Publicado por Rodrih às 10:14 | Link do post

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Estava procurando compreender um pensamento, que na verdade são vários se encavalando uns nos outros e todos juntos em si mesmos, se colidindo ou fazendo sinapse entre si. E organizar isso é muito complicado, é necessário o silêncio e a reflexão, que não é bem a meditação, muito embora esteja no caminho para. A reflexão seria a estrada que leva à meditação. Esta, por sua vez (a meditaçâo) seria a piscina com água morna, na temperatura corporal, em que o corpo levitaria com gravidade 3.0 de uma escala até 10, mas que não se prejudicasse a respiração. Mas a reflexão não seria a estrada mais próxima à essa piscina, nem a mais distante, senão a estrada, ou o caminho, do meio, direcionado para o caminho mais próximo dessa piscina, se é que me entende. Apesar da sinapse ser a ligação de dois polos, a energia dessa ligação, esta estaria fazendo o efeito da desconexão, embora estivesse fazendo uma conexão pelo termo característico da sinapse. A sinapse seria a união sem haver o grude de dois polos, como o ímã e o metal, mas ainda na fase de identificação da energia positiva com a energia negativa, antes que ambas as partes se grudassem e não se soltassem mais. No caminho do meio para o caminho mais próximo à piscina seria o que estou procurando explicar sobre o que é a sinapse, que é a energia que ligará um ponto ao outro, isto é, a sua pessoa que acaba de passar e sair do caminho do meio e inicia as primeiras pisadas no caminho do fim, aquele quase encostado na piscina. Então vem o pensamento sobre onde está Deus? E por que relacionamento o bem a Deus? Como é que reconhecemos que Deus é do bem? Depois de um turbilhão de pensamentos nas láminas mentais em minha cabeça - em que consigo pensar nessa hora que estou com sono, preciso escovar os dentes, aliás, preciso tomar banho, tenho reunião às 11 horas daqui a 8h e 15 minutos, e estava pensando sobre Deus, seu paradeiro, por que ele é bom, como sabemos que ele é bom? E se Deus é bom, por que o mal existe? Se Deus criou tudo, deve ter criado o mal também? Se não foi Deus quem criou o mal, então para ter tamanha força de envolvimento como tem o bem, teríamos outro Deus que seria o criador do mal? Porque o mal não surgiria do nada, alguém o criou, já que há um Deus que seria o autor do bem! Então, antes que eu pire com esses pensamentos em plenas duas horas e quarenta e cinco minutos da madrugada, eu me mantive na refelxão sem lutar contra ela, porque certamente eu não ia conseguir dormir se não escrevesse aqui agora. Para que Deus seja único, Onipotente, Onipresente, Princípio e Fim, então é certo pensar que Deus criou o bem, mas também criou o mal. Mas por que Deus criaria o mal, se é tão bom sentir o bem? Com o bem você sente felicidade, sente amor, sente conforto, você consegue sorrir, dançar, ajudar, ser ajudado, enfim, você se liberta e vive melhor. Mas o mal ataca o bem, traz tristeza, a traição, o desconforto, deixa o rosto carrancudo, faz o egoísmo acontecer, a ignorância e a infelicidade pairar. Só que Deus criou o mal para que o bem pudesse ser reconhecido. É como a noite, que faz a gente entender que o dia existe, ou o frio para o calor etc. É a lei da polaridade no Caiballion, o bem e o mal, frio e quente, noite e dia etc. Deus criou as sete leis do ser vivente e não tem como escapar disso. O bem e o mal são polaridades, ou seja, um é o ímã e o outro é o metal. Mas ainda assim não faz sentirmo-nos confortáveis. Por que Deus criou o mal, se trás tristeza e todo malefício aos seres viventes? A resposta mais óbvia é que para que você consiga saber que o bem é uma coisa boa, precisa, antes, sentir os desdobramentos do mal. E ser mal está dentro de nós, assim como está ser do bem, mas para ser bom você precisará entender o mal e respeitá-lo, pois sem este não tem como saber se Deus é bom, se ser bom é bom, se o bem é uma coisa positiva. Então se você considera que o mal é obra de Deus, assim como o bem, o que fazer com o mal, aliás, como conviver com o mal, sabendo que se eu cometer maldades posso ferir, me ferir também, posso tudo o que é ruim e ter uma vida infeliz?! O mal tem uma função muito linda em nossas vidas, poderosa e libertadora, que é de nos apresentar o bem! Então não devemos odiar o mal, senão compreendê-lo e respeitá-lo. Mas só isso não é o suficiente, precisamos também evitá-lo ou vigiar-nos para não fazer uso dele em nossas vidas. Fazendo isso, estaremos caminhando na estrada do bem, não exatamente próxima ao bem, mas no caminho que vai apontado para o bem. A função do mal não é para nos testar, porque Deus seria injusto, pois Ele nos cria à sua imagem e semelhança, e nos abandona para que nós nos viremos no teste de fidelidade entre o bem e o mal? Não. Deus é muito sábio e não nos colocaria à prova de um jeito tão amador assim. Mas o mal tem a função de nos levar ao bem, de nos fazer querer ser bons, bondozos, fazer bondade, e poder então eompreender que Deus é do bem, que sorrir é do bem, que amar, brincar, gostar e tudo o mais que é bom seja do bem. Na verdade não é a função do mal, como entitula este post, mas qual é a nossa função, se não é a de saber que o mal existe, mas optar em fazer o bem? O mal é importante para nós, pois só com sua existência as orações divinas pertencerão a Deus, e Ele se permite pertencer em nós. A função do mal é trazer à luz o bem, é nos dizer para não usá-lo em nossas vidas, para que o bem não seja em vão. O bem e o mal estão dentro da mente de cada um de nós, e cabe a você distingui-los para optar em sempre fazer o bem. E somente assim você passará a se aproximar, cada vez mais de Deus, apesar que ainda assim você corre o risco de não conhecê-Lo tão cedo. Não enquanto você ainda é um ser espiritual ou energético, que de alguma maneira não estaria nem próximo da ponta mais distante do acesso ao Criador, mas estaria em seu caminho. Bom, estou digitando de olhos fechados, acho que dormi numa dessas linhas pra trás. Bons sonhos, FUi!

Você pode se interessar também por: A energia da vida nas leis do ser vivente (são 7 leis da vida, pela quais todo ser vivo vive, independente se quiser ou não) e Ouça o sussurro! (entenda como funciona os sinais da vida e por que é tão difícil percebê-los).

