Amar é... 

 

...ser diferente em tudo e igual ao mesmo tempo.

 

 

(mesmo que seja diferente em tudo)

 

 


 

 

Amar é... 

 

...ser a melhor companhia sob medida de alguém.

 

 

(mesmo que requeira pequenas adaptações)

 

 


 

Amar é...

 

...querer explicar a origem dos planetas e gostar de ouvir pela décima vez.

 

 

(e gostar de recapitular tudo de novo de volta)

 

 


 

 

Amar é...

 

...estar sempre por perto, mesmo que não precise.

 

 

(ou precise um pouquinho só)

 

 


 

 

Amar é...

 

...zelar de quem você ama.

 

 

(mesmo que pareça ser desnecessário)

 

 


 

 

Amar é...

 

...não deixar de acreditar que amar pode dar certo.

 

 

(mesmo que o mundo diga o contrário)

 

 


 

 

Amar é...

 

...continuar zelando e demonstrando seu amor.

 

 

(mesmo que não precise de novo)

 

 


 

 

Amar é...

 

 

(mesmo que de novo, de novo)

 


 

Amar é...

 

...contar piada com a própria história de amor.

 

 

(mesmo que os dias passem depressa)

 


 

Amar é...

 

...namorar sempre sem deixar de acreditar nunca.

 

 

(mesmo que os dias pareçam passar rápidos demais)

 


Publicado por Rodrih às 02:53 | Link do post
Estado de Espírito:
Ouço ou Leio: Namorando (Grecco)
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A teologia cristã justifica que o limbo é um lugar para onde vão as almas inocentes que, sem terem cometido pecados mortais, estariam para sempre privadas da presença de Deus, pois seu pecado original não teria sido submetido à remissão através do batismo. Iriam para o limbo, por exemplo, as crianças não-batizadas e as almas justas que teriam vivido antes da existência terrena de Jesus Cristo.

 

Para a cultura geral, o limbo é o local para onde vão todos os humanos em transição de morte carnal, sendo um local igual para todos e nele permanecem até que a luz divina resplandesça sobre os escolhidos, perdoados ou purificados.

 

Tomando por base essa definição, trazendo para a luz da psicologia e a filosofia cotidiana, podemos ver o limbo presente em alguns resultados de nossos atos, escolhas e decisões incertas.

 

As decisões existem, estão em níveis de seriedade e perscepção, e podem mudar o curso da história de um povo ou mesmo definir o destino de alguém. A decisão tem seus níveis e pesos observados em escalas de intensidade, sendo decisões incertas as que são dadas por confusão mental, sofrível, penosa, tomada por forte emoção e definida por crises gerais (de personalidade, de comportamento, de condição e de sujeição). Essas decisões são primárias, mas podem mudar a direção do rio da vida e causar catastróficos resultados futuros. As decisões secundárias, são mais brandas e quem as toma sempre está consciente do resultado que não se seguirá adiante. São as decisões educacionais de pais aos filhos ou do adulto para o adolescente ou para a criança. São atos que se prevêem os resultados, almejam por um retorno e esperam reações positivas. As decisões terciárias são aquelas que se confundem com as secundárias, mas não têm efeito sobre nada e ninguém. São palavras ao vento, oriundas de uma vontade de fazer ser, uma fantasia ou mesmo um manifesto de auto-sabotagem. As decisões terciárias podem se tornar primárias se o agente da ação insistir em seu ato imprudente e o que era um blefe pode se tornar em algo maior, sem volta e trágico.

 

 

As decisões primárias levam ao limbo da vida terrena, um lugar sem sentido, sem direção e cheio de pensamento, julgamento, ira, dor, rancor, medo, incerteza, frustração, raiva, amor, saudade, perdão, complascência, ódio, misericórdia, entendimento, dúvida, tormento e paz. Este limbo é dominado pelos paradoxos que não dão trégua tanto a quem provocou tal resultado, encaminhou outrem para esse lugar, como quem é puxado, repelido ou envolvido por essa pessoa. A confusão se instaura e o corpo padece. O cérebro não silencia, não se ordena, fica sem paz e o corpo sofre com isso.

