Aqui neste blog eu fiz dois (2) posts falando do homem misógino. A repercursão foi intensa e tive muitos comentários, além de e-mails, ora me parabenizando (inclusive por homens), ora me massacrando até com ameaça de ter uma bomba no meu carro. Nesse caso respondi que meu carro tem tanta bomba... bomba de óleo, bomba de gasolina, bomba de injeção d'água do limpador... então uma bomba a mais será uma entre tantas. Mas hoje estou apto para falar da mulher que odeia os homens. Procurei qual é o termo para isso e não encontrei, mas se alguém souber me conte, pois é uma situação crítica e que precisa de atenção. Vi aqui um site de "mulheres que odeiam os homens", incitam o extermínio e a morte de todos os homens, e culpam os homens de tornarem o mundo um lugar ruim de viver. Isso é preocupante, porque para elas virem ao mundo foi preciso a fecundação do óvulo com um espermatozóide, e com certeza o espermatozóide veio de um homem. Essas mulheres cultuam mais do que o ódio ao masculino. Cultuam a morte contra a própria vida. O distúrbio é tão profundo que elas não conseguem enxergar a péssima contribuição que deixam ao mundo, um material autodestrutivo e que incita a violência. São mulheres tristes, frustradas, traumatizadas e violentas, com intimidade peculiar com a morte, a maldade e a violência sanguinária. Mas elas não são assim porque escolheram, e certamente porque viveram experiências traumáticas com homens misóginos. O ruim disso é que elas generalizaram e se tornaram monstros humanos, dadas ao ódio e à hipocrisia, projetando para o externo suas insanidades e doenças psicológicas, enfim, dignas de pena. Mas não é desse tipo de mulher (se é que pode referí-las como tal) que quero refletir o que venho notando mais frequentemente. Desde 2005 estou percebendo que há mulheres que se agarram aos traumas que sofreram para justificarem suas atitudes de repelência aos homens. Mulheres que quanto mais vivem uma vida de conforto e beleza, mais se permitem mergulhar em traumas ou experiências negativas. Oras bolas, experiências negativas todo ser humano tem. E os animais também. Entretanto, atribuir aos traumas suas qualidades de mulheres fracas e nocivas não justifica nada. Conheço mulheres que sofreram de tudo o que se pode imaginar, mas continuam semeando a paz e a doçura. Por que umas conseguem e outras não? Uma das hipóteses que lanço se faz a nível socioeconomico. Quanto melhor situada socialmente, menos se esforça para se tornar uma mulher melhor e mais se destaca como mulher traumatizada, que aponta para os traumas a razão pelo qual vive uma vida medíocre, sexualmente frustrada, socialmente bem vista, familiarmente excluída, e espiritualmente confusa. A mulher que não gosta do homem é diferente da mulher que não gosta de homem. A primeira não se relaciona bem com o masculino, está sempre envolvida por homens de menor poder aquisitivo ou situação social do que ela e quando está entre homens mais poderosos, simplesmente ela se torna um bichinho de estimação, humilde e pacata. São mulheres que se automutilam psicologicamente, fazendo das frustrações suas bandeiras de batalha. Essas mulheres donas da razão, carentes de que briguem por elas, a ponto de, se pudessem, pediriam uma champanhe enquanto assistisse homens se digladiarem por suas raras atenções. Isso é diferente daquela mulher que sabem ser dona, sabe persuadir, conquistar, se tornar desejada e até mesmo assistir homens digladiarem-se por ela. Esse tipo de mulher é um tesouro difícil de encontrar, justamente porque ela pensa como mulher para ser feminina e deliciosamente interessante, mas também entende a linguagem masculina, fazendo uso de ações eficazes para desarmá-los e devorá-los, quer com amor, quer com desejo simplesmente. Eu mesmo já reinventei cerca de 23 mulheres, 8 viviam suas vidas pequenas e limítrofes, e as tornei Donas, femininas e com poder de seleção na palma de suas mãos. Algumas viviam invisíveis e se tornaram mulheres incríveis. Mas das 29 que tentei reinventar, 6 não alcançaram o objetivo por serem resistentes demais, orgulhosas o bastante. E outras 37 mulheres, dentre mocinhas, moçoilas, lobas e leoas que ouviram ou conversaram, mas que criaram tantos impecilhos com gozações ou chacotas, que sem perceberem escolheram continuar sendo limitadas e frustradas. E isso me leva a crer que algumas mulheres que se envolveram com homens misóginos são patrocinadoras da misogenia que seus homens nutrem contra elas. Não que esses dementes sejam inocentes, mas que elas acabam fomentando mais ações contra si próprias, aumentando suas incapacitades, tornando-se mais coitadas e culpando o mundo por suas vidas ser uma grande confusão. Percebi que não há guerra dos sexos, e sim guerra interna de gêneros masculino e feminino, porque se cada um carrega um pouco do outro em si, isto é, todo homem tem um viés feminino em seu interior, e toda mulher tem sua dosagem de testosterona, logo, ambos entram em curtocircuito exatamente com seu oposto pelo qual se vê nele e ele se vê nela, repelindo-se ambos. A mulher que muito aponta no homem seus defeitos, está, na verdade, evitando ver em si mesma o quanto dos defeitos dele ela tem. Isso a torna refém de sua mediocridade, porque ela nem se cura do mal que tem, e ainda deprecia o valor do outro tornando-o sabotador dela também. Há terapias de curas como ho'oponopono, emdr, eft, heiki, constelações familiares sistêmicas, microfisioterapia, florais etc, mas a mulher que sofre e vivifica seus traumas nunca alcançará o limite zero de sua essência e sempre estará andando para trás na trajetória de uma vida que caminha para o sentido oposto. E para que tudo passe a dar mais certo precisa, a mulher que busca a felicidade mental, sexual, física, espiritual e comportamental precisa abrir mão de suas vaidades e se permitir aprimorar suas habilidades construtivas, principalmente com os homens de boa vontade.

Publicado por Rodrih às 20:10 | Link do post
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