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Assistindo a um programa do Fábio Porchat num momento em que ele recebeu seus colegas de "porta dos fundos", sucesso no YouTube, e vi que rolou um desconforto em que ele dizia sobre a pergunta que ele não gosta de responder: "-Qual o limite do humor?". Rafinha Bastos também foi questionado sobre isso, como também o Danilo Gentili. Todos respondem, em suma, que são humoristas e que enquanto estão fomentando a risada, este é o limite do humor. Só que essa cultura transgride o respeito, a moral e a privacidade alheia - ainda que sejam de pessoas públicas. A perversão do humor está tamanha que as pessoas comuns, isto é, quem não é personalidade artística, jornalística ou televisiva, enfim, os expectadores, estão contagiados pela cultura de humor sensacionalista, de baixo nível - a níveis tão baixos como do apresentador João Kleber (apresentador de barbáries). E com tanto envenenamento cultural a educação perdeu sentido, criando bestas sem escrúpulo nem compaixão pelo próximo. A exposição do outro tem sido a coqueluche do momento, num exemplo de canibalismo moral, futilidade absoluta, estupro da educação e assassinato dos bons modos. Graças a Deus meus avós já partiram para uma nova vida além desta, pois escaparam de ver tanta perversidade dessa geração incorreta e sem futuro. Eu, que sou da entressafra de gerações, que pude testemunhar a cultura da sociedade dos anos 70, 80, 90, 2000, 2010 e até os dias atuais me envergonho desses novos "homens", jovens sem limites, sem respeito e sem pudores. Resultados de garotos promíscuos, perdidos e violentos que cresceram à revelia da educação e da lei, de educação marginalizada, marias-que-vão-com-as-outras, influenciados e sugestionáveis. Desprovidos de opiniões próprias, preenchidos de vazio e sem causa. Esse tipo desqualificado de gente que vê uma moça em apuros, nua, e sua mão liga a câmera para flagrar o desespero alheio. Pior do que isso é esse mesmo monstro compartilhar as imagens a título de piada, gargalhada solta, sem a mínima preocupação nem senso crítico de julgamento à uma pessoa atordoada. Ao que foi repassado diz que a moça fugiria de seu marido, num flagrante de traição num motel. Em desespero atravessou a BR 101, do município de Itapema-SC e adentrou-se no primeiro carro que parara diante de si. Com o celular em punho filmando a cena inusitada o motorista, e provavelmente proprietário do carro filmou até onde lhe foi possível, certamente deve ter dado fuga à moça até um local seguro (ou não, ninguém sabe) e compartilhou a filmagem à mercê do humor sobre a desgraça alheia. O maldito não se preocupou com a viralização do vídeo, e como se não bastasse ainda localizou seu perfil no Facebook - em que se pode ver a foto de uma criança correndo na areia, supostamente seu filho, e expôs para as gargalhadas dos insanos. Muitas meninas, moças e mulheres cometeram suicídio porque não suportaram a exposição online, um peso de julgamento de um assunto que não é da conta de ninguém. Se a moça errou, o erro é dela, e só a própria exposição que passou ao sair correndo pela rodovia já lhe serviu de punição por uma suposta traição conjugal. "Quem nunca pecou que atire a primeira pedra", incitou Jesus Cristo no apedrejamento de Maria Madalena, então adúltera ou prostituta no contexto da passagem bíblica. Temo pela moça e sua família e seria prazeroso saber que o covarde que filmou e viralizou o perfil no facebook e o vídeo da moça tenha sido exemplarmente punido pelos órgãos de justiça brasileiros. A podridão cultural de humor de baixo nível já alcançou até a música, com os profanos Max e Mariano, na música "Vou jogar na internet", em que fazem apologia ao "revenge porn", ou vingança pornográfica, em que o namorado infeliz com o término da relação joga na internet momentos íntimos e nudez da ex-namorada. A esses sujeitos a cadeia.


A quem cabe julgar alguém em seu mais profundo desespero? 

É no desespero de alguém que se tem a graça?

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 E SE FOSSE A SUA FILHA?

