu solicitando um Uber para que as senhoras pudessem voltar pra casa em segurança. Meu ego estava me fazendo sentir um super-heroi, mas na verdade eu estava mais ferrado do que caberia nesse blog. Daí o compromisso que eu tinha às 22h foi-se para o espaço, já que eram 21:57h e eu ainda estava com as duas senhoras, que aceitaram meu resgate completo. Então tenho percebido que não adianta se você é do bem, altruísta e boa gente. O certo é se posicionar, não assumir pesos que você não tem capacidade de carregar, respeitar seus limites, seus horários, seus compromissos e saber dizer "não", sem a necessidade de ser hostil com os outros. Mas que bom que digito sobre isso e reflito ao mesmo tempo, estou cansado de ser resgatador e já vou repensar meus conceitos, valores e princípios. Se você identificou-se nesse post, faça o mesmo, repense seus conceitos e pise no freio de seu ímpeto resgatador, lhe garanto que sua vida será muito melhor. 

Publicado por Rodrih às 23:40 | Link do post

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Do post: Mulheres vítimas de misóginos, reajam!, em: 23/06/2017 - 00:03h

Capri L.D

Oi Rodrigo, boa noite. Estou escrevendo aqui super down pq sinto um vazio imenso na minha alma e contraditoriamente estou com mais um dentro de mim. Eu e meu namorado nos dávamos tão bem que acabou acontecendo uma gravidez. Tomei todos os cuidados possíveis com pílula e mesmo assim aconteceu. Nunca faltei com isso, e mesmo assim aconteceu. Fiquei em estado de choque por um tempo e acho que ainda estou em estado de choque duplo, pq meu namorado assim que soube desapareceu, então eu olho no espelho meu corpo está igual ao que sempre esteve e isso será uma questão de tempo para mudar também. Minha cabeça não cansa de perguntar pq pq pq pq pq???? Fiz tudo certo, tomeri o anticonceptivo diariamente, colei cartela e o que pode ter havido de errado eu não sei. Estou me sentindo perdida, acho que minha ficha não caiu por completo, ou deve ter uma segunda ficha pra cair, não sei. Qualquer coisa que vc disser eu preciso. Obrigada. Capri.

Em: 14/10/2017 - 07h

Capri, meu lamentar pelo o que você está passando não te ajudará em nada. O que eu disser também não. Mas eu posso dizer para outras moças e rapazes que transam à revelia da segurança pelo capricho do prazer e da sorte. A gravidez inesperada é, por si só, indesejada também. O humano que há de vir não tem culpa do vacilo de vocês, pois a natureza é essa e não há outra maneira de ser, senão assim. Formar casal para namorar e transar é uma grande jogada, mas gozar dentro confiando na sorte ou nas promessas de um contraceptivo é mais do que uma aventura, é um jogo de azar - em que, geralmente, o azar sempre acontece. O impacto de uma notícia de gravidez para um cara que não espera uma notícia dessas causa um estrago emocional, mental, psicológico e físico de tal magnitude, que se ele pudesse escolher tomar um chute no saco todos os dias pela manhã, certamente ele se adaptaria à tal tortura, tamanho é o desespero que isso se reflete na mente do sujeito. Esvaem-se entre os dedos de sua vida sua liberdade pessoal e sexual, principalmente sexual, como também seu dinheiro para seus gastos pessoais. Seu futuro ficará ligado a duas vidas: dele com a mulher e mais o rebento advindo. Se ele pretendia ficar transando com sua bela namorada por muitos anos, então isso cái por terra. Pior será se em sua mente secreta seus planos fossem o de sair fora dessa relação e se mergulhar no mar de mulheres carentes e desamparadas disponíveis mundo a fora. De repente ouviu seus amigos dizerem que estão comendo a torto e à direita das novinhas às maduras, pois a quantidade de gays espalhados por aí cresceu e as mulheres se vêem desamparadas, a demanda é maior do que o que os remanescentes da casta masculina heterossexual consegue dar conta. Então, por mais que adore transar com sua namorada fiel, leal, linda e gostosa, seus planos sórdidos de pular a cerca ou findar a relação vão por água abaixo e ele se vê definitivamente pai. As pernas amolecem, os braços pesam, os pensamentos se misturam entre "estou sonhando, acorde! Acorde!" e "MEU DEUS!!! MEEEEEUUUUU DEUS!!!!!". Outros pensamentos o faz rir e ficar sério ao mesmo tempo, fazendo-o parecer um louco. Ele começa a falar sozinho, conversar com um Eu imaginário e a ouvi-lo dizendo sarcasmos de si. Ele olha para seus DVDs, pendrive de músicas, seu tênis, seu notebook, tantos contatos de mulheres no whatsapp e sente como se fosse morrer em algumas horas. Tudo perdido. Num momento de lucidez ele lembra que terá que contar à sua família, então começa tudo outra vez, e o cara entra em parafuso dobrado, ensaia várias caras para representar-se diante dos familiares, sua alma já está gelada e seus pensamentos parecem letárgicos. Seus olhos enxergam tudo em câmera lenta, igualmente seu raciocínio e sua audição. Quando o chamam, seus ouvidos ouvem: "Fuuuuu....laaaannoooo, veeeeeemmmmm aaaa....quiiiiiiiii" e em seguida a repetição de forma natural "Fulano, vem aqui", como se ele estivesse andando na lua, feito um astronauta (se é que alguem de fato foi à lua, enfim). Sexo é uma palavra que ele não quer ouvir de jeito nenhum, nem se lembra que tem um pênis - que nessas horas tá retraído fisicamente e menor do que nunca viu igual na vida (em que realmente se acredita que ele (o pinto) tem vida própria e a cabeça de baixo realmente pensa independente da de cima). Esse impacto irá demorar de sete a quinze dias, e se a adorável e belíssima namorada não se manifestar (que é o que geralmente acontece), isso poderá se estender para trinta dia a três meses ou mais. A mulher, por sua vez, não tem muito o que fazer, suas emoções são várias bombas atômicas caindo por minuto na sua mente, até o momento em que ela se autoanestesia, e de tão zen começa a ver a nova realidade com mais calma, numa reação de proteção ao ser que está se formando dentro dela. Enquanto o viril namorado está em queda livre em seus pensamentos insanos e desesperados, ela, por sua vez, está levitando num poder de defesa pela vida, em que não importa o mundo à sua volta, as guerras, os conflitos, as dívidas ou mesmo as consequências dessa gravidez inesperada. Até porque ela nada poderá fazer, a menos que tenha um ímpeto egoísta e frio o suficiente para eliminar o conjunto de moléculas e átomos que se juntam para formar o ser. Sendo assim, meu conselho é para que tenham consciência e transem com camisinha, preservativo, condom, seja lá o nome que for. Existe no mercado preservativos tão finos que parece que não se está usando nada, além de preservativos feitos à base de outros materiais antialérgicos, orgânicos. Ou pelo menos fiquem de olho no período fértil, mesmo que estejam tomando anticonceptivos, nessa fase usem os preservativos, se não quiserem dar asas à imaginação como futuros pais. E entendam, Deus não tem nada a ver com isso, não será castigo, nem lição de moral. A função de Deus é gerar a vida, pois Deus é Vida, ele construiu o mecanismo do ser vivo para procriar e preservar as espécies, sendo assim, a natureza das coisas segue seu curso sem domínio humano sobre ela, então tenham consciência de que as chances de haver uma gravidez inesperada são de 90% em qualquer fase do namoro, por menos sério que seja o ideal da relação. A menos que o homem seja maduro o suficiente e esteja muito envolvido com sua parceira, em que uma gravidez o deixará tranquilo de assumir o papel que lho caberá muito bem, conviver em beijos e transas sem o devido cuidado anticonceptivo é um jogo masoquista e extremamente irresponsável. Então, Capri, dê a ele um tempo para passar por esse impacto indesejado e inesperado, mas não deixe de conscientizá-lo, depois de uma ou duas semanas de que vocês dois têm uma responsabilidade a ser assumida, independentemente que o tesão tenha acabado. Depois de algumas semanas você perceber que ele não deu as caras, bom, é hora de enviar uma carta para seus pais explicando a situação e dizendo que independente do que pensarem, você estará fazendo sua parte nessa responsabilidade, e espera que ele assuma a parte dele, quer seja presencial, quer seja financeiramente. E não se preocupe, a família dele te culpará, ainda que não haja culpados únicos, nem mesmo culpa, e sim a fatalidade de advir uma natalidade.