Publicado por Rodrih às 03:19 | Link do post

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A vida o tempo todo emana sinais para você ter o melhor estilo de vida, encontrar a melhor pessoa, se afastar daquela ou daquelas que te fará sofrer, o melhor trabalho, a viagem boa ou a ruim, o negócio promissor ou aquele que fará você andar em círculos, a melhor reação numa discussão. São sinais sutis, numa frequência extremamente alta, entre 20 e 50khz. O ser humano capta de 20 Hz a 20.000 Hz (ou 20 kHz). Acima dessa faixa, há o ultra-som. Abaixo, ocorre o infra-som. Outros animais, que não o homem, ouvem uma faixa de freqüência diferente. Os cães escutam entre 15 Hz e 50 kHz. A partir de 20 kHz, faixa que o homem não detecta, o som pode se tornar incômodo a eles. Os animais que usam o som para se guiar têm capacidades auditivas ainda mais vastas. Os morcegos ouvem a faixa 1 kHz - 120 kHz e os golfinhos, 70 Hz - 240 kHz, segundo a fonte dessa informação. Isso quer dizer que sim, sua mente, que está ligada 24 horas na consciência, intra e subconsciência emite os sons nas frequência em que cada uma consegue identificar. Seu consciente identifica entre 90 e 10.000hz, a intraconsciência entre 10 e 20khz e a subconsciência acima de 20khz. A subconsciência está ligada à energia quântica, metafísica, por onde se comunica o seu corpo etérico, isto é, seu espírito. É nesse ambiente que você precisa se atentar e você consegue sim acessar esse campo metafísico, mesmo sendo um reles e limitado ouvinte. Conseguirá não um acesso constante e permanente, mas terá a oportunidade de captar as vibrações sonoras dos sinais que o seu corpo etérico está emanando. O corpo etérico é o seu próprio corpo a nível de consciência profunda, num patamar em que só o éter alcança na natureza de tão leve, sublime e sensível que se torna. Volátil, porém não se desfaz, inflamável, porém não se deteriora. É o seu supremo em si, sua fonte de vida, que nada pode fazer por você materialmente, mas está a alguns minutos no futuro tentando te avisar o que deve ou não fazer. Esse aviso são os sinais da vida, que você recebe numa frequência de ultra-som e que muitas e muitas vezes você ignora, simplesmente porque está envolvido demais com as frequência mais baixas que seu consciente escuta, e, assim, seus ouvidos físicos e mentais também. Entenda que "consciência" é o seu corpo etérico, e "consciente" é o que seu cérebro consegue captar, e, por sua vez, você dá mais atenção, porque consegue perceber. As orações te eleva ao nível intraconsciente, e as meditações ao nível subconsciente. Você não conseguirá acessar o nível subconsciente sem antes acessar o nível intraconsciente, nem a este sem acessar o nível consciente. Ninguém, em sã-consciência (ou consciente saudável) se põe a querer acessar o nível subsconsciente sem procurar passar pelo nível intraconsciente, a menos que faça isso com coma induzido, mas você não está muito afim de receber uma dosagem cavalar de química para chegar nesse estágio, em que você perde o controle de sua autodefesa física e emocional, né?! As orações não são exatamente um bate papo com Deus, ou com o Divino, mas são as palavras repetidas, constantes num texto de apresentação e aprofundamento espiritual. O mantra, o terço (ou rosário), as orações textuais são o caminho para a introdução ao intraconsciente. Quando se ora dialogando com o Divino, Deus, a pessoa está no nível consciente, e não sairá deste nível nem que queira, pois está formulando palavras, criando seus textos, sua mente está produzindo imagens e convertendo em sons pela faringe, em que a boca modela em letras formando palavras, que formam contextos, formando um discurso sonoro. A mente consciente possui 5 lâminas de pensamentos simultâneos, enquanto o orante emana sons contextuais, uma segunda lâmina de pensamento se atenta à sua vaidade em querer falar coisas bonitas e atraentes aos ouvintes, sua lâmina seguinte está atenta a quem o está olhando e admirando sua fé (ou sua oratória), a lâmina seguinte pode estár pensando no seu cachorro que precisa tomar banho, ou na conta que precisa pagar e por aí vai. Não entra no intraconsciente, nem que queira, como eu disse. Por isso as orações com os textos inspirados no Divino tem um poder maior de indução ao nível intraconsciente, pois desabilita o consciente de formar textos, desarma as lâminas de pensamentos simultâneos uma a uma, e põe a pessoa num caminho interno mais profundo e com menos ego. Quando a mente consciente acessa o nível intraconsciente é o momento em que o cérebro corta as orações ou os mantras, isso acontece naturalmente e a pessoa começa a entrar na fase de transição de vigília para o sono, o estágio 1, e não sai dele. Durante o dia-a-dia você, por um lapso momento entreníveis conscientes, em que você "ouve" o nível intraconsciente, no que considere ser um salto anormal de manifestação mental, você consegue ouvir a resposta ou uma orientação, um sussuro atrás de sua cabeça e que quando você está atento a isso poderá reagir seguindo a sugestão dessa voz. É quando você está num ambiente em que seu corpo físico correrá algum tipo de risco à sua segurança e integridade, ou quando você está para fazer algo que o levará à morte ou a ter um grande prejuízo, ou mesmo quando você terá um grande problema futuro e que seu corpo etérico está tentando falar para você não tomar essa decisão. Você, inevitavelmente, reagirá em favor dessa causa, titubeará, e será exatamente nesse momento em que você poderá dar ouvidos e considerar o sinal, ou simplesmente achar que tudo é bobagem, "coisas da sua cabeça" e seguir em frente. Pronto, "a merda tá feita" e você colherá os frutos dessa decisão a curto, médio ou longo prazo, sem direito de devolução ou reclamação. Você terá ignorado o sinal, aviso ou mesmo o tal "sexto sentido", a intuição e seguirá com o plano ou tomará a pior decisão possível. Pense no corpo etérico como se você fosse ele, mas que ficasse dentro de uma gaiola blindada em que ninguém ou nada poderá atingi-lo, mas seu corpo físico está lá, desprotegido e "dando a cara pra bater". Você, como corpo etérico, está num plano mais alto, em que consegue ver mais longe e, sendo assim, consegue perceber o futuro a alguns minutos ou segundos adiante, mas você está na gaiola blindada e o eu eu-matéria está indo direto para uma cilada. Então você grita, diz aos berros para não seguir esse caminho, e de repente sua voz estridente chega aos ouvidos do seu eu-físico como um sussurro. Você torce para que o seu eu-físico o dê ouvidos e pare de seguir por esse caminho. Daí o seu eu-físico parou, ouviu o sussurro, ficou ali pensativo, você - que é o corpo-etérico quase não respira na ansiedade de que seu sussuro salve o seu corpo físico de se meter numa enrascada e de repente... seu corpo físico, dotado de burrice e orgulho segue adiante, pensando ter tido uma fantasia mirabolante de que a investida poderia dar errado. O que você, como corpo-etérico pode fazer? Nada, simplesmente sentar-se no canto da gaiola blindada e deixar com que seu corpo físico conheça as consequências de suas escolhas. Digamos, nessa reflexão, que seu corpo físico se meteu nuam presepada e se ferrou todo, então num dado momento de frustração e perda de forças sua mente consciente dirá para si mesmo algo como: " - Caramba, eu estava sentindo que não ia dar certo. No fundo, no fundo estava sentindo alguma coisa... por que eu não voltei? Por que eu não parei ali, quando senti a sensação de que ia dar errado?". Pronto, seu corpo físico está em processo de perda moral, talvez física e emocional, você (corpo-etérico) nada pode fazer pois está na sua gaiola blindada e bem distante do eu-matéria, mas mesmo assim você fica dizendo o que fazer, várias e várias vezes para que seu consciente o escute: "- Vá pra casa! Vá pra casa! Vá pra casa!". Sua função será só essa, de agir no amor e na bondade, e procurar enviar seus sinais em ultra-som, pra ver se chega até seu eu físico pelo menos como um sussuro, um pensamento em alguma das lâminas do seu pensar constante. Eu, enquanto estava redigindo este texto também estava pensando simultaneamente em tira a pizza do forno, pegar suco de uva integral para tomar, ir na minha mãe visitá-la, inserir dados numa plataforma de loja virtual, lavar o banheiro e aprofundar a reflexão sobre você ser colocado na condição de um corpo etérico para entender como seria essa relação. Tudo isso junto e misturado, cada um na sua lâmina consciente, sem se confundirem e sem interferir um no outro. Segundo os estudiosos, indicam que os seres humanos são capazes de ter cerca de 70 mil pensamentos por dia. A geração de todo esse conteúdo estaria dividida em aproximadamente 3 mil pensamentos por hora, 50 pensamentos por minuto. Segundo neurocientistas, esse número é apenas uma estimativa. Então as cinco lâminas estão em constante troca de informações, isto é, a cada minuto uma lâmina de pensamento já mudou 10 vezes. Então, se você quiser ter mais sensibilidade aos sinais da vida, vai precisar desacelerar seus pensamentos reativos, ou seja, aqueles que mal você pensa e já sai fazendo, diminiuir a intensidade de suas expecitativas, que é o que gera a ansiedade, e se permitir espiritualizar, com orações repetidas, como rezar o terço, as orações devotas já escritas por inspiração de outrem, ou recitar mantras e cânticos. Em outras palavras, deixar de ser o autor de suas falas contextualizadas por si mesmo, e seguir as palavras já textualizadas por alguém, afim de que sua mente se desprenda no consciente, e por sua vez do ego. Simples assim. Então você estará cada vez mais sucetível a ouvir o sussuro de seu corpo etérico ou seus pensamentos a nível subconsciente. Em muitíssimas coisas que eu fiz e que não deram certo tive acesso aos sinais, "escutei" o sussuro, mas considerei ser sugestão ou fantasia de minha cabeça. O resultado foi desastroso em todas essas coisas: casamento, negócios, amizades, viagens, saúde etc. Me estrepei e sempre pensava após esses cataclismas pessoais terem acontecidos: "- Eu senti que não ia dar certo, de alguma forma eu sabia...", mas chegar a essa conclusão não resolverá mais, não terá efeito sobre a situação que chegou. Então, atualmente, eu fico atento aos sinais, até desagrado pessoas, mas não ignoro os sussuros que consigo perceber. 