 

Como forma de auto-preservação o cérebro libera para a realidade o comando do Id, mantendo o ego e o superego preservados até que tudo se normalize, tranquilize ou mesmo que o tempo mate as lembranças. O Id é o campo de energia responsável pelos sonhos, as fantasias, a loucura consciente e pacífica. Quando o Id toma os controles da mente e do corpo da pessoa que sofre no limbo o organismo diminui seu fluxo de contrações musculares, relaxa um tanto mais os tendões, nervos e começa o processo de desintoxicação da carne. É um momento em que o indivíduo começa a projetar, ter fantasias irreais ou sonhadoras sobre um mundo melhor e sem sofrimento. Essa constância de ação do Id é interrompida vez outra pela ação do Ego, pois o Superego está fora, mas não está. O Ego sim, está fora, se preservando, mas está em sistema de plantão emergencial, como é o que acontece quando o Id exagera na fantasia e faz com que a pessoa que sofre passe a crer no irreal. O Ego chega, desorganiza a linha de fantasia do Id e sai de cena em seguida, pois o único objetivo é manter fragmentos de fantasias e não alienar a pessoa numa condição de perdição mental.

 

Casamentos, noivados, namoros intensos rompidos bruscamente lançam as pessoas para o limbo no dia seguinte, quando acordam e se deparam que o sofrimento do ontem não foi só um pesadelo sonhado, mas que é a realidade atual. É nesse momento que a pessoa entra no limbo e começa a padecer dias de angústia. Empregos perdidos, oportunidades únicas que escapam das mãos, um acidente grave, a morte de alguém por quem se tinha amor ou forte consideração são decepções que lançam para o limbo no dia seguinte a pessoa em estado sofrível.

 

 

 

O Superego só entra em ação quando o Id perde a força pela consciência do indivíduo e o Ego começa a planejar o conserto dos estragos, optando em começar pelas partes mais acessíveis que é a de renovar os pensamentos, reinventar-se e realinhar-se com a idéia que antes o mantinha em estado de alegria e contentamento. É nesse momento que muitas pessoas começam a se sentir melhor e em paz. Iniciam o ato de auto-preservação e preservação do outro ou de outras pessoas atingidas diretamente ou de ricochete, isto é, que foram levadas pela correnteza da mágoa porque estavam no lugar certo, mas na hora errada. O Superego se junta na tarefa de reconciliar o corpo com a alma e esta com a alma do outro, para somente depois reconciliar os corpos. Dependendo do grau de destruição pelo impacto da decisão outrora maléfica, a sensação de renovação e reorganização poderá cair por terra e o quadro piorar absurdamente, visto que a outra parte se encontra perdida no limbo e sofre amargas penúrias em conseqüência da força destrutiva da pessoa querida, amada ou mesmo estimada. Se isso acontecer é porque por aquele momento nada poderá ser feito, senão dar tempo ao tempo e manter-se próximo até que a outra parte acredite novamente na vida, e passa a dar sinais de paz.

 

Encarar o limbo é coisa para quem tem estrutura emocional bastante centrada ou mesmo quem consegue a proeza de ocupar a mente com outros afazeres, ainda que o limbo não seja aliviado, mas será menos sentido na maior parte do tempo em que a pessoa se desvia para não ver a paisagem (do limbo). Quanto mais se desvia de sofrer com o limbo, menos se terá a oportunidade de consertar o que foi danificado e assim a decisão se firmará na primária. Há quem prefira sentir sono e dormir muito. O sono é um momento em que o Ego e o Superego concedem ao Id controle total do ser. É o momento de dormir, sonhar e descansar a mente. O Id desempenha esse papel com habilidade e maestria enquanto a pessoa está dormindo, porque os organismos do corpo poderão restaurar células prejudicadas, reconstruir canais obstruídos, reestruturar canais inflamados e preservar o cérebro dos pensamentos intermináveis. Dormir é o segredo para que os campos de energia humana possam se restaurar e transformar o meio à sua volta, purificar a energia e reconciliar-se com o ser amado ou bem quisto.

 

E dessa maneira vou dormir, porque aqui no limbo nada tem cor e muito menos graça, mas nos meus sonhos eu posso descansar minha mente, que não pára de tagarelar. 

 

Publicado por Rodrih às 10:59 | Link do post
Estado de Espírito: Introspectivo
Ouço ou Leio: Pra você - Paula Fernandes

 

Você pode identificar uma alma gêmea quando está em sintonia com sua própria alma”

Rosana Braga



Eu até estava em sintonia com minha própria alma, estava seguro demais até. Eu estava feliz, me realizando aos poucos e fazendo planos aos montes, tudo no meu ritmo, no meu tempo e sentimento. Eu estava tão certo de tudo, quanto tudo estivesse certo de mim. Eu verdadeiramente estava vivendo a essência de uma felicidade sem tamanho, alegria e contentamento, plenitude, simplicidade e paz. 