 

Publicado por Rodrih às 10:47 | Link do post

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Uma das coisas mais assustadoras que tem numa relação amorosa é a total falta de previsão entre as partes. Já havia dito aqui sobre o quanto a mulher é a parte que se arrebenta quando uma relação desmorona depois de muitos anos com a parte amada. No meu post "A demora que se vive na pressa que se tem" eu disse o quanto a mulher sai descompensada das relações amorosas demoradas. Os homens convivem com a parte amada, bombardeiam-na com seus costumes, devaneios, ciúme, irracionalidade, machismo e toda porcaria que só os homens conseguem fazer na vida de suas mulheres. Certamente eles não têm 100% da culpa, justamente porque elas patrocinam parte disso tudo, o que é normal, muito embora seja algo feito inconscientemente na maior parte das vezes. Então estava pensando aqui com meus botões nessa madrugada de segunda feira, sobre ter uma relação previsível poderá salvar muitas pessoas de uma vida sem futuro ao lado da outra. Eu, por exemplo, que estou só há quase dez anos desde que aconteceu meu divórcio, acredito que encontrei uma maneira de parar de perder tempo com outra pessoa numa relação com ela.Não tenho me envolvido, justamente porque não conseguia pensar que teria que viver e conviver a eternidade com a mulher, mesmo que me frustrasse em minhas expectativas com ela. Hoje tive um insight sobre isso e irei compartilhar uma postura, senão salvadora, talvez então libertadora. É lógico que tudo que envolve sexo e intimidade torna mais difícil de refazer o projeto de vida com a outra parte, mas este conceito que trago aqui é para as pessoas que estão extremamente desgastadas com relacionamentos difíceis, ou pessoas que já apanharam muito na vida amorosa, ou mesmo pessoas que perderam tempo demais ao lado de alguém sem futudo para elas. Ter uma relação previsível é determinar um dia para fazer um balanço da relação e a partir de seus resultados, aliás, da métrica estabelecida passa-se a tomar decisões libertadoras, a fim de não se perder mais tempo e ter tempo de encontrar alguém no mesmo objetivo que se tem. Há mulheres que se vêem sem rumo depois de relações de cinco, oito, dez anos e, de repente, estão sozinhas, solteiras e... mais velhas, totalmente adestradas pelas manias de seus relacionados e, consequentemente, enfraquecidas, talvez com outra forma física, outra aparência e, com certeza, frustradas, tristes e com autoestima baixa. Com isso, a outra parte, masculina, ainda que esteja mais velho e com suas formas irregulares conseguem mais rapidamente um novo relacionamento, não sentindo o mesmo impacto que sentem as mulheres nessa situação. Ter uma relação previsível significa que se possa prever seu andamento até o casamento ou a união consumada civil e socialmente. É conversar nos primeiros dias da relação os parâmetros para que se possa se relacionar minimizando o risco do impacto de uma relação demorada e sem resultados. Primeiramente não apresente a pessoa para sua família até que a relação tenha completado quatro meses. Estabeleça datas e horários futuros para uma reavaliação da relação. Marque e agende uma data de meio de semana, fora de casa, preferivelmente num restaurante ou numa praça de alimentação de um shopping, para que nem um e nem outro esteja em sua zona de conforto como casa, carro ou outro local particular. E pontue o tema de avaliação deste encontro. Por exemplo, Luísa conhece Alfredo e os dois resolvem ter uma relação amorosa. Luísa alinha e combina com Alfredo que ambos se encontrarão na praça de alimentação do shopping "Tal" para avaliarem a relação em seu sentido de "projeto de vida" na data X daqui a quatro meses. A pergunta base é: "Como estamos um com o outro, o que já crescemos  até aqui, estamos com olhos voltados para vivermos juntos, daqui a quanto tempo exatamente, tem algo que precisa ser ajustado no comportamento ou forma de se relacionarem?". Então, se dentre a resposta tiver algo como "não sei", ou "estamos nos conhecendo e precisamos de mais tempo", ou "tenho uns projetos pessoais para alcançar antes de poder te responder", então encha o peito de ar e encerre a relação, pois terá identificado um relacionamento oco, gorado, natimorto, sem futuro. Sexo pelo sexo se encontra aos montes, mas alguém com projeto de vida que inclua a parte relacionada, isso tem que ser harmônico entre as partes. Após essa conversa Luísa ouve do namorado - que ainda não foi apresentado à familia, muito embora todos saibam quem ele é, já o viram, até trocaram um cumprimento, mas nada dele jantar com os familiares dela, nem participar de eventos, festas familiares etc. - que ele está interessado em montar um projeto a dois com ela, que precisam por na ponta do lápis o papel de cada um para que tudo dê certo, as dificuldades que cada um possui na execução desse projeto e fazer uma previsão supositiva para daqui há quatro meses, para novo diálogo, num outro local de encontro. Em seguida Luísa combina com sua família e Alfredo combina com a família dele que ambos apresentarão a parte relacionada. Não necessariamente necessite que famílias se conheçam, mas que um começe a frequentar o recinto familiar do outro para absorver seus costumes, tratamento entre eles, até mesmo o comportamento do pet de estimação. Suas manias, seus valores familiares, pessoais e espirituais, etc.. Quatro meses depois se encontram com a mesma pergunta base e definem até o próximo encontro os resultados do projeto, ou, simplesmente, munido de força e muito amor-próprio encerra-se a relação para ter tempo de se curar emocional e psicologicamente do fiasco que estava se metendo, e partir para novas oportunidades futuras. Parece que é fácil, mas não é, entretanto, quando se trata de não perder tempo e tampouco não se tornar vítima de si mesmo, ter conversas francas e com a cabeça de cima poderá fazer toda a diferença. Isso é parte de um compotamenteEntão fica a observação que seguirei e recomendo que tente também, principalmente porque a vida é breve e ficar à mercê de quem não desempata nem sai do lugar é uma tremenda autossabotagem com requintes de burrice. Não tenha medo de encerrar a relação assim que perceber que não terá definições nos próximos quatro meses, dos oito meses que já se passaram, pode acreditar. E você terá perdido apenas doze meses, ou seja, um ano, sem se iludir nem se autossabotar ao lado de alguém sem perspecitiva de futuro com você. 

Publicado por Rodrih às 09:04 | Link do post

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B BCB a 03 de Agosto de 2017 às 11:01

Em: Tenho muitas, mas só posso ficar com uma(s).

Rodrigo bom dia

Eu nunca falei isso com ninguém, ngm mesmo viu e senti que posso confiar em ti. Peço que só me responda pelo 1o nome e o resto peço que deixe em siglas por favor. 

é o seguinte: eu traio meu marido! Mas eu faço isso por um monte de questões e não acho que tu irás me julgar, motivo este que me traz aqui para falar contigo e ouvir teus insights. 

Gosto de meu casamento, não dependo de meu marido pra nada, apesar que ele está sempre fazendo as coisas, poque acho que li no teu blog tu comentando algo do tipo num outro post, se não estou enganada.

Também não quero me separar, obvio. Mas assim, eu tipo casei há 8 anos e tenho 30 anos, ele foi meu primeiro e único homem e ele sempre me vigiou muito, por eu ser bonita em todos os sentidos, delicada e calma. Sei que ele já pulou a cerca várias vezes no começo e acho que foi porque eu era inocente de tudo, não sabia fazer as coisas como uma mulher sexy fazia e até relevei, assisti videos e li a respeito de como fazer bem feito. À medida que fui desenvolvendo a coisa toda ele permaneceu mais comigo, eu acho. Estudei e me qualifiquei como coordenadora de uma grande equipe numa multinacional, o que me dá bom salário e ótimos benefícios. Mas o jeito dele fazer as coisas sempre foi igual, eu já estava transando no automático e me sentia perdida na cama me perguntando o que eu estava fazendo ou porque eu tinha que estar fazendo aquilo todas as vezes que ele queria? Era minha sentença? Então ele só me procurava uma vez por semana, às vezes duas e se eu não me engano já me procurou três vezes e fiquei tão impressionada de estar sendo "útil" que quase tive um orgasmo quando ele me procurou. 