 

Publicado por Rodrih às 12:16 | Link do post

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Recebi tantos vídeos no whatsapp de caras jovens, bombados, bonitos se beijando, com chupões e surubas a público que causa repulsa. Há quem diga que respeita a diversidade, multiplicidade, mas o que seria, de fato, essas novas palavras no dicionário atual? A diversidade está ligada aos conceitos de diferença, oposição, pluralidade, multiplicidade, diferentes ângulos de visão ou de abordagem, heterogeneidade, comunhão de contrários, intersecção de diferenças ou tolerância mútua. Com isso abriu-se as portas para a transgressão dos valores e da moralidade. Esses jovens estão confundindo liberdade de pensar diferente com a escrotisse a público. Há muito tempo pouco via casais héteros se pegando a público, era um e outro aqui e acolá. O que se vê com esses novos adeptos à putaria explícita - ou para os hipócritas da socialidade: multiplicidade, é uma afronta social, um combate a todos os valores da família - e nem digo da família cristã, mas da família como um todo. Há um desafio, um encorajamento provocativo em que se usa da ignorância do Estado, que sanciona leis que são usados como escudos contra quem quer viver a multiplicidade digna, em que cada um faz o que quiser de sua vida, sem afrontar, sem confrontar, sem provocar nem zombar da sociedade pacífica, formada por suas crenças e seus valores tão antigos, quanto as próprias (e novas) leis que os aprisiona no silêncio contido. Museus expõem homem nu para meninas crianças tocarem-no como se isso fosse normal, ou expõem ofensas à religião para adolescentes entenderem como arte. Professora veste o pênis de um aluno com sua boca em meio aos colegas, rapazes e moças, e chama-se isso de educação no colégio Oscar Freire em São Paulo. São vários ataques usando como escudo leis que deveriam proteger a sociedade pacífica. Atores se lançam nas mídias dizendo "saírem do armário", como foi o que revelou o humorista acima de qualquer suspeita Luís Miranda. As novelas da Rede Globo buscam mostrar mais do que a realidade das classes, mas introduz opiniões homossexuais na mentalidade juvenil, em que torna comum, bonito e na moda ser gay. Não há um valor para isso, tudo virou uma prostituição do gênero, uma depredação da ética, da decência. Não sou homofóbico, respeito a todos os que também me respeitarem e ignoro aqueles que não receberam a mínima educação, seja hétero, seja homossexual. Não tenho asco a gays, mas tenho ojeriza ao comportamento ofensivo. Não há necessidade de ofender adeptos à diversidade. Não se vê pastor protestante (entenda-se os evangélicos, nomenclatura publicitária que deu certo e todo mundo gosta) entrando numa igreja católica para pregar aos fiéis daquela doutrina suas verdades contra a fé católica. Nem vice-versa. Se acontecer isso é porque são representantes da imbecilidade. Não se vê pai-de-santo ou budista, enfim. Cada um na sua busca espiritual, na sua crença. Não se vê reunião de protestantes na frente de uma paróquia fazendo um culto de afronta à uma missa, nem um batuque de atabaque do candomblé na frente de um templo protestante. Isso mostra que a diversidade, a multiplicidade, a pluralidade sempre existiu e todos se organizaram para viver em paz entre si. Então meu texto aqui não é homofóbico, mas é que estou cansado de fingir que é normal ver rapazes se agarrando ao lado de uma escola de crianças e adolescentes. Estou frustrado de ver duplinhas de garotos agarradinhos saindo do shopping ou se beijando em plena tarde, numa calçada ante a faixa de pedestres, em que os carros param para eles atravessarem, mas têm que ficar assistindo a cena de autoafirmação inglória deles. Isso é desnecessário! Dirigi como motorista de aplicativo, em que tive centenas de passageiros gays. Sempre que eu entrava em meu carro pensava religiosamente: "Hoje quero conhecer as pessoas, e proporcionar a melhor experiência possível a cada passageiro", então no meu carro - diferentemente de 95% dos demais motoristas afins - tinha escova de sapatos, spray desodorante, preservativos, remédios sem tarjas, absorventes femininos, além de pão de mel, bombons, pirulitos. Também tinha água sempre gelada com uma geladeira portátil no porta-malas, rede wifi e um ambiente propício para que o traslado fosse agradável e, muitas vezes, divertido. Isso me propiciava ter uma diversidade de assuntos com todos e tantos passageiros, e pude ter a sorte, senão a honra de conhecer casais gays inteligentes, honestos com suas opções e realistas. Muitos casais que transportei tinham a mesma opinião. Diziam que eles mesmos se sentiram incomodados, expostos com essas permissões e incentivos à homossexualidade. Disseram que muitos entraram na onda da viadagem, da afronta social, externaram seus ódios contidos de suas vidas medíocres e vazias a fim de confrontar seus familiares e seus núcleos sociais. Não eram homossexuais, mas eram bixas frustradas, pessoas mal resolvidas, gente carente de inteligência e bom senso. Por isso disse que tive a honra de conhecer alguns com quem tive também o imenso prazer de conversar, trocar ideia enquanto dirigia. Tratava-se de um casal em que estavam juntos há 19 anos, e havia regressado de uma viagem no exterior, em que comemoravam mais um ano de união. Disseram estarem assustados com essa onda de devassidão e orgia pública, em que esses "zumbis sexuais" (como foram referidos com louvores) queriam apenas chamar a atenção e afrontar as famílias tradicionais. Esse casal, mais precisamente, disse-me que estavam há 16 anos vivendo tranquilamente, quando há 3 anos esse tsunami de viadagem invadiu as casas, as famílias e a sociedade, como se ser homossexual fosse promover o desconforto social e agredir o bem estar alheio. Disseram que nunca se rebelaram assim, porque são de uma época em que o respeito ao próximo era regra entre eles, independente se estivessem em local público ou privado: "-Sabe motorista, ser homossexual é como ser heterossexual. Não se força para ser heterossexual, não precisa provar que é heterossexual, simplesmente é. Da mesma maneira é o homossexual, é natural, não há necessidade de causar, chocar ninguém, nem de se autoafirmar para a sociedade. Mesmo se você vê um casal hétero se beijando num amasso em público, isso vai incomodar. Então não é porque é gay, que se tem o direito de fazer o que quer em público. Muitos morrerão porque não entenderam suas realidades na realidade que se vive, e a própria sociedade hétero vai reagir um dia, porque os gays de hoje estão abusando disso. Parecem como escravos que acabaram de ser libertos pela Lei Áurea, e saem correndo fazendo bagunça na sociedade branca. Isso nunca ia acabar bem". Infelizmente o destino chegava, por mais devagar que eu andasse, pois ter uma conversa inteligente com pessoas formadoras de opiniões é um tesouro que não se pode desperdiçar. Ver os vídeos que estão no YouTube 1, 2, 34 e etc, é mais do que repulsivo, é triste ver uma geração transviada, uma juventude perdida, levada pela mídia do consumo e da ausência total de valores. É triste ver que a exposição é abusiva, não é um manifesto de amor, de sentimento, mas uma devassidão clara e ofensiva. E, por causa da lei somos obrigados a matar nossos valores, nossa base educacional, nossa cultura social, familiar e pessoal, e olhar para isso com naturalidade, aceitar a tal "nova pluralidade", em que nós, agora, somos os humanos do novo planeta dos macacos.

