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Todas as mulheres que me enviaram e-mail buscando algum tipo de conforto tiveram seus nomes preservados. Agradeço a todas que enviaram e-mail e a tantas outras que comentaram nos próprios textos sobre o tema. Trago à luz dos olhos de todos os mais sofridos depoimentos, em que todas tiveram suas parcelas de culpa, mas que pagaram um preço muito alto por tão pouco. Deveras se envolveram com psicopatas, caras do mau, perversos desde a adolescência, quiçá a infância, de educação infame, mães controladoras ou ausentes, pais soberbos ou negligentes, que se tornaram o produto de uma família doente e sem valores emocionais, pessoais e muito menos familiares. Homens misóginos, doentes sem tratamento, sem diagnóstico médico nem psiquiátrico, porque a avaliação não se busca em hospitais nem em consultórios de doenças mentais, mas na história da vida dessas mulheres, e de tantas outras que neste blog deixaram os rastros de suas tristes experiências de um falso amor. A todas elas meu respeito e minhas disposição naquilo que eu puder ser útil, mas lembrando que neste blog já contem muitas reflexões, muitos insights, muitas orientações que já poderão ser muito bem aproveitadas, bastam jogar no Google a palavra "misógino" e o complemento "blog do rodrigo caldeira", que aparecerá muitas coisas. Portanto, parem de sentir pena de si mesmas e comecem a ler para se sentirem empoderadas a darem seus primeiros passos rumo à vitória tão sonhada, e agora tão merecida.
 

20/10/2016

Olá Rodrih, Tive que fazer o teste, pois fiquei em dúvida se era o seu email mesmo. Sabe como é, pessoa que passou dos 18 e quer ser tecnológica ... leeenta. Acabei de ler o texto que vc indicou... Aff… era tudo o que eu precisava ouvir (ler) e  acabar comigo de uma vez!! Ponto pro ex! mais um! Há muito eu vinha feito alma penada no casamento. Tá explicado a traição… ele me trocou justamente por uma  estilo “periguete” 20 anos mais nova, cheia de vigor e sensualidade. O comodismo cega a pessoa, credo!!! Em recente conversa por telefone com o ex, questionei se era isso mesmo que ele queria (divórcio) e a resposta chocou: “posso morrer sozinho, mas ter você como mulher novamente, nunca mais”. Até esse momento estava no mais intenso chororô… deprê total, tentando entender os motivos, aí vem você e... Acorda tonta!!! Eu já estava prestes a odiá-lo com toda força cabível, mas NÃO, ele foi minha vítima! né?! A piada maior é que todos ao meu redor, que sabem o que estou passando, dizem que tenho que mudar, a começar pelo CABELO!!! Eu rio ou choro???? Confesso que me perdi, agora, não sei por onde começar, como renascer… será que tenho salvação? PS: Posso ser totalmente piegas com você? Pensa na felicidade quando recebi o seu retorno. Fiquei feito criança quando recebe um presente desejado. Emoção pura!!! Ah... você não parece ser nublado como o A.D.C.G. te define...no breve texto do retorno, está mais para hiperativo, tagarela e animado, um fofo! Você se camufla. Abraço carinhoso!

Xxxx Xxxxxxx

1º/02/2017
 
Olá, li seu blog e percebi que estou em um relacionamento assim. O pai da minha filha me trata como se tivesse ódio de mim, me oprime, quer mandar no meu dinheiro... sei que estou doente pois não consigo sair dessa relação mesmo tendo nojo dele, não suporto o cheiro nem mesmo a voz dele. Tenho a impressao que tenho medo, me sinto o obrigada a ficar com ele. Mesmo sabendo que ele só me destrói  pega dinheiro emprestado e nunca devolve, me manipula, fica por dias emburrado, é grosso comigo na frente das pessoas, nao consigo sair. Me ajude, o quê e como fazer! 
 