Publicado por Rodrih às 18:23 | Link do post

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Conversando com uma amiga sobre relacionamentos infrutíferos expliquei à ela sobre o lance da energia sensorial, que em algum post aqui explico bem (acredito que está num post que diz "conheceis a verdade e a verdade vos libertará"), além de outros posts que também comento sobre isso. Ela me contava que os caras só a queriam para comê-la e não para se relacionar a sério. Então comecei a prestar mais atenção na maneira de como ela lidava com as amizades, e como suas relações aconteciam. Percebi que alguns fatores propiciavam exatamente o interesse de ela ser o alvo de homens desejosos de ter com ela uma amante ideal. Concomitantemente lembro de outras amigas e mulheres, alguns amigos também, que também permeavam essas realidades. E ela vivia tais relações em busca de um sentimento mútuo mais profundo, sincero e entregue, mas enquanto pensava assim só o sexo era o que encontrava nos encontros de suas procuras, isto é, diga-se de passagem, sexo fácil ou sexo grátis. Os garanhões de plantão que me descupem, mas eu vou dar uma de Mister M., e dizer mais um segredo oculto da magia dos comedores masculinos. Muitos homens se beneficiam de sentimentos da busca de amor e compromisso de mulheres carentes, geralmente sofridas (que sofreram traições ou ignorâncias de relações passadas) para comê-las à vontade, bem no estilo Open-Bar. São mulheres ingênuas, influenciáveis, pacatas, inibidas, deprimidas, frustradas, solitárias, às vezes fora de forma, outras vezes sem estabilidade ou independência social, também as fora de padrão (alta demais, baixa demais, virgens depois dos 20 etc), ou mesmo aquela que todo mundo já comeu nas rodas de amigos. Mulheres assim serão sempre alvos de caras comedores de mulheres assim, como se eles fizessem par ideal para elas nesse quesito. Antes eu pensava que as mulheres com idade acima dos 30 anos eram as que acabavam fadadas às camas para sexo, mas percebi que as novas (de 24 a 29 anos) e as novinhas (de 18 a 23 anos) também entravam nesse contexto por caus de uma peculiaridade no mínimo interessante, que além de também terem algumas das qualidades citadas anteriormente eram as que buscavam segurança socioeconômica, corpos sarados, carros do ano etc.. Principalmente as que surgem de cidades interioranas menos populosas, encantadas com o universo de cidades populosas, suas luzes e brilhos, mas com mentalidade de "priminha do interior" se tornavam alvo de predadores vorazes e inteligentes. Tem também as que se rebelam na família tradicional e querem "estudar fora". Existem mulheres que desde novas já teriam se tornado amantes e nunca conseguiram um casamento, uma relação estável e tranquila. Escaldadas de tanta enganação e exploração se tornavam desconfiadas, inseguras, ciumentas e até barraqueiras. Isso também as fez perder o fio da meada de possíveis relações sérias e oportunas, por se tornarem chatas, desagradáveis, investigadoras e fiscais na relação. As relações futuras continham envolvimentos paralelos, em que desprovidas de amor-próprio mantinham relações simultâneas. Então entendo que se há predador é porque existe oferta de caça. A predação não acontece sem estímulo. Então, percebi que essa amiga tinha em seus contatos de whatsapp, como também no facebook uma quantidade considerável de homens comedores, que não acrescentavam em nada na vida dela, sequer fosse para contribuir com seu crescimento pessoal ou profissional, apenas parceiros sexuais de plantão, adormecidos, aguardando o menor sinal, a mais singela manifestação para serem despertados e agirem. Já vi um simples "-oi" se transformar em um ou vários encontros de sexo casual. Como vampiros que adormecem em suas tumbas, ao mais sutil aroma de sangue vivo pulsante na jugular sob a pele macia são acordados e saem para o ataque. Ela, como tantas, dirige seu ônibus de viagem na estrada da vida coletando andarilhos que vagam na beira da estrada pedindo carona, portando pandeiro ou violão - e mais nada. Entram e se acomodam, não pagam passagem, não oferecem ajuda, existem para levar sorriso fácil, festinha de momento, alegria de instantes e sexo farto. Então isso cansa, dirigir um ônibus desse com esse bando de "sem futuro" é um fardo. Quando entra um que tenha uma postura interessante, que até queira pagar a passagem, que não esteja portando badulaques festivos, mas trouxas de roupas e ferramentas de trabalho acontece uma dessas duas coisas: ou ele desce imediatamente desse ônibus, ou simplesmente não entra. E se o ônibus estiver cheio, aí é que esse homem interessante, que poderia ser parceiro dela na viagem, contribuir com o combustível e ser bom companheiro, certamente não entrará, e ela terá que seguir adiante deixando na estrada uma oportunidade que poderia valer por todos os passageiros de seu ônibus. Nessa alusão trago a reflexão de que todas as mulheres têm condições de serem vistas como alguém interessante para uma relação duradoura, mas para isso precisam esvasiar o ônibus que pilotam estrada a fora, ou simplesmente diminuí-lo de tamanho ou troca-lo por um fusca, no entendimento de que "menos é mais" - quanto menos espaço para estocar homens sem futuro. E toda mulher precisa ser independente como ter carteira de habilitação, falar ou pelo menos balbuciar uma língua estrangeira, frequentar ambientes cultos, se vestir sensual, porém sem excessos nem para pouca roupa demais, tampouco para muita roupa se tornando masculinizadas. Precisam ter experiências de longas distâncias percorridas, principalmente se fizerem isso de avião, estarem estudando alguma coisa nem que sejam curson online gratuitos, ter um leque social de, no mínimo, dez pessoas solteiras, três casais e meia dúzia de pessoas maduras. É através desse leque social que surgirão oportunidades de contatos e obviamente não são pessoas para revelar suas proezas sexuais, muito menos com entre mulheres, pois elas são as que exaltam ou destroem reputações. É uma estratégia que ensino, mas tem muita mulher cabeça dura, impaciente, ansiosa e teimosa que prefere seguir seus planos infalíveis já falidos, a terem que trabalhar a paciência e a inteligência. O preço dessa imaturidade dura anos de dívidas, cujas multas são pesadas e o saldo nunca fica positivo. Certamente que as mulheres que lerem este post farão os predadores, comedores de plantão, odiarem este blog, porque pelo menos essas não farão parte de seus cardápios sexuais - a menos que essas que lerem essa reflexão realmente queiram ser eternas amantes. Fica a dica...

Publicado por Rodrih às 03:33 | Link do post

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Kobesk a 20 de Setembro de 2016 às 02:03
Em: A mulher que ama o misógino

Bom dia caro Rodrigo, li alguns de seus posts e gostei muito. Tanto que me sentir a vontade para recorrer a seu contato pelo email umavezildo@gmail.com. Acontece que parei de comunicar-me porque sentir incomodada com suas perguntas e colocações. Não sei como é com outras pessoas, mulheres talvez, mas foi o que me fez não responder mais apesar de querer muito continuar respondendo e ver que tipo de orientações ou conselhos você me proporcionaria. Talvez se você fosse menos direto ou quisesse saber menos da gente poderia dar certo de conseguir nos ajudar. Pense nisso. Obrigada.