Publicado por Rodrih às 01:26 | Link do post

Novamente recebi o vídeo da moça que corre nua numa avenida, na qual o boato maldoso diz que ela fugia do marido traído. Enviei de volta a quem me enviou comentando sobre o episódio, alertando do quão é corrosivo um boato e pedindo para que conscientizasse a pessoa que compartilhou sobre o problema que isso dá. Geralmente a pessoa se constrange e se sente até culpada, mas não tem essa culpa toda, na verdade, todos nós estamos sucetíveis a compartilhar algo que parece ser engraçado, quando na verdade estamos sendo vítimas de uma manipulação perversa, como no caso de uma notícia falsa. Estamos assistindo a vítimas da exposição se matarem por não suportarem o "linxamento moral", que vai de encontro à passagem de Cristo, quando ele disse que atirasse a primeira pedra aquele que nunca errou. Então não julgo quem me passou, pelo contrário, agradeço a oportunidade de poder abrir seus olhos e tornar uma pessoa mais atenta. Gostaria de fazer um apelo a todas as pessoas que recebem vídeos de exposição sexual de pessoas comuns, principalmente mulheres, que não compartilhem, excluam de seus arquivos pessoais e avisem a pessoa da decisão que você tomou. Passe o link desse artigo que fiz no blog, para que a pessoa entenda o motivo que levou você a excluir o arquivo e não compartilhar. Não se preocupe, pois a amizade não irá acabar e nem os besteiróis entre vocês. Vídeos sexuais continuarão chegando, mas tem uma diferença nisso. Há aquelas pessoas que fazem o vídeo e têm consciência de sua viralização, mas há aquelas que têm suas privacidades roubadas. É só um momento de consciência que será pré-estabelecido. Faço isso com vídeos violentos que recebo, como os sangrentos, assassinatos e tudo que me agride psicologica e espiritualmente. Vídeos de estupros repasso para canais de televisão e para a polícia civil de minha cidade, dizendo que recebi o vídeo e que repassei para canais de TV, no que solicito que fique arquivado na instituição policial os rostos dos envolvidos. Vamos fazer a nossa parte e compartilhar às pessoas a consciência da privacidade e do respeito ao próximo. 

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Publicado por Rodrih às 14:48 | Link do post

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Acabei de ver uma série de fotos e vídeos de um casal da polícia, em que ao invés de me sentir tentado ante à beleza estonteante da moça, fiquei, na verdade, constrangido pelo casal. Não é bem tomar as dores dos outros, mas é me sentir parte de um meio de malfeitores, invasores do alheio, da vida alheia, da vida íntima de alguém que não me convém. Enquanto via a intimidade do casal, uma parte de mim se preocupava com a invasão de privacidade, da exposição ingrata, da exploração da imagem não permitida. Resolvi não repassar, como todo homem (e mulher, quiçá) faz automaticamente, como se compartilhar fosse uma piada, uma oportunidade de um tesão roubado, um linchamento virtual. Já não é a primeira vez que não compartilho e não repasso imagens íntimas roubadas, expostas por um bandido nos grupos. Sim, bandido porque o significado de bandido é aquele que rouba, ou falando com mais proeficiência, bandido é, segundo o Dicionário Informal: Aquele indivíduo que participa, só e/ou acompanhado, em incursões duvidosas promovendo unicamente em benefício próprio a angariação de recursos financeiros e materiais oriundos de terceiros. Além de tudo isto promove balbúrdias. E segundo o Dicionário Aurélio, bandido significa pessoa que vive de roubos ou outras atividades ilícitas. Pessoa desonesta ou tem mau caráter. Então com base nesse conceito, aquele que promove, repassa ou compartilha a vida íntima de alguém sem sua permissão é, por si só, bandido. Aquele que rouba imagens e divulga também é bandido. Eu não sou bandido e por mais que signifique pouco, tais imagens morreram comigo, e claro que seguirão adiante através de repasse e compartilhamentos de novos bandidos, por mais gente boa que sejam e por mais que a intenção seja de causar a interação de amigos, não deixam de ser bandidos. Todos nós temos nossa vida sexual e íntima, e fazemos dela o que bem quisermos, pois a privacidade nos pertence sem que ninguém tenha a ver com ela. Compartilhar, repassar ou mostrar a outras pessoas cenas íntimas e privativas de alguém sem sua permissão causa o linchamento moral em massa, como se somente aquela pessoa exposta fosse responsável pelos pecados do mundo. Hipócritas são as pessoas que julgam e divulgam esse material. Não se atém ao fato de que o simples ato de repassar tais imagens poderá levar as pessoas expostas não somente ao ridículo, mas à profunda depressão na degradação humana. Se tais pessoas chegarem a sucumbir à uma condição sub-humana psicológica ou mesmo tirar a própria vida, são responsáveis todos aqueles que viram e repassaram as imagens, e a justiça da vida deverá prevalecer sobre cada bandido envolvido nesse canibalismo social. Eu lamento pelo casal ter perdido o bom senso de manter no celular as imagens sem se aterem ao risco deste ser extraviado, mas lamento profundamente e ainda mais pelos idealizadores bandidos que se apoderaram dessas imagens e compartilharam como troféus de suas vidas de baratas. Esses que compartilham imagens em prejuízo de outrem mereceriam o que de pior a vida poderia proporcionar ou, na medida do possível, serem pegos, julgados, multados e presos, além de receberem castigos diários para refletirem sobre seus atos ilícitos. Enfim, não compartilhei, não compartilharei e lamento pelos colegas que estão no grupo e que se propuserem a passar adiante tais imagens - o que não deixarão de ser bandidos também.

 

Publicado por Rodrih às 01:20 | Link do post

Postado em 03.03.2012, atualizado.

