Publicado por Rodrih às 21:42 | Link do post
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Já disse uma vez Clarice Lispector, que devemos procurar mudar tudo, em nós ou em torno para que possamos experimentar coisas boas que a vida tem a oferecer, mesmo que as coisas não tão boas aconteçam. Ela sugeriu coisas que já faço há tempos. Uma delas foi "escreva".

 

Então nessa vida solitária que escolhi estou vivendo, inventei senti necessidade de criar novo blog e chama-se Vida & Cozinha de um recém-solteiro. E vai tratar de ser uma espécie de Guia de vida doméstica do homem divorciado, tendo que encarar a cozinha, as panelas e todos esses seres alienígenas, enfim, acredito que será bacana.

 

1/2 noite, vou dormir, meu relógio biológico está desajustado, pois recentemente (há 3 dias) fiquei aproximadamente 33 horas acordado direto, sem sair de cima. Então agora nem consigo ficar acordado até 1/2 noite... não consigo? Estou capengando de sono e vou dormir literalmente.

Publicado por Rodrih às 03:57 | Link do post

Todos nós precisamos de alguém que precise da gente, mas quando chega um momento em que, infelizmente, nos tornamos dispensáveis, quer por termos perdido o "valor", o status, a beleza, a credulidade, a simpatia ou seja, o interesse em geral (diga-se de passagem: o "interesse"), então somos lançados na vala dos mortos, dos moribundos e dos zumbis.  Lá ficamos perdidos, sem saber que universo é aquele tão fétido, tão sombrio, tão vazio, apesar de estarmos cheio de morte, tristeza e desespero. É a morte anunciada pela parte que nos dispensou, é o caveirão que passou e pegou você, justo pois você era quem estava à mostra embalado no saco de lixo do cheque-mate de desprezo dado pela parte que você jurava que te amava muito, acima de qualquer suspeita, erros, brigas, desentendimentos e ciúmes também. Muito bem, você é o lixo da vez e lixos vão para a vala dos mortos. Quando você se sentir demasiadamente assim e essa angústia perdurar, tornar-se uma lembrança diária, então redobre sua atenção, porque você pode estar sofrendo de traumas de rejeição na infância ou até mesmo durante a gravidez de seu nascimento. Então leva um tempo para você entender ou assimilar o que está acontecendo. O cheiro ruim de tudo que está ao seu redor desaparece, o calor ou frio também, as cores somem, desaparecem, o paladar deixa de existir, seus ouvidos não escutam absolutamente nada, seu estômago não processa os alimentos, ou o abaixo do mínimo em quantidade que você consegue pôr na boca. Você fica meio que anestesiado, um zonzo quase que permanente, como se tivesse a possibilidade de ficar por horas, dias, meses sob as profundezas de um lago, ali, parado sem ouvir, sentir, falar nem participar de nada, só silêncio e muitas perguntas mal formadas na mente. Há pessoas que não atravessam o Deserto, não se permitem ou talvez consigam se desapegar rapidamente da pessoa que amou um dia ou pela pessoa que o amou, vai saber... então, este texto é para quem resolve atravessar seu Deserto, mergulhar em suas próprias reflexões, procurar entender o porquê das coisas, se permitir biblicamente ter o tempo para cada coisa (vide eclesiastes 1-6), pois são pessoas que não têm resistências às perdas, possuem algum trauma em rejeição, então praticamente vivenciam o que relato aqui. Depois de quase 90 dias você entende que realmente está na vala dos mortos, e portanto, você está morto, mesmo que não soubesse ou não entendesse, mas está sim. Daí você já está consciente e os pensamentos começam a bombardear sua mente, sua cabeça vira uma estação de trem, que mesmo sendo bem controlada, não passa por algo muito equilibrado, é barulhenta - ainda que no mais intenso silêncio e é um imenso caos. Passado essa fase, você começa a se autossabotar com pensamentos, conclusões místicas, mentais e psicológicas. Você começa a viajar demais na batatinha, acredita que está livre, leve e solto, então procura uma fuga para você se apoiar, como uma bengala, e se matricula numa academia bem movimentada para desenvolver sua sexualidade renovada, mas não o seu bem-estar. A autossabotagem acontece nos 3 primeiros meses de deserto e vai até e aproximadamente o 15º mês de vida solitária. Tudo se torna autossabotagem. Você se sabota em todos os pensamentos, conversas, encontros, desencontros etc. Você se engana e se ilude diversas vezes, seu maior inimigo é apenas você mesmo. Você se expõe demais, e pensa que as pessoas estão sentindo pena. Você jura o tempo todo que já se libertou daquela pessoa que destruiu seus sonhos, seus planos e seus desejos. É a fase dos mortos-vivos e você já saiu da condição de morto e agora vaga por aí sem saber de onde veio e muito menos para onde vai. Então você pensa que ainda pensa e quando isso acontece jura que pensou em dar a si próprio um banho de loja, cortar o cabelo e se veste bem melhor como nunca esteve. Tudo ilusão, tudo gasto e perda de tempo, apesar que isso é inevitável. Você acha que está sendo visto, mas na condição de morto-vivo você hora é percebido, hora nunca foi visto. Ser invisível é algo que você passa a acostumar. Não ser a pessoa ideal para ninguém, não estar na medida, não ter o menor quesito de beleza e até perder a fé são coisas que você passa a entender durante esse novo período de 15 meses. Sua vida social é deletada, riscada do mapa, seus amigos vão sumindo gradativamente e cada vez que vêem você na zona de rebaixamento emocional. Eles todos se afastam, falam de você nos cochichos, dizem para você que viram a pessoa amada que te abandonou, então você entende que se enquanto amigo, essa pessoa faz isso, poderá imaginar que se fosse seu inimigo não seria diferente. Você conhece todo tipo de gente e começa a perambular em todo tipo de crença, doutrina e fé. Você chega a fazer coisas que jamais imaginou-se fazendo, tudo porque você está procurando respostas e encontrando absolutamente nada. Não adianta! Essas coisas funcionam com as mulheres, mas com os homens a única coisa que alivia a dor, o cansaço, a tristeza e o pensamento auto-sabotador e auto-destrutivo é o sexo com outra mulher.