Ateciosamente;
 
Olá, Rodrigo! Realmente recebi só só no dia 09/02, mas não tinha acessado estava viajando.Os outros não recebi. Gostaria sim da sua ajuda, pois tenho raiva de por não conseguir sair disso. Nossa relação não é aprovada por minha família principalmente pela forma que ele me trata e alguns desvios de caráter dele, o qual mente muito, não gosta muito de trabalhar, e sinto que eles sente prazer em apontar defeitos ou me criticar o tempo todo.  Não sou tão nova mais, tenho 35 anos, mas fiquei com ele quando tinha 28 anos, no qual acho que até fiquei com ele, pois recentemente tinha acabado um relação de 11 anos. Na nossa relação ele trabalha em casa com vendas e eu saio para trabalhar fora todos os dias. Nas contribuição financeiras sempre eu quem tenho que dar mais, descobri certificado de faculdade falso dele, pois era visto que o qual até falava errado, não sei como conseguiu enganar tanta gente, não aceitei, fiz ele voltar estudar, ele nem o ensino fundamental tinha, hoje, consegui fazer ele fazer uma faculdade, onde está cursando. Percebo que só ajudo ele crescer, diferente dele, que só me puxa para baixo. Pega dinheiro emprestado e nunca mais devolve, usa minhas coisas e meu nome sem minha autorização. Acho sinceramente que ele não teve educação de casa, pois a família dele sempre foi muito desestruturada, e muito pobre, pai que sumiu e nunca mais apareceu, acho que sofreram preconceitos e privações. Ele acorda emburrado, de uma hora pra outra, pois achou algo, sonhou com algo... se desequilibra fácil e diz que falou alto ou se emburrou por minha culpa, algo que nem fiz. Acho que ele melhorou muito do que ele era, mas para isso tive e sempre tenho que carregar ele, estou cansada, queria estar pronta e preparada para saber se estou doente psicologicamente, se preciso de ajuda. Obrigada.
 
Xxxxxxxx Xxxxxx
 
20/03/2017
 
boa tarde, lembra de mim em junho do ano passado mandei um email falando que estava em um relacionamento misogino, por incrivel que pareça ainda estou com essa pessoa, hoje posso dizer que os poucos ele esta melhorando, mas não posso baixar minha guarda, hoje mudei muito meu comportamento com ele, exijo que me respeite, me valorizo mais, não corro mais atras dele como fazia antes, brigo com ele viro as costas não falo com ele, faço que ele corra atras de mim. no inicio me falava coisas que me ofendiam, hoje nao deixo mais que fale assim. dizia sempre que ia embora para me ameassar até o dia que disse que podia ir embora, e varias vezes eu disse para ir embora, hoje ele não fala mais que vai. nao aceito mais as coisas que quer me impor, digo o penso na cara dele, se começa a falar deixo ele falando sozinho, e espero ele vir falar comigo de novo. ja fiz ele chorar depois que eu fiquei dias ignorando ele, ei aproveitei para falar tudo que eu tinha trancando na minha garganta, ele concorda comigo, sabe que é errado, sabe que tem muitos defeitos. confesso que tive muitos dias dificeis, dias que tive vontade de abandonar tudo, mas o que me mantem ainda com ele, talvez seja por que conheço o problema, no fundo ele não é uma pessoa má, sofreu muito na infancia me conta tudo o que passou, muitas vezes sou sua psicologa, sei que ainda vou enfrentar muitos problemas, mas por amor estou disposta a tentar.Ja tive muito progresso em tentar fazer dele um homem melhor. leio muito sobre o assunto para tentar me fortalecer e me manter firme. pode ser que tambem que nao de certo, mas se der tenho certeza que seremos felizes. espero que escrever ainda muitas coisas boas.
grata, Xxxxx Xxxxx
 