 

 

Infelizmente só eu estava em sintonia com minha própria alma e isso chama-se "estar só". Jurei às estrelas que havia encontrado minha alma gêmea, a tampa de minha panela, a outra metade de minha laranja, ainda que eu fosse uma banda da maçã. Tudo estava indo perfeito demais. Mas estou em sintonia com minha própria alma e meu coração deságua amor pleno e maduro, decidido e quente, forte e resiliente, bonito e protetor, acolhedor e saudável.

 

Isso faz com que minha mente também se mantenha plena e leve, límpida e em paz. Eu mereço ser amado, querido e desejado cegamente. Se isso não acontece, então não sou eu quem precisa sentir insônia por culpa, medo e insegurança. Sempre dormirei em paz e estarei me reconstruindo sozinho, porém sem me ferir gratuitamente como tem acontecido nesses últimos cinco dias.

 

Quem fere sem motivos fere a si próprio e sela o seu destino. Quem brinca com o sentimento de outra pessoa sofrida brinca com uma cobra e será picado tão logo perceba o risco. Quem mata o amor por capricho pessoal está fadado a viver uma solidão atrás da outra. A vida ensina ao errante com aulas que dóem e machucam muito. Sei de cór como é doloroso ser atingido por quem parece brincar com o sentimento.

 

Queria que não fosse assim, seria bom pra mim, mas Deus sabe o que faz e permite com permissões de amor. Também há a Constelação Familiar, que mexe as estruturas psicossociais de um indivíduo e atinge todos à sua volta, fazendo que os que são inseguros, incrédulos e influenciáveis se revelem tão logo surgir uma oportunidade, tanto quanto faz também com quem ama de verdade permaneça na certeza e não na dúvida. Eu fiz a constelação familiar para mim com tema sobre o amor da mulher em minha vida. E atribuo as coisas que acontecem à referência da Lei da Vibração. Essa lei você poderá ver no texto que postei recentemente com o título: A energia da vida nas leis do ser vivente.

 

Eu acredito que o amor cura e edifica, mas só acreditarei mais quando eu me sentir seguro novamente.

Publicado por Rodrih às 04:43 | Link do post
Estado de Espírito:
Ouço ou Leio: Namorando, Grecco

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
 

 Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje sei que isso é... Autenticidade.
 

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
 

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
 

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
 

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é... Simplicidade.


Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a... Humildade.
 

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
 

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.


Tudo isso é...


Saber viver!!!



Charles Chaplin

Publicado por Rodrih às 00:18 | Link do post
Estado de Espírito:
Ouço ou Leio: Fera Ferida (Roberto Carlos)

 

Sofrimento é qualquer experiência aversiva (não necessariamente indesejada) e sua emoção negativa correspondente. Ele é geralmente associado com dor e infelicidade, mas qualquer condição pode gerar sofrimento se ele for subjetivamente aversivo. Antônimos incluem felicidade ou prazer. Em uma frase como "sofrendo de uma doença" a ênfase está mais em ter a doença e menos no desprazer que ela causa.

 

Termos relacionados são tristeza, pesar e dor. Alguns vêem a raiva como um tipo de sofrimento. Tédio, é um sofrimento causado pela falta de experimentar ou fazer coisas interessantes (física ou intelectualmente), quando se está sem ânimo de fazer qualquer coisa, vontade de não fazer nada. Sofre-se por tudo, o tempo todo e por qualquer motivo. Ainda que se sinta o amor, a felicidade e o contentamento, há um ímpeto maior que atrái o ser para sentir-se sofrível e assim passar a vivenciar o sofrimento. 

 

Ninguém está livre do sofrimento, sofre aquele que ama e vê-se não correspondido ou mesmo que seja correspondido e ao mesmo tempo não poder contar com essa correspondência. Sofre quem o faz sofrer. Sofrem os amigos, os parentes e todo o meio à volta deste e daquele. O sofrimento é um fenômeno de auto-preservação que se ativa com a auto-destruição.  Aquele que sofre morre aos poucos e quem o faz sofrer também. Não há sobreviventes quando o sofrimento preenche os espaços da dúvida, da incerteza, da aflição, da angústia, do medo, da mágoa e de todo sentimento de inferioridade.