Outra coisa é que ele tem me ofendido dizendo coisas a meu respeito para umas cunhadas nossas, também andou dizendo que não sabe como posso ser uma coordenadora sequer de uma diarista em nossa casa, quanto mais de uma equipe numa multinacional. E depois sai rindo me deixando falando sozinha. Isso me irrita muito.

Então é isso e gostaria que me respondasse no blogue mesmo sobre sua opinião a respeito do que eu disse e do que optei ter na minha vida. Obrigada por ter esse blogue seu.

Bhia

 

Respondendo em 23/09/2017 às 03:09h

Oi Bhia, obrigado por enviar e-mail contando sua experiência e autorizando publicar no meu blog. Isso melhora ainda mais a qualidade dele e o torna mais interessante para outras pessoas, podendo servir de base, direção ou mesmo formação de opinião muitas vezes. Não estou (e ninguém está) aqui para julgar quem quer que seja, até porque Deus deu a vida para que cada um cuide da sua. O propósito da vida é que saibamos compreendê-la conforme ela nos é colocada, e torná-la melhor à medida que aprendemos vivê-la. Sobre sua questão eu sempre penso na frase bíblica, que diz que você pode tudo, mas nem tudo lhe convém. Não diz que lhe é proibido, só que não convém, e isso você já tanto sabe que começa seu e-mail dizendo "eu traio meu marido", oras, se disse o verbo trair na primeira pessoa, certamente sabe o que isso significa. Talvez se você pensasse diferente, que mantem uma relação paralela ou que tem uma relação extraconjugal, provavelmente você não seria a primeira a lançar pedras sobre sua própria cabeça. Sobre a frequência com que têm relações, isso não depende só da parte dele a iniciativa, isto é, se você for bonita, interessante, asseada, vaidosa, tiver bom gosto por lingeries, for sensual e atraente, acredito que seria ele um retardado ou estaria (também) tendo uma relação extraconjugal. Mas se você chega em casa, toma um banho, põe a touca e o pijama e fica andando pela casa parecendo a irmã mais velha dele, aí ele estaria reagindo ao que vê, já que homem é muito visual e ele precisa ter um estímulo cinestésico para sentir tesão. Considerando que não seja esta segunda e sim a primeira, ele pode estar vacilando pelo próprio jeito de ser. Há homens que vivem muito bem sem sexo, e eu não entendo, mas compreendo, como há mulheres lindas que não gostam de sexo tanto quanto gostam de dormir ou de academia. Ou seja, malham para ficarem lindas e postarem suas fotos no facebook (e mais nada, sendo tão inúteis quanto são atraentes). Quanto ao ensaio de misoginia que ele tem feito com você, isso não é saudável na relação e certamente só piora as coisas. Mas digo a você que se tudo que está fazendo é consciente dos riscos, e se isso lhe traz um benefício íntimo, sentimental e psicológico, então não sou eu quem vou julgá-la, apenas direi para não se expor ao ridículo, nem expor seu cônjuge, principalmente ele, pois já não seria legal estar se envolvendo com outra pessoa, e ainda por cima o expõe ao ridículo, isso seria injusto de sua parte. Tudo que se faz com consciência e tira-se das experiências um conhecimento restaurador de si mesma ou até mesmo de sua relação é benéfico, porque nunca poderemos julgar a maneira como o campeão venceu, apenas aplaudiremos quando ele subir no podium alcançando o primeiro lugar.

Publicado por Rodrih às 03:59 | Link do post
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Por e-mail em 20/07/2017 - Excluindo todas as referências do remetente, a pedidos.

Boa noite Rodrigo
 
Primeiro gostaria que soubesse o quanto me identifico com seu blog, às vezes penso que está falando de mim ou pelo menos falando comigo. Sou cientista educacional e psicóloga, atendo pela linha comportamental, mas não estou livre de sofrer as intempéries da vida. Peço a delicadeza de não divulgar meu nome e nem o mail que estou enviando. Sinto que posso confiar em você mesmo sem conhecê-lo pessoalmente, mas pela maneira como trata as pessoas aqui percebo que você é extremamente confiável. Espero não me decepcionar com minha expectativa sobre esse Rodrigo Caldeira blogueiro e orientador de muitas pessoas, especialmente das mulheres (sorte nossa rs). Tenho 29 anos, sou uma mulher bonita, atraente, bem relacionada, envolvente e dona de um corpo perfeito. Não tenho filhos e agora nem noivo eu tenho mais. Sempre quis me casar desde os 20 anos, mas todos os homens que me relacionei (e não foram muitos) só queriam sexo, e desfilar comigo para todos os lugares. Mas não sei o que acontece que não me levam a sério. Como já disse, sou cientista na área da educação, também psicóloga e uso meu conhecimento para minha vida, sou extremamente independente e não gosto de pedir para que arrumem as coisas pra mim. Isso já oferece vantagens para o homem. Não sou ciumenta como essas que matam e morrem pelo companheiro. Sei que tenho o gênio forte, mas isso não deve ser problema porque tem mulheres muito mais bravas por aí, só que elas conseguem se relacionar e são correspondidas. Então o que estou fazendo de errado?
 
Olá XXXXXXXX
 
Obrigado pelo e-mail que enviou, pela confiança depositada, por ter se exposto com segurança e pelo texto digitado corretamente (rsrs), pudera, cientista educacional, o que não esperar de você na escrita né?! hehe.. Sim, XXXX, você pontuou coisas que todo homem adoraria tê-la, mas fez o fechamento de tal maneira, que só seu cachorro de estimação conseguiria se manter por perto onde você estivesse. O fato de ser muito bonita e ter um corpo perfeito ajuda imensamente muito, pois os homens são extremamente visuais, por mais que os que dizem que não são sequer olhem para uma bela mulher passando de biquine à sua frente. Todo ser humano social, isto é, vivente de uma comunidade, uma sociedade, gosta do que é bonito e perfeito, ou quase isso, vê-se que compram carros bonitos, roupas, decorações, maquiagem etc. Entretanto, o que você faz com seu comportamento é que a deixa feia, isto é, difícil de ser aceita. Quando você se torna muito independente, você está sendo arrogante, ou seja, a - rogar, em que "a" significa "não" e "rogar" significa "pedir". Os homens, aqueles que realmente gostam de mulher e da mulher, não costumam se adequar com mulheres arrogantes, em que eles se sintam inúteis, e até incapazes de fazer algo por você. Homens precisam se sentir úteis, necessários, interessantes e reconhecidos. Se você conseguir alcançar a lâmpada para trocar, ponha na cabeça que o homem que está sentado no sofá da sala é o único neste planeta que conseguiria trocar a tal lâmpada, então acenda umas velas e quando ele perguntar diga que não sabe o que aconteceu, de repente a lâmpada não acendeu mais. Ele se sentirá necessário para descobrir o que aconteceu com a lâmpada e isso o faz resgatar seu instinto primitivo de proteção e conforto de seu ambiente de convívio. Daí que ele testará e dirá que foi só a lâmpada que queimou. Ele até dará uma risada, mas é um riso heróico, pois verá as velas acesas e tal, e certamente cairá bem um reconhecimento por sua bravura, sua inteligência e capacidade. É óbvio que você já sabia que era lâmpada queimada e já estava quase desconectando a queimada e substituindo por uma outra nova. Mas lembrou-se de se fazer de donzela do alto da torre do castelo do rei, então desceu da escada, guardou-a, escondeu a lâmpada nova e acendeu as velas, continuando a fazer o que estava fazendo, até que o chamou para perguntar se vai querer ovos de codorna cozidos, só para que ele visse o lugar escuro e cheio de velas acesas. Pronto, você o fez entender que sua presença é importante na sua vida e, como um Tarzan, ele ficará atento em dar-lhe suporte sempre que precisar. Isso melhorará sua autoestima, sua virilidade e seu senso de responsabilidade. Experimente rogar mais e veja o que acontece. Sobre o gênio forte, experimente deixar seu gênio do lado de fora da academia, quando você for malhar, tudo isso vai ajudar no seu relacionamento. Depois de alguns meses volte aqui para nos contar se eu sou uma besta ou se minha orientação realmente te ajudou, tudo bem?! Boa sorte e mude seus conceitos, não vai acreditar no quanto a vida se torna melhor! 
Cordialmente, Rodrigo Caldeira
Publicado por Rodrih às 17:23 | Link do post