28/03/2017
 
Bom dia! Li algumas publicações no seu site e me identifiquei com algumas delas. Conheci meu marido em 2009, com 20 anos de idade, ele com 30. Morava no interior, ele em São Paulo. No começo foi uma paixão avassaladora, aquelas que te deixam sem condições de "racionalizar". No início era lindo, presentes, gentilezas, elogios. Ele sempre dizia essa frase: Você é uma jóia que precisa ser lapidada! E eu, comprei o discurso e tentei me tornar minha melhor versão. Ele sempre foi crítico, principalmente com o meu corpo. Dizia que eu deveria melhorar minha forma física, reduzir gordura, ser mais "seca". Com o tempo, me mudei pra São Paulo e isso foi se tornando cada vez mais intenso. Me cobrava um corpo magro, um cuidado diário com alimentação e exercício físico. Fora as vezes que não conseguia ir na academia e isso se tornava um martírio. Com o tempo de namoro, moramos juntos, casamos. Passei por muitas coisas, adoecimento do meu pai, da minha sobrinha, fiquei mal, comecei a ter crises de ansiedade. Só para constar: Trabalha na área da saúde, especificamente: Saúde mental. A cada vez que deixava de fazer o que ele considerava saudável, era mais brigas, mais discussões. Me dizia que engordei, que não sou determinada, que iria ficar como minhas irmãs: Gordas! A cada ofensa, minha autoestima se afundava mais. Comecei a fazer tratamento para ansiedade, tomar medicação e isso contribuiu para um ganho de peso. Fui dos 60kg ( que era meu peso máximo até hoje), para 68kg, (meu peso atual). Voltei pra terapia há meses e a cada dia percebo mais o quanto ele é paranóico com isso. Me trata mal, diz que estou "grande", com a "circunferência abdominal grande", que preciso ter senso de urgência e emagrecer! Voltei a malhar, fazer dieta, mas TODOS os dias ele pergunta como cheguei a esse ponto, como me descuidei tanto. Chega a ser grosso, hostil, me trata com frieza. É bizarro! Sempre soube que isso era algo importante pra ele, mas está de um jeito patológico. Trabalho fora, cuido da casa, cozinho, faço mercado, outras coisas de rotina e SOZINHA! Ele mal tira o copo do lugar e é super desorganizado. Sinto que nada do que sou ou faço é o suficiente. Me critica todos os dias por estar fora de forma. Estou repensando minha vida, não aguento mais ser tratada como objeto. Imagina conviver com um homem que sabe mais do seu percentual de gordura que você?! Que critica seu corpo o tempo todo?! Sou saudável, mantenho uma boa alimentação, digo que sou até regrada, sempre me preocupei com a minha forma física. Sou atraente, mas sinto que ele suga todas as minhas qualidades e foca apenas no meu peso. Me trata como se não tivesse respeito e empatia. Gostaria que analisasse o meu desabafo! Talvez eu esteja exagerando, não sei. Mas nao acho "natural" um homem de 38 anos de idade valorizar apenas o meu corpo e sufocar o resto. Assim me sinto: Sufocada, ansiosa e sem esperanças! Obrigada!
 
Xxxxxxxx Xxxxxxxx 
 
 
30/04/2017
 
Pois é Fabio. Boa noite. Eu me envolvi tres meses com um misogino. O cara teve o pai assassinado na adolecencia e havia acabado de perder a mae quando nos conhecemos. Me compadeci, me apaixonei e logo ele foi dando sinais, minha roupa, meu cabelo, havia dias que nao olhava nos meus olhos, outros era um "docinho" como ele mesmo se descrevia. Bem...um dia ele deu um ataque feio. Eu estava certa de ele iria me matar tamanhos os berros, o sangue nos olhos, as coisas terriveis que ele profanava ao meu respeito....peguei minhas coisas e antes que ele pudesse perceber fui embora... Ainda me ligou sem sucesso convidando para alomoçar com a avó e o filhinho de 1 aninho e meio, cuja mae da criança (Deus ilumine esta pobre moça) ele falava mal, denegria, parecia uma espécie de recalque....24 horas por dia. Era uma mala!! Nao sei como eu aguentei. Pois bem, 21 dias depois do termino eu ja estava recuperada e bem. Um mes depois ele me manda uma mensagem dizendo que a avó havia falecido e que ele nao tinha para quem contar, visto que nao tinha amigos e era brigado com as 2 irmas...bem, ele quase me pegou de novo mas eu já estava vacinada. Eu havia percebido algumas situaçoes em que percebi que ele tinha muito medo...por exemplo: me perguntou se eu achava que o filhinho dele tinha trejeitos gays, uma vez que foi ao urologista me perguntou ingenuamente e se o membro dele ficasse duro? (Oi?), uma vez ofereci uma caneca cor de rosa e ele me disse que nao bebia em nada rosa. Isso me entrigou Fabio. Fora que achava umas posiçoes que ele fazia naturalmente, bem "femininas". Pois bem: quando ele me convidou para passar o feriado com ele e eu quase aceitei, acho que meu instinto mais primitivo falou mais alto e eu o questionei sobre a caneca, o filho e o urologista. Tambem lembrei a ele que o pai dele vivia chamando a mae de "Crentina" pois a coitada era crente e o pai na certa era um misogino pior que ele. Pronto: foi assim que o misógino perdeu a cabeça! Me senti baixa por usar contra ele coisas que ele mesmo me confessou em momentos de "amor" e intimidade. Ele tomou um ódio mortal de mim, me chingou até a quinta geraçao e me bloqueou. Bem, meu instinto de preservaçao gritou e sendo mais má do que ele jamais sonhou toquei num assunto que realmente o incomodou ao ponto de ele me bloquear instantaneamente. Se ele é gay? Eu nao sei mas que funcionou, funcionou. Voce tem coragem Fabio. Os posts de misoginia por ai sao muito agua com açucar pra esses frustrados de alma negra que só sabem encontrar prazer na tristeza das mulheres. 
 
