Post de 17.04.2010 (5:05h) Revisto e atualizado.

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Todos nós precisamos de alguém que precise da gente, mas quando chega um momento em que, infelizmente, nos tornamos dispensáveis, quer por termos perdido o "valor", o status, a beleza, a credulidade, a simpatia ou seja, o interesse em geral (frisa-se: "interesse"), então somos lançados na vala dos mortos, moribundos e dos zumbis.  Lá ficamos perdidos, sem saber que universo é aquele tão frio, úmido e sombrio, vazio, perceptivelmente cheio de morte, tristeza e desespero. É a morte anunciada pela parte que você amava e te dispensou, acima de qualquer suspeita, sem brigas, desentendimentos e ciúmes, simplesmente a pessoa amada mata de você os sonhos e a esperança de repente. Muito bem, você é o lixo da vez e lixos vão para a vala dos descartados. Então leva um tempo para você entender ou assimilar o que está acontecendo. O cheiro ruim de tudo que está ao seu redor desaparece, o calor ou frio também, as cores somem, desaparecem, o paladar deixa de existir, seus ouvidos não escutam absolutamente nada, seu estômago não processa os alimentos e você emagrece sem saúde. A sensação de estar anestesiado, zonzo quase que permanente, como se tivesse a possibilidade de ficar por horas, dias, meses sob as profundezas de um lago, ali, parado sem ouvir, sentir, falar nem participar de nada, só silêncio e muitas perguntas mal formadas na mente. Há pessoas que não atravessam o se deserto sabático forçado, pois são pessoas que não têm resistências às perdas, e se vitrificam. Algumas ainda detém um pouco de fé e mergulham na doutrina religiosa como nunca fez na vida. Eu fui um desses que mergulhou. A Igreja é o único local que você se sente bem, mas é outra mentira, uma ilusão. Na verdade, é o lugar que você se refugia porque não tem outro lugar mais confortável para se sentir um ser vivo. Depois de quase 90 dias você entende que realmente está só, é um prazo para a ficha cair e portanto, o sentimento é de um pós-capotamento de carro, uma sensação estranha, doída, como se estivesse na lua sentindo tudo devagar, um silêncio ensurdecedor, solidão desesperadora e ao mesmo tempo confortável - extamente como um astronauta na lua, onde não pode fazer nada, senão aceitar e caminhar lentamente. A consciência começa a voltar e os pensamentos bombardeiam sua mente, sua cabeça vira uma estação de trem em que você perde o controle das chegadas e partidas, da quantidade de gente na estação, muitos rostos, muitas bagagens e diversos motivos no vai e vem. A partir de 100 dias após a catastrófica experiência de ter sua vida dilacerada pela pessoa amada e abandonado à sargeta dos descartados vem a fase da autossabotagem. Pensamentos confusos, conclusões místicas, reflexões vazias e devaneios tomam conta do seu novo perfil psicológico. Inicia-se um processo estranho de sentimentos de liberdade, acredita que recebeu um livramento, até chega a se sentir leve e solto, então procura por fugas para você preencher o vazio e a vergonha de ter sido excluído, descartado, jogado no lixo. É o momento em que procura se apoiar em bengala ou muleta para tentar confundir o cérebro de que está tudo bem, que tudo está voltando ao seu controle - o que é uma grande inverdade, então se matricula numa academia bem movimentada para desenvolver sua sexualidade renovada, fazer amizades novas e bonitas, mas esquece do seu bem-estar. Não há nada que você possa fazer, tudo o que procura é a própria autossabotagem e você só mergulha numa ilusão sem referências. Você abandona a academia e começa a viver o ostracismo. Se isola das pessoas, de si mesmo, seu rosto não sorri mais, seu semblante é perdido, seus olhos não brilham, sua alegria não existe e sua fé desmorona. Esse sentimento dura aproximadamente 15 meses numa vida estritamente solitária. Tudo se torna sem graça, você se sabota em pensamentos, conversas, encontros, desencontros. É a fase zumbi, em que você já saiu da condição de morto e começa a vagar por aí sem saber de onde veio e muito menos para onde vai. Seu único referencial é dormir logo para o dia passar mais rápido. É a hora crítica em que se busca por substâncias (muletas) para conseguir seguir em frente. Mergulhei de cabeça em remédios antidepressivos e ansiolíticos, produtos químicos escravizantes. Você se torna, literalmente, um morto-vivo. Sua mente é manipulada e seus dias passam como folhas brancas. De repente sua mente faz pequenos buracos na tela branca de seus pensamentos e sentimentos e começa a perceber a ilusão que foi posto a viver. Sempre que dorme, seus sonhos estão todos ligados a um emaranhado de buscas, reconciliações amorosas, sentimentos de perdão, reencontros, resgates, até que você acorda e entende que só foi mais um sonho. Às vezes é um alívio acordar, mesmo que o sonho tenha trazido a pessoa amada para seus braços, porque até mesmo nos sonhos sua consciência prevalesce e seu psicológico sabe de tudo o que está acontecendo.E descobre nos soníferos matadores a morte que você sempre buscou. Esses soníferos deletam literalmente memórias em sua mente, faz você esquecer de muitas coisas, até mesmo das coisas que gostaria de lembrar. Nomes de pessoas, rostos, lembranças, memórias, experiências, encontros passados, tudo desaparece de sua mente. E não adianta acreditar que a sua mente recuperará tais imagens, sensações ou informações, porque não vai recuperar. Quanto mais você mergulha nos soníferos - o que será um vício, já que você dorme mas não sonha, mais você deleta memórias de dez, vinte anos atrás. Então sua vaidade está a zero, seus cabelos caem por falta de nutrientes alimentares, você se torna fraco, quase-mudo e seu sorriso sai tímido e com vontade de chorar sempre. Seu organismo mal processa os alimentos e começam a surgir problemas gástricos e intestinais. Num dado momento você pensa que ainda pensa e quando isso acontece se ilude novamente e toma para si outra muleta se permitindo um banho de loja, cortar o cabelo, se vestir bem melhor como nunca esteve. Tudo ilusão, tudo gasto e perda de tempo, pois os pensamentos bombardeiam na vontade tardia de que gostaria de ter feito isso para a pessoa amada e não sozinho como está agora. A sensação disso é fácil de entender, basta que compre a roupa mais cara numa loja de shopping, vestimenta completa e leve essa roupa para uma roça. Estando lá encontre um espantalho e o vista com essa roupa. Pois bem, é assim que você estará sendo visto e será assim o seu sentimento. Não adianta! Não há resgate psicológico nem espiritual. Muito embora essas coisas de mudar o visual funcionam melhor com as mulheres, a grande verdade para os homens está em algo que ele menos pensa nessa fase de transição. A única coisa que alivia a dor, o cansaço, a tristeza e o pensamento autossabotador e autodestrutivo se chama "ter sexo com outra mulher". Eu passei por tudo o que foi possível passar na busca do meu Eu íntimo e pessoal, nada me fez resgatar a autoestima e tampouco me trouxe a alegria de volta, senão e somente depois que eu comecei a ter sexo. Minha testosterona aumentava à medida que eu me sentia dominador de minha virilidade. Não há sentimento maior do que você saber que serve de referência para uma mulher sentir desejo em sua carcaça moribunda e triste. A cada nudez, a cada toque, a cada arrepio eu sentia que estava vivo e era capaz de seguir adiante. Minha autoestima se reconstruía e tímidos planos de melhora de vida roubavam meus pensamentos. As roupas que eu queria usar já não era para aquela que me descartou junto aos desvalidos, mas para aquela que eu estava sentindo tesão sem o menor pingo de amor ou paixão. O coração passa a se blindar, você passa a se fortalecer e sua morte passa a ressuscitar. Seu corpo passa a respirar, suas determinações passam a mostrar que você não é tão desvalido assim e que aquela que você amava até mesmo em seus momentos mais terríveis, na verdade não merecia todo seu sofrimento. Você aprende coisas sexuais que a ex-amada, agora ex, nunca saberá como você se tornou melhor. A vida floresce, a energia volta aos nervos, seu sangue aquece e você não pára enquanto a dor do vazio persistir. Mas o sexo resgatador só acontece quando você o tem com a mulher que é melhor do que a sua pôde ser ou que seja mais bonita, mais gostosa e principalmente mais amorosa. Se não o conjunto, alguma dessas qualidades a mais também serve para resgatar sua autoestima e amor próprio. Então, é nesse momento quando se deve entrar em harmonia com seu corpo e sua mente, buscando exercícios físicos e fazendo novas amizades. Eu não tive nenhuma orientação, fiz o caminho mais sofrido e destrutivo possível, e juro que adoraria se algum sobrevivente me ensinasse o caminho da cura. Meus cabelos caíram exageradamente, emagreci sobremaneira, me enfraqueci e me afastei em cem por cento das amizades que eu tinha. Isso tudo o que aconteceu comigo não precisava ter acontecido se eu soubesse como me resgatar. Me autossabotei inúmeras vezes, me dei por humilhação muitas vezes, me entorpeci de remédios e soníferos matadores, perdi muitas lembranças e memórias que nem faço ideia do quanto, mas sobrevivi para contar minha experiência e mostrar que há caminhos melhores de seguir. E viver sem culpa, renascer.