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Observo muito as pessoas e absorvo as coisas que elas dizem. Mas não costumo digerir de imediato, talvez seja aí uma coisa que me deixa um pouco aquém, quando se tem que trabalhar em equipe. A praticidade não é o meu forte no relacionamento com alguém, porque fico mais focado em outros assuntos como segurança, proteção, bem estar, e o depois. Há pessoas que fazem o que tiver que fazer, sem pensar muito nas consequências. Então isso tem me deixado desconfortável diante algumas situações. Vi muito disso acontecer com garotas, mulheres que eu conheci na internet, elas sempre estão longe, muito embora sejam as mais bonitas, mais legais e mais verdadeiras na relação, sempre estão longe. E muitas diziam: "Vem me ver", como se eu estivesse do outro lado da rua ou na quadra ali perto, mas, no entanto sempre estime a milhares de quilômetros de distância, e parece que isso não era um problema para elas. No entanto, na minha mente, por mais tesão e paixão que possa existir, já se projetava em três pensamentos ao mesmo tempo, como os custos para ir de carro, de avião e de ônibus numa opção muito remota. Calculava também as taxas dos pedágios, das passagens e alimentação. Tudo para chegar perto de uma pessoa que sequer se dava ao esforço de pensar em minha condição física e financeira para alcançá-la. E esse tipo de pessoa não é do tipo que se possa contar muito, porque é uma característica acomodada, pedinte. Esse pensamento faz com que muitas coisas não se concluam na vida de um casal, justamente porque essa parte da relação é aquela que cedo ou tarde confronta, impõe (opiniões, regras, conceitos). Curiosamente, estive em duas situações parecidas, em que duas amigas diziam que seus companheiros falaram situações vividas na rua ou no trabalho, em que elas escutaram e depois começaram a corrigir num enfrentamento os caras. Ora, a lei da natureza é clara quando diz que os opostos não se atraem. Você não vê um boi se relacionando com uma égua. Nem um pato com uma galinha. Tampouco vê um pombo viver de amores com um falcão. Opostos não se atraem. Quem disse isso estava tentando defender um ponto de vista para conquistar alguém inalcançável para si, porém com grande imaturidade para acreditar nessa conversa da carochinha. A menos que uma das partes aceite ser a que será a pessoa companheira. E isso significa o que exatamente? Ora, significa que não deverá confrontar, se tornar oponente, ter enfrentamentos com a parte com quem se escolheu se relacionar. É insano pensar que o fato de ter alguém com você lhe dá a permissão de dar sua opinião, de modo que deprecie ou desmereça a opinião do outro. Quando a outra parte inicia um diálogo falando sobre um ocorrido, uma experiência externa; é óbvio que está buscando na sua parte-metade um apoio auditivo, uma troca de ideias sensata, não imperativa, e nem um enfrentamento. Numa situação uma amiga me disse que seu namorido (mistura de namorado, pois não vive com ela/ com marido, pois mesmo não vivendo com ela age como se fosse um marido, isto é, conserta as coisas em sua casa, resolve problemas com ou sem ela, até faz benfeitorias para a mãe da moça) chegou a casa falando de seu aborrecimento da passeata gay, em que achava um absurdo um bando de viado ficar afrescalhando no meio da rua, bloqueando o trânsito, ficando de firulas, bando de baitola de mente desocupada. Ela, por sua vez, tomou as dores dos gays e começou a falar um repertório de defesas sobre direitos humanos, exclusão social, machismo, homofobia, perseguição, e para piorar o que já estava ruim disse que estava decepcionada com ele. Puts... Olhei pra ela e perguntei em que planeta ela estaria vivendo. E comecei a explicá-la da insanidade que ela estava cometendo ao levantar a bandeira da defensora dos fracos e oprimidos. Primeiro porque ninguém pediu a ajuda dela, segundo porque ninguém sabe se ela existe, terceiro dentre outras enumerações, ela não tem que ter um enfrentamento logo com quem troca desejos e constrói projetos de vida. Uma grande burrice bater de frente logo com quem se deita de frente. Quando se escolhe alguém para viver, quer seja para namorar, casar ou ficar de rolo eterno tem que ter em mente que aquela pessoa preenche seu vazio de certa maneira, e confrontar é pedir para ficar só. Então ela defendeu-se dizendo que tem amigos gays e não suporta quando fala deles. Respondi que neste caso e ao que tudo indica, esses caras da passeata não eram os amigos dela. Então ela resmungou que gostava dos gays. Eu disse para que ela fosse honesta com o namorido e encerrasse a relação, e fosse namorar e viver com um gay, já que seu encantamento pelos homossexuais era maior do que a vida a dois com o namorado, quase marido. Ela disse que não fazia sentido, que ela não seria gay e não ia dar certo ver o cara dando para outro cara. E foi aí que eu disse para que ela, finalmente, parasse com essa hipocrisia de defender os gays e passasse a ouvir o namorado falar, pois as relações funcionam assim, a menos que o namorado a procurasse para se aconselhar sobre a ideia de buzinar e xingar os manifestantes de viado, baitola etc. Não, ele disse outra coisa, uma irritação de trânsito, uma chateação enquanto passava pelo local, devidamente compartilhado com ela, que do nada voltou com quatro pedras nas mãos. Ela me questionou que deverá ficar calada, sem opinar em nada. Respondi que jamais, mas que soubesse fazer isso sem ofender, diminuir o namorado. Sempre empoderem-se casais! São coisas que eu digo aos casais, desde há pouco tempo, quando tenho a oportunidade de convencê-los de que a relação poderá dar certo, desde que as partes saibam ser a parte necessária e bem-quista. Não há relação que dure quando você chega em casa e dá de frente com uma pessoa sindicalista, defensora de desconhecidos, apenas pelo prazer de fincar suas opiniões e sobressair com seus conceitos anteconceitos da relação. Ouvir, ponderar, sugerir e acima de tudo, abstrair são ingredientes de uma relação agradável e parceira. Fica a dica.

Publicado por Rodrih às 17:03 | Link do post

Caso Encerrado: Pastor mentiu quando disse que foi a Igreja Católica e falou de Nossa Senhora

O gaiato pastor Cláudio Duarte gabava-se no vídeo abaixo, gravado numa igreja evangélica e que circula na internet, de ter questionado os dogmas marianos diante dos católicos dentro de uma igreja católica. Veja o vídeo:

 

Fomos investigar essa bravata do pastor e confirmamos que esse embuste nunca aconteceu. O pastor de fato foi palestrar em uma igreja católica, mas sequer citou o nome de Maria.

A igreja católica a que o pastor Cláudio esteve presente em palestra é a Paróquia Nossa Senhora Rainha, da Arquidiocese de Belo Horizonte. A paróquia negou em comunicado que o pastor tenha tratado de dogmas marianos em suas dependências como podemos ver abaixo:

Pessoas como a Mariana Monge que estiveram presentes a palestra do pastor na igreja, confirmam que em nenhum momento o pastor tratou sobre dogmas marianos:

Fica assim provado, que o gaiato e bravateiro pastor Cláudio Duarte é um grande mentiroso, que consegue assim enganar seus seguidores dentro de sua religião, mas jamais os católicos.

Fonte: http://fimdafarsa.blogspot.com.br/

Minha reflexão sobre isso: Quando o sujeito diz que Maria pode até ser mãe de Cristo, mas que é um absurdo dizer que seria mãe de Deus, eu paro, respiro e contemplo a doutrina católica apostólica romana por um grande motivo: CULTURA. A fé católica é repleta de arte, ciências, metafísica, leis, matemática, geografia, história, física, cores, química e tantos outros conhecimentos que NENHUMA outra doutrina possui. E também a interpretação de texto - neste caso, no Brasil, o português, no que quando se diz "Mãe de Deus" estamos fazendo uma analogia de que se Cristo é o Pai, o Filho e o Espírito Santo, a Trindade Divina, 3 em 1, loooogo podemos compreender que Cristo é o próprio Deus, e sendo Deus, Maria é a Mãe de Cristo e contudo (também) é a Mãe de Deus. Então, a este pobre "pastor" um pouquinho de cultura não faria mal algum. Já sobre ele pedir desculpa não influencia em quase nada, porque ato maior de retratação seria se ele tirasse do ar seu vídeo inglório. Para isso existe a justiça e suas punições. 