Xxxxxxx 
 
21/05/2017

Bom dia, descobri seu blog e achei fantástico o texto sobre misoginia. Eu me relacionei com um misógino por 8 anos. Me separei em outubro passado, mas ele implora para voltar, promete mundos e fundos, mas sei que nao ira mudar. Sou xxxxxxxxxx, faço terapia, o que me ajudou a me separar. Mas gostaria de seus conselhos, ainda me encontro sozinha e com a auto estima totalmente destruída. Por favor, não divulgue o meu nome! Grata! 
 
Obrigada por tudo, 
 
Xxxxxx Xxxxxxxx
 
Rodrigo, boa tarde!
 
24/05/2017
 
Quero começar te agradecendo: estou passando uma situação muito difícil com um ex marido...navegando pela net em busca de explicações,  caí em seu blog, e os tópicos sobre misóginos foram um despertar pra mim... Não comentei o post pois temi ter que me identificar ou colocar meu email lá. Durante 7 anos vivi com um cara que no início era um príncipe,  mas foi a cada dia virando um sapo, um ogro, um bicho feio desses...Sempre criticou e desqualificou minha familia, sempre lançou colocações nada agradáveis sobre minha forma física, comportamento, sexualidade, etc. Mas contraditoriamente, permanecia comigo. E eu, desarrazoadamente, permanecia com ele. De quando em vez eu sofria as ameaças de ir embora, de acabar tudo, ora porque fiz a sombrancelha muito fina, ora porque passei muito tempo cuidando do pai doente, ora porque não quis me mudar pra onde ele mandava. Acredita que me acostumei a essa vida? Comecei a achar isso normal? Acredita que chorei de culpa, pedindo perdão por coisas as quais nunca fiz? Acredita que ele chegou a fazer vídeo meu confessando que eu estava errada? Chegou a filmar momentos de explosão minha depois de me provocar até não mais poder?... Enfim, mas o pior estava por vir. Passado tanto tempo decidimos ter um filho. Sabe quando você pensa que tudo vai mudar? Que vai ser um sonho?... Ainda lembro a cara dele na hora que o médico falou que era uma menina... Ela nasceu, tudo piorou. O que ainda restava de momentos bons se transformou em distância, descaso, cobrança, culpas...ele foi armando um circo de culpa em torno de mim. Até que há poucos meses saiu de casa, avisou dias antes que sairia, mas não disse quando nem pra onde. Se faz de vítima.  Diz que eu terminei o relacionamento. Dias depois já apareceu com namorada nova, cuja familia já foi conhecer, a qual já está totalmente aos pés dele, apesar de ser psicóloga. ..cheguei a mandar email pra ela e recebi respostas nada agradáveis do tipo: você fez isso com esse rapaz, perdeu ele, agora busque a Deus ...( rsrs eu mereço...) Hoje inferniza minha vida, quer levar a filha para a casa dele que é muito distante e onde andam pessoas nas quais não confio (detalhe, descobri esse endereço na marra, e nem sei se está lá ainda). Minha filha é um bebê de meses. Me ameaça processo, manda mensagens se fazendo de vítima, me provoca, me trata fria e formalmente, como se eu fosse babá da filha dele. Não respeita os dias de visita. Penso levar o caso à defensoria pública, mas temos pendências financeiras sobre as quais aguardo resolução e o mesmo me prometeu ser generoso com a partilha, dar a mais que o que me é de direito... Temo perder esse "a mais", o que comprometeria projetos que tenho em mente.... De todo modo, tenho meu emprego, tenho estudo e um resto de equilibrio que penso usar pra criar minha filha com dignidade. Esse jornal que te escrevi é um desabafo de uma mulher que não se reconhece mais, que está golpeada e humilhada, mas que quer sair viva e vitoriosa. Mas há dias muito difíceis onde parece não haver saída... Obrigada por ajudar a mim e a outras tantas. Obrigada mesmo, pois até ler esses posts, minha tendência era orar pela volta dele e aceitar ...( parece mentira, né?) Sendo que hoje quero resistir, no caso de um pedido de volta, e criar minha filha longe desse cara que odeia até a própria mãe. Abraço e muita luz pra ti.
 