Publicado por Rodrih às 02:39 | Link do post
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"Vamos sair pra beber?"

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Publicado por Rodrih às 18:55 | Link do post
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Há 3 dias recebi a visita de três velhas colegas de estrada. Não gosto delas, mas não sei porque fico sem reação ou mesmo sem atitude quando elas vêm até a mim. Elas me incomodam, mas não consigo mandá-las embora, mesmo porque elas são indecentes e muito folgadas, não respeitam ninguém, o que dirá então um cara como eu estou atualmente? Não, elas não se importam de me incomodar e muito menos se estou achando bom ou ruim. Simplesmente elas aparecem sem marcar hora, sem ligar e tampouco sem avisar. Já até me acostumei, já que existem tantos "sem educação" por aí, uma ou três a mais não fará a diferença.

 

É uma esculhambação isso, me aborreço com essas coisas, mas aprendi que não compensa bater de frente com elas ou qualquer uma delas.  Então emudeço e me esqueço um pouco, silencio-me os atos e congelo meus pensamentos para não mandá-las para o inferno, porque se eu mandar qualquer uma delas terei mais problemas. Claro, quem é que ficaria quieto diante uma ofensa maior? Procuro deixar com que a visita delas me incomode o mínimo, apesar que não é fácil desviar a atenção ou ignorá-las por completo. O ruim é que elas não se mancam e não tem senso de território ou não bebem chá de simancol, o tempo e o relógio parecem que não fazem diferença ou são importantes, não sei. Às vezes as deixo no apartamento e saio sozinho para nenhum lugar. Chego a gastar meio tanque de combustível do carro rodando de hipermercado em hipermercado, para ocupar os olhos com movimentos, cores, formas, luzes e sabe-se Deus lá mais o que. Tudo o que mais preciso é demorar chegar no apê para tentar pegá-las ao menos dormindo, assim tenho mais espaço e mais sossego, apesar que uma delas sempre tem insônia e outra tem sono leve, então raramente consigo despistar-me de todas juntas, mesmo que eu tire os sapatos.