Respondendo à Ana Kobesk:

Havia um homem que morava numa casinha. Era um homem de fé, muita fé. Então um dia uma forte chuva assolou os moradores de seu bairro e o rio próximo transbordou, alagando vários bairros, inclusive onde esse homem de fé fervorosa estava com sua casinha. As águas subiam parede acima e moradores precisaram sair às pressas. Vieram os caminhões de bombeiros e retiraram alguns moradores, mas outros ficaram e esse homem disse que confiava em Deus, permanecendo em sua casinha. A água subiu até a janela, vieram botes dos bombeiros e retiraram outros moradores, mas o homem de fé permaneceu dizendo que confiava em Deus. A água subiu até o teto da casinha e veio a guarda-costeira retirando animais domésticos e outros teimosos dos telhados, mas o homem permaneceu dizendo que confiava em Deus. Então a água subiu e cobriu o telhado e veio o helicóptero da polícia militar retirando os poucos teimosos insistentes dos telhados com a água batendo no peito, mas o homem permaneceu dizendo que não ia porque confiava em Deus. A água cobriu o homem que morreu afogado. No céu, o homem indignado encontrou-se com um dos anjos do Senhor, e perguntou por que Deus não o salvou da enchente? O anjo respondeu: "-Como não? Deus enviou caminhão, bote, barco e até helicóptero, mas você recusou todos eles!". Bom, Kobesk, a moral da história é que não se escolhe como quer ser ajudado, porque o auxílio é universal. As perguntas que faço são para saber com quem estou me comunicando, como é a pessoa que pede socorro. Vai que a pessoa esteja descuidada e vive largada, então eu sem o menor interesse de realmente ajudá-la digo: "-Olha, vista-se sensual e aja dessa forma assim e tal...", daí essa pessoa vai se sentir insultada, porque está feia, pálida quase cinza, totalmente acabada, às traças. Como acha que essa pessoa se sentirá? Recebo e-mail diário e respondo os que consigo - pois não vivo disso, não ganho nada com o blog, não há propagandas nem botão de doações, então faço isso por vocação, altruísmo, e outros motivos que já disse neste blog em algum post por aí. Então, quando vejo sua chamada de atenção em "-Talvez se você fosse menos direto ou quisesse saber menos da gente poderia dar certo de conseguir nos ajudar. Pense nisso."[sic], eu fico perplexo com a audácia contextual. Ainda que eu fizesse isso ganhando pra fazê-lo, é impossível ajudar alguém que escolhe como quer ser ajudado. Não vou ao mecânico e fico dizendo como quero que ele conserte o meu carro, bem dizer vou chorar pro preço dos serviços ficarem acessíveis ao meu bolso, desde que conserte o carro. Quem pede ajuda precisa ter consigo um dilema, o da confiança absoluta, porque se você lê o post, sente-se segura e envia um e-mail pedindo um help, certamente está disposta a expor sua necessidade e expor-se para que sua história seja entendida. É através de uma compreensão holística que se torna possível conseguir encontrar uma saída e ter ideias de como ajuda-la da melhor maneira. A intimidade no contato e nas informações é inevitável, a menos que se queira receita de bolo. Desculpe a franqueza, mas há coisas que requerem atenção. 

