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Recebi tantos vídeos no whatsapp de caras jovens, bombados, bonitos se beijando, com chupões e surubas a público que causa repulsa. Há quem diga que respeita a diversidade, multiplicidade, mas o que seria, de fato, essas novas palavras no dicionário atual? A diversidade está ligada aos conceitos de diferença, oposição, pluralidade, multiplicidade, diferentes ângulos de visão ou de abordagem, heterogeneidade, comunhão de contrários, intersecção de diferenças ou tolerância mútua. Com isso abriu-se as portas para a transgressão dos valores e da moralidade. Esses jovens estão confundindo liberdade de pensar diferente com a escrotisse a público. Há muito tempo pouco via casais héteros se pegando a público, era um e outro aqui e acolá. O que se vê com esses novos adeptos à putaria explícita - ou para os hipócritas da socialidade: multiplicidade, é uma afronta social, um combate a todos os valores da família - e nem digo da família cristã, mas da família como um todo. Há um desafio, um encorajamento provocativo em que se usa da ignorância do Estado, que sanciona leis que são usados como escudos contra quem quer viver a multiplicidade digna, em que cada um faz o que quiser de sua vida, sem afrontar, sem confrontar, sem provocar nem zombar da sociedade pacífica, formada por suas crenças e seus valores tão antigos, quanto as próprias (e novas) leis que os aprisiona no silêncio contido. Museus expõem homem nu para meninas crianças tocarem-no como se isso fosse normal, ou expõem ofensas à religião para adolescentes entenderem como arte. Professora veste o pênis de um aluno com sua boca em meio aos colegas, rapazes e moças, e chama-se isso de educação no colégio Oscar Freire em São Paulo. São vários ataques usando como escudo leis que deveriam proteger a sociedade pacífica. Atores se lançam nas mídias dizendo "saírem do armário", como foi o que revelou o humorista acima de qualquer suspeita Luís Miranda. As novelas da Rede Globo buscam mostrar mais do que a realidade das classes, mas introduz opiniões homossexuais na mentalidade juvenil, em que torna comum, bonito e na moda ser gay. Não há um valor para isso, tudo virou uma prostituição do gênero, uma depredação da ética, da decência. Não sou homofóbico, respeito a todos os que também me respeitarem e ignoro aqueles que não receberam a mínima educação, seja hétero, seja homossexual. Não tenho asco a gays, mas tenho ojeriza ao comportamento ofensivo. Não há necessidade de ofender adeptos à diversidade. Não se vê pastor protestante (entenda-se os evangélicos, nomenclatura publicitária que deu certo e todo mundo gosta) entrando numa igreja católica para pregar aos fiéis daquela doutrina suas verdades contra a fé católica. Nem vice-versa. Se acontecer isso é porque são representantes da imbecilidade. Não se vê pai-de-santo ou budista, enfim. Cada um na sua busca espiritual, na sua crença. Não se vê reunião de protestantes na frente de uma paróquia fazendo um culto de afronta à uma missa, nem um batuque de atabaque do candomblé na frente de um templo protestante. Isso mostra que a diversidade, a multiplicidade, a pluralidade sempre existiu e todos se organizaram para viver em paz entre si. Então meu texto aqui não é homofóbico, mas é que estou cansado de fingir que é normal ver rapazes se agarrando ao lado de uma escola de crianças e adolescentes. Estou frustrado de ver duplinhas de garotos agarradinhos saindo do shopping ou se beijando em plena tarde, numa calçada ante a faixa de pedestres, em que os carros param para eles atravessarem, mas têm que ficar assistindo a cena de autoafirmação inglória deles. Isso é desnecessário! Dirigi como motorista de aplicativo, em que tive centenas de passageiros gays. Sempre que eu entrava em meu carro pensava religiosamente: "Hoje quero conhecer as pessoas, e proporcionar a melhor experiência possível a cada passageiro", então no meu carro - diferentemente de 95% dos demais motoristas afins - tinha escova de sapatos, spray desodorante, preservativos, remédios sem tarjas, absorventes femininos, além de pão de mel, bombons, pirulitos. Também tinha água sempre gelada com uma geladeira portátil no porta-malas, rede wifi e um ambiente propício para que o traslado fosse agradável e, muitas vezes, divertido. Isso me propiciava ter uma diversidade de assuntos com todos e tantos passageiros, e pude ter a sorte, senão a honra de conhecer casais gays inteligentes, honestos com suas opções e realistas. Muitos casais que transportei tinham a mesma opinião. Diziam que eles mesmos se sentiram incomodados, expostos com essas permissões e incentivos à homossexualidade. Disseram que muitos entraram na onda da viadagem, da afronta social, externaram seus ódios contidos de suas vidas medíocres e vazias a fim de confrontar seus familiares e seus núcleos sociais. Não eram homossexuais, mas eram bixas frustradas, pessoas mal resolvidas, gente carente de inteligência e bom senso. Por isso disse que tive a honra de conhecer alguns com quem tive também o imenso prazer de conversar, trocar ideia enquanto dirigia. Tratava-se de um casal em que estavam juntos há 19 anos, e havia regressado de uma viagem no exterior, em que comemoravam mais um ano de união. Disseram estarem assustados com essa onda de devassidão e orgia pública, em que esses "zumbis sexuais" (como foram referidos com louvores) queriam apenas chamar a atenção e afrontar as famílias tradicionais. Esse casal, mais precisamente, disse-me que estavam há 16 anos vivendo tranquilamente, quando há 3 anos esse tsunami de viadagem invadiu as casas, as famílias e a sociedade, como se ser homossexual fosse promover o desconforto social e agredir o bem estar alheio. Disseram que nunca se rebelaram assim, porque são de uma época em que o respeito ao próximo era regra entre eles, independente se estivessem em local público ou privado: "-Sabe motorista, ser homossexual é como ser heterossexual. Não se força para ser heterossexual, não precisa provar que é heterossexual, simplesmente é. Da mesma maneira é o homossexual, é natural, não há necessidade de causar, chocar ninguém, nem de se autoafirmar para a sociedade. Mesmo se você vê um casal hétero se beijando num amasso em público, isso vai incomodar. Então não é porque é gay, que se tem o direito de fazer o que quer em público. Muitos morrerão porque não entenderam suas realidades na realidade que se vive, e a própria sociedade hétero vai reagir um dia, porque os gays de hoje estão abusando disso. Parecem como escravos que acabaram de ser libertos pela Lei Áurea, e saem correndo fazendo bagunça na sociedade branca. Isso nunca ia acabar bem". Infelizmente o destino chegava, por mais devagar que eu andasse, pois ter uma conversa inteligente com pessoas formadoras de opiniões é um tesouro que não se pode desperdiçar. Ver os vídeos que estão no YouTube 1, 2, 34 e etc, é mais do que repulsivo, é triste ver uma geração transviada, uma juventude perdida, levada pela mídia do consumo e da ausência total de valores. É triste ver que a exposição é abusiva, não é um manifesto de amor, de sentimento, mas uma devassidão clara e ofensiva. E, por causa da lei somos obrigados a matar nossos valores, nossa base educacional, nossa cultura social, familiar e pessoal, e olhar para isso com naturalidade, aceitar a tal "nova pluralidade", em que nós, agora, somos os humanos do novo planeta dos macacos.