Publicado por Rodrih às 05:05 | Link do post

Reflexão extraída de um post feito em terça-feira, 07 de fevereiro de 2012, 14:23h - e ainda não tive tempo de relê-lo, talvez eu faça noutro momento.

TERÇA-FEIRA, 7 DE FEVEREIRO DE 2012

Estava dialogando com uma amigaça e falei com ela a respeito de uma situação na qual estava me pegando por refém. Disse à ela que, do nada, de repente, intensos pensamentos à ex estavam invadindo minha mente. Ela, por sua vez, disse-me que não valia a pena, que não deveria alimentar os monstros, que deveria apagar essa guria, remover, excluir da minha cabeça, lembrar que já não era mais problema meu, que ela já havia causado muita coisa ruim. Mas eu disse à ela que não eram pensamentos de saudades, e sim de frustrações, decepções, mágoas. Vários filmes, recapitulações do quanto me expus e do quanto fui sacaneado, não acreditando pelo o que passei e menos ainda pelo tanto que fiz por alguém que, como ela mesma disse (ela, a ex): "ser indigna de mim" - não que eu fosse uma divindade, mas que ela mesma sabia o quanto ela não foi legal comigo. Disse à minha amiga que isso é algo mental, mas que eu não entendia como funcionava esse processo de repensamento, mas sabia que se tratava de uma canalização sensorial dela em mim por muitas mágoas dela com ela mesma e de mim com ela também. Então minha amiga Antonielle, a amigaça, disse que eu precisava começar a trabalhar o perdão, que isso estaria ao meu alcance, que quando não perdoamos carregamos a pessoa nas costas. Entretanto, tive um insight que deu início à uma reflexão mais profunda sobre isso e estou desenvolvendo agora, enquanto digito aqui. Procurei no Google algo que pudesse me esclarecer um pouco o que eu preciso aprender ainda, mas não encontrei nada. Talvez não tenha feito uma busca completa, talvez não tenha realmente nada que elucide esse assunto, então estou introspectivo, desliguei o celular, estou em jejum - algo que me favorece refletir mais intensamente um propósito. Disse à amiga que havia uma observação interessante a ser feita, quanto à abordagem do ato de perdoar aquela pessoa que nos causou mágoas profundas. Veio à minha mente que sempre que faço minhas orações pessoais e nelas incluo a vontade de perdoá-la por todo o mal que ela me causou, sonhos destruídos, projetos rompidos e esperanças rompidas minha mente cria uma "Ponte de Luz Sensorial" até ela imediatamente. Essa ponte de luz sensorial é o que faz com que aconteça uma conexão entre mim e ela, dela comigo e a mente - que funciona como um radar, capta por sinais de mágoas mútuas, o que causa essa sinapse. A mente humana é muito poderosa e não importa a distância, a ponte de luz sensorial é criada com um simples pensar na pessoa, estando ela viva ou não. Algo que a física quântica ainda estuda, a psicologia também, mais precisamente com as Constelações Familiares. Entrei num site que refletia sobre como fazer para esquecer alguém a quem já se amou. Lá disse que o tempo não cura nada. Concordo com a autora. Assim está no site:

Fonte: Um Ombro Amigo 
O Tempo em si, não cura uma ferida, mas sim o que você faz com este tempo.

Considere o exemplo:  Se você passar meia hora pensando naquela pessoa, o tempo estará passando do mesmo jeito, e sua dor estará aumentando ou ficando na mesma, logo, o tempo não cura. Porém, se você passar meia hora se ocupando de alguma coisa que não seja pensar no amado, vai com certeza ter sentido menos dor neste momento.

Quando se ocupa a mente com outras coisas, vai estar minimizando a dor, porque seu cérebro irá "esquecer" um pouco da dor que você sentia, e logo, tudo aquilo que era ruim, vai ser uma lembrança, e não mais uma dor física.

Considere a dor da perda, como uma ferida que se abriu. Quando você se machuca, dói. Se ficar mexendo naquela ferida da paixão, pensando naquilo, cutucando a ferida, indo atrás da pessoa e falando com ela, vai doer. Quando fazemos alguma coisa como trabalhar por exemplo, sair com os amigos, focar nossos pensamentos em outras ações, estamos deixando que a ferida se feche naturalmente e fazendo curativos.

Eu costumo dizer que quando arranjamos um novo amor, fechamos essa ferida muito mais rápido.

Quanto maior a perda, o tamanho da dor, os sentimentos que tínhamos pela pessoa, maior pode ser o tempo que levaremos para superar, principalmente se temos contato diário com quem nos abandonou. Será inevitável que essa ferida seja tocada toda vez.
Nas minhas experiências de vida tive duas maneiras de aprender a lidar com a dor. Uma foi fazendo exatamente o que sugere o site e tive êxito até dado momento. Depois tudo o que me foi protelado, esquecido ou evitado aconteceu em dose dupla mais adiante. Com essa experiência aprendi que a dor não é algo abstrato e que o que causa esse sentimento desconfortável é benéfico para fortalecer o corpo, a mente e o espírito, e não um mal que precisa ser evitado. Se a dor existe é porque precisa ser sentida. Se você não sentisse uma dor, não saberia que tal organismo ou situação de sua vida estaria sofrendo um malefício. Simplesmente você continuaria a vida até que tal organismo lhe colocaria em coma numa U.T.I ou tal situação ficaria insustentável de encará-la. Se sentir a felicidade é bom, sentir a dor é melhor ainda, pois a felicidade camufla o entendimento, mas a dor revela a verdade. Os sentimentos são os mesmos. A contração do músculo do coração, a pressão do timo no peito, a taquicardia são as mesmas, o que muda é o sentimento em relação a isso. Outra experiência de vida que tive para lidar com a dor foi fazendo exatamente o contrário, isto é, sentindo a dor, cada mazela e miséria desse sentimento quase destrutivo. De certo não é o mais confortável nem o mais aceitável, mas segue a linha de raciocínio de um ditado japonês, que diz: "Se a comida, boca gosta. Corpo não gosta. Se a comida boca não gosta. Aí sim, corpo gosta.". Aprendi que viver  a dor (veja só, eu disse "viver" e não "encarar") faz com que eu sofra, obviamente, me causa angústia, pesar, mágoa, rancor, tristeza, choros, pânicos, desesperos, insônia, sonolência fora de hora, taquicardia, altera o tamanho e a pressão do meu timo, dentre outras aflições. Mas eu não protelo nada, deixo vir, me derrubar, se cansar de mim e ir embora. Em Jó, na Bíblia, está uma boa ilustração do que digo. A dor, representada pelo demônio, faz com que Jó se desmonte em frangalhos, mas chega um momento em que não cabe mais espaço para isso e essa dor perde força, e deixa a Jó finalmente. Assim é comigo, é com você também.  A dor vai jogar você no chão, mas não demora e já deixa você, porque você se torna uma pessoa infrutífera para alimentá-la. Então lhe deixa em paz para que siga seu caminho e se fortaleça, por isso ela não volta mais para te pegar de novo, a não ser que você seja um "kamikaze" de si mesma. A dor quando não sentida, ou seja, disfarçada, substituída com mais atividades, mais trabalho, mais tarefas faz com que você protele e duplique, triplique, quadruplique-a. Ou seja, quando você não estiver munida de distrações, tarefas, serviços e a dor bater à sua porta, trará com ela um talonário de outras situações proteladas e não vividas. Melhor sentir a dor em vida do que deixar para sentir depois em alma, pois não sabemos nada a respeito desse assunto espiritual e por isso não é inteligente deixar para "depois" o que você pode fazer hoje. Então, diante do exposto, eu reflito que a princípio não pode haver perdão. Perdoar é abrir o canal para uma ponte de luz sensorial ser formada até a pessoa que lhe causou a mágoa. Você precisa, simplesmente, viver a vida e a dor que nela já está contida. Essa dor já inclui a existência da pessoa que lhe fez mal, é como um pacote completo e você apenas terá uma preocupação para dar cabo. Mas se protelar a dor, ou seja, ocupar o seu tempo e ainda procurar perdoar a outra parte, você simplesmente está se iludindo com algo infértil, já que para perdoar você precisa amar a si mesma e depois amar a outra parte, pois perdoar é amar o outro que ofende você, entendê-lo e esquecê-lo. E desde quando dá pra fazer isso assim de cara? Jamais! "Não sois máquinas. Homens é que sois.", já dizia Charlin Chaplin, então se você é uma pessoa saberá que certas coisas precisam de um prazo, um tempo de absorção do impacto causado. Procurar ocupar a mente é bom, mas para seguir a vida e não para evitar o sofrimento, o pensamento e os devaneios. Mas esse "ocupar" é moderado, pacífico e resiliente. Observe e verá. Com essa observação eu aprendi mais uma coisa, que devo parar de incluir meu perdão para a pessoa que me causou mágoa, que destruiu meus sonhos e me traiu em tudo. O perdão só faz a ponte de luz ser conectada à outra parte e isso é pior do que esquecê-la. Mas quando se começa a fazer o que Cristo ensinou? Perdoar para ser perdoado? Simples, faça isso quando seu coração já estiver sido preenchido por outra pessoa, aí sim, você poderá lembrar a anterior, perdoá-la e esquecê-la. Pense nisso, pois farei o mesmo.