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Em eclesiástico, na Bíblia, se diz sobre o poder da amizade: "5. Uma boa palavra multiplica os amigos e apazigua os inimigos; a linguagem elegante do homem virtuoso é uma opulência. 6. Dá-te bem com muitos, mas escolhe para conselheiro um entre mil. 7. Se adquirires um amigo, adquire-o na provação, não confies nele tão depressa. 8. Pois há amigos em certas horas que deixarão de o ser no dia da aflição. 9. Há amigo que se torna inimigo, e há amigo que desvendará ódios, querelas e disputas; 10. há amigo que só o é para a mesa, e que deixará de o ser no dia da desgraça. 11. Se teu amigo for constante, ele te será como um igual, e agirá livremente com os de tua casa. 12. Se se rebaixa em tua presença e se retrai diante de ti, terás aí, na união dos corações, uma excelente amizade. 13. Separa-te daqueles que são teus inimigos, e fica de sobreaviso diante de teus amigos. 14. Um amigo fiel é uma poderosa proteção: quem o achou, descobriu um tesouro. 15. Nada é comparável a um amigo fiel, o ouro e a prata não merecem ser postos em paralelo com a sinceridade de sua fé. 16. Um amigo fiel é um remédio de vida e imortalidade; quem teme ao Senhor, achará esse amigo.17. Quem teme ao Senhor terá também uma excelente amizade, pois seu amigo lhe será semelhante." E o que se pode tirar disso? Tudo, enfim. Estamos sempre fazendo novas amizades, e desfazendo das velhas, mas por que tudo isso acontece? Bom, há dois tipos de amizade: a que surge de uma necessidade e a que surge de um interesse. Quando a amizade surge da necessidade, ela acontece espontânea e naturalmente, sem floreios, sem ensaios, simplesmente é. Esse tipo de amizade dispensa manutenção, porque ela subsiste no tempo e uma parte se submete grata e cordialmente à outra, com o propósito de absorver sua graça, sua energia, e corresponder com gratidão e bem estar. A amizade que acontece de um interesse é aquela que se busca sanar um problema ou precisa-se de respostas rápidas para suas questões. Ela tem um poder maior de persuasão e a energia de seu envolvimento acontece mais intensamente. Ela atropela a amizade vinda de uma necessidade, porque ela não necessita, simplemente ela quer. É uma amizade sedutora, vem com o pacote completo de malícia e vaidade, é mais atraente e realiza mais ações. Entretanto, é uma amizade fulgaz, etérica e a qualquer momento deixa de existir, basta que se encontre outra pessoa ou outro ser vivo que roube o interesse. Não há nada de errado nisso, é normal, está no humano de cada um, muito embora incomode um pouco a quem se acomoda com esse cenário. A amizade que surge por necessidade também está fadada a morrer, justamente porque sua origem veio de uma necessidade, de um momento em que o valor da troca era importante. Há uma diferença em ser necessário (necessidade) e ser interessante (interesse). O primeiro se põe em favor do potencial de conhecimento do outro, portanto se torna simples e receptivo, tudo se torna sabedoria, e a amizade se solidifica nesses termos. A outra já não necessita aprender, apenas tem o interesse de possuir. Ambas podem durar anos, e de repente desaparecer, sucumbirem do nada, e não há nada de errado nisso também. A amizade da necessidade, por ser mais branda, pode ressurgir reivindicando sua atenção e a tem, sempre tem, porque a concessão acontece pela gratuidade e o término desta acontecerá por parte da parte respeitada. Jamais será contestada pela parte que necessita, simplesmente se limitará no espaço delimitado e permitido. A amizade do interesse tem uma ruptura mais espontânea, tácita, ou seja, que está subentendida, implícita. É descartável e isso não incomoda tanto. No Whatsapp se percebe a diferença da amizade nascida da necessidade, daquela nascida do interesse. A que provem da necessidade é paciente, correspondente e presente por naturalidade. Se o manifesto vem da parte respeitada, a parte que respeita absorve com gratidão pela atenção recebida. Quando o manifesto surge da parte que respeita, isto é, necessita, a atenção acontece em sua gratuidade na postura de quem detem o respeito maior. Já a amizade que provém do interesse é displicente, não-correspondente, se manifesta quando lhe convém buscar algo. É mais sedutora, porém menos amorosa. Tem mais cor, mas não tem cheiro nem sabor. Chama mais a atenção e não pensa duas vezes para descartar. E quando isso acontece causa uma espécie de alívio, de dever cumprido ou mesmo de um alívio por não ser mais obrigado a responder ou corresponder. E não há nada de errado nisso. Ambas amizades um dia morrerá, algumas poderão sobreviver, mas terão seus momentos de hibernação. Já no Facebook, as amizades lá contidas são, em sua maioria, de interesse, porque há a necessidade de manter uma aparência, um status, um conceito. Não se bane uma amizade no Facebook sem antes pensar nas probabilidades positivas e negativas do desligamento, justamente por causa do interesse em tê-la nas mediações. É uma amizade consumista, cujo pensamento se faz sobre "não me serve no momento para nada, mas pode ser útil a qualquer instante" e fica lá em standby, adormecida. A outra parte faz o mesmo e nenhuma das partes se posiciona nem se liberta. Amizades morrem, e outras nascem. É um processo natural de todos nós, principalmente porque estamos sempre nos atualizando, absorvendo ideias novas, conceitos inovadores e confortáveis. Todas as relações que acontecem surgem de algum dos dois tipos de amizade. Quando surge pela necessidade, a relação tende a ser duradoura, às vezes eterna. Quando surge pelo interesse, a relação está fadada a um fim rápido e sem aviso prévio. E naõ há nada de errado nisso. As amizades se alimentam de momentos, e por mais que as partes tenham vivido momentos eletrizantes juntas, com direito a fotos, encontros, viagens, comemorações, festejos e juras eternas, de repente se evaporam deixando nas fotos, nos vídeos ou nos textos escritos seus momentos registrados na lembrança, sem o sentimento de perda, mas de uma fase bem aproveitada, bem vivida com aquela pessoa, que também segue seu caminho, como barquinhos de papel que você constrói e solta sobre a água. A brisa mínima o fará se distanciar de você e num dado momento a forma de barquinho se desmanchará voltando a ser uma folha de papel aberta, e logo depois fragmentos de celulose espalhados na água. O que torna a ruptura um desgaste é quando uma das partes reivindica a mesma atenção que tinha, quando era novidade, sem compreender que a validade venceu e que a amizade passou para o nível de conhecimento do outro, sem necessariamente ser referida como algo presente ou mais importante, e não há nada de errado em estar nesse nível. Não se consegue restaurar o papel molhado, que num dado momento foi um barquinho de papel. Por isso a citação bíblica dá ênfase à amizade fiel, porque ela está cada vez mais rara diante a demanda de hoje em dia, que, nos tempos bíblicos, a informação não era relevante e o acesso às pessoas estranhas praticamente não existia. Hoje um estranho pode ser convidado a entrar em sua casa, por mais vezes que um amigo de longas datas. O que se deve fazer quando perceber que a amizade venceu? Simplesmente a liberte de você e viva a sua vida, porque novas amizades surgirão para tornar seus dias mais interessantes. 

"Amizades são como Estrelas: nascem e morrem de repente, e outras simplesmente param de brilhar por um tempo." (Rodrigo Caldeira - Blogueiro)

Publicado por Rodrih às 12:22 | Link do post

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2017 foi um ano cansativo, tumultuado, cheio de acontecimentos atípicos ou, muitas vezes, repetitivos. I will survive!!! Todos nós sobrevivemos! Hoje são 19/12 e faço o fechamento de minha conta deste ano. Comecei sozinho e estou terminando sozinho, muito embora venho observando o momento certo para permitir que alguém faça parte de minha vida como eu preciso que seja, mas isso também ficará para o futuro. Uma das coisas que aprendi em 2017 foi com a liberdade em suas duas significâncias: a liberdade que se dá para que alguém entre em sua vida, muitas vezes sem pedir licença e faça bom uso de seus momentos, às vezes bagunçando ainda mais o que já está difícil de organizar, e a liberdade de me sentir livre, independente, desprovido da responsabilidade de dar satisfação e "andar na linha" - muito embora ando muito mais em linha reta do que muito homem comprometido. Em 2017 exagerei na minha carência e dei liberdade, aliás, extrapolei a cota de dar liberdade às pessoas à minha volta. O resultado disso foi que gerou um conflito de interesses e a quem dei um pouco mais de liberdade - por sentir-me confortável, simplesmente pirou o cabeção e veio com tudo pra cima de mim como se eu fosse inculto, inocente ou influenciável. Essas pessoas perderam todo acesso comigo, pois se não têm capacidade de manterem-se em harmonia e no equilíbrio com a liberdade que dei, certamente não conseguiria manter a relação comigo de forma saudável. Ainda mais eu, que tenho um instinto de liderança na vida social e sou dominador nas relações pessoais. E foi o que aconteceu, aquelas pessoas que se arriscaram no palpite de que estaria eu menos resistente e mais benevolente e se puseram a me testar com enfrentamentos ou jogos psicológicos de dramatização, achando que com isso me tomariam por refém de culpas, arrependimentos e considerações devedoras se surpreenderam com minha capacidade de me posicionar sem delongas. É uma pena, quando se dá liberdade para estreitar a relação com alguém, e percebe que algumas pessoas não estão preparadas para administrarem isso. Geralmente extrapolam e detonam a amizade por besteira. Não há muito tempo um grupo de novas amizades extrapolou da liberdade que dei, e novamente tive que me posicionar a contragosto de muitos. Dar liberdade não significa que me tornei mais retardado ou bem bobo, não quer dizer que perdi meu senso crítico e desaprendi a formar opiniões. Dar liberdade é uma oportunidade da outra parte mostrar o seu melhor do melhor, pois está quase conseguindo um acesso restrito em mim. Todos nós somos assim, mas não é todo mundo que percebe o limite de uma liberdade. E o que fazer quando se ganha liberdade com alguém? Oras, é simples! Continue sendo quem já é e isso ficará cada vez melhor e mais liberto ainda. É como uma criança, que, se você der um bombom por ter estudado e tirado notas boas, num dado momento você diz que ela poderá pegar o bombom no porta-bombons que está sob a cristaleira da sala. Bom, a criança poderá ir e pegar apenas um, ou se ela não entender o significado de liberdade, marcará bem o local onde estará a bomboniere para voltar sorrateiramente mais tarde. Assim são as pessoas imaturas, que confundem a liberdade que recebem de presente, gratuitamente, e se tornam obsessivas e tentam jogar com apostas mais altas. Vão perder, sempre perdem! Estou aberto a ter alguém, mas é engraçado que depois de me desfazer das pessoas que tentaram me tomar por refém de seus interesses próprios (tudo o que não é natural se torna incômodo), estou sem muita expectativa para tal. Mas há aquelas pessoas que souberam cultivar a relação comigo - que sei desde muito tempo não ser um cara fácil de lidar, muito embora eu seja facílimo. Essas pessoas detêm meu interesse e minha atenção em vê-las bem, de que possam viver melhor e com mais alegria seus dias, do que eu , por exemplo. Faço tudo o que posso para as ver animadas, perseverantes e realizadas. Então 2018 está aí, e sinceramente não espero nada de novo, apesar que somos nós quem fazemos isso acontecer, desde que nos permitamos sair de nossa zona de conforto. Então é sensato seguir adiante, não exagerar na liberdade que a Vida me dá para viver novas experiências. Quando você age comedidamente, sua vida passa a ser menos visada e os olhares da inveja não conseguem te ver. 