Publicado por Rodrih às 01:26 | Link do post

Novamente recebi o vídeo da moça que corre nua numa avenida, na qual o boato maldoso diz que ela fugia do marido traído. Enviei de volta a quem me enviou comentando sobre o episódio, alertando do quão é corrosivo um boato e pedindo para que conscientizasse a pessoa que compartilhou sobre o problema que isso dá. Geralmente a pessoa se constrange e se sente até culpada, mas não tem essa culpa toda, na verdade, todos nós estamos sucetíveis a compartilhar algo que parece ser engraçado, quando na verdade estamos sendo vítimas de uma manipulação perversa, como no caso de uma notícia falsa. Estamos assistindo a vítimas da exposição se matarem por não suportarem o "linxamento moral", que vai de encontro à passagem de Cristo, quando ele disse que atirasse a primeira pedra aquele que nunca errou. Então não julgo quem me passou, pelo contrário, agradeço a oportunidade de poder abrir seus olhos e tornar uma pessoa mais atenta. Gostaria de fazer um apelo a todas as pessoas que recebem vídeos de exposição sexual de pessoas comuns, principalmente mulheres, que não compartilhem, excluam de seus arquivos pessoais e avisem a pessoa da decisão que você tomou. Passe o link desse artigo que fiz no blog, para que a pessoa entenda o motivo que levou você a excluir o arquivo e não compartilhar. Não se preocupe, pois a amizade não irá acabar e nem os besteiróis entre vocês. Vídeos sexuais continuarão chegando, mas tem uma diferença nisso. Há aquelas pessoas que fazem o vídeo e têm consciência de sua viralização, mas há aquelas que têm suas privacidades roubadas. É só um momento de consciência que será pré-estabelecido. Faço isso com vídeos violentos que recebo, como os sangrentos, assassinatos e tudo que me agride psicologica e espiritualmente. Vídeos de estupros repasso para canais de televisão e para a polícia civil de minha cidade, dizendo que recebi o vídeo e que repassei para canais de TV, no que solicito que fique arquivado na instituição policial os rostos dos envolvidos. Vamos fazer a nossa parte e compartilhar às pessoas a consciência da privacidade e do respeito ao próximo. 

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Publicado por Rodrih às 14:48 | Link do post

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Imagem retirada da internet

Acabei de ver uma série de fotos e vídeos de um casal da polícia, em que ao invés de me sentir tentado ante à beleza estonteante da moça, fiquei, na verdade, constrangido pelo casal. Não é bem tomar as dores dos outros, mas é me sentir parte de um meio de malfeitores, invasores do alheio, da vida alheia, da vida íntima de alguém que não me convém. Enquanto via a intimidade do casal, uma parte de mim se preocupava com a invasão de privacidade, da exposição ingrata, da exploração da imagem não permitida. Resolvi não repassar, como todo homem (e mulher, quiçá) faz automaticamente, como se compartilhar fosse uma piada, uma oportunidade de um tesão roubado, um linchamento virtual. Já não é a primeira vez que não compartilho e não repasso imagens íntimas roubadas, expostas por um bandido nos grupos. Sim, bandido porque o significado de bandido é aquele que rouba, ou falando com mais proeficiência, bandido é, segundo o Dicionário Informal: Aquele indivíduo que participa, só e/ou acompanhado, em incursões duvidosas promovendo unicamente em benefício próprio a angariação de recursos financeiros e materiais oriundos de terceiros. Além de tudo isto promove balbúrdias. E segundo o Dicionário Aurélio, bandido significa pessoa que vive de roubos ou outras atividades ilícitas. Pessoa desonesta ou tem mau caráter. Então com base nesse conceito, aquele que promove, repassa ou compartilha a vida íntima de alguém sem sua permissão é, por si só, bandido. Aquele que rouba imagens e divulga também é bandido. Eu não sou bandido e por mais que signifique pouco, tais imagens morreram comigo, e claro que seguirão adiante através de repasse e compartilhamentos de novos bandidos, por mais gente boa que sejam e por mais que a intenção seja de causar a interação de amigos, não deixam de ser bandidos. Todos nós temos nossa vida sexual e íntima, e fazemos dela o que bem quisermos, pois a privacidade nos pertence sem que ninguém tenha a ver com ela. Compartilhar, repassar ou mostrar a outras pessoas cenas íntimas e privativas de alguém sem sua permissão causa o linchamento moral em massa, como se somente aquela pessoa exposta fosse responsável pelos pecados do mundo. Hipócritas são as pessoas que julgam e divulgam esse material. Não se atém ao fato de que o simples ato de repassar tais imagens poderá levar as pessoas expostas não somente ao ridículo, mas à profunda depressão na degradação humana. Se tais pessoas chegarem a sucumbir à uma condição sub-humana psicológica ou mesmo tirar a própria vida, são responsáveis todos aqueles que viram e repassaram as imagens, e a justiça da vida deverá prevalecer sobre cada bandido envolvido nesse canibalismo social. Eu lamento pelo casal ter perdido o bom senso de manter no celular as imagens sem se aterem ao risco deste ser extraviado, mas lamento profundamente e ainda mais pelos idealizadores bandidos que se apoderaram dessas imagens e compartilharam como troféus de suas vidas de baratas. Esses que compartilham imagens em prejuízo de outrem mereceriam o que de pior a vida poderia proporcionar ou, na medida do possível, serem pegos, julgados, multados e presos, além de receberem castigos diários para refletirem sobre seus atos ilícitos. Enfim, não compartilhei, não compartilharei e lamento pelos colegas que estão no grupo e que se propuserem a passar adiante tais imagens - o que não deixarão de ser bandidos também.

 

Publicado por Rodrih às 01:20 | Link do post

Postado em 03.03.2012, atualizado.