 

O sofrimento não acontece por quem o quer, não vem a pedidos, mas o sofrimento só ocorre a quem precisa sofrer, como se sofrer causasse um prazer intrínseco de uma alma sofrida, acostumada com a solidão, a perda, a dor e todo tipo de penúria. Sofrer não traz redenção, não torna você melhor, não salva a alma, não purifica o pecado. A aflição sim, mas o sofrimento só destrói a carne, arruína as construções, desaba pontes e torna fraco o corpo. 

 

O homem que leva um tiro, o menino que cai no chão, uma mulher que se afunda em pensamentos vagos, um ancião que é perseguido pelo passado geram sofrimento que desguarnecem a alma. Viver o misto de alegria e dúvida, da fusão da paz e da insegurança, da mesclagem da vontade de amar e simultaneamente do medo de sofrer são circunstâncias que fazem  a pessoa padecer de sofrimento.

 

Sofre quem ri, sofre quem chora. Sofre quem dorme, quem acorda sofre também. Quem ama sabe que o sofrimento será de igual intensidade e quem odeia sofrerá em dobro pelos dois. Sofrer o sono não dormido, a comida que não vira alimento, o beijo com medo de ser o último. Heis que o sofrimento é o começo, o meio e o fim se não consegue parar de sofrer tanto.

 

E é com sofrimento que encerro este texto.

Publicado por Rodrih às 04:12 | Link do post
Estado de Espírito:

 

Hoje é um dia como todo dia é. Um dia que acontece segundo minhas escolhas. Escolhi sofrer menos do que amanhã e para que isso fosse possível precisei tomar uma decisão nessa escolha. Eu não gosto de sofrer, detesto a tristeza e não tenho resistência à perda, mas ainda assim escolhi sofrer menos do que amanhã. Eu não sei se vou sofrer menos amanhã. Meu peito se contrai e minha garganta dói, estou respirando menos do que respiro normalmente. Tudo isso para sofrer menos e provocar-me uma queda de pressão mais rápida. Ao fazer isso meus olhos pesam e uma sonolência estranha vem me jogar num sono profundo e anestésico.

 

Não, eu não choro mais. Talvez eu chore, mas evito. Se não choro, não chorar se torna um fardo maior porque não desabafo em lágrimas e meu peito parece que ganha mais ar e se contrai com mais força. É uma sensação que me incomoda e é praticamente inevitável sentir. E já estou sonolento demais, isso é bom para mim, é isso que preciso sentir, sono.

 

Pela primeira vez estou consciente de tudo e por mais que meu cérebro queira me penalizar, cobrar ou me julgar, há um lado de mim que diz: "-Não! Alto lá! Dessa vez o Rodrigo não fez por merecer." Mas eu penso que talvez eu tenha feito por merecer ao acreditar em alguém que ainda está descobrindo o mundo sedutor e envolvente. E logo eu que estava tão atento a não acreditar. Tenho tentado ajudar muitas pessoas em seus relacionamentos, sido o mais liberal possível, porque estava fortalecido e centrado no amor por alguém, mas saber que só eu estava sentindo segurança e vontade tem sido um baque muito forte. Inúmeros cadeados destranquei pouco a pouco, me permiti a coisas maravilhosas até que me desarmei por completo e me desnudei totalmente para dar e receber um fluxo de energia rejuvenescedora. E para que? 

 

Estou velho, me sinto velho, quase um inútil. Minha fé - que já era pouca, agora está quase deixando de existir. Eu realmente não gosto do sofrimento. 

 

Eu também tenho consciência das coisas, ainda tenho, e por mais vontade que eu tivesse pela carência ou necessidade de fazer, não fiz, não busquei, não me expus e nem experimentei. Agora eu não quero mais nada, apesar que sei que tudo pode ser esquecido um dia e a vida se renova. Só não entendo por que isso aconteceu de novo comigo.

 

Falo como se já pressentisse o futuro, como se tudo já estivesse consumado, mas pudera não fosse isso. Quem dera eu estivesse totalmente errado. 

 

Jogar no lixo toda a esperança de uma vida feliz ao lado de alguém é imprudência, quase uma auto-negligência, mas a escolha não foi minha, há 3 semanas já estava sendo tramada sem meu conhecimento, então eu não pude fazer nada para remediar ou mesmo fazer manutenção. 

 

E hoje estou triste, ainda que resiliente, mesmo assim estou triste quase já sabendo que em pouco ou breve tempo terei uma má notícia. Mas.. paciência..

 

Eu fiz o meu melhor. E eu preciso ter o melhor de alguém em minha vida.

Publicado por Rodrih às 19:25 | Link do post
Estado de Espírito: Frustrado
Ouço ou Leio: Namorando (Grecco)
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