Publicado por Rodrih às 13:21 | Link do post

São 04:42h da manhã, estou com muito sono, mas me deu uma vontade enorme de provocar uma reflexão interessante. Enquanto escrevo milhares de pessoas estão dormindo, algumas estão tendo pesadelos, outras sonhos saudosos com alguém querido, outros dormem dopados por algum remédio que apaga mais do que a pessoa, mas os sonhos dela também. Enquanto escrevo esta linha, pessoas estão chorando um abandono, outras choram por luto, outras por dores fortes que não conseguem diagnosticar, têm aquelas que choram por saudade, choram porque a doença está atacando mais pesado, choram porque o seu animal de estimação acabou de morrer. Neste exato momento tem alguém chorando de rir. Enquanto você lê essas linhas pessoas estão sendo assassinadas, outras estão sendo estupradas, outras estão perdendo a virgindade, outras estão sentindo no sexo o maior amor e tesão que já existiu. Há aquelas que acabaram de receber um golpe doloroso no rosto ou em alguma parte do corpo e sofrem essa dor. Enquanto tanto você e eu lemos esse texto pessoas estão desencarnando num acidente de carro, de moto, bicicleta, aeronave, ou mesmo por alguma coisa boba. Pessoas estão olhando pela janela a solidão de outras pessoas solitárias, e pessoas também estão conversando com alguém na rua, com toda a tranquilidade e segurança, sem nenhum risco de acontecer algo, simplesmente irão papear tranquilamente. Há pessoas que neste segundo estão marcando encontro em algum lugar para se prostituir homossexualmente, ou mesmo heterossexualmente, há aquelas que estão pensando em matar alguém, outras estão pensando em salvar a vida de alguém. Neste instante você lê e acompanha meu raciocínio, não importa onde você esteja, você está dentro da nuvem de minha reflexão, e saberá que existem pessoas boas fardadas n'algum lugar hostil de guerra, com inimigos preparados para matá-las e elas matá-los talvez mais por medo do que por necessidade, ou mesmo sentado no meio de um bosque em algum lugar do mundo tocando seus violões, banjos e cantando uma linda música. Há crianças nascendo, bolsas estourando, futuras mães correndo para os hospitais, umas dando sorte de ter alguém, outras dando o imenso azar de estarem sozinhas e desamparadas. Há crianças sendo abortadas, há crianças sendo molestadas por algum parente em que os pais estão no quarto dormindo ou mesmo trabalhando achando que sua criança está em boas mãos. No que o seu relógio avança o próximo minuto uma prostituta está sonhando com o futuro que pode ter com seu corpo valendo um bom dinheiro por sexo fácil ou mesmo pensando nas roupas e no alimento que poderá dar à sua filha que dorme na mesma cama que a dela, sonhando coisas enquanto a mãe usa seu corpo para alimentá-la. E você está lendo esse blog sem se sentir atingir por quaisquer dessas pessoas que estão por aí mundo afora, porque você não tem porque sentir as dores ou alegrias, tristezas e prazeres dos outros, você apenas lê e depois vai fazer alguma coisa, ainda que não faça nada, enquanto outras pessoas estarão escrevendo em seus blogs exatamente o que estou escrevendo aqui para a sua leitura em português. A vida é efêmera e você que vive, seja uma pessoa do bem, fazendo o bem, levando paz e alegria, recebendo gratidão e boa energia. Pense nisso, porque não vale a pena ser do mal.

 

Publicado por Rodrih às 04:42 | Link do post
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Todas as mulheres que me enviaram e-mail buscando algum tipo de conforto tiveram seus nomes preservados. Agradeço a todas que enviaram e-mail e a tantas outras que comentaram nos próprios textos sobre o tema. Trago à luz dos olhos de todos os mais sofridos depoimentos, em que todas tiveram suas parcelas de culpa, mas que pagaram um preço muito alto por tão pouco. Deveras se envolveram com psicopatas, caras do mau, perversos desde a adolescência, quiçá a infância, de educação infame, mães controladoras ou ausentes, pais soberbos ou negligentes, que se tornaram o produto de uma família doente e sem valores emocionais, pessoais e muito menos familiares. Homens misóginos, doentes sem tratamento, sem diagnóstico médico nem psiquiátrico, porque a avaliação não se busca em hospitais nem em consultórios de doenças mentais, mas na história da vida dessas mulheres, e de tantas outras que neste blog deixaram os rastros de suas tristes experiências de um falso amor. A todas elas meu respeito e minhas disposição naquilo que eu puder ser útil, mas lembrando que neste blog já contem muitas reflexões, muitos insights, muitas orientações que já poderão ser muito bem aproveitadas, bastam jogar no Google a palavra "misógino" e o complemento "blog do rodrigo caldeira", que aparecerá muitas coisas. Portanto, parem de sentir pena de si mesmas e comecem a ler para se sentirem empoderadas a darem seus primeiros passos rumo à vitória tão sonhada, e agora tão merecida.
 

20/10/2016

Olá Rodrih, Tive que fazer o teste, pois fiquei em dúvida se era o seu email mesmo. Sabe como é, pessoa que passou dos 18 e quer ser tecnológica ... leeenta. Acabei de ler o texto que vc indicou... Aff… era tudo o que eu precisava ouvir (ler) e  acabar comigo de uma vez!! Ponto pro ex! mais um! Há muito eu vinha feito alma penada no casamento. Tá explicado a traição… ele me trocou justamente por uma  estilo “periguete” 20 anos mais nova, cheia de vigor e sensualidade. O comodismo cega a pessoa, credo!!! Em recente conversa por telefone com o ex, questionei se era isso mesmo que ele queria (divórcio) e a resposta chocou: “posso morrer sozinho, mas ter você como mulher novamente, nunca mais”. Até esse momento estava no mais intenso chororô… deprê total, tentando entender os motivos, aí vem você e... Acorda tonta!!! Eu já estava prestes a odiá-lo com toda força cabível, mas NÃO, ele foi minha vítima! né?! A piada maior é que todos ao meu redor, que sabem o que estou passando, dizem que tenho que mudar, a começar pelo CABELO!!! Eu rio ou choro???? Confesso que me perdi, agora, não sei por onde começar, como renascer… será que tenho salvação? PS: Posso ser totalmente piegas com você? Pensa na felicidade quando recebi o seu retorno. Fiquei feito criança quando recebe um presente desejado. Emoção pura!!! Ah... você não parece ser nublado como o A.D.C.G. te define...no breve texto do retorno, está mais para hiperativo, tagarela e animado, um fofo! Você se camufla. Abraço carinhoso!

Xxxx Xxxxxxx

1º/02/2017
 
Olá, li seu blog e percebi que estou em um relacionamento assim. O pai da minha filha me trata como se tivesse ódio de mim, me oprime, quer mandar no meu dinheiro... sei que estou doente pois não consigo sair dessa relação mesmo tendo nojo dele, não suporto o cheiro nem mesmo a voz dele. Tenho a impressao que tenho medo, me sinto o obrigada a ficar com ele. Mesmo sabendo que ele só me destrói  pega dinheiro emprestado e nunca devolve, me manipula, fica por dias emburrado, é grosso comigo na frente das pessoas, nao consigo sair. Me ajude, o quê e como fazer! 
 
Ateciosamente;
 
Olá, Rodrigo! Realmente recebi só só no dia 09/02, mas não tinha acessado estava viajando.Os outros não recebi. Gostaria sim da sua ajuda, pois tenho raiva de por não conseguir sair disso. Nossa relação não é aprovada por minha família principalmente pela forma que ele me trata e alguns desvios de caráter dele, o qual mente muito, não gosta muito de trabalhar, e sinto que eles sente prazer em apontar defeitos ou me criticar o tempo todo.  Não sou tão nova mais, tenho 35 anos, mas fiquei com ele quando tinha 28 anos, no qual acho que até fiquei com ele, pois recentemente tinha acabado um relação de 11 anos. Na nossa relação ele trabalha em casa com vendas e eu saio para trabalhar fora todos os dias. Nas contribuição financeiras sempre eu quem tenho que dar mais, descobri certificado de faculdade falso dele, pois era visto que o qual até falava errado, não sei como conseguiu enganar tanta gente, não aceitei, fiz ele voltar estudar, ele nem o ensino fundamental tinha, hoje, consegui fazer ele fazer uma faculdade, onde está cursando. Percebo que só ajudo ele crescer, diferente dele, que só me puxa para baixo. Pega dinheiro emprestado e nunca mais devolve, usa minhas coisas e meu nome sem minha autorização. Acho sinceramente que ele não teve educação de casa, pois a família dele sempre foi muito desestruturada, e muito pobre, pai que sumiu e nunca mais apareceu, acho que sofreram preconceitos e privações. Ele acorda emburrado, de uma hora pra outra, pois achou algo, sonhou com algo... se desequilibra fácil e diz que falou alto ou se emburrou por minha culpa, algo que nem fiz. Acho que ele melhorou muito do que ele era, mas para isso tive e sempre tenho que carregar ele, estou cansada, queria estar pronta e preparada para saber se estou doente psicologicamente, se preciso de ajuda. Obrigada.
 