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Em eclesiástico, na Bíblia, se diz sobre o poder da amizade: "5. Uma boa palavra multiplica os amigos e apazigua os inimigos; a linguagem elegante do homem virtuoso é uma opulência. 6. Dá-te bem com muitos, mas escolhe para conselheiro um entre mil. 7. Se adquirires um amigo, adquire-o na provação, não confies nele tão depressa. 8. Pois há amigos em certas horas que deixarão de o ser no dia da aflição. 9. Há amigo que se torna inimigo, e há amigo que desvendará ódios, querelas e disputas; 10. há amigo que só o é para a mesa, e que deixará de o ser no dia da desgraça. 11. Se teu amigo for constante, ele te será como um igual, e agirá livremente com os de tua casa. 12. Se se rebaixa em tua presença e se retrai diante de ti, terás aí, na união dos corações, uma excelente amizade. 13. Separa-te daqueles que são teus inimigos, e fica de sobreaviso diante de teus amigos. 14. Um amigo fiel é uma poderosa proteção: quem o achou, descobriu um tesouro. 15. Nada é comparável a um amigo fiel, o ouro e a prata não merecem ser postos em paralelo com a sinceridade de sua fé. 16. Um amigo fiel é um remédio de vida e imortalidade; quem teme ao Senhor, achará esse amigo.17. Quem teme ao Senhor terá também uma excelente amizade, pois seu amigo lhe será semelhante." E o que se pode tirar disso? Tudo, enfim. Estamos sempre fazendo novas amizades, e desfazendo das velhas, mas por que tudo isso acontece? Bom, há dois tipos de amizade: a que surge de uma necessidade e a que surge de um interesse. Quando a amizade surge da necessidade, ela acontece espontânea e naturalmente, sem floreios, sem ensaios, simplesmente é. Esse tipo de amizade dispensa manutenção, porque ela subsiste no tempo e uma parte se submete grata e cordialmente à outra, com o propósito de absorver sua graça, sua energia, e corresponder com gratidão e bem estar. A amizade que acontece de um interesse é aquela que se busca sanar um problema ou precisa-se de respostas rápidas para suas questões. Ela tem um poder maior de persuasão e a energia de seu envolvimento acontece mais intensamente. Ela atropela a amizade vinda de uma necessidade, porque ela não necessita, simplemente ela quer. É uma amizade sedutora, vem com o pacote completo de malícia e vaidade, é mais atraente e realiza mais ações. Entretanto, é uma amizade fulgaz, etérica e a qualquer momento deixa de existir, basta que se encontre outra pessoa ou outro ser vivo que roube o interesse. Não há nada de errado nisso, é normal, está no humano de cada um, muito embora incomode um pouco a quem se acomoda com esse cenário. A amizade que surge por necessidade também está fadada a morrer, justamente porque sua origem veio de uma necessidade, de um momento em que o valor da troca era importante. Há uma diferença em ser necessário (necessidade) e ser interessante (interesse). O primeiro se põe em favor do potencial de conhecimento do outro, portanto se torna simples e receptivo, tudo se torna sabedoria, e a amizade se solidifica nesses termos. A outra já não necessita aprender, apenas tem o interesse de possuir. Ambas podem durar anos, e de repente desaparecer, sucumbirem do nada, e não há nada de errado nisso também. A amizade da necessidade, por ser mais branda, pode ressurgir reivindicando sua atenção e a tem, sempre tem, porque a concessão acontece pela gratuidade e o término desta acontecerá por parte da parte respeitada. Jamais será contestada pela parte que necessita, simplesmente se limitará no espaço delimitado e permitido. A amizade do interesse tem uma ruptura mais espontânea, tácita, ou seja, que está subentendida, implícita. É descartável e isso não incomoda tanto. No Whatsapp se percebe a diferença da amizade nascida da necessidade, daquela nascida do interesse. A que provem da necessidade é paciente, correspondente e presente por naturalidade. Se o manifesto vem da parte respeitada, a parte que respeita absorve com gratidão pela atenção recebida. Quando o manifesto surge da parte que respeita, isto é, necessita, a atenção acontece em sua gratuidade na postura de quem detem o respeito maior. Já a amizade que provém do interesse é displicente, não-correspondente, se manifesta quando lhe convém buscar algo. É mais sedutora, porém menos amorosa. Tem mais cor, mas não tem cheiro nem sabor. Chama mais a atenção e não pensa duas vezes para descartar. E quando isso acontece causa uma espécie de alívio, de dever cumprido ou mesmo de um alívio por não ser mais obrigado a responder ou corresponder. E não há nada de errado nisso. Ambas amizades um dia morrerá, algumas poderão sobreviver, mas terão seus momentos de hibernação. Já no Facebook, as amizades lá contidas são, em sua maioria, de interesse, porque há a necessidade de manter uma aparência, um status, um conceito. Não se bane uma amizade no Facebook sem antes pensar nas probabilidades positivas e negativas do desligamento, justamente por causa do interesse em tê-la nas mediações. É uma amizade consumista, cujo pensamento se faz sobre "não me serve no momento para nada, mas pode ser útil a qualquer instante" e fica lá em standby, adormecida. A outra parte faz o mesmo e nenhuma das partes se posiciona nem se liberta. Amizades morrem, e outras nascem. É um processo natural de todos nós, principalmente porque estamos sempre nos atualizando, absorvendo ideias novas, conceitos inovadores e confortáveis. Todas as relações que acontecem surgem de algum dos dois tipos de amizade. Quando surge pela necessidade, a relação tende a ser duradoura, às vezes eterna. Quando surge pelo interesse, a relação está fadada a um fim rápido e sem aviso prévio. E naõ há nada de errado nisso. As amizades se alimentam de momentos, e por mais que as partes tenham vivido momentos eletrizantes juntas, com direito a fotos, encontros, viagens, comemorações, festejos e juras eternas, de repente se evaporam deixando nas fotos, nos vídeos ou nos textos escritos seus momentos registrados na lembrança, sem o sentimento de perda, mas de uma fase bem aproveitada, bem vivida com aquela pessoa, que também segue seu caminho, como barquinhos de papel que você constrói e solta sobre a água. A brisa mínima o fará se distanciar de você e num dado momento a forma de barquinho se desmanchará voltando a ser uma folha de papel aberta, e logo depois fragmentos de celulose espalhados na água. O que torna a ruptura um desgaste é quando uma das partes reivindica a mesma atenção que tinha, quando era novidade, sem compreender que a validade venceu e que a amizade passou para o nível de conhecimento do outro, sem necessariamente ser referida como algo presente ou mais importante, e não há nada de errado em estar nesse nível. Não se consegue restaurar o papel molhado, que num dado momento foi um barquinho de papel. Por isso a citação bíblica dá ênfase à amizade fiel, porque ela está cada vez mais rara diante a demanda de hoje em dia, que, nos tempos bíblicos, a informação não era relevante e o acesso às pessoas estranhas praticamente não existia. Hoje um estranho pode ser convidado a entrar em sua casa, por mais vezes que um amigo de longas datas. O que se deve fazer quando perceber que a amizade venceu? Simplesmente a liberte de você e viva a sua vida, porque novas amizades surgirão para tornar seus dias mais interessantes. 

"Amizades são como Estrelas: nascem e morrem de repente, e outras simplesmente param de brilhar por um tempo." (Rodrigo Caldeira - Blogueiro)