Publicado por Rodrih às 17:27 | Link do post
 Post criado em 17/06/2011, às 14:16h, revisado em 23/11/2017, às 23h. 
 

 

Ao longo de minha caminhada solitária que tenho percorrido, tive tempo para refletir minhas falhas de conduta, mas também pude perceber quão rica é minha essência e quão belos são os meus valores. Quando me casei em meados de 2006 vislumbrava uma vida conjugal perfeita, mas as coisas deram uma reviravolta extraordinária em minha vida, me vi num turbilhão giratório de altíssima velocidade esmagando tudo o que eu acreditava e suprimindo para o centro desse furacão, depois expelindo-os para o alto novamente e triturando-os para o centro outra vez. Subestimei as leis da vida e das coisas, mas eu não sabia como isso funcionava. Era totalmente leigo e despreparado para viver meu potencial construtivo e transformador. Nesse deserto em que me vi sozinho me desnudei ao conhecimento sobre muitas coisas e na forma de ver como o mundo gira em torno dos manifestos da vida. Aprendi - e tive tempo para enxergar a vida por um prisma mais profundo do que a maioria das pessoas conseguem perceber, e ainda me sinto pequeno e ignorante diante tanto conhecimento que o Universo propõe. Essas pessoas a que me refiro são aquelas que vivem a vida terrena sem se preocupar com a vida do espírito - as que disseminam desconforto e incerteza na vida de outras pessoas, quer por palavras, atos e omissões, sem perceberem que tudo está conectado em todos e não há nada feito sem ser desfeito ou refeito na linha da vida de todos nós. Refiro às pessoas que perdem tempo murmurando as injustiças que o outro causou nelas, pessoas que não perdoam, não esquecem, não reinventam, não recriam, não dão paz e não agradecem. Eu murmurei muito tempo as injustiças que doeram em mim nessa separação conjugal, alimentei com minha energia as pessoas que me fizeram mal, fiz isso por quase dez anos. Para mim, elas vêem o primeiro patamar da vida, numa visão micro, unifocal, como galinhas que ciscam olhando sempre para o chão, procurando o alimento debaixo dos seus pés. Foi necessário ser sugado para dentro desse furacão nesse lapso temporal da vida para quebrar minhas moléculas teimosas e preguiçosas, para que eu pudesse me transformar de galinha para uma águia, ver de cima e ver o todo de uma só vez, numa visão macro, universal. Controlar meu referencial com o subir ou descer de patamares, entender que se quero ver algo menor, devo descer, e usufruir de uma visão micro; mas entender que mesmo nesse micro universo existe o microcosmos, e se eu quiser posso mergulhar num novo universo macro, expandido dentro desse mínimo conteúdo; mas se algo é maior do que consigo ver, devo subir, distanciar para o alto e tornar os objetos tão pequenos abaixo de mim, de modo que eu possa vê-los por inteiro, ter a visão macro, que dista e mostra um novo microcosmo de imediato. Paguei o preço para aprender isso, paguei com sofrimento, porque nada vem de graça para nós, nem o conhecimento. O preço da malícia causa sofrimento, não porque é mal, mas é porque estamos acomodados em nossa zona de conforto e tudo que nos tira desse berço explêndido nos causa sofrimento. O cérebro humano não é o único lugar onde se guarda a consciência. O cérebro é o microcosmo, mas o espírito é o macrocosmo. No cérebro se guarda a consciência limitante, essencial à vida humana, material. Já na mente, está o macrocosmos, no espírito, na consciência que trasmuta a limitação, expande o horizonte dos pensamentos e eleva a consciência à magnitude do conhecimento pelo novo. Não vejo com frieza essas coisas, pelo contrário, vejo com mais amor, humildade e fé. Sim, a fé é a força motriz dos sentimentos, sem fé não há sentimento. A fé não move montanhas, mas nos move entre elas, sobre elas, nos transpassa por elas, nos eleva a elas e nos soterra nelas, dando a impressão que elas são quem estão se movendo. O amor é o fogo em brasa, que arde e não queima, que queima e não machuca. A humildade é a água que refresca, a paz é o ar para respirar, e a fé... a fé é a essência de tudo isso junto. Há algo mais que precisa ser dito sobre as coisas. Existem as sete principais leis herméticas que se baseiam nos princípios incluídos no livro Caibalion, que reúne os ensinamentos básicos da Lei que rege todas as coisas manifestadas. A palavra Caibalion, na língua hebraica significa tradição ou preceito manifestado por um ente de cima, DEUS. Esta palavra tem a mesma raiz da palavra Kabbalah, que em hebraico, significa recepção. As leis estão aí, existem para que vivamos em harmonia entre as coisas vivas e não vivas, materiais e imateriais. São leis universais e são imutáveis. Atualmente estamos vivendo a transgressão dessas leis nas ideologias de conceitos, mas isso também não afetará as leis herméticas. Se são herméticas significa que estão vedadas, não possuem escape.

A primeira lei é a lei do mentalismo. 

"O Todo é Mente; o Universo é mental." O universo funciona como um grande pensamento divino. É a mente de um Ser Superior que 'pensa' e assim é tudo que existe. É o todo. Toda a criação principiou como uma idéia da mente divina que continuaria a viver, a mover-se e a ter seu ser na divina consciência. A matéria são como os neurônios de uma grande mente, um universo consciente e que 'pensa'. Todo o conhecimento flui e reflui de nossa mente, já que estamos ligados a uma mente divina que contém todo o conhecimento. 

A segunda lei é a lei da correspondência. 

"O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima". Lembro disso num estudo de minha mãe no curso de filosofia na Universidade Católica de Brasília, pois eu era quem digitava os trabalhos dela e assim eu também aprendi sobre filosofia. A perspectiva muda de acordo com o referencial. A perspectiva da Terra normalmente nos impede de enxergar outros domínios acima e abaixo de nós. A nossa atenção está tão concentrada no microcosmo que não nos percebemos o imenso macrocosmo à nossa volta. Antes de falar sobre o princípio de correspondência preciso esclarecer a diferença entre macrocosmo e microcosmo que, na filosofia que aprendi com o curso de minha mãe têm significados distintos e importantes de serem compreendidos. Primeiro é interessante que se aprenda o significado de uma palavra e não a confunda com algo como misticismo, astrológico ou sei lá, espírita e por aí vai. Nada a ver. Estou me manifestando por algum conhecimento em filosofia, física quântica, física, psicologia e fé - por hora com o que sei de fato ou aprendi, outrora por consulta e pesquisa sobre o mesmo assunto. Afinal ninguém sabe tudo. Cosmo é um termo que designa o universo em seu conjunto, toda a estrutura universal em sua totalidade, desde o microcosmo ao macrocosmo. O cosmo é a totalidade de todas as coisas deste Universo ordenado, desde as estrelas, até as partículas subatômicas. Pode ser estudado na Cosmologia. O astrônomo Carl Sagan define o termo cosmos como sendo "tudo o que já foi, tudo o que é e tudo que será". O macrocosmo é identificado ora com o Universo, o mundo que é um todo orgânico, ora como o mundo das coisas grandes, das leis magnas, das leis da física, dos conjuntos estelares, planetários, galácticos e do que possa ser considerado grande, maior, enorme, aos conjuntos dos conjuntos, livros de referência de referências, aos conjuntos conhecidos de determinada época etc. Sendo exatamente o oposto de microcosmo. Hermético é algo fechado completamente, de modo que não deixe penetrar ou escapar o ar. Ou ainda alguma coisa muito difícil de compreender. O principio de correspondência diz-nos que o que é verdadeiro no macrocosmo é também verdadeiro no microcosmo e vice-versa. Portanto podemos aprender as grandes verdades do cosmo observando como elas se manifestam em nossas próprias vidas. 