Xxxxxxxx Xxxxxx
 
20/03/2017
 
boa tarde, lembra de mim em junho do ano passado mandei um email falando que estava em um relacionamento misogino, por incrivel que pareça ainda estou com essa pessoa, hoje posso dizer que os poucos ele esta melhorando, mas não posso baixar minha guarda, hoje mudei muito meu comportamento com ele, exijo que me respeite, me valorizo mais, não corro mais atras dele como fazia antes, brigo com ele viro as costas não falo com ele, faço que ele corra atras de mim. no inicio me falava coisas que me ofendiam, hoje nao deixo mais que fale assim. dizia sempre que ia embora para me ameassar até o dia que disse que podia ir embora, e varias vezes eu disse para ir embora, hoje ele não fala mais que vai. nao aceito mais as coisas que quer me impor, digo o penso na cara dele, se começa a falar deixo ele falando sozinho, e espero ele vir falar comigo de novo. ja fiz ele chorar depois que eu fiquei dias ignorando ele, ei aproveitei para falar tudo que eu tinha trancando na minha garganta, ele concorda comigo, sabe que é errado, sabe que tem muitos defeitos. confesso que tive muitos dias dificeis, dias que tive vontade de abandonar tudo, mas o que me mantem ainda com ele, talvez seja por que conheço o problema, no fundo ele não é uma pessoa má, sofreu muito na infancia me conta tudo o que passou, muitas vezes sou sua psicologa, sei que ainda vou enfrentar muitos problemas, mas por amor estou disposta a tentar.Ja tive muito progresso em tentar fazer dele um homem melhor. leio muito sobre o assunto para tentar me fortalecer e me manter firme. pode ser que tambem que nao de certo, mas se der tenho certeza que seremos felizes. espero que escrever ainda muitas coisas boas.
grata, Xxxxx Xxxxx
 
28/03/2017
 
Bom dia! Li algumas publicações no seu site e me identifiquei com algumas delas. Conheci meu marido em 2009, com 20 anos de idade, ele com 30. Morava no interior, ele em São Paulo. No começo foi uma paixão avassaladora, aquelas que te deixam sem condições de "racionalizar". No início era lindo, presentes, gentilezas, elogios. Ele sempre dizia essa frase: Você é uma jóia que precisa ser lapidada! E eu, comprei o discurso e tentei me tornar minha melhor versão. Ele sempre foi crítico, principalmente com o meu corpo. Dizia que eu deveria melhorar minha forma física, reduzir gordura, ser mais "seca". Com o tempo, me mudei pra São Paulo e isso foi se tornando cada vez mais intenso. Me cobrava um corpo magro, um cuidado diário com alimentação e exercício físico. Fora as vezes que não conseguia ir na academia e isso se tornava um martírio. Com o tempo de namoro, moramos juntos, casamos. Passei por muitas coisas, adoecimento do meu pai, da minha sobrinha, fiquei mal, comecei a ter crises de ansiedade. Só para constar: Trabalha na área da saúde, especificamente: Saúde mental. A cada vez que deixava de fazer o que ele considerava saudável, era mais brigas, mais discussões. Me dizia que engordei, que não sou determinada, que iria ficar como minhas irmãs: Gordas! A cada ofensa, minha autoestima se afundava mais. Comecei a fazer tratamento para ansiedade, tomar medicação e isso contribuiu para um ganho de peso. Fui dos 60kg ( que era meu peso máximo até hoje), para 68kg, (meu peso atual). Voltei pra terapia há meses e a cada dia percebo mais o quanto ele é paranóico com isso. Me trata mal, diz que estou "grande", com a "circunferência abdominal grande", que preciso ter senso de urgência e emagrecer! Voltei a malhar, fazer dieta, mas TODOS os dias ele pergunta como cheguei a esse ponto, como me descuidei tanto. Chega a ser grosso, hostil, me trata com frieza. É bizarro! Sempre soube que isso era algo importante pra ele, mas está de um jeito patológico. Trabalho fora, cuido da casa, cozinho, faço mercado, outras coisas de rotina e SOZINHA! Ele mal tira o copo do lugar e é super desorganizado. Sinto que nada do que sou ou faço é o suficiente. Me critica todos os dias por estar fora de forma. Estou repensando minha vida, não aguento mais ser tratada como objeto. Imagina conviver com um homem que sabe mais do seu percentual de gordura que você?! Que critica seu corpo o tempo todo?! Sou saudável, mantenho uma boa alimentação, digo que sou até regrada, sempre me preocupei com a minha forma física. Sou atraente, mas sinto que ele suga todas as minhas qualidades e foca apenas no meu peso. Me trata como se não tivesse respeito e empatia. Gostaria que analisasse o meu desabafo! Talvez eu esteja exagerando, não sei. Mas nao acho "natural" um homem de 38 anos de idade valorizar apenas o meu corpo e sufocar o resto. Assim me sinto: Sufocada, ansiosa e sem esperanças! Obrigada!
 
Xxxxxxxx Xxxxxxxx 
 
 
30/04/2017
 
Pois é Fabio. Boa noite. Eu me envolvi tres meses com um misogino. O cara teve o pai assassinado na adolecencia e havia acabado de perder a mae quando nos conhecemos. Me compadeci, me apaixonei e logo ele foi dando sinais, minha roupa, meu cabelo, havia dias que nao olhava nos meus olhos, outros era um "docinho" como ele mesmo se descrevia. Bem...um dia ele deu um ataque feio. Eu estava certa de ele iria me matar tamanhos os berros, o sangue nos olhos, as coisas terriveis que ele profanava ao meu respeito....peguei minhas coisas e antes que ele pudesse perceber fui embora... Ainda me ligou sem sucesso convidando para alomoçar com a avó e o filhinho de 1 aninho e meio, cuja mae da criança (Deus ilumine esta pobre moça) ele falava mal, denegria, parecia uma espécie de recalque....24 horas por dia. Era uma mala!! Nao sei como eu aguentei. Pois bem, 21 dias depois do termino eu ja estava recuperada e bem. Um mes depois ele me manda uma mensagem dizendo que a avó havia falecido e que ele nao tinha para quem contar, visto que nao tinha amigos e era brigado com as 2 irmas...bem, ele quase me pegou de novo mas eu já estava vacinada. Eu havia percebido algumas situaçoes em que percebi que ele tinha muito medo...por exemplo: me perguntou se eu achava que o filhinho dele tinha trejeitos gays, uma vez que foi ao urologista me perguntou ingenuamente e se o membro dele ficasse duro? (Oi?), uma vez ofereci uma caneca cor de rosa e ele me disse que nao bebia em nada rosa. Isso me entrigou Fabio. Fora que achava umas posiçoes que ele fazia naturalmente, bem "femininas". Pois bem: quando ele me convidou para passar o feriado com ele e eu quase aceitei, acho que meu instinto mais primitivo falou mais alto e eu o questionei sobre a caneca, o filho e o urologista. Tambem lembrei a ele que o pai dele vivia chamando a mae de "Crentina" pois a coitada era crente e o pai na certa era um misogino pior que ele. Pronto: foi assim que o misógino perdeu a cabeça! Me senti baixa por usar contra ele coisas que ele mesmo me confessou em momentos de "amor" e intimidade. Ele tomou um ódio mortal de mim, me chingou até a quinta geraçao e me bloqueou. Bem, meu instinto de preservaçao gritou e sendo mais má do que ele jamais sonhou toquei num assunto que realmente o incomodou ao ponto de ele me bloquear instantaneamente. Se ele é gay? Eu nao sei mas que funcionou, funcionou. Voce tem coragem Fabio. Os posts de misoginia por ai sao muito agua com açucar pra esses frustrados de alma negra que só sabem encontrar prazer na tristeza das mulheres. 
 