Publicado por Rodrih às 12:22 | Link do post

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2017 foi um ano cansativo, tumultuado, cheio de acontecimentos atípicos ou, muitas vezes, repetitivos. I will survive!!! Todos nós sobrevivemos! Hoje são 19/12 e faço o fechamento de minha conta deste ano. Comecei sozinho e estou terminando sozinho, muito embora venho observando o momento certo para permitir que alguém faça parte de minha vida como eu preciso que seja, mas isso também ficará para o futuro. Uma das coisas que aprendi em 2017 foi com a liberdade em suas duas significâncias: a liberdade que se dá para que alguém entre em sua vida, muitas vezes sem pedir licença e faça bom uso de seus momentos, às vezes bagunçando ainda mais o que já está difícil de organizar, e a liberdade de me sentir livre, independente, desprovido da responsabilidade de dar satisfação e "andar na linha" - muito embora ando muito mais em linha reta do que muito homem comprometido. Em 2017 exagerei na minha carência e dei liberdade, aliás, extrapolei a cota de dar liberdade às pessoas à minha volta. O resultado disso foi que gerou um conflito de interesses e a quem dei um pouco mais de liberdade - por sentir-me confortável, simplesmente pirou o cabeção e veio com tudo pra cima de mim como se eu fosse inculto, inocente ou influenciável. Essas pessoas perderam todo acesso comigo, pois se não têm capacidade de manterem-se em harmonia e no equilíbrio com a liberdade que dei, certamente não conseguiria manter a relação comigo de forma saudável. Ainda mais eu, que tenho um instinto de liderança na vida social e sou dominador nas relações pessoais. E foi o que aconteceu, aquelas pessoas que se arriscaram no palpite de que estaria eu menos resistente e mais benevolente e se puseram a me testar com enfrentamentos ou jogos psicológicos de dramatização, achando que com isso me tomariam por refém de culpas, arrependimentos e considerações devedoras se surpreenderam com minha capacidade de me posicionar sem delongas. É uma pena, quando se dá liberdade para estreitar a relação com alguém, e percebe que algumas pessoas não estão preparadas para administrarem isso. Geralmente extrapolam e detonam a amizade por besteira. Não há muito tempo um grupo de novas amizades extrapolou da liberdade que dei, e novamente tive que me posicionar a contragosto de muitos. Dar liberdade não significa que me tornei mais retardado ou bem bobo, não quer dizer que perdi meu senso crítico e desaprendi a formar opiniões. Dar liberdade é uma oportunidade da outra parte mostrar o seu melhor do melhor, pois está quase conseguindo um acesso restrito em mim. Todos nós somos assim, mas não é todo mundo que percebe o limite de uma liberdade. E o que fazer quando se ganha liberdade com alguém? Oras, é simples! Continue sendo quem já é e isso ficará cada vez melhor e mais liberto ainda. É como uma criança, que, se você der um bombom por ter estudado e tirado notas boas, num dado momento você diz que ela poderá pegar o bombom no porta-bombons que está sob a cristaleira da sala. Bom, a criança poderá ir e pegar apenas um, ou se ela não entender o significado de liberdade, marcará bem o local onde estará a bomboniere para voltar sorrateiramente mais tarde. Assim são as pessoas imaturas, que confundem a liberdade que recebem de presente, gratuitamente, e se tornam obsessivas e tentam jogar com apostas mais altas. Vão perder, sempre perdem! Estou aberto a ter alguém, mas é engraçado que depois de me desfazer das pessoas que tentaram me tomar por refém de seus interesses próprios (tudo o que não é natural se torna incômodo), estou sem muita expectativa para tal. Mas há aquelas pessoas que souberam cultivar a relação comigo - que sei desde muito tempo não ser um cara fácil de lidar, muito embora eu seja facílimo. Essas pessoas detêm meu interesse e minha atenção em vê-las bem, de que possam viver melhor e com mais alegria seus dias, do que eu , por exemplo. Faço tudo o que posso para as ver animadas, perseverantes e realizadas. Então 2018 está aí, e sinceramente não espero nada de novo, apesar que somos nós quem fazemos isso acontecer, desde que nos permitamos sair de nossa zona de conforto. Então é sensato seguir adiante, não exagerar na liberdade que a Vida me dá para viver novas experiências. Quando você age comedidamente, sua vida passa a ser menos visada e os olhares da inveja não conseguem te ver. 

Publicado por Rodrih às 17:27 | Link do post
 Post criado em 17/06/2011, às 14:16h, revisado em 23/11/2017, às 23h. 
 

 

Ao longo de minha caminhada solitária que tenho percorrido, tive tempo para refletir minhas falhas de conduta, mas também pude perceber quão rica é minha essência e quão belos são os meus valores. Quando me casei em meados de 2006 vislumbrava uma vida conjugal perfeita, mas as coisas deram uma reviravolta extraordinária em minha vida, me vi num turbilhão giratório de altíssima velocidade esmagando tudo o que eu acreditava e suprimindo para o centro desse furacão, depois expelindo-os para o alto novamente e triturando-os para o centro outra vez. Subestimei as leis da vida e das coisas, mas eu não sabia como isso funcionava. Era totalmente leigo e despreparado para viver meu potencial construtivo e transformador. Nesse deserto em que me vi sozinho me desnudei ao conhecimento sobre muitas coisas e na forma de ver como o mundo gira em torno dos manifestos da vida. Aprendi - e tive tempo para enxergar a vida por um prisma mais profundo do que a maioria das pessoas conseguem perceber, e ainda me sinto pequeno e ignorante diante tanto conhecimento que o Universo propõe. Essas pessoas a que me refiro são aquelas que vivem a vida terrena sem se preocupar com a vida do espírito - as que disseminam desconforto e incerteza na vida de outras pessoas, quer por palavras, atos e omissões, sem perceberem que tudo está conectado em todos e não há nada feito sem ser desfeito ou refeito na linha da vida de todos nós. Refiro às pessoas que perdem tempo murmurando as injustiças que o outro causou nelas, pessoas que não perdoam, não esquecem, não reinventam, não recriam, não dão paz e não agradecem. Eu murmurei muito tempo as injustiças que doeram em mim nessa separação conjugal, alimentei com minha energia as pessoas que me fizeram mal, fiz isso por quase dez anos. Para mim, elas vêem o primeiro patamar da vida, numa visão micro, unifocal, como galinhas que ciscam olhando sempre para o chão, procurando o alimento debaixo dos seus pés. Foi necessário ser sugado para dentro desse furacão nesse lapso temporal da vida para quebrar minhas moléculas teimosas e preguiçosas, para que eu pudesse me transformar de galinha para uma águia, ver de cima e ver o todo de uma só vez, numa visão macro, universal. Controlar meu referencial com o subir ou descer de patamares, entender que se quero ver algo menor, devo descer, e usufruir de uma visão micro; mas entender que mesmo nesse micro universo existe o microcosmos, e se eu quiser posso mergulhar num novo universo macro, expandido dentro desse mínimo conteúdo; mas se algo é maior do que consigo ver, devo subir, distanciar para o alto e tornar os objetos tão pequenos abaixo de mim, de modo que eu possa vê-los por inteiro, ter a visão macro, que dista e mostra um novo microcosmo de imediato. Paguei o preço para aprender isso, paguei com sofrimento, porque nada vem de graça para nós, nem o conhecimento. O preço da malícia causa sofrimento, não porque é mal, mas é porque estamos acomodados em nossa zona de conforto e tudo que nos tira desse berço explêndido nos causa sofrimento. O cérebro humano não é o único lugar onde se guarda a consciência. O cérebro é o microcosmo, mas o espírito é o macrocosmo. No cérebro se guarda a consciência limitante, essencial à vida humana, material. Já na mente, está o macrocosmos, no espírito, na consciência que trasmuta a limitação, expande o horizonte dos pensamentos e eleva a consciência à magnitude do conhecimento pelo novo. Não vejo com frieza essas coisas, pelo contrário, vejo com mais amor, humildade e fé. Sim, a fé é a força motriz dos sentimentos, sem fé não há sentimento. A fé não move montanhas, mas nos move entre elas, sobre elas, nos transpassa por elas, nos eleva a elas e nos soterra nelas, dando a impressão que elas são quem estão se movendo. O amor é o fogo em brasa, que arde e não queima, que queima e não machuca. A humildade é a água que refresca, a paz é o ar para respirar, e a fé... a fé é a essência de tudo isso junto. Há algo mais que precisa ser dito sobre as coisas. Existem as sete principais leis herméticas que se baseiam nos princípios incluídos no livro Caibalion, que reúne os ensinamentos básicos da Lei que rege todas as coisas manifestadas. A palavra Caibalion, na língua hebraica significa tradição ou preceito manifestado por um ente de cima, DEUS. Esta palavra tem a mesma raiz da palavra Kabbalah, que em hebraico, significa recepção. As leis estão aí, existem para que vivamos em harmonia entre as coisas vivas e não vivas, materiais e imateriais. São leis universais e são imutáveis. Atualmente estamos vivendo a transgressão dessas leis nas ideologias de conceitos, mas isso também não afetará as leis herméticas. Se são herméticas significa que estão vedadas, não possuem escape.

A primeira lei é a lei do mentalismo. 