 

Publicado por Rodrih às 15:12 | Link do post

Luiz Inácio Lula da Silva, o LULA é o CÂNCER que está matando o Brasil. Dilma Roussef, a DILMA é o VÍRUS HEMORRÁGICO que está tornando o País um zumbi. O Partido dos Trabalhadores, o PT é o hospedeiro, que aloja esse vírus e sua base eleitoral, os PETISTAS são os AEDES AEGYPTIS, que espalham toda sorte de sofrimento ao povo brasileiro. Temos o Partido do Movimento Democrático Brasileiro, o PMDB, que é HOMEM INFECTADO, que percorre o país fugindo de tratamento, infectando outros homens (partidos), e aconselhando-os a não buscarem tratamento. E por fim NÓS, DOENTES PASSIVOS, que não podemos fazer mais do que protestos pacíficos.

Eu estou estarrecido, atônito e perplexo em como ninguém faz nada, em como todos assistem este seriado cansativo e sem respostas. Estou triste de ter que ouvir de pessoas amigas, não uma, nem duas, mas diversas delas que compartilham mensagens contra Dilma e o PT, contra Lula e toda corja da Lava Jato, mas que em conversas de cantinho de ombro me dizem que dão graças a Deus por Lula estar de volta no cenário político diretamente atuante, por agora ser ministro, pois isso garante seus empregos em diversos órgãos do governo. São pessoas que eu gosto e, por mais que eu respeite a diversidade de opiniões fico perplexo de ver quão essas pessoas estão pouco se fodendo para o grande mal à nação brasileira. A cultura de que se o deles está garantido, que o resto se fôda, é uma resposta clara de oportunismo, tal qual são os que machucam o Brasil e ferem nossas vidas em todas as esferas sociais. Se as FORÇAS ARMADAS DO BRASIL se comprometesse em intervir, derrubar o poder, expulsar esses ratos do governo brasileiro, formar uma comissão de políticos politicamente corretos, que não estejam na lista dos Fichas Sujas,  para promover um referendo de eleições diretas emergenciais em que o PT não tivesse participação - por causa da sua currutela massa de manobra (pessoas pobres, ignorantes e oportunistas - principalmente oportunistas), permitindo que o Brasil fosse governado por uma classe de justos, eu apoiaria essa ideia. Mas isso iria causar um pandemônio pior do que já está, o país seria um caos, os petistas iriam adorar a oportunidade de se entorpecerem, num orgasmo múltiplo infinito, de gente se recrutando para combater o militarismo, cerrando punhos juntamente com punks, carecas, skin reds e neonazistas. Dilma, Lula, Chico Buarque e toda essa leva de oportunistas de esquerda seriam canonizados em vida e mais uma religião surgiria no Brasil, o Multipetismo, com o graal Maomé Lula Roussef, a santíssima duiade. Pichações, quebra-quebras, vandalismos seriam constantes. As forças armadas teriam que reagir e qualquer cacetete no lombo de um desses "ativistas comunistas" seria um prato cheio para clamarem-se de vítimas perseguidas e oprimidas. Tudo de novo, um inferno! Organizações multinacionais sairiam do país, o dólar ia para extratosfera dos 20 reais ou mais, o Brasil seria o novo Planeta dos Macacos, a gasolina seria mais cara do que o ouro, prisioneiros seriam soltos para aumentar o caos e tornar o Estado Democrático de Direito a profecia do Mad Max. Então, sugerindo profeticamente o que poderia acontecer se as Forças Armadas intervisse, penso que melhor mesmo seria deixar com que o POVO BRASILEIRO PRATICANTE, numa analogia aos católicos praticantes, invadisse o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Palácio do Alvorada, porque não há efetivo policial o suficiente para suportar as invasões de uma massa contendo milhares de pessoas, obviamente sem a intervenção das forças armadas. Em Brasília são 22.000 policiais militares, sendo que dentre eles há os que estão se aposentando, estão de licença, estão doentes ou feridos, estão de férias dentre outras necessidades. Restariam 18 mil, para enfrentar 100, 200 mil manifestantes com pimenta e gás lacrimogênio, cavalos e balas de borracha e em três palácios não seria possível. Aí sim, nós, o povo brasileiro, estaríamos fazendo um NOVO DIRETAS JÁ DE 1985, não seríamos os caras-pintadas, mas um povo amadurecido, inteligente, formador de opiniões, ou seja, seria a era dos DESAFIADOS. Esta é a única forma de o Brasil ser salvo da UTI em que se encontra: invadir e ocupar esses três órgãos públicos com as Forças Armadas pacíficas e corroborando com o processo de limpeza nacional. Aí sim, eu duvido que essa cultura de corrupção e oportunismo perdurasse neste país. Nós, o povo brasileiro, já estamos quase partindo para a apelação, você duvida? Até lá, a parte dos brasileiros não-praticantes vai estudando para concurso ou abrindo um negócio aqui e ali, paga seus impostos e fica murmurando nas filas dos bancos, da padaria ou nos churrasquinhos com a família. 

HINO DO BRASIL

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
verás que um filho teu não foge à lutan
em teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada, entre outras mil és tu, Brasil, oh Pátria amada!
Publicado por Rodrih às 07:23 | Link do post

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Recebi um e-mail que me chamou a atenção e dizia assim: "Olá Rodrigo, não pretendo me identificar por razões óbvias, mas sou grande apreciadora do seu blog. Sempre senti vontade de comentar me identificando, mas tenho receio que pessoas que me conheçam possam saber dos meus pensamentos e até mesmo alguns desconfortos. Gostaria que comentasse meu e-mail no seu blog e refletisse sobre uma situação que vivo atualmente, se possível. Tenho 28 anos e sou formada, trabalho e estou fazendo uma pós-graduação. Tenho meu carro e minha vida não é ruim, apesar de não ter a presença masculina em casa, porque minha mãe é separada. Tenho um namorado (ou não tenho mais, nem sei) e ele é o oposto do que falei, ele não tem formação, faz bicos e não tem carro. Ele se diz sufocado por mim que sou "a menina rica", segundo ele. Eu tento não deixar ele constrangido por eu ser formada e ele não, ter carro e ele não etc. Sei que o amo e assumo a culpa dele se sentir sufocado, mas ele não entende que só quero proteger e cuidar dele. Estou muito errada?" [sic] - Em resposta à sua colocação, já batizei este post de "O amor pela culpa", que é o que está acontecendo entre vocês dois. Você o ama por sentir culpa em ter uma instrução a caminho de uma pós, além dos confortos outros como o carro e certamente o melhor celular, roupas da moda etc, penso. Já ele a ama porque é se sente e se coloca como um zero à esquerda, e vê em você um refúgio de seus fracassos. A primeira pergunta é: "Quem se reflete em quem o fracasso que se tem?" Não sei quem está seguindo quem, sinceramente. Você não está me pedindo para passar a mão da sua cabeça e concordar com você no que diz, certo?! Então prepare para o chacoalho, que não vou aliviar, e você decide o que quer fazer da sua vida. Saiba que suas decisões não afetarão a natureza, nem os peixes, as borboletas ou o mercado financeiro, senão a sua vida somente. Bom, vale dizer que, na verdade, ninguém ama ninguém nessa história, pois já a princípio o que mais falta em vocês é o tal do amor-próprio. Você deveria estar com alguém que compartilhasse com sua força, somando energia e tornando o mundo um lugar melhor para viver a dois. E ele deveria estar com alguém que andasse na velocidade dele, ou até mais lento, já que homens são seres complicados quando não são protetores de suas companheiras. Você se sente inútil por ser feliz, ele se sente inútil por ser infeliz e ainda te faz de refém da baixa autoestima que ele tem. E o pior é que você compra a ideia dele e se autossabota. Dá vontade de dizer que vocês se merecem, mas não se merecem em nada. Entre vocês há apenas paixão, ou nem isso, mas o amor é outra coisa. Aqui no blog eu falo sobre o que é um e o que é outro, se quiser ver dê um pulinho naquela lacuna no alto, à direita do blog e digite palavras-chave para pesquisar, tá?! Talvez por estarem acomodados demais para saírem da relação e procurar alguém que realmente queira levar o projeto adiante, leia, se já não leu, o post "A demora que se vive na pressa que se tem" (eu acho que é esse o título), e você entenderá o que estou dizendo. Ele te faz refém, você se porta como vítima, porém também o faz de refém não o libertando nem deixando a vida seguir seu curso, pois você tem a ousadia de assumir culpas que nem teria. E ele, além de não ter nada para oferecer em troca, ainda tem o gostinho de se sentir o cara por estar com as rédeas nas mãos de uma garota com curso superior, terminando uma pós-graduação, que tem o próprio carro e é independente. É muita força para um cara que não soma. Já dizia a frase: Ou soma ou some", que cairia bem para a sua situação com esse rapaz. Não estou pondo lenha na fogueira nem sou contra esse rapaz, até porque não o conheço, mas há certos homens que só desencantam depois de um tempo - e não importa o quanto você esteja sofrendo, pois é o tempo mental dele, tipo... ele tá noutra vibe, que, enquanto você estuda para uma prova difícil, ele estuda uma maneira de atirar no dragão no game online do computador. Por experiência própria, relações em que um lado tem uma posição social melhor do que o outro, e quando eu me refiro a isso estou querendo dizer em escala discrepante e familiar, geralmente não tem futuro promissor. E digo mais, com todo o "love is the air", sempre o lado mais fraco puxará o lado mais forte para baixo, e ainda que o lado mais forte erga o lado mais fraco, este, que era fraco e ficou forte, geralmente se torna um traidor, inimigo ou um adversário muito frio e calculista. Aí é que a parte que era mais forte se arrepende por ter sido tão inocente. São raros os casos em que vi a parte fraca ficar fortalecida e reconhecido o valor do outro mantendo o nível de sentimento, o respeito e a consideração, conta-se nos dedos de uma só mão. E é bem óbvio, porque a parte fraca sempre teria carregado sentimentos em que se lembra ter engolido o orgulho, cedido, suportado uma postura mais imperativa, mas eis que surge a oportunidade de crescer - com o patrocínio da parte mais forte. Então é um jogo de paciência em que essa parte mais fraca dará o troco no momento certo. Isso é tão comum que eu vivi não só uma, mas duas vezes, quase três, então falo com propriedade. Procure sair dessa, desenvolva seu amor próprio, e lembre-se que a vida dele não é da sua conta, se ele não tem força para te acompanhar, não desacelere, não pare, não fique atrás empurrando-o para a frente, porque você, além de se desgastar mais do que imagina, também estará perdendo tempo. Agora, se quiser arriscar e reinventar a roda, bom, mergulha nesse projeto, mas não diga que não foi avisada. E lembre-se de uma coisa: o homem pode ser um grande parceiro e excelente companheiro se com ele estiver uma mulher que se ama o suficiente para se manter apaixonada por ele. Do contrário... pare tudo e recomece enquando você está relativamente nova, porque se você resolver recomeçar daqui a mais cinco anos... bom, tenha fé, porque a sorte será rara. Obrigado por ter compartilhado sua experiência ou incômodo e desejo que tenha boa sorte, de verdade mesmo.