Publicado por Rodrih às 15:48 | Link do post

O corredor paralímpico A.J. Digby durante um treino nos Estados Unidos

Hoje pela manhã, como de costume, pego o celular e já leio a manchete do dia da BBC - Brasil, que diz: "Rio corre contra relógio por "paralimpíada da superação". Já se fala há um bom tempo sobre a tímida participação dos atletas paralímpicos no Rio de Janeiro - cidade maravilha mutante... purgatório da beleza e do caos (parafraseando a bela e ex-vocalista de apoio da banda saudosa banda Blitz, Fernanda Abreu em sua música: Rio 40 graus). Não só o Rio de Janeiro está sob pressão com a eminente derrota de bilheteria e público com os jogos paralímpicos, mas o Brasil inteiro. Diferentemente das Paralimpíadas de Londres, o país é subcultural e toda opinião é formada - antes - pela mídia televisiva. E essa mídia está pouco se fodendo para os excluídos, porque são a parte feia da realidade brasileira. Deficientes físicos e mentais só têm uma utilidade: fomentar a benevolência e a santidade da sociedade hipócrita, isto é, aqueles que exploram a imagem destes para serem lembrados na mídia. São voluntariados, são visitações, doações, fotos e vídeos timidamentes feitos para divulgar o quão aquele artista, aquele rico, aquela sensação do momento merece ir para o céu. Obviamente não estou dizendo que as pessoas que se ocupam e se dão para os excluídos ou um pouco de si estão fazendo mídia com isso. Não todas elas, uma minoria, com certeza, mas não estou dizendo das que se preocupam com o próximo debilitado. O que estou dizendo é que essas pessoas não têm espaço definido na mídia televisiva - que é o veículo de comunicação mais incisivo mundial. Você vê vídeos na internet, pelo whatsapp, uma coisa aqui outra ali sobre superações do cara sem braços e nem pernas que surfa, por exemplo, com o intuito de vários intuitos ambíguos - como de estimular pouquíssimas pessoas a acreditar nos seus sonhos também, como promover uma depressão ainda maior em quem está com paralizia emocional, justamente porque o que pode ser interessante para você - que pode estar de bem com a vida - pode ser o gatilho para destruir o resto de amor-próprio naquela pessoa com quem você compartilha o tal vídeo, pois ela passa por um momento de profunda tristeza e paralizia de autoconfiança. Então, voltando ao assunto, a minha reflexão é sobre o espaço micro das pessoas que estão confinadas eternamente (enquanto fisicamente humanos) em suas limitadas condições físicas ou mentais na mídia brasileira e, consequentemente, em nossas mentes. Não se fala em cobertura exclusiva ou um período inteiro de cobertura de um jogo, apenas flashs ou notícias. Se Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, se as mídias televisivas - principalmente a Rede Globo - que é uma espécie de "deputado Eduardo Cunha", que foi um mal necessário, já que é a força da Rede Globo que repagina o conceito e as opiniões públicas - a ex-presidente da República Dilma Roussef quem diga - e se o próprio Governo Federal estivessem interessados em ter uma Paralimpíada tão boa, teriam feito o dever de casa antes, há pelo menos três anos atrás incluindo personagens paralímpicos em novelas, filmes e comerciais, principalmente comerciais conscientizando do valor e direito dos portadores de necessidades especiais - o que não costuma acontecer, quando vemos gente imbecil estacionando em vagas para deficiente físico. Estiveram mais preocupados em incluir os homossexuais, os polígamos, os psicopatas, os assassinos, além dos filhinhos de papai mauricinhos, como as patricinhas mimadas, do tipo que são sustentados com dinheiro público roubado ou por pai rico, que quer vê-los longe de seus negócios e pagam o que for preciso para ter tal sossego (pode-se ver isso claramente em Brasília, no Iate Club na hora do almoço, uma vitrine de clientes entre os ricos politicamente corretos e os mimados desocupados), enfim... Mas não se viu nada a respeito, o povo brasileiro - que não foge à luta e nem da frente da tevê, não foi preparado pela mídia para gostar de deficiente físico ou mental, essa é a verdade. Fato é que "Além da transformação do Centro Olímpico de Deodoro em arenas independentes, sem as áreas comuns, e da redução da força de trabalho nas instalações, o comitê organizador reduziu drasticamente a oferta de ingressos. A carga inicial de 3,1 milhões foi reduzida para 2,4", mas mesmo com 2.400.000 ingressos disponibilizados para a Paralimpíada foram vendidos apenas 300.000. Ou seja, 2.100.000 ingressos correrão o risco de serem vendidos à esmola de R$ 10,00 ou US$ 3,11. Há a possibilidade de oferecer entrada franca, na intenção de não ficar registrado na história dos jogos paralímpicos do Brasil a lembrança de que os brasileiros não têm o menor interesse de saber sobre a superação dos excluídos. Superação boa mesmo é de quem tem a saúde de ferro, com Michel Phelps, Usain Bolt, Neymar e cia. Ou de atletas de beleza midiática a ponto de estarem participando também da Olimpíada da Beleza, uma brilhante ideia da formadora de opiniões Rede Globo. Se a própria tevê não se interessa em promover marcas com excluídos, por que os brasileiros se interessariam? Há quem tentará me dizer que teve sim inclusão de atletas com deficiência na mídia. É, até que teve, como, por exemplo, da Terezinha Aparecida Guilhermina, corredora cega que, se você não souber que ela é deficiente visual não dirá, jamais, que seria cega - nem os olhos denunciariam. Se teve algum outro comercial televisivo que tenha destacado deficientes com paralisia cerebral ou que fossem visualmente difíceis de olhar, então me contem, porque eu nunca vi. Agora, e se as novelas mostrassem deficientes físicos e contassem histórias de superação, busca pelos esportes, ao invés de uma putaria homossexual sem fim ou dos psicopatas, malévolos e todo submundo cultural com certeza que as Paralimpíadas (ou paraolimpíadas) seria também bastante interessante. Se as Paralimpíadas viessem antes dos jogos olímpicos, isso também seria muito interessante. Mas gastar com excluídos é demais para todo mundo, essa é a verdade. O mais interessante é que todos nós, sem excessão estamos sujeitos a nos tornarmos paralímpicos de repente. Na pior das hipóteses podemos nos tornar excluídos também, porque perfeito que somos podemos acordar e nos ver sem alguma parte dos membros de nosso corpo (dedo, mão, braço, pé, perna) ou coisa pior, com paralisia cerebral, por exemplo. Daí que seríamos postos de lado, como bem aconteceu com Osmar Santos, comentarista esportivo da Rede Globo, após sofrer AVC. É isso, se quisermos ter nossa rendenção pessoal e formarmos opinões genuínas, isto é, nossas, sem a interferência das belas mídias televisivas - principalmente da Rede Globo, que me desculpem os anti-globais, mas essa emissora de tevê é quem dá as cartas na opinião pública brasileira e não há nada o que possa ser feito para mudar isso - então que acompanhemos os jogos paralímpicos e torçamos por todos os atletas, porque eles sim superam todas e quaisquer limitações do corpo e da mente. 

Para saber mais: http://www.bbc.com/portuguese/brasil-37146489

Publicado por Rodrih às 09:27 | Link do post

Janaina a 14 de Agosto de 2016 às 22:23
Em: Passado

boa noite Rodrigo. meu nome é Janaina e tenho 21 anos. Eu lei oseu blog muito muito mesmo e as vzs acho q vc é um genio outras vzs acho q é um louco (risos). Eu fico encantada c a sua cultura e a forma q desenvolve os raciocinios, as reflexões e como faz o fechamento dos pensamentos. Eu vi q vc tem momentos de inspiração profunda, e as vzs vc tava sem foco e fez um texto perdido. Eu gosto muito de buscar suas reflexões passadas, de meses e até anos. Obrigada por ter sofrido tanto e ainda acreditar que "amar pode dar certo" pq seu blog é prova de amor pela humanidade. Me admira sua maneira de agir e ser e estar sozinho, acho q a vida não foi sensata c vc. Eu falo assim pq apesar de nova já conheci alguns canalhas e sei o qto um cara tem uma essencia boa. Estou digitanto do celular e vai desculpando os erros. Eu tenho um namorado de 23 anos e vamos nos casar. Acontece q nós 2 não temos "expericencia de vida" se é q me entende. Eu ando confusa c algumas coisas sobre isso e precisava q me falasse seu pto de vista. 

Respondendo à Janaína (também pelo celular):