 

Certa madrugada fria, minto, congelante, uma delas estava justamente pegando o elevador exatamente no momento em que eu estava chegando de outra noite de fuga visitando hipermercados por aí. Foi foda ter que dar de cara com a desgraçada logo no elevador, e subir até o andar, além de ter a obrigação de abrir a porta pra ela entrar primeiro. Sabe, é desgastante isso, não me adapto bem às antigas amizades.

 

A Solidão é a mais velha, é canseira e fala muito pouco, quase não fala coisa com coisa. A irmã dela é a Tristeza, é de dar pena, está sempre com a cara triste e dá até vontade de chorar se ficar olhando pra ela muito tempo. Ela fica resmungando o tempo todo, choramingando e fazendo com que tudo fique triste e sem razão de ser melhor. A terceira é a prima das duas, parece que é a mãe, porque é a mais velha e mais irritante. A Depressão é complicada, acho que nem ela mesma se entende e fica causando confusões na mente da gente, sabe como é? Então, ela fica projetando pensamentos, culpas, humilhações, enfim, ela é a mais cruel das três. Bem que tento disfarçar, mas para essa última eu abro as pernas mesmo, não é fácil e ela ganha na quebra de braço muitas vezes.

 

Caramba, elas já estão há três dias hospedadas aqui e não sei mais o que fazer. A Solidão não me tira o sono, mas me tira a paz e me deixa muito ansioso, carente, desprotegido e inseguro. A Tristeza me arde os olhos, fica me provocando para me fazer chorar por pena de mim ou para que eu mesmo assuma o quanto perdi tendo um fim no meu casamento. Mas ela não entende e fica me fazendo pensar coisas que, quando me dou conta, já estou com os olhos cheios d´água e pensamentos tristes, que só alimentam ainda mais minha sensação de derrota. Daí a Depressão vê que a festa está armada e entra de sola e tudo. Entra fazendo barulho, me dá um sacode e quando ela encosta em mim leva quase toda minha energia vital e forças. Não é fácil lidar com as três, sério mesmo. Daí a insônia e a preocupação toma conta da minha cabeça.

 

Não, a insônia e a preocupação não são colegas, nem são pessoas, elas são situações só. Apenas essas três colegas é que são pessoas que me incomodam e me fazem ter reações prejudiciais à minha saúde, como o que faz a Solidão que aliada à Depressão me faz sonhar muito, muito mesmo com a ex-mulher na sua forma mais sublime (que eu sei, hoje em dia, que ela - a ex-mulher - atuou (no sentido de ser atriz) muito bem um semblante e comportamento sublime, mas que na verdade é uma interesseira de rosto bonito e bunda grande, só isso). Eu já estou cansado de tanto evitar essas três, mas por agora não me interesso muito em mudar esse quadro. Às vezes é mais confortável deixá-las me atormentar sem eu precisar fazer nada para impedi-las, simplesmente porque ninguém se importa, já que sempre dou um sorriso, faço uma brincadeira, conto uma piada e as pessoas lá fora, incluindo meus familiares, nem percebem que por dentro estou desaparecendo. Se eu tiver que lutar contra elas terei que manter o coração aquecido, produzindo muita energia boa e iluminada, mas é que não tenho tido muitos motivos que me fossem motivacionais e inspiradores. Melhor assim, menos ilusão e menos sofrimento no futuro, penso... enfim.. acho que é isso que penso.

 

São 04:18h da manhã e aqui estou tentando não ir dormir, mesmo morto de sono, meu corpo clama por cama, travesseiro e sono, mas meu cérebro tem medo de dar tal comando ao meu corpo, pois tem quase certeza que sonhará com a ex-mulher novamente, como foi anteontem, antes de anteontem, ontem também. Uma coleção sequencial de sonhos, um grande pé no saco, sempre acordo mais cansado, com o corpo doendo, costas e coluna vertebral travadas, apertado ao ponto de um vacilo e posso fazer xixi na cama. É óbvio que nunca fiz, mas é para entender o grau do que me refiro ao estar apertado. Sonhar com ela é o pior dos pesadelos, de todo jeito é o pior dos pesadelos. Descobri que se eu forçar ao máximo o ato de ir para a cama dormir, poderei até sonhar com a ex-mulher, mas a mente não lembra disso quando eu acordar. Antes eu pensava que era um problema espacial, então saí do espaço-cama e ia dormir (muito mal, por sinal) na chess-long que tenho aqui. A chess-long é uma espécie de sofá inglês, coisa de fresco, mas já que comprei para um fim que nunca foi usado, então peguei pra mim de volta.