Publicado por Rodrih às 01:04 | Link do post

Num dado momento aqui no blog falei sobre um projeto em que pessoas tenham a oportunidade de ajudar pessoas, até procurei para por o link aqui, mas não encontrei de pronto. Pois bem, depois de muito procurar investidores para esse projeto - que acredito muito em seu potencial humanista e ter deparado com capitalistas oportunistas o tempo todo, venho fazer uso do meu blog para tentar elencar esse investimento e realizar a execução desse projeto, que iniciei sua mentoria em 2008 e conclui em 2009. Fiz diversas adequações até 2010. Em 2011 comecei a me reunir com empresários, investidores em potencial e pessoas que conhecem os ricos. Com meu próprio recurso fui à Palmas-TO, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e Bahia apresentar a ideia e os ideais do projeto. Voltava com esperanças de que havia encontrado investidores sensatos e humanistas, mas não demorava muito e o óbvio surgia: Quando não estariam propondo receber 60 a 90% do faturamento - que deveria ser usado em prol do projeto e das pessoas - eles propunham o controle da organização e todo o sistema. E isso é muito perigoso, porque estamos falando de mudar a vida das pessoas, e não de escolher quem será beneficiado e tal. O sistema deverá ser poderoso, mas para transformar vidas. Então no link abaixo está um briefing do contexto ideológico do projeto, e não do projeto em si, pois o mesmo tem quase 208 páginas de A4, devido aos detalhes e conceitos, além das imagens da plataforma do sistema. Convido você a conhecer esse mecanismo de transformações e reciclagem humanas, e se quiser doar qualquer tanto será imensamente importante para a realização do projeto, sem ter que "comer na mão" de capitalistas famintos. Peço que se for doar, faça isso somente uma vez, pois não adianta você doar várias vezes, sabendo-se que sozinho não conseguirá atingir o montante mínimo necessário, mas pela quantidade de pessoas que existem só em São Paulo, por exemplo, dá para fazer acontecer o projeto. Então imagine pessoas do bem que estão espalhadas no país inteiro? E aquelas que estão em outros países? Pois é, então doe somente uma vez e se quiser compartilhar o link deste post, por favor, copie-o e envie para as pessoas que você conhece. Atingindo o valor mínimo para esse investimento iniciarei a contratação de web designers, analista de sistemas, programadores, gerente de projeto, digitadores, locação de espaço físico, aquisição de máquinas operacionais (computadores, scaners etc), além de locação de servidores dentre outras composições. Uma vez iniciado - acreditando que consiga arrecadar o valor inicial, então será lançada a versão beta para experimentos, em que montaremos o banco de dados inicial até atingir a quantidade média para iniciar o sistema. Nesse meio tempo já estaremos mais fortalecidos com um sistema funcionando e será possível pedir apoios de encubadoras e aceleradoras para o projeto decolar. Obrigado pelo voto de confiança.

Clique no link abaixo para apreciar e conhecer a ideologia do projeto: 

http://jogodavida.blogs.sapo.pt/contribua-com-a-realizacao-desse-350

Selecione o link abaixo para copiar e colar no facebook, email, seu blog ou whatsapp, e compartilhe desse ideal: 

http://blogdorodrigocaldeira.blogs.sapo.pt/um-projeto-de-vida-para-muitas-vidas-133146

Publicado por Rodrih às 20:05 | Link do post

Eu sou o autor, o ator e o espectador de mim.

Vivemos em constante evolução, a pressa vem dos ponteiros do relógio, que se apressa pelas folhinhas do calendário. Os dias passam, as horas voam e o tempo nos envelhece nas marcas de nossa pele, as manchas são mais insistentes e em nossa barriga a pele se dobra mais do que se dobrava há anos atrás. Isso nos fadiga e até nos acomoda de tanto nos vermos assim, que já não nos incomoda tanto mais. Linhas de expressão no rosto, a pele parece ficar mais mole e fina, cabelos caem mais do que de costume e nosso bocejo parece ser uma terapia profunda e deliciosa de ter. O raciocínio acelera, a velocidade do amanhã chegar já é ontem e hoje estamos diferentes. Quem fez cursos, fez. Quem se especializou, especializou-se. Quem não fez cursos nem especializou-se fica para trás. Mas atrás de quem? Tem que chegar à frente de quem? A competição começou ao ritmo de alguém, mas ninguém sabe porque se trabalha tanto, se corre tanto. Tudo isso é para que mesmo?! Aplausos, medalhas, reconhecimentos, tapinhas nas costas, convites de casamentos para ir, festas aqui e ali, presentes, roupas e sapatos, enfim, um carro, dois talvez, três se der. Viagem marcada, vai com mala cheia, volta com a mesma mala cheia e bagunçada, mais cansado e com menos dinheiro. Tudo o que importa é ralar mais para fazer tudo isso de novo, e sem um motivo coerente. Toda informação captada é para aumentar a velocidade do ritmo e acelerar o processo. Mas qual informação é útil e qual você está se enchendo de besteiras? O que você realmente veio fazer na Terra? Sobreviver? Curtir? Tirar onda de bacana? Se matar de tanta escravidão? Provar alguma coisa para alguma sociedade? Afinal, para que você está no planeta Terra? Bom, uma resposta convincente é a de que você tem que aprender a viver com a sua inteligência. Tem que ser útil o suficiente para não ganhar nada em troca de sua utilidade. "Quem não vive para servir, não serve para viver", já diz o ditado popular. E é isso mesmo, qual sua real missão na vida? Dormir, acordar, comer, trabalhar, estudar, malhar, pegar ônibus, metrô, carro para chegar, depois sair, depois voltar, comer e deitar para acordar, comer, trabalhar e por aí vai?! Que ser mais inútil seria se fosse assim (ou se ainda é assim). Seja útil, você precisa prestar para alguma coisa não remunerável. Por todos os lados que olho, para tudo que vejo há pessoas pra todo lado, de cima abaixo gente andando, pegando filas, parada em semáforos, entrando e saindo de estabelecimentos, a vida não pára. Revolução industrial, analógica, digital e internet. Qualquer um pode ficar famoso no YouTube, qualquer um pode andar de skate. Gírias, várias línguas, raças e credos. Todos têm destinos para irem, regressos ao voltarem, e muito pouco se faz algo sem a intenção de receber de volta. E sua missão? Que função você terá nesta vida se ser inútil não tiver um prazo para acabar? Ser útil remunerado não é ter utilidade. É por isso estou dando voz de prisão para mim mesmo! Na prisão não temos para onde ir senão ficar no mesmo lugar. Se tivermos boa cabeça aproveitamos melhor o tempo enclausurado. Dar voz de prisão para mim me diz que estou me permitindo ser dono do meu tempo, envelhecer se eu quiser e me instruir na arte do saber. Repensar meus valores com base nos meus princípios, gerir meus conceitos e digerir minhas culpas. Meu ano sabático não me pede longas viagens, passeios distantes, demora numa estrada caminhando eternamente. Meu ano sabático me pede educadamente que eu seja dono do meu tempo, senhor do meu aprendizado e reencontrar o meu eu perdido dentro de mim propositalmente. E hoje me dou voz de prisão. Na cela de minha consciência começo um retrocesso introspectivo, gradativo, demorado, cada vez mais silencioso, muito embora o silêncio fala mais alto quando me calo e sou obrigado a escutar tanto barulho em sua profunda surdez. Há quem não aguente o silêncio, porque ele diz muitas verdades. Na cidade de minha mente há santos e demônios misturados, precisam de se separarem para dar certo. Meu primeiro ano sabático começa hoje e da pior maneira possível. Antes se eu pudesse ensaiar, mas depois de disfarçar que meu ano sabático seria apenas uma maneira de dizer que não estaria disponível, tenho o começo dessa jornada dizendo a mim mesmo a verdade que preciso ouvir. E mais do que ouvir, preciso responder. E isso me revolta, porque estou com um sono irritante, uma dor de cabeça pela fadiga mental de horas acordado e raciocinando, são cinco e quarenta da manhã e minha perna direita não pára de balançar, pular, sei lá. Mas é hoje que assumo meu primeiro ano sabático, sem radicalizar, nem me tornar vítima. As coisas se acalmarão sutilmente, cada coisa no seu lugar e cada lugar com sua coisa, assim serão meus pensamentos e comportamento. Na cadeia de mim vou aproveitar para cultiver minha paciência, equilíbrio emocional e saber mais sobre o meu duplo etérico: Para que eu vim e por que eu me fiz essa pergunta. Quero compreender meus sonhos, observar a vida em mim, meu conhecimento e minha seriedade. Quero poder pensar sem parar, sem tirar trégua. Refletir situações, ler livros e deixar meu cafofo minimamente limpo e organizado. Mesmo devagar quase parando, esse processo é pessoal e intransferível, principalmente porque, agora, preciso me adaptar à vida. Só preciso deixar esclarecido que o período sabático não é exatamente um momento para se tirar pessoas da nossa vida, mas sim de colocá-las no lugar certo dentro de nosso viver, de modo que uma não se conflitue entre outras coisas ali relocadas. Dessa maneira terei mais espaço sobrando para circular por entre meus cômodos mentais, desfrutar do prazer da organização e deixar os ambientes arejados nos vãos de minhas escolhas.