Janaína, bom dia! Obrigado por enviar um e-mail com sua experiência e suas observações. Sempre que quiser comentar e explanar suas ideias também poderá comentar diretamente no texto do blog. Isso fomenta novas discussões e outros comentários, tá bem?! Claro que pode me enviar e-mail! rs. Bom, obrigado pelo carinho e por acompanhar o blog. Às vezes me passa uma vontade de excluí-lo, talvez porque aqui tenho me exposto demasiadamente, entretanto, por tantos depoimentos e emails que recebo, isso me faz acreditar que o blog e o que escrevo não venha a ser tão ruim assim, muito embora também receba emails de gente me dando pedradas por coisas que falo e não gostam ou se sentem ameaçados, não sei. Bom, com relação a seu namoro, e seguindo o ponto de vista de falar abertamente, sem rodeios, vou respondê-la segundo como vejo as coisas. Vocês têm idades de 23 e 21 anos, são virgens e provavelmente são partícipes de algum movimento ou doutrina religiosa - ainda que não tenha externado isso. Supondo que sim, há algumas considerações a fazer, muito embora, independentemente de haver a religiosidade, vejo que a relação de vocês pode não dar certo. Não que não deseje que dê, mas em concórdia com o que você ressaltou agradecendo por eu ter sofrido tanto - e tenho certeza que há pessoas que sofreram o quanto eu sofri multiplicado por 100 ao quadrado - a vivência e malícia de vida que tenho me diz que o homem é um ser caçador - desde os primórdios da humanidade. Era o homem quem ia encarar os animais selvagens, também era ele que ia para os combates nas guerras. Era o homem que ia para o arado, pastoreio, longas viagens, explorações de novas terras, garimpo e enfrentamentos. Ao longo da história foi o homem quem se expôs às durezas da vida e por conseguinte foi quem iniciou a vida sexual primeiro. Por ser a flor das mãos de Deus, biblicamente a mulher veio depois do homem. Se fôssemos vislumbrar o porquê disso, suponho que Deus quis testar a vida humana primeiro e escolheu fazer o homem como "boneco de teste", sem tirar dele o mérito da vida. Vendo que o viver humano era bom, que o raciocínio e a desenvoltura humana era interessante sentiu segurança de trazer à vida a mulher. E ela chegou quando as coisas estavam mais organizadas e mapeadas pelo homem. Assim é a vida humana, desde os primórdios da humanidade a mulher foi poupada de ir à caça, digladiar-se com inimigos, explorar terras, garimpar, arar a terra etc., ficando com funções menos sacrificantes e que lhe poupassem mais a vida. Com o passar do tempo, homem e mulher foram desenvolvendo-se conforme seus genomas ancestrais. À mulher ficaram a beleza física, a sensualidade, a vaidade, a inteligência emocional, os sentimentos, maior resistência às dores, a paciência e a diplomacia. Ao homem ficaram a robustez, a integridade moral, a inteligência racional, os desejos, menor resistência às dores, a voluptuosidade e a hegemonia. Tudo no seu lugar pela natureza que possuíam a mulher e o homem. Naturalmente, o homem sempre será o cara que vai pra porrada e a mulher será sempre a causa do olho roxo na cara do homem. Então, com essa reflexão é correto pensar que enquanto o homem desenvolveu seus hormônios para as explosões internas de domínio, a mulher desenvolveu as explosões internas dominantes para produzir hormônios benéficos à sua existência. São hormônios como a oxitocina, endorfina, feromônio dentre outros que trazem à mulher benefícios vitais essenciais. Ao homem a endorfina, adrenalina e a testosterona. Entretanto, para a mulher produzir tais hormônios precisa da sexualidade do homem, da sua integridade hormonal, sua malícia e presença dominante. Daí você imagina que seu namorado não tenha experiência de nada, esteja imaturo de tudo e quando vocês forem se iniciar sexualmente as coisas não saiam como o esperado. Ferrou geral. Dependendo de como você pense sobre o casamento poderá viver uma vida em preto e branco. Sabendo-se que a mulher amadurece muito antes do que o homem, para sua idade o cara deveria ter a idade de 35 anos pra cima. O homem tem que viver experiências sexuais para poder dar à sua companheira firmeza, maturidade e segurança sexual. Já que ela terá mais maturidade do que ele na relação, então ela não precisará se dar à obrigatoriedade de ser experiente bem mais do que ele, já que será dele a responsabilidade de conduzir sua mulher e será dela a responsabilidade de modelar e consertar ele. Pode observar o tanto de mulheres que vivem solitárias porque desenvolveram-se contrário à essa naturalidade. As independentes em tudo incluíram em seus genes comportamentais o masculino junto do feminino, e com isso gera conflito de insatisfação versus carência constante. Idades muito próximas podem ser interessantes enquanto ambas as partes são novas, isto é, você tem 21 ele 23, até aí beleza. Agora vamos projetar isso lá pra frente, ele com 45 e você com 43 anos. Sua condição física, sua pele, até sua capacidade natural de ter filhos reduz consideravelmente. Ele ficará um tipão e você terá que correr atrás do prejuízo. Mas se você se envolvesse com um cara de 35 anos, ou seja, 14 anos de diferença no mínimo, quando ele estiver com 50, você estará com 36 anos. Olha só que idades interessantes! Você estará um mulherão, madura, segura de si e ele sempre atento a você. Essas coisas parecem ser machismo ou petulância minha, mas falando friamente são observações importantes e verdadeiras. Então, recapitulando, recomendo que namore bastante esse rapaz, mas se a sua insegurança permanecer, que não se case com ele - pelo menos por agora - e permita-o que viva a vida. Há um pensamento de um filósofo chamado Virosta, que diz assim: "Se pensa que algo te pertence, deixa-o escapar. Se voltar é porque sempre foi teu. Se não voltar é porque nunca o foi", e com isso você o deixa viver, tomar porradas da vida, se machucar com as experiências, ficar escaldado para que, quando se reencontrarem (e se isso acontecer de fato), ele esteja melhor preparado para lhe causar toda e qualquer nova produção hormonal constante. Eu faria isso, pela experiência de vida que hoje tenho. Você não precisaria desbravar o mundo, principalmente sexual, mas se ainda assim quiser fazer faça sem se expor, sempre cuidando do seu nome, da maneira como você é vista na sociedade, porque isso pesará enormemente no seu futuro. Para uma mulher, discrição social é tudo. Entenda que essa discrição é para com a sociedade, e a menos que o homem que você permitir na sua intimidade seja muito confiável, a ele se jogue e viva o melhor que a vida poderá lhe oferecer, e só se prenda ao sentimento de viver uma relação duradoura se você se sentir segura com o homem com quem estará vivendo seus momentos, mas do contrário, viva a intensidade de tudo e esteja sempre atenta às oportunidades paralelas, porque a pessoa da sua vida (parafraseando Jota Quest) pode estar do seu lado, no metrô, na fila do mercado ou mesmo sozinho na fila do cinema. Vá com calma, tem muita vida pela frente, e até seus 30 anos não tenha tanta pressa, desde que se cuide em sua beleza física, sua inteligência e cultura, e sua essência humanista.