 

Então hoje, quero dizer, ontem fui a 5 hipermercados das 21 à zero hora, percorri 76 quilômetros de carro em todo o percurso. Desci em cada hipermercado, num comprei pão, noutro potes de vidro na promoção, no seguinte comprei granola e em cada um comprava uma coisa, ainda comprei hamburgueres e outras coisas que nem lembro agora. Quase comprei uma televisão em LCD de 26 polegadas, mas tive cabeça no lugar para não cometer tal erro. A Tristeza me ensinou numa conversa particular que tivemos, que comprar coisas caras fora de nossos costumes nos faz sentir mais feliz e menos inúteis. Só não disse com o que ou para quem, mas nisso também.. deixa pra lá, tudo bem.

 

Mas tudo bem, não quero namorar mais, estou convicto que eu não tenho capacidade para isso, para fazer outra parte feliz e realizada. Ainda mais agora que descobri que mulher não gosta de homem exatamente, mas sim da bendita segurança que todas (sem exceção) dizem que procuram num relacionamento. Agora sei que se trata da segurança financeira, do status, das condições de serem mantidas em seus confortos e luxos pessoais, por mais que cada tipo de regalia tenha um nível de alcance desejado por cada mulher, ainda assim. Porque quem gosta de homem mesmo é gay. Da mesma forma que uma mulher não se veste para um homem apreciá-la, mas se veste para que outra mulher a aprecie e sinta inveja dela, algo nesse sentido. A ex dizia isso o tempo todo, era frustrante, porque eu pensava que ela se arrumava só para mim, tudo bem, deixa pra lá.

 

Queria ter dito muita coisa que a ex-mulher, enquanto esposa precisava ter ouvido de mim, mas me calei para não perdê-la. Deveria ter falado algumas verdades que tenho certeza que a deixaria consternada e abobada com minha sinceridade e senso de observação. Fiz vista grossa para muitas coisas, fingi não ter percebido outras tantas e me fiz de bobo para dar a ela sensação de inteligência emocional melhorada. Fingi que eu não sabia mentir só para ela se sentir esperta e inteligente, mas não, ela não teve a capacidade de levar na esportiva e deturpou toda a brincadeira, levando cada cena ao pé-da-letra, vendo demônios onde não existiam nada. É, mas eu não falei. Não falei justamente pelo maldito sentimento de proteção que eu nutria por ela. Deveria ter tratado a ex-mulher como ela merecia e dava por merecer, isto é, como uma qualquer. No filme Lua Nova, da Saga Crepúsculo, mostra o mesmo senso de proteção que eu nutria pela ex-mulher e isso é patético, não sei como fui tão ingênuo. Então ouço dizerem muito sobre homens que têm fobia a relacionamentos, agora entendo, porque esses homens foram os caras que um dia se entregaram por inteiro numa relação de amor, contaram seus segredos mais íntimos e se deram de corpo e alma, mas sofreram com uma desilusão catastrófica absurdamente estrondosa e que hoje em dia sofrem vertigem só de perceberem que despertaram o "amor" em outra pessoa, porque como penso agora, esse tal "amor" não existe, é consequência do que tenho, do que dou e do que asseguro para a outra parte. O sentimento do "amor" mesmo só existe nos filmes. Dizem que Deus amou seu único filho, o senhor Jesus, mas eu não consigo compreender esse "amor" meio homicida-suicida, então juntando este com aquele dá pra ver que o "amor" mesmo não existe, senão a condição de agrado enquanto agrada a outra parte. Agora sou o mais novo ocupante da cadeira desses alérgicos às relações afetivas e amorosas? Não sei, só sei que fico tenso só de pensar em namorar alguém, por mais bela que seja - ainda que supra meus anseios e desejos carnais e pessoais.