12/03/2016 - 04:59h
1º dia como prisioneiro de meu tempo:
Comecei ontem meu ano sabático, estou fazendo-o onde estou, onde vivo. O primeiro dia foi terrível, o segundo será terrível também, já sei, espero começar de fato no terceiro dia. Tirar um período sabático viajando é mais confortável, divertido e até mais fácil, mas fazer isso onde se está é muito complicado, afinal o mundo não vai parar para que você se interiorize e se reinvente. É tudo junto e misturado, frenético, ao mesmo tempo, sem trégua. E não dá para avisar às pessoas que você deu "voz de prisão" para si mesmo, porque, além de ninguém entender, ainda vão pensar que você ficou doido de vez. É incrível como viver seu período sabático onde você mora, em meio às pessoas com quem você convive é de um grau de dificuldade imenso, porque é um misto de silêncio em si com um barulho ensurdecedor lá fora, das pessoas falando com você, gente te procurando para falar, se aconselhar, passar serviço, pedir ajuda. Administrar isso é punk, é como se tivesse que desligar parte dos sentimentos, anseios e desejos para conseguir digerir o silêncio que grita pedindo introspecção. Anunciei aqui no meu blog, uma experiência que compartilho com muitos, de certo nem no blog devo ficar voltando à medida que eu mergulho para dentro de mim. Deveria ter feito isso há muito tempo, aos 24 anos, quando tomei conhecimento desse período de interiorização. Hoje com 45 estreio da pior maneira possível, mas se não começasse ontem não começaria nunca mais. Estou feliz por ter me decidido, agora é só uma questão de adaptação e harmonia. Tudo dará certo, devo confiar. Nesse primeiro dia de ano sabático não consegui entrar na cela do meu tempo, não organizei nem reorganizei nada. Aliás, não fiz nada em prol de estrear meu ano sabático. Pensei que seria mais fácil... Chateado comigo resolvi fuçar no Google algo sobre o tema, talvez encontrar uma motivação, e li isto: "Um período sabático faz parte dos planos de muita gente, mas poucos são aqueles que o colocam em prática. Na maioria das vezes, por acharem que se trata de algo inacessível – tanto do ponto de vista prático quanto do financeiro. Mas mesmo no Brasil, onde o conceito ainda não é tão difundido, a experiência mostra que uma pausa pode ser totalmente viável – e transformadora. Um tempo para si mesmo é fundamental e muitas pessoas o tratam como se fosse um grande luxo. Não é. É saudável descobrir-se outra vez, pensar sobre decisões a serem tomadas, sentimentos a serem vividos”, diz a psicóloga intercultural Andréa Sebben. O afastamento sabático surgiu nas universidades, que passaram a conceder licenças de um ano a seus professores a cada seis lecionados. Não demorou para o conceito ser incorporado pelo mundo corporativo como um benefício que a empresa dá a executivos com determinado tempo de casa. Ao fim do intervalo, é assegurado o retorno ao cargo" (http://www.santoirish.com.br/voce-sabe-o-que-e-o-periodo-sabatico/). Muito embora eu tenha falhado no meu primeiro dia do meu primeiro ano sabático, amanhã, quero dizer, hoje será o segundo dia. Ninguém me disse que seria fácil, aliás, quase ninguém sabe o que significa ano sabático, um conceito que ouvi falar por volta do ano de 1994, lendo um livro do Og Mandino, no metrô que fazia a linha Consolação/ Paraíso, em que desci na Praça da Árvore, em São Paulo, Capital. Eu tinha lá meus 24 anos e só agora com 45 é que me dei conta que deveria ter feito meu ano sabático há dez anos atrás, pelo menos. Não é fácil começar um ano sabático em casa. Muitos fazem isso viajando, o que é muito mais fácil e divertido. Mas escolhi o mais difícil e complicado: parar a nave espacial da minha vida no mesmo lugar que estou e administrar tudo ao meu redor para que não interfira nisso em mim. Em outras palavras: é foda! Bom, assim como um hábito é muito difícil de torná-lo costume até que se torne hábito, iniciar meu período sabático irá requerer de mim mais do que perseverança e foco, mas muita fé. Então tá, com certeza meu segundo dia também já foi para o espaço, já que vou ficar com sono o dia inteiro, quiçá o terceiro dia seja promissor. Cristo ressuscitou no terceiro dia, vai que pra Ele também foi meio complicado se adaptar à ideia. Não, não estou fazendo piada, estou sendo reflexivo, oras, afinal, ressuscitar no terceiro dia e não no primeiro, já que o tempo de Deus não é o nosso tempo, enfim, esquece o que eu disse, vou nessa. Fui. 

15/03/2016 - 23:58h
4º dia como prisioneiro de meu tempo:

Frustrado. Este é o sentimento que me traduz hoje. Não consigo compreender por que está sendo tão difícil engatar e seguir adiante. Parece... sinto que realmente me dei voz de prisão, é um sentimento de angústia durante todo o dia, é como se um mundo de inverdades ou falsos valores estivesse se desmoronando sobre minha cabeça, não sei dizer quão estou incomodado e decepcionado comigo. Não me admira entender que não é nem um pouquinho prazeroso viver o período sabático, não sei se darei conta disso, que parece ser uma atitude invasiva do meu viver. É incrível como o mundo à minha volta ficou colorido e eu sou inteiramente cinza. Se dar para seu momento sabático tem uma energia impactante de responsabilidade universal, e eu não sabia que isso fosse tão sério ou simplesmente real. Não é coisa do capeta, não é coisa do signo, não é nada do além: sou eu, é comigo! E a isso é muito ruim. Estou lendo "O Príncipe" de Maquiavel, também estou lendo o "Desperte o Gigante Interior", de Anthony Robbins, além de outros estudos, muito conteúdo que me leva a reflexões da minha própria vida. Eu acredito que fiz tudo errado, mas se fiz certo, então alguma coisa saiu errada. No que reflito sobre ter ajudado muitas, inúmeras pessoas, eu hoje reflito se isso fez realmente bem a alguém, ou mesmo se fez bem a mim. Não dá para mensurar o quanto estou chateado com as verdades que surgem dentro da cadeia de minha consciência. Acredito que ninguém começa uma caminhada, ninguém inicia uma jornada pelo seu deserto interior sem entrar em pânico com o começo disso tudo. Acredito também que eu devo me estabilizar nos próximos dias ou semanas, porque estou perseverante, muito embora não pareça estar na minha opinião de mim mesmo, e se não estou, estarei. Amanhã, isto é, hoje, dia 16/03 vou recomeçar ironicamente o que nem foi começado de fato, mas voltarei ao ponto de partida e recomeçarei. É bem verdade que estou desejoso de dar um fôda-se para essa ideia de ano sabático, mandar todos os meus valores para a putaquepariu e voltar à minha vida de ilusões e autossabotagens de sempre. Só que, cara, não posso. Não posso, porque eu já fiz isso por muitas vezes, apesar que fiz sem perceber que estava fazendo. Agora eu percebo, eu vejo e sinto. Agora dói e me incomoda, e me entristece, mas de alguma maneira me fortalece, não sei dizer bem, mas ao mesmo tempo que me sinto fraco por não conseguir começar meu ano sabático, alguma coisa em mim, um ponto no meio da minha testa esquenta a ponto de doer minha cabeça e meu coração acelera, e eu sinto, e eu digo para mim mesmo, cara você pode, não desista. Eu sinto forte que não usei nem 10% do meu potencial de transformação, covardemente estacionei nos meus quase 9% e nele me acomodei. Eu tenho o direito de botar pafudê na minha capacidade intelectual, eu mereço conquistar o auto-orgulho e o amor próprio. Bom, amanhã começ, quero dizer, hoje começo, aliás, recomeço de novo e mais uma vez. E se você está pensando em ter seu ano sabático saiba que não é nenhum pouco divertido nem fácil viver isso dentro de sua casa, na sua cidade, entre os seus. Agora, se você quiser viver isso como Julia Roberts no filme Comer, Rezar, Amar sugiro que junte uma boa grana para sair por aí mundo afora. Certamente é mais fácil e mais prazeroso, porque ficar onde você está e se reinventar é sinistro. Vale essa leitura retirada do "Curioso caso de Benjamin Button (The curious case of Benjamin Button)", que vi por acidente aqui no meu próprio blog num post de 08/07/2009:

"Se quer saber, nunca é tarde demais para ser quem você quer ser. Não há limite de tempo, comece quando você quiser. Você pode mudar ou ficar como está. Não há regras para esse tipo de coisa. Podemos encarar a vida de forma positiva ou negativa. Espero que encare de forma positiva. Espero que veja coisas que surpreendam você. Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes. Espero que conheça pessoas com pontos de vistas diferentes. Espero que tenha uma vida da qual se orgulhe. E se você descobrir que não tem, espero que tenha forças para conseguir levantar novamente. Nada é eterno."

Publicado por Rodrih às 05:51 | Link do post

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O tráfico de pessoas é uma forma de a sociedade moderna perpetuar a prática da escravatura. Atualmente, há inúmeras organizações criminosas especializadas neste tipo de crime. Todos os dias mulheres, homens e crianças são vítimas deste comércio que tem como objetivo a exploração sexual, o trabalho escravo, a adoção/comercialização de crianças e a venda de órgãos. Vulneráveis aos traficantes, destaque-se o aspecto de que grande parte, ou quiçá a totalidade destas vítimas serem acometidas pela pobreza, sem escolaridade, são iludidos  no almejo de uma perspectiva de vida melhor. Destarte, quando chegam ao seu destino percebem que foram vítimas de organizações inescrupulosas, motivadas pelo lucro, às mantêm como mercadorias. (http://abre.ai/trafico-de-meninas)

FELIZ DIA DA MULHER PARA QUEM???VOCÊ?!

MÉTODOS DE ALICIAMENTO DE MULHERES: Torturas, estupros, raptos, vendas de pessoas e outras violências são fatos que alimentam a rede internacional de prostituição feminina, masculina e infantil. A causa, na maioria das vezes, é a pobreza que empurra as futuras vítimas a procurar uma vida melhor mas, desse legítimo desejo, aproveitam-se os criminosos. Os métodos para conseguir novas vítimas para o mercado mundial da prostituição variam de país para país. Na Nigéria, existem sociedades financeiras e bancos que emprestam dinheiro para as famílias das eventuais vítimas: até 10 mil dólares para que elas cedam as filhas ou os filhos para - segundo os traficantes - trabalhos em shoppings, restaurantes, cafés, casas noturnas nas cidades grandes. Caso as famílias descubram o verdadeiro destino de seus filhos e reclamem, são chantageadas pelos empréstimos bancários, nada podendo fazer senão aceitar o triste fato. Antes de serem transferidas, clandestinamente, para a Europa, as nigerianas passam por um rito de vodu para assustá-las, caso queiram se revoltar contra os traficantes. Na Albânia, usa-se o método da promessa de falsos matrimônios com europeus, de emprego em casa de famílias ou as jovens são vendidas por famílias que não têm como sustentá-las. Reunidas em cidades portuárias, elas são leiloadas várias vezes entre os traficantes e enviadas para a Europa, via Itália, onde novamente são vendidas e, caso se revoltem, sofrerão todo tipo de violência física e moral. Elas devem render muito dinheiro para o protetor, além de pagar suas próprias despesas, cerca de 300 dólares diários. Na Moldávia e na Romênia, as moças são engajadas para trabalhar em casas noturnas na Europa, mas, uma vez passada a fronteira, são obrigadas à prostituição. Podem ser alugadas a outros cafetões ou a pessoas de quem ninguém suspeita, por preços que variam até R$ 4.000,00 mensais, que ela terá que pagar com a prostituição. Para outras que entram na Europa com um passaporte legal, este logo lhes é retirado para que vivam na clandestinidade e à mercê dos protetores. A PROSTITUIÇÃO NO BRASIL: Além da fácil prostituição interna de mulheres, jovens e crianças, o Brasil é tido também como um ponto importante de exportação de prostitutas e prostitutos aos países vizinhos e da Europa. Os números exatos das pessoas envolvidas na prostituição são muito relativos, enquanto, mais conhecidos são os números da prostituição infantil muito exercitada nas regiões norte e nordeste do país. Conforme dados baseados em denúncias, dificilmente comprováveis, acredita-se que 500 mil meninas, a partir de dez, doze anos estariam envolvidas na prostituição. Os Estados onde houve mais denúncias de abusos e exploração sexual são Rio de Janeiro, Ceará, São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Paraná e Bahia. Os meios para aliciar as crianças são os de sempre e de todo lugar: promessa de dinheiro e de vida melhor. As causas também são várias, entre as quais a pobreza das famílias, em particular do Norte e Nordeste, a vontade das crianças de escapar do estado miserável em que vivem, para alcançar as imagens de riqueza e luxo vistas na televisão. Geralmente, as meninas são contatadas nas escolas com promessas de emprego em boates em várias partes do País ou no exterior. O trabalho de aliciamento é facilitado pela conivência de muitos policiais que fazem vista grossa, seja quando conhecem os aliciadores ou quando encontram meninas nas fronteiras com homens adultos, muitas vezes suspeitos, com documentos adulterados ou falsos que a própria polícia forneceu aos traficantes. (http://abre.ai/dilema-da-prostituicao)

FELIZ DIA DA MULHER PARA QUEM???VOCÊ?!

Os estados mais afetados com isso são: Rio de Janeiro: cerca de mil meninas de rua entre 8 e 15 anos de idade se prostituem, segundo dados do Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente. Pernambuco: uma em cada três prostitutas de Recife tem menos de 18 anos. Paraíba: Dados da CPI federal sobre prostituição infantil e juvenil em João Pessoa: 175 meninas e 75 meninos de rua se prostituem, muitos deles de 5 a 7 anos de idade. Rio Grande do Norte: 61% das meninas de rua entre 12 e 14 anos (90% delas não usam preservativos). Bahia: em Salvador, a faixa de idade fica entre 12 e 17 anos. Pesquisa com 74 prostitutas dessa faixa revelou que a maior parte teve a sua primeira relação sexual aos 10 anos. 80% delas são negras, pobres e analfabetas. Como podemos ver, a situação é extremamente preocupante e este número só está crescendo. O lado bom nisso é que no ministério há algumas pessoas que desejam mais ação contra esse fato que está ocorrendo e se alastrando em todo Brasil. A prostituição infantil é uma coisa muito grave que muitas vezes as pessoas não levam a sério. Mas isso é um problema que está virando muito mais que um “probleminha” para o Brasil porque isto está ocorrendo, como vimos acima, em muitos estados do próprio. Não existem muitas maneiras para nós mesmos ajudarmos neste caso. Na minha opinião, isto tem que partir do governo que mesmo vendo a situação não faz o que significantemente é necessário. O que pode ser feito e que é muito importante é a conscientização das pessoas. Este texto que estou fazendo é uma das formas, mas muitas pessoas muitas vezes nem ligam em saber ou não sobre tal assunto tão comentado e isso pode ser um problema porque falta de informação é uma coisa muito ruim para combater a prostituição infantil. (http://abre.ai/aliciamento-de-meninas)

 

FELIZ DIA DA MULHER PARA QUEM???VOCÊ?! 

Fui estuprada em 2011, quando era caloura, numa festa tradicional da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) chamada "Carecas no Bosque"Na festa, há barracas para os esportes [o evento é organizado pela AAAOC, Associação Atlética Acadêmica Oswaldo Cruz] – é uma tenda em que eles vendem bebidas e umas prostitutas fazem body shots [colocam bebida entre os seios]. Mas não sei se elas fazem programa na festa. Eu estava em uma das barracas da festa, desacordada porque tinha bebido demais. E um homem, parece que um técnico de ar condicionado, me estuprou. Eu só fui acordar e tomar [alguma] consciência do que estava acontecendo no hospital. Fui retirada da festa em uma ambulância – acho que umas 500 pessoas viram isso. Fui para o Hospital das Clínicas, e a médica que me atendeu quis fazer um exame de corpo delito. Mas, como eu não estava acreditando que pudesse ter acontecido, eu não quis fazer. E me levaram de lá. Na faculdade, diziam que eu ia destruir a Atlética, que isso [o estupro] não podia vazar. Um ex-integrante da Atlética disse: "a gente precisa abafar, primeiro para proteger a vítima e, segundo, porque isso vai destruir a festa". (http://abre.ai/aluna-da-usp-estuprada-em-festa-de-medicina)

Rosa, nome fictício, foi estuprada em uma festa da Medicina da USP em 2011

FELIZ DIA DA MULHER PARA QUEM???VOCÊ?!