Publicado por Rodrih às 09:06 | Link do post

Veja. Olhe para fora da janela dos seus olhos e veja. Percebe? O que enxerga? Olha o tamanho desse mundo, é imenso, não tem fim. O que vê? É muita informação. Olhe quantos seres vivos habitam o ecossistema, dos parasitas aos insetos, das aves aos plânctons nos oceanos, dos peixes aos cães. E nós, humanos. Há problemas por todos os lados. Vê? Dos parasitas aos cães, todos têm que lutar para a sobrevivência. Veja, entenda, nada batalha a própria aniquilação. É pela vida que se vive. Não importa como a porra da vida está, simplesmente viva. O que você tem que fazer para ficar vivo, faça! Não é tirando outra vida que a sua será garantida e não é perdendo a sua, que fará os seus problemas se resolverem. Você entendeu. Autocídio é o suicídio. Se matar pra quê? Seus problemas não serão resolvidos assim, simplesmente porque a ideia de se matar é gerar um novo problema para resolver, como se já não tivesse outros tantos e maiores. Escute. A merda da sua vida não significa nada pra merda de ninguém à sua volta, então se matar é uma merda de idéia e sua vida não se acaba assim. Nem pense que você irá para o inferno, porque você não vai. Sei lá pra onde você irá, só sei que seus olhos se fecharão e tudo ficará escuro. Sei porque é óbvio. Sua pele se enrugará de tanto frio e umidade e tudo que está dentro de você ficará podre. Então, se a sua consciência estiver intacta será o momento que você irá pensar: "Que porra de merda que eu fiz? Tô aqui dentro da merda de um caixão, numa escuridão escrota, tudo tá frio e úmido, e não faz 48 horas, e encontrei a porra da solução dos meus problemas". Sim, você terá feito uma grande merda pra não sentir o desconforto de alguns problemas, que a porra da sua mente encontrou uma boa saída 48 horas depois. E agora? Sua carne será consumida nesse escuro maldito, sua boca linda e gostosa de beijar estará azulada, sei lá, esverdeada, seu hálito num fedor desgraçado, seus dentes apodrecendo porque você não pensou em se dar um tempo por 48 horas. Enterrado nesse escuro solitário, em que as únicas coisas que sua mente ouvirá será o ranger das raízes abrindo a terra por debaixo da grama e os vermes se rastejando sobre sua pele para dentro de seus buracos. O que fazer depois de 48 horas que terá percebido a merda que você fez? Não se iluda, ninguém virá te dar uma segunda chance. A morte não tem graça nenhuma. O sorvete de baunilha com chocolate que você poderia estar tomando, o abraço a qualquer filho da puta que quisesse te abraçar, o barulho do vento ou o sabor da água fresca na boca seca nunca mais conseguirá ter pra você, porque teve a imbecilidade de uma cabeça cheia de merda de cometer o autocício. 48 horas é o tempo que você tem que esperar antes de tirar a própria vida. Faça tudo o que puder para valer a pena seus últimos momentos de vida.Mas se, de repente, estiver interessante sentir a vida no seu respirar, na boca cheia de saliva, no sono que sentir, então faça o que puder fazer para sair do meio em que está vivendo. Foda-se se acharem ruim. Foda-se se disserem que você é filho da puta, suma desse lugar, porque melhor do que estar morto e prisioneiro de um caixão meia-boca sob a terra, é deixar tudo pra trás e ir para outra cidade, outro estado ou país. Se vira se não tem dinheiro pra passagem, caminhe, pegue carona, afinal estará se dando uma deliciosa sensação nova de sentir o vento na cara, uma oportunidade diferente de tentar de novo. Pega o rumo, não se chateie, simplesmente vá embora, até porque você já ia embora mesmo, só que agora você continuará respirando e poderá encontrar respostas durante sua caminhada. Não há nada pior do que perder a própria vida, então perca os amigos, os familiares, o emprego, a namorada ou seja lá quem for. Apenas deixe o recado alto e claro: "Fui e não me espere pro jantar". Ou qualquer coisa que essa sua mente confusa queira escrever, só não sacaneie a pessoa que vai ler fazendo-a sentir seu desprezo e sua ignorância. Simplesmente saia deixando a sua vida ruim pra trás. Então vaze e caminhe sem parar. Melhor do que estar morto, é estar vivendo e buscando o autoconhecimento. Não se mate acreditando que a mão carinhosa de Deus virá em sua misericórdia, nem se iluda de que o capeta irá te levar pra longe. Você só ficará num lugar apertado, frio, úmido e fétido, sem poder se mexer nunca mais. Acredite nas 48 horas e se afaste à pé de onde você está vivendo, só não se meta em lugares perigosos, pois poderá encontrar com a morte por lá, o que será extremamente desagradável pra você. 

Publicado por Rodrih às 02:41 | Link do post

harém.jpgHarém, luxo e amigos... 

Sílvia a 26 de Julho de 2016 às 13:38
Em: Aos homens misóginos, a desesperança!
 
Estou pasma!!! Estou, melhor, estive 7 anos com um homem exatamente com esse perfil. Quando bebê foi adotado por uma família de etinia diferente. Hoje ele tem 38 anos, divorciado e estilista. Faz total questão de ter um harém e se vangloriar disso. Ostenta sem poder sustentar seu luxo com carros que nem pode pagar seguro e manutenção. Não luta por uma independência e futuro dignos. Rodeado de milhares de amigos de todas as classes sociais. Teve a audácia de largar sua esposa sozinha no hospital no dia de sua alta após uma internação de uma semana. Essas revelações foram declaradas pela irmã e mãe dele, das quais jogaram a toalha por não mais ter forças para possíveis soluções do desvio de condutas. Flagrei esse homem na cama com outra e, mesmo assim, disse que sou era a culpada por ir atrás dele sem prévio aviso. Tem mais, engravidou uma moça que sofre de leucemia e faz total descaso do estado dela. Fiquei sabendo de tudo na noite do flagrante onde amigos me passaram os infelizes fatos. Faço terapia há anos e por conta disso minha superação tem sido tranquila. Após o flagrante dei fortes pancadas no capô do carro dele com uma vassoura de madeira, mas foi uma ação de impulso sem planejar. Isso acarretou a ira dele. Enfim, o melhor é jamais contactá-lo e evitar ao máximo um encontro ou diálogo por tel. Muito bom eu ter lido essa consideração sobre misóginos.
 