"O Todo é Mente; o Universo é mental." O universo funciona como um grande pensamento divino. É a mente de um Ser Superior que 'pensa' e assim é tudo que existe. É o todo. Toda a criação principiou como uma idéia da mente divina que continuaria a viver, a mover-se e a ter seu ser na divina consciência. A matéria são como os neurônios de uma grande mente, um universo consciente e que 'pensa'. Todo o conhecimento flui e reflui de nossa mente, já que estamos ligados a uma mente divina que contém todo o conhecimento. 

A segunda lei é a lei da correspondência. 

"O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima". Lembro disso num estudo de minha mãe no curso de filosofia na Universidade Católica de Brasília, pois eu era quem digitava os trabalhos dela e assim eu também aprendi sobre filosofia. A perspectiva muda de acordo com o referencial. A perspectiva da Terra normalmente nos impede de enxergar outros domínios acima e abaixo de nós. A nossa atenção está tão concentrada no microcosmo que não nos percebemos o imenso macrocosmo à nossa volta. Antes de falar sobre o princípio de correspondência preciso esclarecer a diferença entre macrocosmo e microcosmo que, na filosofia que aprendi com o curso de minha mãe têm significados distintos e importantes de serem compreendidos. Primeiro é interessante que se aprenda o significado de uma palavra e não a confunda com algo como misticismo, astrológico ou sei lá, espírita e por aí vai. Nada a ver. Estou me manifestando por algum conhecimento em filosofia, física quântica, física, psicologia e fé - por hora com o que sei de fato ou aprendi, outrora por consulta e pesquisa sobre o mesmo assunto. Afinal ninguém sabe tudo. Cosmo é um termo que designa o universo em seu conjunto, toda a estrutura universal em sua totalidade, desde o microcosmo ao macrocosmo. O cosmo é a totalidade de todas as coisas deste Universo ordenado, desde as estrelas, até as partículas subatômicas. Pode ser estudado na Cosmologia. O astrônomo Carl Sagan define o termo cosmos como sendo "tudo o que já foi, tudo o que é e tudo que será". O macrocosmo é identificado ora com o Universo, o mundo que é um todo orgânico, ora como o mundo das coisas grandes, das leis magnas, das leis da física, dos conjuntos estelares, planetários, galácticos e do que possa ser considerado grande, maior, enorme, aos conjuntos dos conjuntos, livros de referência de referências, aos conjuntos conhecidos de determinada época etc. Sendo exatamente o oposto de microcosmo. Hermético é algo fechado completamente, de modo que não deixe penetrar ou escapar o ar. Ou ainda alguma coisa muito difícil de compreender. O principio de correspondência diz-nos que o que é verdadeiro no macrocosmo é também verdadeiro no microcosmo e vice-versa. Portanto podemos aprender as grandes verdades do cosmo observando como elas se manifestam em nossas próprias vidas. 

A terceira lei é a lei da vibração. 

"Nada está parado, tudo se move, tudo vibra" - parece óbvio, mas as pessoas esquecem disso quando pensam em tomar decisões em suas vidas. É a vibração das ações boas ou ruins que fazemos que gera resultados bons ou ruins no futuro. Se tudo está bem e você cria uma vibração explosiva, como um choque, todas as partículas se movimentam com a intensidade do impacto e vão mudando o curso dos acontecimentos segundo sua ação. É como se você tivesse milhares de bolinhas ocas de cristal dentro de uma grande caixa. No instante que você pressionar com as mãos as primeiras bolinhas da superfície dessa caixa perceberá que elas não se quebrarão em maior quantidade do que as que estiverem mais no fundo. Isso acontece por causa da lei da vibração, devido o resultado da ação, isto é, a reação.  No universo todo movimento é vibratório. Deus, o Todo, se manifesta por esse princípio. Todas as coisas se movimentam e vibram com seu próprio regime de vibração. Nada está em repouso. Das galáxias às partículas sub-atômicas, tudo é movimento. Todos os objetos materiais são feitos de átomos e a enorme variedade de estruturas moleculares não é rígida ou imóvel, mas oscila de acordo com as temperaturas e com harmonia. A matéria não é passiva ou inerte, como nos pode parecer a nível material, mas cheia de movimento. Quando os cristãos, os messiânicos, os espíritas e tantos humanos que impostam as mãos sobre outros estão emanando a vibração. O conjunto ou a força da intensidade de vibração é que faz com que as partículas moleculares atinjam quem estiver mais aberto para recebê-las. Orar em língüas é uma extensão desse movimento vibratório também, porém mais intenso. Tanto quem emana, como quem recebe a vibração precisa estar livre de bloqueios ou desvios mentais, já que tudo é movido pelo poder da mente, que funciona como uma antena parabólica e todo o corpo seriam as hastes emissoras e receptoras das ondas de energia moleculares - bem como acontece com a televisão e o rádio. Nesse caso, nós emanamos energia de vibração, quer seja por boa ou má vontade o que não deixa de ser a mesma energia e recebemos de volta a intensidade que dispersamos, muito embora podemos dar pouco e receber muito mais. Por isso que as curas de males de todos os tipos costumam acontecer entre multidões, dado que a receptividade é menor do que a quantidade de emissores que vibram com maior tensão de energia.  Em situações que repórteres filmam um colega durante uma transfusão de energia, mas este não emana nada, pois está bloqueado e com desvios de pensamentos, limitado à uma mente racional, também não recebe nada e ainda consegue causar o caos local. Isso se dá pela força de bloqueio que causa interferência na vibração molecular harmônica à sua volta. É como um grão de areia que cai sobre uma poça d'água e formará anéis segundo o impacto de sua vibração. Porém, se ao cair esse grão de areia e formar tais aneis na água também cair em seguida outro grão de areia próximo ao primeiro, os círculos de ondulações formados interferirão nos anéis do primeiro grão, o que poderá impedir que os anéis façam um desenvolvimento completo e harmônico como deveria acontecer sem a interferência do segundo grão. Agora imagine centenas de grãos mergulhando na poça em momentos diferentes, quantas ondas atrapalharão umas as outras? Assim é uma pessoa que não está no meio de tantas outras e não emana nenhuma vibração, tampouco se permite receber. Essa pessoa estará fora do tempo e da sintonia das demais e fará com que o ambiente se desorganize a nível do microcosmos. 

A quarta lei é a lei da polaridade. 

"Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados". Quando você diz que ama intensamente, também está dizendo que pode deixar de amar de repente. Quando a alegria invade seu espírito a tristeza entra pela mesma porta. Tudo está concatenado com um só sentido e por toda sua vida você terá que se equilibrar entre o que acha que é daquilo que sabe o que é. O que você acha é o oposto do que você sabe que é. É no saber que se tem a resposta, mas para que o saber pudesse ter o valor na decisão o achismo precisa existir para confrontar e testar sua resistência naquilo que você acredita de fato. A polaridade revela a dualidade, os opostos representando a chave de poder no sistema hermético. Mais do que isso, os opostos são apenas extremos da mesma coisa. Tudo se torna idêntico em natureza. O pólo positivo + e o negativo - da corrente elétrica são uma mera convenção. O claro e o escuro também são manifestações da luz. A escala musical do som, o duro versus o flexível, o doce versus o salgado. Amor e o ódio são simplesmente manifestações de uma mesma coisa, diferentes graus de um sentimento. Quando você diz que é muito diferente daquele que você ama, você está manifestando o lado anverso do seu amor, o ódio de amar. Isso se chama fechar o elo, encontrar os polos, ir de encontro a si próprio no outro em seu sentimento. O que seria se o duro fosse flexível, o doce fosse salgado e o escuro fosse claro? Seria amedrontador. Tal dá o mesmo pavor amar e não amar ao mesmo tempo. É nessa lei que irá prevalescer a lei anterior, a lei da vibração, as bolinhas ocas de cristal. 