Xxxxxxx 
 
21/05/2017

Bom dia, descobri seu blog e achei fantástico o texto sobre misoginia. Eu me relacionei com um misógino por 8 anos. Me separei em outubro passado, mas ele implora para voltar, promete mundos e fundos, mas sei que nao ira mudar. Sou xxxxxxxxxx, faço terapia, o que me ajudou a me separar. Mas gostaria de seus conselhos, ainda me encontro sozinha e com a auto estima totalmente destruída. Por favor, não divulgue o meu nome! Grata! 
 
Obrigada por tudo, 
 
Xxxxxx Xxxxxxxx
 
Rodrigo, boa tarde!
 
24/05/2017
 
Quero começar te agradecendo: estou passando uma situação muito difícil com um ex marido...navegando pela net em busca de explicações,  caí em seu blog, e os tópicos sobre misóginos foram um despertar pra mim... Não comentei o post pois temi ter que me identificar ou colocar meu email lá. Durante 7 anos vivi com um cara que no início era um príncipe,  mas foi a cada dia virando um sapo, um ogro, um bicho feio desses...Sempre criticou e desqualificou minha familia, sempre lançou colocações nada agradáveis sobre minha forma física, comportamento, sexualidade, etc. Mas contraditoriamente, permanecia comigo. E eu, desarrazoadamente, permanecia com ele. De quando em vez eu sofria as ameaças de ir embora, de acabar tudo, ora porque fiz a sombrancelha muito fina, ora porque passei muito tempo cuidando do pai doente, ora porque não quis me mudar pra onde ele mandava. Acredita que me acostumei a essa vida? Comecei a achar isso normal? Acredita que chorei de culpa, pedindo perdão por coisas as quais nunca fiz? Acredita que ele chegou a fazer vídeo meu confessando que eu estava errada? Chegou a filmar momentos de explosão minha depois de me provocar até não mais poder?... Enfim, mas o pior estava por vir. Passado tanto tempo decidimos ter um filho. Sabe quando você pensa que tudo vai mudar? Que vai ser um sonho?... Ainda lembro a cara dele na hora que o médico falou que era uma menina... Ela nasceu, tudo piorou. O que ainda restava de momentos bons se transformou em distância, descaso, cobrança, culpas...ele foi armando um circo de culpa em torno de mim. Até que há poucos meses saiu de casa, avisou dias antes que sairia, mas não disse quando nem pra onde. Se faz de vítima.  Diz que eu terminei o relacionamento. Dias depois já apareceu com namorada nova, cuja familia já foi conhecer, a qual já está totalmente aos pés dele, apesar de ser psicóloga. ..cheguei a mandar email pra ela e recebi respostas nada agradáveis do tipo: você fez isso com esse rapaz, perdeu ele, agora busque a Deus ...( rsrs eu mereço...) Hoje inferniza minha vida, quer levar a filha para a casa dele que é muito distante e onde andam pessoas nas quais não confio (detalhe, descobri esse endereço na marra, e nem sei se está lá ainda). Minha filha é um bebê de meses. Me ameaça processo, manda mensagens se fazendo de vítima, me provoca, me trata fria e formalmente, como se eu fosse babá da filha dele. Não respeita os dias de visita. Penso levar o caso à defensoria pública, mas temos pendências financeiras sobre as quais aguardo resolução e o mesmo me prometeu ser generoso com a partilha, dar a mais que o que me é de direito... Temo perder esse "a mais", o que comprometeria projetos que tenho em mente.... De todo modo, tenho meu emprego, tenho estudo e um resto de equilibrio que penso usar pra criar minha filha com dignidade. Esse jornal que te escrevi é um desabafo de uma mulher que não se reconhece mais, que está golpeada e humilhada, mas que quer sair viva e vitoriosa. Mas há dias muito difíceis onde parece não haver saída... Obrigada por ajudar a mim e a outras tantas. Obrigada mesmo, pois até ler esses posts, minha tendência era orar pela volta dele e aceitar ...( parece mentira, né?) Sendo que hoje quero resistir, no caso de um pedido de volta, e criar minha filha longe desse cara que odeia até a própria mãe. Abraço e muita luz pra ti.
 
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28/05/2017
 
Boa tarde, Rodrigo!! Sou casada há 7 anos e só em 2016 descobri o conceito de misoginia e a relação com meu marido. Por anos não compreendia seu comportamento e sempre achando que a culpa era minha. Mudei de estado depois do casamento e fiquei longe da família e de amigos. Ele não deixava eu ter amizades com vizinhas, quando comecei a trabalhar fora foi terrível. Acabei pedindo demissão. O que mais me intriga é que ele é um bom pai para nossas filhas e por esse motivo que sempre deixei muita coisa pra lá. Ocorre que toda tentativa de melhorar nossa relação foi em vão. Impossível dialogar. Estamos ha quase 10 meses sem sexo. E na véspera do dia das mães ele me disse para sair da sua casa e da sua vida. Combinei que vou sair em dezembro para não atrapalhar a escola das meninas. Ele ama as filhas mas prefere ficar longe delas a tentar  uma relação mais equilibrada comigo. Existe um ódio gratuito pela minha pessoa. Um ódio pelo simples fato de eu ter nascido. Nesses anos de relacionamento fiz tudo que estava ao meu alcance mas.... E é como em alguns comentários do post, tenho sempre que esperar a melhor ocasião para falar qq coisa. Mesmo se for sobre a lista de compras do supermercado. Gostaria de ouvir você, será que ele pode tentar voltar atrás nessa decisão. Porque eu não volto mesmo. Só para que compreenda, moro há 12 horas de viagem da minha família. E vou voltar pra casa da minha mãe em dezembro, se Deus quiser. Vou voltar a viver!!! Obrigada!!
 
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Em resposta a todas, pego um feedback que dei à uma das que aqui estão relacionadas e exponho, pois valerá para todas:
 
Oi moças, bom dia! Primeiramente obrigado por chegarem até o blog e lerem o post. Obrigado também por sentirem-se encorajadas para dar o passo de buscar uma força aqui por e-mail. A gente só começa a sair do estado de sofrimento (não quer dizer que o sofrimento passe), quando começamos a buscar novos ares e novos motivos de compreensão, quiçá novas experiências. E é isso que eu falo em alguns textos no blog, como em Catedral em que vocês poderão abrir a mente para se permitirem ter novas experiências na travessia dos seus desertos, cada uma, a fim de encontrarem respostas em momentos e mentes diferentes da que vocês estiveram acostumadas. Também em Casamento: Separei, e agora? em que vocês poderão fazer certo o que muitas mulheres (e homens) fazem errado nessa etapa da vida. Podem se fortalecer em Enquanto o amor não vem, em que respondi à Tábata de seu questionamento a respeito de estar sozinha. Tem muitos textos que criei através de reflexões, porque eu também precisei atravessar meu deserto (que durou 9 anos sem me envolver seriamente com alguém). Peço que leiam esses textos e sempre que quiserem falar comigo sobre seus insights, deixo a porta aberta para que possam entrar sem protocolos e abrir o verbo, tá bem?! Ah... e não sintam pena de si mesmas, porque isso é uma tremenda autossabotagem. Abraços, Rodrigo Caldeira rodrigocaldeira.blog@gmail.com
Publicado por Rodrih às 03:15 | Link do post