Respondendo à Sílvia:
Obrigado por compartilhar sua experiência aqui neste blog e quanto mais acreditamos que já vimos de tudo, ainda conseguem nos surpreender. Você disse um detalhe curioso e que é a marca registrada de todas as mulheres que convivem com misóginos: sentir culpa por algo impossível de ter. Você se sentiu culpada de flagrá-lo com outra mulher na cama, quando na verdade você estava tendo sua dignidade, sua reputação e sua honra violadas. É como se sentir culpa de ter saído com o relógio de pulso falsificado e deixado o Rollex em casa na hora do assalto. Outro detalhe importante: Foi criado por outra família e como se não bastasse era de etnia diferente, o que pode ter causado aí - dependendo da maneira como ele foi criado - diversos traumas de convívio com a mãe e talvez com as irmãs principalmente. Fazer terapias é importante, porém não por tanto tempo assim, isto é, tire férias vez outra de ir na terapia para que possa saber o quanto você tem capacidade de superar e ver os monstros menores e inofensivos. Então, de vez em quando renuncie à bengala! Você se considere recém-solteira, e não separada, porque agora você se libertou, agora você enxerga o nada que esse cidadão representa e sempre representou para você, e siga em frente, melhore o que precisar ser melhorado em você fisicamente, tome sol, pegue uma cor, para começar a melhorar psicologicamente. Viva o melhor da sua liberdade, permita-se à uma nova experiência de vida, premita-se atravessar caminhos de outras pessoas e que elas também atravessem o seu, até porque ninguém se cruza por acaso. Boa sorte, e procure falar menos sobre isso para que não saibam de suas feridas e possam usar você mais facilmente e enquanto o amor não vem, cuide de você!
 
Publicado por Rodrih às 04:14 | Link do post

sado.jpg
 Há um certo quê masoquista na mulher que ama um misógino.

Antes de entender o que estou propondo nessa reflexão é preciso saber o que significa a palavra misoginia. Depois de ter conhecido a respeito disso e provavelmente até ter lido os comentários riquíssimos de detalhes (e muito interessantes), já se pode imaginar que esses tipos de homens são os vilões da história. Haja visto que em parte são sim, homens que não tiveram um bom relacionamento com suas mães e como reflexo descontam em suas companheiras todo ódio contido na matre criação. Só que não é bem assim. Observei nos muitos comentários que estão postados e nos e-mails ou mensagens de whatsapp que há muitas mulheres que sentem um certo prazer de estimular ou viver a misoginia de seus companheiros. De uma certa maneira, ainda que se sintam mal e sofridas há um certo conforto em se sentirem amordaçadas pela ignorância e açoitadas pela estupidez destes. É como se vivendo isso elas se sentissem percebidas, ainda que dessa maneira, mas recebessem a atenção de seus loucos e ogros amados. Não são todas, é claro, mas há uma quantidade considerável de mulheres que patrocinam, nutrem e despertam o ato agressivo e ignorante, humilhante e frustrante dos misóginos. É como se elas precisassem disso para se sentirem importantes para alguém. Tudo está ligado ao fator sexual proposto pelo misógino, que por ser um ogro, geralmente manda bem no domínio na cama. Algumas suportam pela condição financeira e social destes e se submetem a situações humilhantes. Há aquelas que viraram o mundo de ponta cabeça para o sujeito se estabilizar financeira e socialmente na vida, então o sujeito vendo que é bom ter dinheiro e status passa a minar a autoestima de sua companheira, tirando dela a fé em si mesma de superar obstáculos, cortando-lhe expectativas de sucesso profissional. O misógino é um tipo de ser orrendo que não deseja a felicidade alheia, tampouco a independência, justamente porque é um fraco e sabe que a companheira tem mais capacidade do que ele, então ele já ataca antes mesmo que ela perceba seu potencial. E mesmo assim há aquelas que acreditam que podem mudar o comportamento do misógino, se infiltram em seu seio familiar, se arriscam se expondo sobremaneira a pessoas que elas nem conhecem direito, como seus familiares que, certamente, escondem seus segredos. Essas mulheres deveriam se amar mais, se respeitar mais e tentarem nova vida longe desses loucos, mas não adianta falar, elas não ouvirão jamais tal coisa e só se mexerão quando a situação estiver totalmente fora do controle. Daí e então, já será tarde demais e o procedimento de libertação se torna praticamente inacessível. Portanto, mulheres que acreditam que misoginia tem cura, se depois de lerem os meus posts, lerem os depoimentos e ainda disserem que acreditam na cura do misógino é porque vocês realmente precisam chegar até o fundo do poço. Só assim para aprenderem a se amar e a se respeitar.