A quinta lei é a lei do ritmo. 

"Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés, tudo sobe e desce, o ritmo é a compensação". Nem sempre você terá o que quer e dará o que lhe pedem. Há uma compensação, um alívio entre a sinergia que acontece com você para quem você ama e vice-versa. Não há respostas porque a resposta já foi dada, resta aceitá-la e recebê-la. O entendimento é que toda ação gera reação e que você pode fazer o que quiser, mas não deixará de sentir o retorno das coisas. Exatamente nisso que tanto observo na minha vida: o feedback, o retorno. Tudo tem o seu retorno, sem retorno não há comunicação, entretanto o fluxo e o refluxo acontecerá independentemente se quer ou não. Pode se dizer que o princípio é manifestado pela criação e pela destruição. É o ritmo da ascensão e da queda, da conversão energia cinética para potencial e da potencial para cinética. Os opostos se movem em círculos. Se são opostos, então vão sempre se encontrar. Os pólos do ímã quando são iguais, semelhantes, isto é, se são positivos ou se são ambos negativos, não vão se unir, não se aceitarão. Está aí porque os opostos se atraem. É a expansão até chegar o ponto máximo, e depois que atingir sua maior força, se torna massa inerte, recomeçando novamente um novo ciclo, dessa vez no sentido inverso. A lei do ritmo assegura que cada ciclo busque sua complementação. 

A sexta lei é a lei do gênero. 

"O Gênero está em tudo: tudo tem seus princípios Masculino e Feminino, o gênero se manifesta em todos os planos da criação". Os princípios de atração e repulsão não existem por si só, mas somente um dependendo do outro. Tudo tem um componente masculino e um feminino independente do gênero físico. Nada é 100% masculino ou feminino, mas sim um balanceamento desses gêneros. Existe uma energia receptiva feminina e uma energia projetiva masculina, a que os chineses chamavam de yin yang. Nenhum dos dois pólos é capaz de criar sem o outro. É a manifestação do desejo materno com o desejo paterno. Da protegida com quem protege. Do escolhido com quem escolhe. Nada está livre do princípio do gênero masculino e feminino. Se há um parafuso, um plugue, uma conexão sempre haverá de se referir à fêmea ou ao macho, faça o teste e peça ao vendedor um conector de som. Observe a resposta e se espante, pois ele irá lhe perguntar: "Macho ou fêmea?".  Tal qual são os conselhos e as dicas, não se recebe bons conselhos de alguém do mesmo gênero que o seu, nem se consegue dar a melhor orientação à pessoa do mesmo sexo, porque vai contra a lei do gênero. A maior influência de uma separação conjugal está na interferência, conselho ou orientação de pessoas do mesmo gênero para aquela que se contorce na dúvida. À mulher, suas amigas geralmente - isso pode incluir todos os tipos de mulheres e em qualquer nível de parentêsco ou não. Ao homem, seus amigos geralmente - isso pode incluir a mesma coisa que para a mulher, tal qual como coisas de homem ou do machismo do homem como o futebol, o happy-hour, o trabalho. 

E a sétima lei é a lei da causa e efeito. 

"Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade mas nenhum escapa à Lei". Nada acontece por acaso, pois não existe o acaso, já que acaso é simplesmente um termo dado a um fenômeno existente e do qual não conhecemos e a origem, ou seja, não reconhecemos nele a Lei à qual se aplica. Esse princípio é um dos mais polêmicos, pois também implica no fato de sermos responsáveis por todos os nossos atos. No entanto, esse princípio é aceito por todas as filosofias de pensamento, desde a antiguidade. Também é conhecido como karma. Você não conseguirá fazer nada sem receber o efeito disso, tudo está ligado a você e você está ligado a tudo. Qualquer movimento brusco terá conseqüências bruscas no futuro, qualquer interferência que você fizer na vida de outra pessoa, animal ou coisa refletirá em você de outra forma que seu conhecimento não preverá. Ninguém está livre da responsabilidade da escolha. Nada acontece por acaso, porque o acaso não existe, porque existe um propósito por trás de todas as coisas.

Da Energia Latente no Ser Humano

Algo latente geralmente é referido como algo implícito, que tem um potencial determinado numa ação futura, num 'porvir', no sentido de, num estado anterior, estar em 'repouso'. Por exemplo, diz-se do estado em que permanecem os animais hibernais e as sementes, que durante muito tempo ficam com o metabolismo tão baixo que parecem sem vida. Ser Humano (Ser) é Energia. Essa Energia é força de maior intensidade, de menor intensidade e de zero intensidade. Há quem hiberne na latência de sua energia, há quem viva um quadro sempre sofrível. O Ser ativo, participativo, solidário, ético, optativo e decisivo é um Ser de Energia de intensidade alta, grande, maior. Um Ser inativo, egoísta, passivo, corruptor, inoptativo e indeciso é um Ser de Energia de intensidade baixa, rasa, sofrível. Um Ser doente, em fase terminal, é um Ser de intensidade de Energia igual a zero. Um Ser que faz o mal, vive para o mal, pratica o mal, venera o mal, participa para o mal, tem o pensamento voltado para o mal, ludibria a vontade alheia em proveito próprio, tem uma Energia de intensidade sofrível. Um Ser que é benevolente, que pratica boas ações, que venera o bem, faz o bem sem olhar a quem, ajuda ao próximo, tem o pensamento voltado para a prática do bem, é altruísta, provoca a paz entre os homens, é humanista, tem doçura ou respeito pelos seres viventes à sua volta, tem uma Energia de grande intensidade. O ato sexual, em si, estimula a energia de maior intensidade, porém, será como sua mente processa essa ação, que fará com que a intensidade permaneça alta ou cáia vertiginosamente causando uma experiência de vazio e sentimentos sofridos. A energia sexual é nosso gerador da vida recorrente que nos dá a chance da reinvenção constante, assim também se torna nossa influência na vida de outras pessoas naquilo que emanamos para elas a renovação macrobiológica. Se souber aliar essa energia com as leis herméticas tem-se uma vida altamente produtiva e ricamente favorável. 