 

A estudante do 4º ano do curso de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP Bianca Cestaro de Almeida, de 27 anos, nunca vai esquecer os acontecimentos da madrugada do dia 7 de julho de 2013. Naquela noite, após beber bastante em uma festa e adormecer em um dos dormitórios do campus de Pirassununga, no interior do Estado, ela foi estuprada por um aluno. Nesta quarta-feira (14), Bianca prestou um depoimento emocionado ao deputado estadual Adriano Diogo, presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga trotes violentos nas universidades de São Paulo. Estudante do campus de São Paulo da USP, ela contou que durante o 4º semestre os alunos cursam uma disciplina de estudo de animais de grande porte no campus de Pirassununga, onde se hospedam no alojamento universitário. Antes do início do curso, quando Bianca foi conhecer o local, foi convidada para uma festa no campus. No meio da madrugada, já bêbada, ela decidiu sair da festa e ir sozinha para o dormitório de amigas em uma república, onde passaria a noite. (http://abre.ai/aluna-da-usp-estuprada-veterinaria)

Estudante diz ter sido estuprada em dormitório do campus de Pirassununga

FELIZ DIA DA MULHER PARA QUEM???VOCÊ?!

 

Nos dez primeiros meses de 2015, do total de 63.090 denúncias de violência contra a mulher, 31.432 corresponderam a denúncias de violência física (49,82%), 19.182 de violência psicológica (30,40%), 4.627 de violência moral (7,33%), 1.382 de violência patrimonial (2,19%), 3.064 de violência sexual (4,86%), 3.071 de cárcere privado (1,76%) e 332 envolvendo tráfico (0,53%). Dos 4.762 homicídios de mulheres registrados em 2013, 50,3% foram cometidos por familiares, sendo a maioria desses crimes (33,2%) cometidos por parceiros ou ex-parceiros. Isso significa que a cada sete feminicídios, quatro foram praticados por pessoas que tiveram ou tinham relações íntimas de afeto com a mulher. (http://abre.ai/dados-nacionais-sobre-violencia-contra-mulher)

FELIZ DIA DA MULHER PARA QUEM???VOCÊ?!

 

VIOLENCIA CONTRA A MULHER.png

 http://noticias.terra.com.br/mundo/violencia-contra-mulher/

Publicado por Rodrih às 01:33 | Link do post

É certo que a tecnologia está avançando e nós estamos gostando de ver imagens cada vez mais nítidas, puras e de cores vivas. Também é muito interessante que tenhamos a qualidade da imagem em nossos televisores, agora mais conhecidos como monitores de vídeo, ou simplesmente TV. O que não nos demos conta é do porquê dessa euforia toda a ponto de o Governo Federal ser um dos maiores interessados. Já sabemos que tudo gira em torno da grana, do capitalismo, e que se você parar para observar bem mesmo, perceberá que quando liga a TV tem muito mais notícias violentas, filmes violentos, novelas com violência, desenhos animados com agressões de todo tipo, e até as pegadinhas são violentas, de extremo mal gosto, simplesmente nocivas. E por quê disso ser assim? Bom, segundo o que se estuda na psicologia, isto é, no comportamento humano, quanto mais sentirmos angústia, medo, ansiedade, depressão, tristeza, pânico e todo sentimento ruim temos, por consequência, atitudes como a necessidade de ter com a gente algo que nos faça sentir seguros, confortáveis, protegidos, em companhia de, e guarnecidos. Mas do que eu estou dizendo? Ora, abra o olho! Quanto mais violência se assiste, mais você tem necessidade de consumir, comprar, ter, juntar, trazer para si, estocar, possuir! Nós perdemos a identidade, não somos mais "telespectadores", agora somos consumidores, não vê? Tudo gira em torno do consumo. Ver gente bonita gera a necessidade de sermos bonitos, e isso vende cosméticos, shampoo, sabonete para espinhas, suplementos alimentares, também vende roupas, calçados, carros, apartamentos, viagens e igrejas mais bonitas, modernas e atraentes. Tudo gira em torno do ato de consumir e você não vai conseguir escapar disso, nunca! Tá, então porque estou aqui falando tudo isso? Não sei, só acredito que vale a pena fazermos as coisas com consciência, e não como zumbis ou escravos mentais de um poder maior alienista. A TV digital veio para aumentar nossa dependência de ver melhor a violência, enxergar os detalhes do sangue, do corte, do furo da bala, ma maldade e da crueldade. Isso vende muito e vende mais. E o que o Governo Federal, ou seja, os políticos e toda a máquina putrefada de ilusão que administra a nação tem a ver com isso? Oras, já ouviu falar sobre a política do Pão e Circo (panem et circenses, no original em Latim) como ficou conhecida, era o modo com o qual os líderes romanos lidavam com a população em geral, para mantê-la fiel à ordem estabelecida e conquistar o seu apoio. A total falta de informação do povo romano (no nosso caso, o povo brasileiro), que não tinha qualquer interesse em assuntos políticos (no nosso caso, o que os políticos estão fazendo com o Brasil), e só se preocupava com o alimento (bolsa-família) e o divertimento (toda essa baboseira televisiva como big brother brasil, pânico na tv, programas de auditório etc). Quanto mais vivemos hipnotizados por coisas fúteis e violentas, mais o Governo Federal nos explora, nos violenta e se enraíza nas entranhas do poder. Então é isso, a TV Digital agora é a menina dos olhos do Poder, e quanto mais pudermos enxergar o que eles querem que enxerguemos, mais gastaremos, nos endividaremos, e menos nos educaremos. Simples assim.

Publicado por Rodrih às 11:21 | Link do post


(Para tradução: Cédula de maior valor monetário do Brasil com os dizeres: "Lula seja louvado", em analogia à cédula original brasileira em que o louvor é direcionado a Deus)