A terceira lei é a lei da vibração. 

"Nada está parado, tudo se move, tudo vibra" - parece óbvio, mas as pessoas esquecem disso quando pensam em tomar decisões em suas vidas. É a vibração das ações boas ou ruins que fazemos que gera resultados bons ou ruins no futuro. Se tudo está bem e você cria uma vibração explosiva, como um choque, todas as partículas se movimentam com a intensidade do impacto e vão mudando o curso dos acontecimentos segundo sua ação. É como se você tivesse milhares de bolinhas ocas de cristal dentro de uma grande caixa. No instante que você pressionar com as mãos as primeiras bolinhas da superfície dessa caixa perceberá que elas não se quebrarão em maior quantidade do que as que estiverem mais no fundo. Isso acontece por causa da lei da vibração, devido o resultado da ação, isto é, a reação.  No universo todo movimento é vibratório. Deus, o Todo, se manifesta por esse princípio. Todas as coisas se movimentam e vibram com seu próprio regime de vibração. Nada está em repouso. Das galáxias às partículas sub-atômicas, tudo é movimento. Todos os objetos materiais são feitos de átomos e a enorme variedade de estruturas moleculares não é rígida ou imóvel, mas oscila de acordo com as temperaturas e com harmonia. A matéria não é passiva ou inerte, como nos pode parecer a nível material, mas cheia de movimento. Quando os cristãos, os messiânicos, os espíritas e tantos humanos que impostam as mãos sobre outros estão emanando a vibração. O conjunto ou a força da intensidade de vibração é que faz com que as partículas moleculares atinjam quem estiver mais aberto para recebê-las. Orar em língüas é uma extensão desse movimento vibratório também, porém mais intenso. Tanto quem emana, como quem recebe a vibração precisa estar livre de bloqueios ou desvios mentais, já que tudo é movido pelo poder da mente, que funciona como uma antena parabólica e todo o corpo seriam as hastes emissoras e receptoras das ondas de energia moleculares - bem como acontece com a televisão e o rádio. Nesse caso, nós emanamos energia de vibração, quer seja por boa ou má vontade o que não deixa de ser a mesma energia e recebemos de volta a intensidade que dispersamos, muito embora podemos dar pouco e receber muito mais. Por isso que as curas de males de todos os tipos costumam acontecer entre multidões, dado que a receptividade é menor do que a quantidade de emissores que vibram com maior tensão de energia.  Em situações que repórteres filmam um colega durante uma transfusão de energia, mas este não emana nada, pois está bloqueado e com desvios de pensamentos, limitado à uma mente racional, também não recebe nada e ainda consegue causar o caos local. Isso se dá pela força de bloqueio que causa interferência na vibração molecular harmônica à sua volta. É como um grão de areia que cai sobre uma poça d'água e formará anéis segundo o impacto de sua vibração. Porém, se ao cair esse grão de areia e formar tais aneis na água também cair em seguida outro grão de areia próximo ao primeiro, os círculos de ondulações formados interferirão nos anéis do primeiro grão, o que poderá impedir que os anéis façam um desenvolvimento completo e harmônico como deveria acontecer sem a interferência do segundo grão. Agora imagine centenas de grãos mergulhando na poça em momentos diferentes, quantas ondas atrapalharão umas as outras? Assim é uma pessoa que não está no meio de tantas outras e não emana nenhuma vibração, tampouco se permite receber. Essa pessoa estará fora do tempo e da sintonia das demais e fará com que o ambiente se desorganize a nível do microcosmos. 

A quarta lei é a lei da polaridade. 

"Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados". Quando você diz que ama intensamente, também está dizendo que pode deixar de amar de repente. Quando a alegria invade seu espírito a tristeza entra pela mesma porta. Tudo está concatenado com um só sentido e por toda sua vida você terá que se equilibrar entre o que acha que é daquilo que sabe o que é. O que você acha é o oposto do que você sabe que é. É no saber que se tem a resposta, mas para que o saber pudesse ter o valor na decisão o achismo precisa existir para confrontar e testar sua resistência naquilo que você acredita de fato. A polaridade revela a dualidade, os opostos representando a chave de poder no sistema hermético. Mais do que isso, os opostos são apenas extremos da mesma coisa. Tudo se torna idêntico em natureza. O pólo positivo + e o negativo - da corrente elétrica são uma mera convenção. O claro e o escuro também são manifestações da luz. A escala musical do som, o duro versus o flexível, o doce versus o salgado. Amor e o ódio são simplesmente manifestações de uma mesma coisa, diferentes graus de um sentimento. Quando você diz que é muito diferente daquele que você ama, você está manifestando o lado anverso do seu amor, o ódio de amar. Isso se chama fechar o elo, encontrar os polos, ir de encontro a si próprio no outro em seu sentimento. O que seria se o duro fosse flexível, o doce fosse salgado e o escuro fosse claro? Seria amedrontador. Tal dá o mesmo pavor amar e não amar ao mesmo tempo. É nessa lei que irá prevalescer a lei anterior, a lei da vibração, as bolinhas ocas de cristal. 

A quinta lei é a lei do ritmo. 

"Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés, tudo sobe e desce, o ritmo é a compensação". Nem sempre você terá o que quer e dará o que lhe pedem. Há uma compensação, um alívio entre a sinergia que acontece com você para quem você ama e vice-versa. Não há respostas porque a resposta já foi dada, resta aceitá-la e recebê-la. O entendimento é que toda ação gera reação e que você pode fazer o que quiser, mas não deixará de sentir o retorno das coisas. Exatamente nisso que tanto observo na minha vida: o feedback, o retorno. Tudo tem o seu retorno, sem retorno não há comunicação, entretanto o fluxo e o refluxo acontecerá independentemente se quer ou não. Pode se dizer que o princípio é manifestado pela criação e pela destruição. É o ritmo da ascensão e da queda, da conversão energia cinética para potencial e da potencial para cinética. Os opostos se movem em círculos. Se são opostos, então vão sempre se encontrar. Os pólos do ímã quando são iguais, semelhantes, isto é, se são positivos ou se são ambos negativos, não vão se unir, não se aceitarão. Está aí porque os opostos se atraem. É a expansão até chegar o ponto máximo, e depois que atingir sua maior força, se torna massa inerte, recomeçando novamente um novo ciclo, dessa vez no sentido inverso. A lei do ritmo assegura que cada ciclo busque sua complementação. 

A sexta lei é a lei do gênero. 