Publicado por Rodrih às 14:00 | Link do post
Estado de Espírito: Introspectivo
Ouço ou Leio: sem música

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Há muito se diz que Deus é misericordioso, porém é justo e julgará a todos nós com justiça e atenção de todos os nossos atos. Fico imaginando isso acontecendo e penso que se Deus está na eternidade, certamente não terá nenhuma pressa de acelerar os trabalhos, ou seja, até seus olhos chegarem em mim já se passaram milênios. Se for para julgar cada um de nós com a mão da justiça no mesmo peso e na mesma medida para todos, então ferrou, o céu ficará vazio. Se chegar a vez de um funcionário do metrô, um sujeito de bom coração, ele poderá se ver em maus lençóis quando Deus mencionar que ele não foi de todo boa gente assim, porque fez greves e isso gerou transtornos a milhares de pessoas. Então o sujeito vai dizer que não agiu sozinho, e Deus poderá dividir para cada grevista uma quantidade da população que foi atingida por cada greve, considerando aquelas pessoas que perderam alguma oportunidade, outras que sofreram alguma punição, humilhação etc., sem falar as que morreram ou não conseguiram chegar a tempo de salvar ou mesmo de dar o último adeus a um ente amado. Poderá pegar a quantidade de funcionários grevistas, digamos, oitenta e ratear as três milhões de pessoas atingidas por um ato egoísta de interesse próprio no interesse de cada um, sem se preocupar com o próximo. Então teremos  37.500 pessoas por funcionário grevista. E se Deus sentenciar apenas nesse assunto cada responsável por algum transtorno e infelicidade à população, variando e considerando o grau de angústia e o desdobramento causado de cada pessoa, esse funcionário do metrô vai até sentar para ouvir que a sentença seria de um ano de reflexão per capita, em que já contabilizará 37.500 anos de reflexão só nesse ato laboral. E teremos um mundo cheio de pessoas lamentando seus comportamentos que refletiram de alguma maneira na vida de outra pessoa, ou mesmo de outras tantas atingidas pelas escolhas deste e daquele. Todos ficarão em dívida e o céu ficará vazio por uma eternidade. Pessoas que barganham tirando do mais pobre seu merecimento de ganho por seu trabalho ou feito, pessoas que sorriem com a cara física, mas fecham a cara com a cara espiritual. Pessoas que fizeram alguma maldade num bicho de estimação esperando atingir seu dono - lembrando que ninguém é dono de ninguém, nem mesmo dos animais. Pessoas que traíram ou mesmo estimularam para isso, pessoas que influenciaram negativamente e de alguma forma sutil ou não, pessoas que modelaram pessoas para se satisfazerem de seus interesses pessoais e individuais, pessoas que de alguma maneira atingiram - direta ou indiretamente - a vida de outras tantas, positiva ou negativamente, numa matemática de positivo contra negativo, tudo isso sem a menor pressa e com muita, mas muita paciência divina. Se todos os atos diários forem analisados a cada segundo, minuto, hora, dia, mês, ano, anos... então realmente precisaremos da eternidade para cumprir com nossas sentenças, que não serão poucas. Assim o céu ficará, realmente vazio, e nós estaremos refletindo cada cena que nos surgir à mente para que possamos evoluir nossa capacidade de merecer viver na paz eterna de Deus. Mas há quem dirá que Deus é misericordioso, então triplique esses anos de metamorfose que você irá passar até merecer por si mesmo entrar e habitar o Reino dos Céus. Como eu já não tenho como voltar atrás em muitos atos que já fiz, sei que vou precisar de um anjo-advogado sinceramente, vou continuar errante, e deixar esse ideal de passar pelos portões de ouro celestiais para outra ocasião mais oportuna. 

Publicado por Rodrih às 11:05 | Link do post

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A internet realmente veio para mudar o mundo e todo o conceito da humanidade. Nada mais se faz sem a internet, do campo às masmorras de lugares inóspitos há a cobertura da internet, quer seja no Google, quer seja no Waze. Todos estão envolvidos de alguma maneira com a internet, quer seja através do facebook, whatsapp, linkedin, instagram, twitter ou mesmo e-mail ou skype. Tem tantos outros meios de comunicação que envolvem e prendem as pessoas à internet, como sites de relacionamentos ou de traições conjugais, sites de patrocínios sexuais ou em que tratam homens como mercadorias, chats de bate-papo ou mesmo de games, igrejas usam a internet da mesma forma que os ateus, quem mata ou quem irá morrer nas mãos do assassino, todos usam a internet. É como o dinheiro, você não sabe por onde aquela cédula passou antes de chegar na sua mão. A nota pode ter saído das mãos de um santo, ou mesmo de um estuprador, pode ter sido roubada de uma vítima que morreu pelas mãos do malfeitor, mas mesmo assim o dinheiro chega até suas mãos e você pode comprar pão ou doar a um miserável fazendo uma boa ação. Tanto o dinheiro como a internet são energias que se movimentam pelo mundo e não há origem nem destino. Há quem evite se expor nas redes sociais, mas inevitavemente seu nome estará na internet. Hoje se tem mais poliglotas por Google Translate do que pelo cérebro que aprende uma língua. O Google, por exemplo, é o Oráculo, a nova religião e a mais poderosa de todo o planeta Terra, que tem o poder de promover à vida eterna os mortos, mantendo-os vivos em seus e-mails, páginas sociais, blogs, perfis. Certo dia recebi um aviso de que um amigo já falecido aguardava por mim no linkedin. Tomei um susto, fiquei confuso, mas não precisava de tanto alarde, a internet simplesmente o ressuscitou e o mantém comunicável de certa maneira. A vida após a morte está na internet e ninguém poderá desfazer isso, nem quem inventou a propria internet. Por todo lado as pessoas aumentaram seus ciclos de amizades com a internet e se tornaram ainda mais solitárias e sozinhas. Transtornos psicológicos perderam suas importâncias diante a indução online, onde essas pessoas sempre encontrarão uma justificativa social para abonar suas mazelas. Todos serão aceitos e tratados como normais, porque a internet é a fé e o Google, bem como outros grandes e relevantes sites são as igrejas do futuro. Não tem para onde correr e a letra da música de Ney Matogrosso tem seu real significado em que se afirma que "se correr o bicho pega, se ficar o bicho come".  E solitárias as pessoas se incluem na sociedade opinando sobre tudo, deixando o modo de pensar, suas reações, objeções, broncas e elogios, como se isso fosse pesar em algo ou mesmo causar alguma trasnformação na notícia. Artistas estão se expondo com suas opiniões ferrenhas, quando, na verdade, deveriam manter suas posturas de acordo com a profissão que exercem, mas não, se sentem sozinhos e isolados, excluídos também, daí necessitam opinar, mesmo que isso seja esquecido nas próximas horas. Deixar comentários em alguns sites em que não há resposta, não há feedback nem atenção é como falar com as pedras. 

Publicado por Rodrih às 12:07 | Link do post

 