 

Agora estou aqui namorando fielmente o computador, o teclado, o mouse, o estabilizador, as caixas de som e essa cadeira giratória de rodinhas toda macia que me acolhe todos os dias dessa nova vida de recém-solteiro. Se pudesse botaria fogo nessas coisas todas, mas é o que me restou da coragem de assumir um relacionamento, se é que posso ser entendido assim. Um amigo me chamou para assistir O Homem de Ferro 2, nossa! Eu estava doido para assistir, mas ele gosta de ir no Pier 21, território onde a ex-mulher freqüenta ou seus comparsas passeiam, então só de pensar senti taquicardia e pânico (a tal síndrome do pânico), não é fácil viver atualmente dessa maneira, desse jeito. Tive que mentir para ele e dizer que estava para viajar com meu pai nesse fim de semana. O irônico é que eu e meu pai mal temos uma comunicação tão aberta a ponto de rolar uma viagem juntos assim. Então vejo lindas mulheres nos hipermercados, olho para seus dedos e lá estão as alianças de casamento. Como cortam minha alma. Nem nos hipermercados eu tenho sossego, então procuro olhar para as prateleiras e sempre que "sinto" que uma linda e gostosa mulher se aproxima eu começo a ler os códigos de barra, marca, local de fabricação, ingredientes enfim, qualquer tipo de rótulo com aquelas letras miúdas. Tento ler palavra por palavra e quanto menor for a letra melhor será para me concentrar num esforço tal que mal consigo prestar atenção no que acontece ao meu redor. Nessa hora eu seria engolido pelo tiranossauro rex do Jurassic Park, se ele aparecesse de repente, seria um petisco fácil. Se bem que eu estaria imóvel tentando ler as letrinhas, então acho que o dino não me notaria e pegaria a bonitona gostosa que estivesse ao meu lado, que provavelmente ela entraria em pânico e tentaria correr.

 

Também me esforço para comer mais, quero ganhar peso. Não digo que quero engordar porque o termo é feio, então ganhar peso é mais bonito e elegante. Mas os braços não engrossam nem as pernas, deduzo que terei que malhar para isso, só que estou sentindo minha bunda balançar, acho que a minha bunda cresceu um pouco. Coisa estranha isso.. Já ganhei dois quilos, é pouco, pôrra, tô comendo pra cacete. Chego a botar três colheres de sopa de fubá de milho na vitamina batida com granola, iogurte, leite integral, leite de soja e Neston e só a minha bunda é que aumenta cacete! É revoltante ser seco e a bunda ficar balançando quando ando de cueca no apartamento, coisa meio gay, eu acho. Poisé hoje é sábado, primeiro de maio. Foda-se o dia dos trabalhadores. Fodam-se os trabalhadores, principalmente as trabalhadoras que começaram a trabalhar e logo se desquitaram de seus maridos. Fodam-se essas escrotas, detesto esse tipo de praga humana, só servem para estragar, contaminar e disseminar o desamor na humanidade. Pistoleiras.

 

Agora que meu estômago está maior, isso mesmo, de tanto socar comida, vitamina, lanche, frutas etc nele, o coitado acabou aumentando e agora pareço uma draga, só não como as coisas cruas porque arroz e feijão crus são meio duros para serem quebrados no dente. Nossa, quanta besteira! Nossa, que texto grande esse aqui que fiz... eu sempre releio meus textos, mas esse aqui tá muito grande, tenho paciência não. Vou comer então. Caraca, 5 e 3 da manhã.. sacanagem! Meu relógio biológico vai pro saco desse jeito. É foda! Fala sério. Ainda bem que minha cama é larga, dá pra me deitar entre as três inconvenientes na hora que eu for deitar. Bateu o sono, fui.....

Publicado por Rodrih às 07:45 | Link do post
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Rodrigo, amei o texto ta explicado de forma muito ...
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