"O Gênero está em tudo: tudo tem seus princípios Masculino e Feminino, o gênero se manifesta em todos os planos da criação". Os princípios de atração e repulsão não existem por si só, mas somente um dependendo do outro. Tudo tem um componente masculino e um feminino independente do gênero físico. Nada é 100% masculino ou feminino, mas sim um balanceamento desses gêneros. Existe uma energia receptiva feminina e uma energia projetiva masculina, a que os chineses chamavam de yin yang. Nenhum dos dois pólos é capaz de criar sem o outro. É a manifestação do desejo materno com o desejo paterno. Da protegida com quem protege. Do escolhido com quem escolhe. Nada está livre do princípio do gênero masculino e feminino. Se há um parafuso, um plugue, uma conexão sempre haverá de se referir à fêmea ou ao macho, faça o teste e peça ao vendedor um conector de som. Observe a resposta e se espante, pois ele irá lhe perguntar: "Macho ou fêmea?".  Tal qual são os conselhos e as dicas, não se recebe bons conselhos de alguém do mesmo gênero que o seu, nem se consegue dar a melhor orientação à pessoa do mesmo sexo, porque vai contra a lei do gênero. A maior influência de uma separação conjugal está na interferência, conselho ou orientação de pessoas do mesmo gênero para aquela que se contorce na dúvida. À mulher, suas amigas geralmente - isso pode incluir todos os tipos de mulheres e em qualquer nível de parentêsco ou não. Ao homem, seus amigos geralmente - isso pode incluir a mesma coisa que para a mulher, tal qual como coisas de homem ou do machismo do homem como o futebol, o happy-hour, o trabalho. 

E a sétima lei é a lei da causa e efeito. 

"Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade mas nenhum escapa à Lei". Nada acontece por acaso, pois não existe o acaso, já que acaso é simplesmente um termo dado a um fenômeno existente e do qual não conhecemos e a origem, ou seja, não reconhecemos nele a Lei à qual se aplica. Esse princípio é um dos mais polêmicos, pois também implica no fato de sermos responsáveis por todos os nossos atos. No entanto, esse princípio é aceito por todas as filosofias de pensamento, desde a antiguidade. Também é conhecido como karma. Você não conseguirá fazer nada sem receber o efeito disso, tudo está ligado a você e você está ligado a tudo. Qualquer movimento brusco terá conseqüências bruscas no futuro, qualquer interferência que você fizer na vida de outra pessoa, animal ou coisa refletirá em você de outra forma que seu conhecimento não preverá. Ninguém está livre da responsabilidade da escolha. Nada acontece por acaso, porque o acaso não existe, porque existe um propósito por trás de todas as coisas.

Da Energia Latente no Ser Humano

Algo latente geralmente é referido como algo implícito, que tem um potencial determinado numa ação futura, num 'porvir', no sentido de, num estado anterior, estar em 'repouso'. Por exemplo, diz-se do estado em que permanecem os animais hibernais e as sementes, que durante muito tempo ficam com o metabolismo tão baixo que parecem sem vida. Ser Humano (Ser) é Energia. Essa Energia é força de maior intensidade, de menor intensidade e de zero intensidade. Há quem hiberne na latência de sua energia, há quem viva um quadro sempre sofrível. O Ser ativo, participativo, solidário, ético, optativo e decisivo é um Ser de Energia de intensidade alta, grande, maior. Um Ser inativo, egoísta, passivo, corruptor, inoptativo e indeciso é um Ser de Energia de intensidade baixa, rasa, sofrível. Um Ser doente, em fase terminal, é um Ser de intensidade de Energia igual a zero. Um Ser que faz o mal, vive para o mal, pratica o mal, venera o mal, participa para o mal, tem o pensamento voltado para o mal, ludibria a vontade alheia em proveito próprio, tem uma Energia de intensidade sofrível. Um Ser que é benevolente, que pratica boas ações, que venera o bem, faz o bem sem olhar a quem, ajuda ao próximo, tem o pensamento voltado para a prática do bem, é altruísta, provoca a paz entre os homens, é humanista, tem doçura ou respeito pelos seres viventes à sua volta, tem uma Energia de grande intensidade. O ato sexual, em si, estimula a energia de maior intensidade, porém, será como sua mente processa essa ação, que fará com que a intensidade permaneça alta ou cáia vertiginosamente causando uma experiência de vazio e sentimentos sofridos. A energia sexual é nosso gerador da vida recorrente que nos dá a chance da reinvenção constante, assim também se torna nossa influência na vida de outras pessoas naquilo que emanamos para elas a renovação macrobiológica. Se souber aliar essa energia com as leis herméticas tem-se uma vida altamente produtiva e ricamente favorável. 

Publicado por Rodrih às 14:00 | Link do post
Estado de Espírito: Introspectivo
Ouço ou Leio: sem música

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Há muito se diz que Deus é misericordioso, porém é justo e julgará a todos nós com justiça e atenção de todos os nossos atos. Fico imaginando isso acontecendo e penso que se Deus está na eternidade, certamente não terá nenhuma pressa de acelerar os trabalhos, ou seja, até seus olhos chegarem em mim já se passaram milênios. Se for para julgar cada um de nós com a mão da justiça no mesmo peso e na mesma medida para todos, então ferrou, o céu ficará vazio. Se chegar a vez de um funcionário do metrô, um sujeito de bom coração, ele poderá se ver em maus lençóis quando Deus mencionar que ele não foi de todo boa gente assim, porque fez greves e isso gerou transtornos a milhares de pessoas. Então o sujeito vai dizer que não agiu sozinho, e Deus poderá dividir para cada grevista uma quantidade da população que foi atingida por cada greve, considerando aquelas pessoas que perderam alguma oportunidade, outras que sofreram alguma punição, humilhação etc., sem falar as que morreram ou não conseguiram chegar a tempo de salvar ou mesmo de dar o último adeus a um ente amado. Poderá pegar a quantidade de funcionários grevistas, digamos, oitenta e ratear as três milhões de pessoas atingidas por um ato egoísta de interesse próprio no interesse de cada um, sem se preocupar com o próximo. Então teremos  37.500 pessoas por funcionário grevista. E se Deus sentenciar apenas nesse assunto cada responsável por algum transtorno e infelicidade à população, variando e considerando o grau de angústia e o desdobramento causado de cada pessoa, esse funcionário do metrô vai até sentar para ouvir que a sentença seria de um ano de reflexão per capita, em que já contabilizará 37.500 anos de reflexão só nesse ato laboral. E teremos um mundo cheio de pessoas lamentando seus comportamentos que refletiram de alguma maneira na vida de outra pessoa, ou mesmo de outras tantas atingidas pelas escolhas deste e daquele. Todos ficarão em dívida e o céu ficará vazio por uma eternidade. Pessoas que barganham tirando do mais pobre seu merecimento de ganho por seu trabalho ou feito, pessoas que sorriem com a cara física, mas fecham a cara com a cara espiritual. Pessoas que fizeram alguma maldade num bicho de estimação esperando atingir seu dono - lembrando que ninguém é dono de ninguém, nem mesmo dos animais. Pessoas que traíram ou mesmo estimularam para isso, pessoas que influenciaram negativamente e de alguma forma sutil ou não, pessoas que modelaram pessoas para se satisfazerem de seus interesses pessoais e individuais, pessoas que de alguma maneira atingiram - direta ou indiretamente - a vida de outras tantas, positiva ou negativamente, numa matemática de positivo contra negativo, tudo isso sem a menor pressa e com muita, mas muita paciência divina. Se todos os atos diários forem analisados a cada segundo, minuto, hora, dia, mês, ano, anos... então realmente precisaremos da eternidade para cumprir com nossas sentenças, que não serão poucas. Assim o céu ficará, realmente vazio, e nós estaremos refletindo cada cena que nos surgir à mente para que possamos evoluir nossa capacidade de merecer viver na paz eterna de Deus. Mas há quem dirá que Deus é misericordioso, então triplique esses anos de metamorfose que você irá passar até merecer por si mesmo entrar e habitar o Reino dos Céus. Como eu já não tenho como voltar atrás em muitos atos que já fiz, sei que vou precisar de um anjo-advogado sinceramente, vou continuar errante, e deixar esse ideal de passar pelos portões de ouro celestiais para outra ocasião mais oportuna. 

Publicado por Rodrih às 11:05 | Link do post
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Comentários
Oi Bruno, eaê brow, situação complicada essa hein....
Dúvida muito pertinente :)
Eai irmão,Acontece comigo em meu trabalho, tenho n...
Vivo o mesmo que você.. 14 anos! Desejo que ele mo...
No final, eu também não entendi o que você quis di...
No final embaralhou tudo, ficou tonto.
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