Publicado por Rodrih às 04:45 | Link do post

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Inúmeras vezes eu tenho sido questionado por quem se aventurou em me conhecer sobre meus conceitos nada tradicionais, sobre a necessidade de se reinventar na vida, tanto para si mesmo como para o outro, tanto quanto para todos à volta. Fico impressionado como as pessoas são acomodadas em suas zonas de conforto fazendo verdadeiras zonas de confronto, quando são chamadas à uma conversão de valores nos conceitos que elas têm juntado para suas vidas pequenas. Tenho buscado reinventar pessoas de todos os tipos e padrões sociais, homens, mulheres em que para cada gênero usei conceitos próprios de empoderamento. Engraçado é que o comodismo salta aos olhos dos hipócritas, todos querem o melhor, mas pouquíssimos se dão ao trabalho para pagar o preço. São pessoas pequenas, que se afogam nos seus conceitos medíocres para justificarem suas mazelas. Desde que me entendo de resgatador de pessoas tenho tido esse enfrentamento. Homens com um puta potencial de grandeza, mas com um ego autossabotador incrível. Caras alcóolicos, drogados, fumantes assíduos como verdadeiras chaminés,  gordos que acham bonito ser feio, enchem o peito para dizer que são felizes sendo gordos, pesados, e orgulhosos de tanta banha que carregam dentro de si. Enchem-se da falsa alegria de serem como são, porque são mais charmosos, todos riem com suas presenças e todo mundo gosta. Homens pobres, ferrados, que acreditam que são o que são porque não têm mais condição de serem melhores, então se acomodam e pioram seus comportamentos acreditando que não há mais salvação. Caras que tem esposas queridas, entregues, intensas, mas estão sempre envolvidos com prostitutas e farra. Então quando se tenta trazer um conceito novo, de vida nova, cada um se esfrega em seus egos cegos e começam a justificar suas injustificações, e quando estão em grupo te tomam em gozação tentando destruir sua autoestima por enxergar a vida de maneira diferente, mais saudável e mais bonita. É um saco tentar ajudar homens burros, de egos inflados e saúde mental deteriorada. Há muito tempo tenho deixado de procurar conversar com os caras com quem eu tinha e tenho amizade, buscando estimular suas capacidades de serem melhores, mais saudáveis física e moralmente, mas já percebi - de novo - que cada um tem que chegar no seu limite e, se não morrer de infarto, AVC ou outra coisa ruim, terão nova chance para se reinventar. Isso sem falar dos que traem suas esposas ou dos que são agitadores. Lamento por suas limitações egóticas. E as mulheres, caramba, como eu tenho penado com elas! Assim como os homens, elas usam de conceitos de seus egos medíocres para justificarem suas infelicidades maquiadas com batom, rímel e muito perfume. Não aceitam mudar, dizem que não vão mudar para ninguém e se tiver que ter alguém, que aceitem-nas como são. Pelamordedeus! Isso já não é mais resposta que se dê no mundo dessa geração em que vemos pessoas novas enfartando, tendo AVC, ou simplesmente ficando solitárias porque são orgulhosas e preguiçosas. Por que a necessidade de mudar? Oras, basta ver-se como está em sua vida hoje, se os conceitos e valores que escolheu ter fez sentir-se feliz de verdade, feliz consigo, feliz em seu meio social, familiar e pessoal. Caramba, o pior cego é aquele que não quer ver, e o surdo é o que não quer ouvir. Mulheres com potencial enorme de atração se acomodam no jargão de que têm que ser aceitas como são! Ahhh vá pros diabos! Vivem batendo cabeça, se envolvendo com caras fúteis, se desgastando, vivendo dias medíocres, sendo infelizes, mas como num passe de mágica, um batom, um rímel, e tcharannn lá estão as divas arrasando na passarela da vida, usando máscaras em cima de máscaras para dizerem que suas pinturas são a expressão de felicidade, bem estar, segurança e plenitude que nunca, jamais experimentaram. Verdadeiras falsárias do sentimento renovado, então enchem suas bocas de comida e/ou o estômago de cerveja para doparem seus egos - já inflados - e sobreviverem mais um dia, mais uma noite de autossabotagem. Elas não querem mudar, porque acreditam que estão certas em serem o que são, e com isso cairão pretendentes vindos do além para pedir-lhes a mão para um relacionamento. Fala sério! E são bravas, são atrevidas, julgam estarem sendo ofendidas, tudo porque estão sendo obrigadas a saírem de suas malditas zonas de conforto. Na raríssima oportunidade que lhes batem à porta de alguém dizendo: Vou te ensinar a ser uma mulher melhor, mais sexy, mais atraente, mais bonita, mais leve, mais humilde, mais humana, mais dominante, mais predadora, mais interessante, mais apaixonante tem-se, das mais sofridas a mesma e infeliz reação de repelência, puritanismo, complexos familiares, conceitos vazios justificando seus limitados e medíocres conceitos defensivos. Há umas que se aproximam com sede ao pote, e quando conseguem a atenção para serem reinventadas vem com pedras nas mãos e um monte de "não-me-toque" que sou pura, que me amo, que me aceitem como sou, que não vou mudar para agradar ninguém etc. Eu simplesmente cansei disso, mas não é uma frustração de agora, já vem sendo nutrida ao longo dos anos e para cada uma mulher que se permite reinventar, há quatro enfrentamentos daquelas que querem apenas ter um enfrentamento para fazer valer seus conceitos hipócritas e egóticos. Das 19 mulheres que fiz um belíssimo exercício de reinvenção, tive 49 enfrentamentos e muita canseira que só atrasaram minha vida. Então eu cansei, acredito que quase vinte mulheres reinventadas - e seus e-mails e cartas de gratidão, de reconhecimento são tão lindas, tão ricas de verdade, de humildade, de poder, que empoderadas que ficaram se tornaram mulheres mais fortes, mais bonitas, mais seguras e muito mais atraentes. O que uma mulher quer, senão ser atraente e segura?! Então eu parei. Encerro aqui a busca pelo melhor de cada um ou de cada uma, e quem teve a sorte de deixar suas máscaras caírem, quem teve a grandeza de quebrar seus conceitos e refazê-los ou recriá-los com minhas orientações tiveram seus êxitos. Umas atingiram seus ápices pessoais, outras estão no caminho, na busca, e já aprenderam o que precisam fazer para chegar no cume de suas realizações. Porém as inimigas de si mesmas, que se fizeram de recalcadas e justificaram à exaustão defendendo suas zonas de conforto, suas crenças limitantes, meu profundo lamento, terão longos dias, meses e anos pela frente para baterem suas duras cabeças até aprenderem do jeito mais difícil como se tornarem mulheres melhores. Podem se graduar, podem encher a parede da sala de diplomas, medalhas e troféus, mas seus corações estarão sempre em saldo devedor por culpa de um ego maior e mais petrificado do mundo. Hoje eu assino minha carta de alforria e vou viver minha vida, pois fiquei nove anos me dedicando ao melhor do outro, empoderando mulheres, ensinando-as a serem grandes, fortes, maliciosas e dominadoras. Minha cota de doação chegou ao seu limite e agora me lanço para me reinventar com tudo o que sei, porque eu sempre acreditei que devemos todos mudar nosso comportamento, nossa maneira de ser física, psicológica, social e espiritualmente, pois se queremos atrair alguém ou pessoas que nos façam bem, que nos tragam orgulho de estar com uma pessoa ou ter amigos afins devemos começar a nos remodelarmos para tal. Ser como a pessoa (ou as pessoas) que gostaríamos de conhecer. Porque é muito comodismo e muita preguiça querer ganhar sem pagar o preço do ganho. Eu, porém, já começo minha reinvenção dando um fim nos insistentes e incessantes desejos de empoderar os outros. Sou humanista, sempre vou acreditar no melhor do ser humano em si, para si e para o próximo, então sempre vou ver o melhor em cada um, mas não mais serei fácil. Ou eu sou fácil, ou eu sou impossível. Porém difícil eu não sou, pois ser difícil é ser fácil, só que de maneira mais demorada. A quem pôde aprender comigo, toquem adiante meus métodos e sejam felizes, e quem dispensou por um monte de conceitos pré-formados para justificarem suas condutas morais, ora vinda de família tradicional ou extraterrestre, sei lá, ou porque o padre ou pastor ou entidade conceituou segundo seu miolo menor que uma noz, meu profundo lamento. Estou, porém, aberto a um novo sentimento, mudarei tudo em minha vida e o que for preciso para que quem vier habitá-la comigo tenha o melhor de mim e queira permanecer no melhor de si, para sempre. Chamem isso de orgulho, eu chamo de libertação. Liberte-se também, porque vale muito a pena mudar, se reinventar, jogar fora conceitos e valores inúteis, para dar espaço a conceitos novos, valores novos, incrivelmente eficazes.

Publicado por Rodrih às 05:51 | Link do post
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