 

 Mais sobre o tema:

A mente não mente
Tropeços femininos
Aos homens misóginos, a desesperança
Sentimentos perdidos
Viciados na solidão
Ex é misógino e me persegue

Publicado por Rodrih às 17:11 | Link do post

 

madeira queimada ame mais.jpg

Dizem que o passado está gravado, mas não está. É fumaça, presa num lugar fechado, girando, mudando de forma o tempo todo. Torturada pelo passar dos anos não realizados, mas mesmo que nossa percepção mude, uma coisa permanece constante: o passado nunca pode ser completamente apagado, ele perdura, como odor de madeira queimada. O passado vai mudando de cara cada vez que amadurecemos, vai mudando de tamanho cada vez que esquecemos sua origem e vai mudando de força cada vez que nos tornamos mais fortes. Quem diz que não podemos mudar o passado está enganado, porque o passado se transforma do mesmo jeito que o futuro também. E tudo está no presente esse poder magnífico de recriação das coisas. Você pode mudar o passado e afetar o futuro ao mesmo tempo no momento presente. Nunca conseguirá voltar ao passado e jamais conseguirá se adiantar no futuro, mas poderá mudá-los ao mesmo tempo. São as escolhas que faz hoje que mudará o formato do passado, que refletirá nos acontecimentos do futuro. No passado pode ter sentimento de vingança, mas se no presente você escolher não se vingar estará tornando esse sentimento do passado morrer e um novo sentimento no futuro nascer. Ao se arrepender de algo que tenha feito no passado o tornará tão mais leve, que fará que seu futuro seja corrigido em paz. Quanto mais você acumula dores no passado, mais colherá dores no futuro fazendo escolhas erradas no presente. Você nunca conseguirá apagar o passado, ele existe para que você possa se libertar de alguma forma no presente, e fazer alguma coisa por si no futuro, tudo simultaneamente. Cada vez que penso no meu passado não me orgulho de nada, então no meu presente diário procuro tornar o passado menor e mais fraco. Bem verdade que às vezes não consigo fazer isso, e o passado faz o meu futuro ficar com o mesmo cheiro de madeira queimada, então passo a ter dois passados, sendo um pelo o que foi feito de ruim por mim, e o outro pelas escolhas ruins que fiz no presente. Quem faz escolhas ruins no presente está aumentando o poder de destruição do futuro no passado que fica marcado. Se você está se envolvendo com alguém que torna seu presente prejudicial como um vício, saiba que nesse presente você estará escolhendo tornar seu passado um monstro que irá devorar você no futuro um pouco mais à frente. Então não cultive escolhas ruins, não detone seu futuro colecionando passados inférteis, inúteis e arriscados. Seja seu próprio presente para seu futuro recriando seu passado.

Publicado por Rodrih às 06:14 | Link do post

Por: Andre a 22 de Julho de 2016 às 12:01

Caro Andre, estou seguindo a vertente de responder alguns comentários já gerando um novo post, pois apesar que os comentários são importantes, muitas pessoas deixam passar despercebidos que lá há conteúdos muito interessantes. Sendo assim, há um tempo tenho respondido em post aberto.

Ola meu nome é Andre e meu caso é quase um dos seus, estou com minha esposa a 16 anos e agora estou passando por um momento que esta tornando freqüente , na hora h broxo simplesmente porque eu fico pensando que ela vai ficar puta ( e realmente fica) achando que não tenho mais interesse, e dai so pioram as coisas.Eu ja falei pra ela uma vez mais ela é tao ciumenta que acha que não tenho interesse nela e que estou de olho em outras, e isso acaba me deixando mais nervoso ainda. E quando eu tento pensar eu outra coisa o corpo começa a ficar gelado e ai meu amigo tchau., O que posso fazer pra reverter isso? eu amo ela e fico muito triste de pensar que ela pode arrumar outro so por causa disso.
Respondendo:

Caro André, obrigado por visitar o blog e compartilhar aqui a sua experiência. A resposta que tenho para você será a que você possa estar esperando e, certamente, não esteja percebendo. Isto é, reinvente-se, meu amigo, e reinvente a transa de vocês. Pensa só comigo, se você está há 16 anos tendo sexo com uma mulher sem inventar moda, ousar, fazer algo diferente, realmente você vai brochar, justamente porque o homem é visual. Se os olhos não compram a ideia, o pau não responde e não corresponde às expectativas. Se a sua mulher está deixando a desejar como a gata que você queria ter na cama, chega na real e diz o que você precisa ter vindo da parte dela. Já que ela é ciumenta, então ela irá chiar no começo, mas vai ficar grilada com o que você pediu, ou seja, por exemplo, você gostaria que ela ficasse com a barriguinha mais sequinha, ou que aquelas madeixas que você via na época de namoro era muito excitantes, enfim, você vai passar a real pra ela. Também inove, se torne um cara mais 'porra-louca' do tipo que desenha no corpo da sua mulher. Isso mesmo, pegue canetinhas hidrocolor e treine desenhos do tipo tatuagens como hello kitty, corações, tribais, heras, flores, estrelas etc. Isso deixará você em contato e atenção com os detalhes da pele e do corpo dela, daí o tesão vem nos dois, porque gera expectativas. Noutra ocasião use tinta guache e faça uma obra de arte no corpo dela, use pincel e as pontas dos dedos. Fotografe e guarde usando o programa "camouflage" (se não conseguir me peça que te envio e te ensino como camuflar as fotos íntimas de vocês dois). E que se dane o lençol, não esqueça que você virou porra-louca e o lençol é só um tecido que vai pra máquina de lavar depois. Faça obras de arte com chocolate, chantilly, enfim busque dar aos seus olhos o estímulo que fará você ficar com tesão de devorar a patroa. Deixe ela encabulada, se perguntando se você é normal. Mulher gosta disso, de ser surpreendida. Mas também não exagere, seja PL com estilo e tenha limites, a menos que ela compre a ideia e daí o limite já era. Outra coisa que é importante fazer: Se reinvente fisicamente, tenha atividade física, porque isso aumenta o fluxo sanguíneo e com certeza irrigará melhor seu mecanismo sexual. Convido que dê uma olhadinha neste post e veja se tem algo que você possa aproveitar (http://blogdorodrigocaldeira.blogs.sapo.pt/como-frequentar-moteis-sem-brochar-137581). 

Boa sorte e depois volte aqui para validar as dicas, ok?!
Sucesso!
 

 

Publicado por Rodrih às 19:01 | Link do post
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abusrdo julgar qm ta ajudando de bom grado. Pra qu...
Santa paciência Rodrigo para quê tanta explicação...
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