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Tenho recebido muitos e-mails, pelos quais agradeço a todas as mulheres que quebraram o gelo e o silêncio em si mesmas, se encorajando na confiança de expor suas experiências desastrosas nas relações com seus companheiros, cujos homens acreditaram ser eternamente maravilhosos. Só que não (SQN)! Todas, sem exceção, dizem que se encantaram o o homem maravilhoso que conheceram, o príncipe encantado, o garanhão alado que desceu do Olimpo para exaltá-las com a benção de Afrodite... tá, ninguém falou assim, mas, quero dizer, me refiro a esse lance do Olimpo - que ficou meio gay, eu sei, enfim, você entendeu. Então, onde foi que eu parei mesmo.... ah sim, tá, continuando, essas mulheres, todas, ou seja, 100% delas disseram acreditar na dádiva que ganharam como parceiros de suas vidas, só que é importante lembrar aquela frase que define a beleza, e diz assim: "Não existe o belo nem o feio, somos nós que vestimos de beleza o que julgamos belo", em outras palavras, as qualidades de um homem não está exatamente no capricho de suas chegadas, nas apresentações emocionantes. Isso é ilusão, é perfumaria, conversa pra boi dormir. Quanto mais espetacular for a chegada de um homem, menos encantos para a vida ele dará à mulher de sua conquista, o que vale a frase: "Quem casa com pão morre de fome", pois'é, então não se iludam com o começo de nada, apenas curtam e aproveitem. Costumo dizer que você tem três meses para dar no pé, chutar o pau da barraca, desmontar acampamento, picar a mula, sair fora ou ver o cara pelas costas. São três meses armada para detonar a relação, usar sua cota de "apelou, perdeu" sem medo de realmente estar perdendo o cidadão. São 90 dias seguidos em que você verá se realmente o cara aguenta firme e forte. Se ele (ou você) terá a sorte da companhia um do outro. Para essa ocasião temos a frase: "Se pensa que algo te pertence, deixe escapar. Se voltar é porque sempre foi teu, mas se não voltar, é porque nunca o foi". E se não foi, não é que tenha sido livramento, como muitos preguiçosos no amor costumam se justificar já se autossabotando nisso, mas é que você passará a ter uma vida mais liberta, porém, dada à experiência de acerto e erro com este último passará a aplicar novas estratégicas nesse período livre que se apresenta no futuro de sua vida. Ninguém fica sozinho, ou só se torna solitário por toda a vida, porque as coisas se encaixam à medida que você aprende com as pessoas que passam por sua vida. São as experiências que você acumula é que deixam seu "cartão de visitas pessoal" mais interessante e atraente. Quanto melhor reinventada você se torna, maior é a oportunidade de você atrair novas oportunidades para sua vida. Simples assim. Bom, daí que todos os e-mails vêm carregados de muito sentimento, muita decepção, dores, tristezas, angústias, baixa autoestima quase beirando a desistência, fraqueza emocional e uma depressão que parece não ser possível de voltar a ser o que era antes, ou pelo menos quando se estavam solteiras e mais atraentes, diferente da realidade atual em que se vêem gordas, flácidas, sem cores, sem brilhos, sem alegrias, sem vontade de dar a volta por cima, se reinventarem. Olha, preciso jogar limpo com vocês, e vou fazer isso sem cobrar nada. Hoje é até engraçado, porque se tem aquelas pessoas que parecem ser boazinhas, que descobrem uma fórmula para sanar um sofrimento seu, falam pra caramba, mostram textos gigantescos, vídeos de "antes" e "depois", dizendo serem seus amigos, se preocuparem com você e lá no final, lá embaixo, você vê um botão escrito: "Eu quero". Então você faz um cadastro e aparece uma conta para você pagar. Daí aparece o cara dizendo que por essa dica maravilhosa poderia cobrar muitos dinheiros, mas como sua humilde consideração pelos que sofrem cobrará apenas um dinheiro ou dois. Você até paga pela porcaria da joça que poderá te ajudar, e quando você recebe aquele PDF enorme, cheio de embromações percebe que comprou um lixo. Comigo aconteceu isso com um tal de Fábio Souza, num programa de reconstrução capilar, um lixo, uma dieta sem noção, com um monte de vídeos de "relatos" sobre a cura de calvície ou falhas de cabelos. Li 1km de texto, ouvindo aquela voz chata e irritante de um cara humilde, que parecia gostar de mim, mas no final me levou 97 reais. Então já fica a dica, não comprem, é só enrolação para você comprar outro produto importado com vitaminas revolucionárias e tal. Tudo conversa mole. Mas aqui no meu blog não tem disso. Aqui "eu mato a cobra e mostro o pau", sem enrolação, apesar que saio de vez em quando do foco da reflexão, mas.. bom, bora lá, vou continuar. Como estava dizendo, preciso jogar limpo com vocês: Todo esse sofrimento, tristeza, chateação e toda angústia que se sente, acreditem, 50%, ou seja, metade disso, ou metade desse peso é merecido e você patrocinou isso durante a relação. Não adianta, pode dizer o que você quiser, mas uma relação é construída de duas metades, que resultam em 100%. Então a metade de 100 é 50. Você não é 60, 70, 80, 90 e muito menos 100% inocente, vítima da relação não ter dado certo, do cara ter te tratado mal, de ser traída, de ser humilhada, de ser sabotada e outros ados e adas por aí. Você tem participação direta em 50% no fracasso da relação, e ele teve 50% restantes dessa porcaria toda acontecer. É como uma empresa, um relacionamento junto da outra pessoa tem seu capital social, tem sua cota de participação e neste caso, cada um entra com 50% de investimento. Se ele estiver com 60% na relação, significa que você deu 10% de sua parte e ele aproveitou a deixa. Mas ele não terá tido 60% de culpa da relação ter ficado ruim, porque você terá seus 40% + os 10% que cedeu à outra parte. A contabilidade baterá nisso sempre. Se ele tiver invadido sua vida em 95%, então ele terá acabado com a cota total dele, ou seja, 100% da cota participativa dele, e ainda feito um empréstimo ou mesmo ter feito uma consignação com seus 45%, Então você terá sempre o cálculo de 45% de autossabotagem (parte sua que deu a ele) + 5% que você tem consigo mesma e ainda não deu de todo pra ele consumir. O total será novamente 50%, restando 50% negativos dele, e verá novamente 100% resultante no final. Tudo conta, o que pode não ser valor pra você, acredite que será para ele, porque, geralmente, o homem é do contra. É o bicho infeliz de oposição. Se você não se importa que ele tenha ficado fofinho e até barrigudo, pode acreditar que ele se importará, e muito, que você tenha relaxado no quesito boa forma e peso leve. Se para você o futebol dele não incomoda, pode acreditar que para ele sua conversa afiada ao telefone o emputece demais. Então pare de se iludir de que o outro tem que nos aceitar do jeito que se é, porque isso é uma grande inverdade. Um busca no outro o que não tem em si, do contrário, não buscariam nada em você. Façam um teste, saiam da zona de conforto que vivem atualmente e foquem em cuidar do corpo, da beleza, da vaidade e da sua sensualidade. Foque nisso e vai tirando fotos de antes e depois de vocês mesmas para acompanhar e se sentirem vitoriosas. Fiquem mais bonitas, mais cheirosas, mais bem arrumadas, mais gostosas e participem de grupos de amizades online, quer seja para namoro ou só azaração. Não se envolvam com os comedores de plantão desses sites, a menos que você esteja certa que encontrou o cara ideal pra sua vida. Observem na procura que acontecerá por seu perfil, analise cada sujeito que te elogiar e suas abordagens, sejam as donas da verdade e entendam que homem para transar com vocês será apenas estalar os dedos, mas não é essa a ideia, e sim treinarem o empoderamento pessoal, aprimorarem a beleza física, sensual e tornarem a malícia como escudo de proteção de xavecos baratos. Até os ex-companheiros vão perceber suas existências no planeta. Mas não os deixem retomar a vida com vocês, permitam que também se reinventem e que promessas, vozes melosas, abordagens envolventes não são o suficiente para convencê-las de que estejam interessantes para novo investimento. Geralmente um misógino solitário não vale o investimento nem o perdão, muito menos a esperança. Então, tenham mais consciência de que 50% da culpa de não ter dado certo é de sua inteira responsabilidade, e quando tiverem numa nova relação cuidem melhor do percentual de suas partes para não perecerem, novamente, no vacilo de perder os 50% das ações de suas partes. Boa sorte e ótimos investimentos.

Rodrigo Caldeira

Publicado por Rodrih às 23:11 | Link do post
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Comentários
Olá Quésia, obrigado por deixar seu comentário e c...
Olá Daniela, obrigado por participar com sua opini...
Muito interessante, obrigada por compartilhar!
Quanto mais você ajuda e tenta mostrar o caminho, ...
Danielly, bem vinda e obrigado por visitar o blog!...
E a segunda vez que leio e resolvi comentar.Algo a...
Li, veja isso também: http://blogdorodrigocaldeira...
Oi Li, bem vinda ao meu blog e obrigado por compar...
Me relacionei com um misógino por 4 meses.No iníci...
Rsrs claro que vai ser...interessante, como tudo q...
Oi "Chica", obrigado por comentar aqui no blog e p...
Rodrigo, vc já pensou em ter um canal no YouTube? ...
Rodrigo. Quero bem bem muitao! 
Ola..Aí vão algumas dicas...quando eu tinha 14 ano...
Oi Patrícia, obrigado por visitar o blog e compart...
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