Xxxxxxxxx Xxxxxx
 
28/05/2017
 
Boa tarde, Rodrigo!! Sou casada há 7 anos e só em 2016 descobri o conceito de misoginia e a relação com meu marido. Por anos não compreendia seu comportamento e sempre achando que a culpa era minha. Mudei de estado depois do casamento e fiquei longe da família e de amigos. Ele não deixava eu ter amizades com vizinhas, quando comecei a trabalhar fora foi terrível. Acabei pedindo demissão. O que mais me intriga é que ele é um bom pai para nossas filhas e por esse motivo que sempre deixei muita coisa pra lá. Ocorre que toda tentativa de melhorar nossa relação foi em vão. Impossível dialogar. Estamos ha quase 10 meses sem sexo. E na véspera do dia das mães ele me disse para sair da sua casa e da sua vida. Combinei que vou sair em dezembro para não atrapalhar a escola das meninas. Ele ama as filhas mas prefere ficar longe delas a tentar  uma relação mais equilibrada comigo. Existe um ódio gratuito pela minha pessoa. Um ódio pelo simples fato de eu ter nascido. Nesses anos de relacionamento fiz tudo que estava ao meu alcance mas.... E é como em alguns comentários do post, tenho sempre que esperar a melhor ocasião para falar qq coisa. Mesmo se for sobre a lista de compras do supermercado. Gostaria de ouvir você, será que ele pode tentar voltar atrás nessa decisão. Porque eu não volto mesmo. Só para que compreenda, moro há 12 horas de viagem da minha família. E vou voltar pra casa da minha mãe em dezembro, se Deus quiser. Vou voltar a viver!!! Obrigada!!
 
Xxxxx Xxxx
 
Em resposta a todas, pego um feedback que dei à uma das que aqui estão relacionadas e exponho, pois valerá para todas:
 
Oi moças, bom dia! Primeiramente obrigado por chegarem até o blog e lerem o post. Obrigado também por sentirem-se encorajadas para dar o passo de buscar uma força aqui por e-mail. A gente só começa a sair do estado de sofrimento (não quer dizer que o sofrimento passe), quando começamos a buscar novos ares e novos motivos de compreensão, quiçá novas experiências. E é isso que eu falo em alguns textos no blog, como em Catedral em que vocês poderão abrir a mente para se permitirem ter novas experiências na travessia dos seus desertos, cada uma, a fim de encontrarem respostas em momentos e mentes diferentes da que vocês estiveram acostumadas. Também em Casamento: Separei, e agora? em que vocês poderão fazer certo o que muitas mulheres (e homens) fazem errado nessa etapa da vida. Podem se fortalecer em Enquanto o amor não vem, em que respondi à Tábata de seu questionamento a respeito de estar sozinha. Tem muitos textos que criei através de reflexões, porque eu também precisei atravessar meu deserto (que durou 9 anos sem me envolver seriamente com alguém). Peço que leiam esses textos e sempre que quiserem falar comigo sobre seus insights, deixo a porta aberta para que possam entrar sem protocolos e abrir o verbo, tá bem?! Ah... e não sintam pena de si mesmas, porque isso é uma tremenda autossabotagem. Abraços, Rodrigo Caldeira rodrigocaldeira.blog@gmail.com
Publicado por Rodrih às 03:15 | Link do post
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Rodrigo. Quero bem bem muitao! 
Ola..Aí vão algumas dicas...quando eu tinha 14 ano...
Oi Patrícia, obrigado por visitar o blog e compart...
Ando sendo devorada pelos meus mostros... preciso ...
Oi Ju, boa noite, vou procurar responder seus ques...
Obrigado Sarah! Gostaria que lesse os comentários,...
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Caro Charles, obrigado por visitar o blog e compar...
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Amei, muito bom e muito bem explicado.
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