A maior parte do Brasil um dia decidiu acreditar num cara que não tinha um dedo na mão e não tinha um diploma universitário, que tentou vencer as eleições diretas sobre Collor, seu rival político, e não conseguiu, certamente e também porque era mal vestido, mal arrumado e se mostrava com um discurso ofensivo. Collor ganhou, mas não aproveitou a oportunidade para se tornar o ídolo do país. Tendo um presidente de direita atolado em roubalheiras e corrupção, a maioria dos cidadãos brasileiros pensantes, formadores de opiniões resolveu apostar no sujeito sem dedo: "Vai que...". Então Lula se tornaria o Santo do Brasil. Mas a mesma besta que seduziu Collor, também seduz Lula. É incrível como essa besta tem o poder de seduzir homens e mulheres éticas. SQN!* A sedução para a criminalidade só seduz quem tem predisposição para ser desonesto. A besta não seduz homens corretos e nem mulheres justas, apenas os ladrões, os desonestos, os corruptos e toda a corja de malfeitores e oportunistas, que, diga-se de passagem, no Brasil é o que mais há disponível. Lula jogou no lixo a mesma oportunidade de ser amado pelo povo brasileiro pensante, formador de opiniões e culto. Só que não jogou fora exatamente. Tudo foi estratégia para algo maior. Sejamos inteligentes agora, o ex-presidente - aquele que nunca sabe de nada, a vítima que se sentiu exposta e coagida - não é um ladrão, ele é um revolucionário. Assim como os santos católicos abriam mão de bens e confortos em nome de um bem maior, da formação da Igreja e todo o seu patrimônio, Lula tem o mesmo comportamento e a mesma ideologia, mas não para Deus, senão para ele mesmo, um deus mitológico. Ele não quer tudo para si, e assim como um santo católico, Lula quer levantar um império dominante para a Santa Igreja Petista do Brasil. Seu objetivo é muito maior do que todos nós podemos imaginar. Tal qual como um psicopata monta seus atos criminosos com minúcia e detalhes complexos, Lula arquitetou seu plano de ação como um poeta encantando a muitíssimos brasileiros, se tornou um maestro orquestrando a máquina poderosa do poder e agora é um deus absoluto com domínios inimagináveis. Possui um exército de favorecidos, beneficiados pelo governo do Partido dos Trabalhadores em várias esferas do país e estão ávidos por guerra. Lula se torna cada vez mais o Maomé brasileiro e seus favorecidos petistas, que venderam seus votos e suas almas por benefícios e facilitações, se tornaram os soldados de um novo Estado Islâmico em fase de conclusão de sua estruturação. Obviamente deverá ser batizado como Estado Petista ou Foro de São Paulo, para os íntimos. Serão os PTerroristas preparados para matar ou morrer em nome do santo, da vítima, do mártire, do deus Lula, o pregador do novo 10 mandamentos, que não responde nada, porque tem uma entidade jurídica que responde por ele, o Instituto Lula. Nem o Papa Francisco tem um Instituto que responda por ele. Nem o presidente dos Estados Unidos também, só o Lula, o deus tirano. Você pensaria nisso sendo uma pessoa normal? Não, mas Lula não é um ser humano normal, ele é extremamente inteligente, estratégico e um mestre na arte da mentira. Um vendedor nato, que é capaz de vender um posto de gasolina pegando fogo. Só não vê quem não quer - ou quem ainda se favorece com algum emprego bem pago ou mesmo qualquer outra facilidade, regalia desse governo... melhor dizendo, da nova religião petista. E o que mais me estarrece é que, nas vezes que Lula se manifestou ante um microfone após prestar depoimento, os petistas que aplaudem, cerram os punhos para o alto como soldados de batalhão revolucionário, atentos ouvindo a mais promíscua mentira de seu líder, e parecem não enxergar (ouvir) isso de tão cegos pela intensa manipulação que sofrem. Está sendo inevitável pensar que teremos uma guerra dentro do Brasil, principalmente enquanto nós ficarmos sentados com nossas bundas no sofá (e eu me incluo entre esses), enquanto ficarmos assistindo tudo pela tevê, como se acompanhássemos uma novela. A nova religião petista ganha força. E por que? Porque nós não somos exército, não somos militantes (entenda como militares também), não vendemos nossas almas e tampouco queremos nos machucar. Mas a dura verdade é que cedo ou tarde teremos que tirar a bunda do sofá e encarar o Maomé Lula, seus pterroristas fanáticos e toda a idolatria agressiva e nociva existente. Sim, se arrependimento matasse, muitos dos que votaram no Lula estariam mortos hoje. O Brasil está com um câncer generalizado, e esse câncer foi injetado nas veias do coração por muitos de nós - de boa fé, sim, mas aprendemos que ninguém em sã consciência deveria injetar um vírus mortal em suas veias por boa fé. Maomé Lula hoje é vítima, ontem era o inocente - aquele que não sabia de nada, e amanhã será o deus. Nas telas dos cinemas teremos Superman que virou deus, embriagado de tanto orgulho do seu poder, que começa a ser questionado de seus valores. Na vida real temos um ex-presidente maquiavélico e sorrateiro, que quebrou o país inteiro para transformá-lo em Sodoma e Gomorra, ou, se não incomodar os mais tradicionalistas, em Cuba. E amanhã? Bom, amanhã é sábado, depois é domingo, em seguida virá a segunda até o fim do ano. O que acontecer, com certeza será a mais nova novela em que nós preferiremos assistir com nossas bundas confortavelmente acomodadas em nossos sofás, até que sejamos coagidos, inibidos ou ameaçados por um pterrorista. Aí sim, pouco a pouco o Gigante reage, e dessa vez, pra valer. SQN de novo. Na minha opinião, se eu for viajar nas ideias, ninguém da classe pensante, culta e formadora de opiniões dará a cara à tapa, principalmente para enfrentamento por causa de política, tampouco por políticos. Poderá participar de manifestações pacíficas, mas esse será o limite. Mas cair para a violência física, isso não acredito que acontecerá para essa classe - que eu estou incluído também. Se houver uma batalha de petistas contra o Brasil, contendo agressão física, esta acontecerá entre a massa de manobra petista e o povão que não foi favorecido pelo PT. Também não acredito que teremos uma guerra civil no Brasil, simplesmente porque não há patriotas para isso. Pode haver radicais, psicopatas, vândalos e os excluídos (punks, carecas, black bloc etc). Também poderá ter muitos jornalistas sacrificados. O que eu acredito de fato é que poderá acontecer um movimento interno político agravante e até uma intervenção militar. E nada de Lula sendo preso ou a Dilma sendo expurgada por processo de impeachement.  Se ocorrer uma intervenção militar, esta seria feita para tirar os ratos dos buracos (e são milhares), botar ordem na casa e resgatar a imagem militar pela história do passado, que deixou marcas profundas e inesquecíveis. Uma anti-ditatura militar, apenas uma intervenção em que as forças armadas propiciaria um referendo para que os brasileiros votassem na atual forma de governo, o presidencialismo novamente ou parlamentarismo, em que o presidente perde o poder e toda essa importância atual. Muito provavelmente convocaria novas eleições e devolveria o país para que fosse governado segundo os eleitos sem ficha suja. Aí sim, o país se reestruturaria sabendo que o caos traria os militares de volta. É isso que penso que pode acontecer. E se as Forças Armadas pensassem dessa maneira seria o que eu desejaria que acontecesse. O Brasil está sem dono, sem gerente, sem ninguém. Estamos à beira de um colapso total. Como profetizou Gilberto Gil em sua música, estamos vivendo os opostos, o paradoxo de realidades, "de um lado esse carnaval, do outro a fome total". Não há mais fé para o país, senão e somente em algo mais forte que o país. Infelizmente não temos Transformers, Avengers e tampouco temos Os Mercenários, se não tivermos as Forças Armadas não teremos mais nada. E se as Forças Armadas tomarem o poder e não nos devolver o país, aí estaremos literalmente na merda, e pela segunda vez, então será bom que nos aliemos aos petistas e aos black-blocs para iniciamos uma guerra civil no Brasil. Neste caso, nem o meu, nem o seu sofá será um lugar seguro e protegido. E todos nós veremos** as FARC e outros exércitos invadirem o país para aumentar o estrago que Maomé Lula, Dilma e toda facção constituiu desde o começo, há doze anos atrás. 

*SQN=Só Que Não (nova gíria brasileira para contestar aquilo que foi dito antes, desmentindo um enunciado)
**Desculpem pela viagem na maionese, e tomara que tenha sido realmente um devaneio... e não uma profecia.

 

Publicado por Rodrih às 02:19 | Link do post

Em todas as relações os homens têm que passar pela insuportável experiência de um DR (discutir a relação) com uma mulher. É um inferno, algo que não foi feito para o ser humano masculino, o homem, cabra macho. Não há homem nesse planeta que vê com bons olhos uma mulher sendo dramática, fazendo das tripas coração, vomitando tudo o que ela imagina que exista, materializando fantasmas, desenterrando defuntos e alimentando zumbis. A mulher dramática é um pé-no-saco, consegue fazer o homem querer dar bom dia ao capeta, tomar chopp com satanás a ter que ficar escutando uma mulher dramatizando sua existência, seus princípios, seus valores, e principalmente suas cobranças. Eu prefiro um chute no saco, sinceramente. Eu não, nós homens! Já vi homem largando o celular novinho sobre a mureta e indo embora deixando alguém do sexo feminino pagando altos sapos em DR. Já vi homem tendo tique nervoso ao ver o nome da garota na tela do celular no momento que ela estava ligando. Eu mesmo ja me vi me contorcendo enquanto ouvia todas as cobranças do universo, cobranças de explicações que nem eu sabia pra mim, quanto mais para ela. Cobranças de ouvir promessas, declarações de amor, de sentimento, de tesão. Ôpa, de tesão elas não cobram, isso é natural da gente. Está aí, mulher não cobra coisas que gostamos de sermos cobrados, tipo... ééé... tipooo... bom, esquece isso o que eu disse, na verdade detestamos qualquer tipo de cobrança. Quando a mulher começa a ser sarcástica já sabemos que é um sinal de que vai estourar uma discussão da relação, que muitas vezes, quase 101%, nós homens não suportamos essa palavra "relação". Parece camisa de força, daquelas que amarram as mãos para trás das costas. Se as mulheres tivessem mais tato e menos drama, mais diálogo e menos prantos conseguiriam muito mais com os homens. Quanto mais velho o homem, menos neurônios tem para queimar com discussões da relação. Liga-se o automático na mente e deixa-se a querida dramática se descabelar. Enquanto ela dramatiza o homem pensa no carro que tem que arrumar a roda, na conta a pagar, quanto é a raiz quadrada de 2.882, quanto seria 1.093.024 elevado ao quadrado, depois ao cubo, "quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?", como se conjuga o verbo crer no pretérito-perfeito, depois o verbo ver e vir no futuro do subjuntivo, então quando se ouve um silêncio gostoso, quase como o som do paraíso o homem volta para o planeta terra depois de ter uma honrada experiência como astronauta naquele dia. Por isso que as mulheres se irritam muito porque os homens não lembram das reinvindicações que elas fizeram, mas isso é sine qua non, está na natureza do homem, no DNA mental, em sua alma, nas entranhas de seu espírito. Quando Jesus disse a Pedro: "-Afasta-te daqui satanás", com toda certeza que Pedro estava interpretando uma mulher, que não parava de falar no pé do seu ouvido. Seria perfeito se no lugar de Pedro estivesse Maria Madalena, mas dessa vez ela deu sorte. Tenho certeza que o livro de "O pequeno príncipe" seria uma alusão dos homens que vão para outros planetas no momento em que a mulher começa o discurso de penitência e calvário, dramas e lamúrias inquietantes. E por falar em Jesus, já pensou se fossem doze mulheres cobrando do Senhor um monte de coisa? Deus me livre e guarde! Por isso que eu digo, DR é cancerígeno, causa infarte e demência. E me refiro também aos textos de whatsapp, emails, skype e toda tecnologia que elas usam para fulminar nossa paz de espírito.

Publicado por Rodrih às 20:05 | Link do post
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