Hola Rodrigo! Me gusta mucho su sitio web personal y estoy pensando que es más interesante cuando se contesta mensajes de correo electrónico o comentarios en el mismo sitio web personal al igual que una información posterior o la observación personal. Quiero ver que hacer esto siempre, sobre todo esta mi declaración a usted. Quiero que me diga cómo se siente tener una relación conyugal terminado por una separación que culminó en divorcio. Si usted y diga. Gracias. Laila Carrilo Perrone (Mexico).

Oi Rodrigo! Eu gosto muito do seu site pessoal e estou pensando ser mais interessante quando você responde mensagens de email ou comentários no mesmo sitio web personal exatamente como um post de informação ou observação pessoal. Quero dar opinião de que faça isso sempre, principalmente este meu comunicado para você. Quero que diga para mim como é a sensação de ter uma relação conjugal finalizada por um separação que culminou em divórcio. Se quiser, bem dizer. Obrigado. Laila Carrilo Perrone (México)

Oi Laila, obrigado por enviar um e-mail com essa sugestão. De fato é interessante quando respondo assim, mas não é para todos os comentários. São mais para aqueles que ainda não há um post, isto é, um texto ou reflexão a respeito, como este aqui, neste caso, sua sugestão, pergunta. Vou responder sim, mas farei outro dia, pois estou com muito sono agora (30/05/2016 01:31h am), ainda mais porque comi um bom queijo gorgonzola acompanhado de um vinho tinto chileno da qualidade carbenet sauvignon. Eu que sou uma negação para bebidas alcoólicas já estou zonzo com menos de 80ml na taça. Antes havia tomado um Torsilax, para uma dor nas costas por ter feito esforço físico durante o dia inteiro (trabalho braçal - que não é meu forte) e ainda fui pedalar à noite, já de volta para meu cafofo (pequeno apartamento) para um bom banho e um descanso merecido. Então estou realmente sonolento e tonto. Volto amanhã, certamente! (ou não... rsrsrs (jejeje)). Até breve!

10/06/2016 - 02:50h

Oi Laila, bom dia. Não esqueci do seu questionamento, na verdade estava adiando respondê-la, pois esse assunto me incomoda tanto quanto gostaria. Mas vou procurar jogar limpo com você aqui e sanar sua reflexão. Sobre a sua pergunta vou responder pelo lado de quem sofreu cada separação que passou, pois se eu respondesse aos olhos de quem pedisse o divórcio, talvez não tivesse tanto a acrescentar, senão mais do que dizer que tivesse me sentido aliviado e com uma vida nova renascendo diante dos meus olhos. Responder como quem tomou o susto da decisão da outra parte é o que minha sina reservou pra mim aqui, e então vou fazer o possível para ser o mais detalhista que puder. Há duas partes na relação: aquela que vai matar o amor e a outra que chorará seu luto. A parte que pede a separação e consequentemente o divórcio está abortando vidas, tanto atuais como futuras, obviamente, pois não terá os filhos sonhados um dia com a parte companheira. Quem toma a iniciativa não faz isso do nada, e sim vem agindo em traição espiritual e moral há meses antes, ou seja, dentro de si vem matando o amor pouco a pouco, apagando a chama da paixão e cada beijo, cada transa, cada gozo, cada abraço, cada sorriso é tudo pura encenação até ter o momento certo de dar o golpe e descarregar sobre a parte inocente - e entenda-se que inocente refiro àquela parte que nutre sentimentos, sonhos, sorri de verdade, beija de verdade, transa e goza de verdade, planeja de verdade. A parte inocente, simplesmente, recebe uma bomba de mil megatons com o anúncio de separação, pedido de divórcio. É terrível! É uma das sensações mais chocantes e traumáticas que existe na vida de uma pessoa. Desestrutura o psicológico, desencadeia uma série de descontroles do organismo, como dor de barriga, ânsia de vômito, tontura, ataque de riso, sudoreze, falta de ar, dores das costas, tremores nas pernas, sensação de braços pesados, aumento de pressão sanguínea e diminuição simultânea de batimentos cardíacos. A vista vê tudo em câmera lenta e borrado. O som ambiente meio que desaparece, sem desaparecer, é como se perdesse o significado, como por exemplo o telefone tocando nesse momento é audível, mas não se consegue entender o significado desse barulho e nem dá para perceber de onde está vindo. Vez outra seu cérebro volta à realidade, você fica sóbrio e fala coisas com sentido, mas logo em seguida parece que o cérebro se silencia e você consegue ouvir seu coração batendo. É como se os ouvidos tampassem e você estivesse dentro do seu corpo ouvindo a saliva que você engole, e sua voz "surda", camuflada, abafada. São sensações de quem estava vivendo o sentimento de confiança e de paixão na relação, achando a outra parte sua melhor escolha, perdoando-a de seus erros e se perdoando também dos seus, e de repente a bomba de mil megatons explodindo tudo, caindo exatamente sobre sua cabeça. Uma sensação quase inexplicável. Depois de alguns minutos nesse paradoxo emocional você volta a sentir as pernas, passa a enxergar em tempo real, sua mente já tomou consciência do que realmente está acontecendo, e vem uma vontade de fazer xixi no lugar que você se encontra, pois as pernas ainda estão duras, muito embora se possa senti-las. Algumas horas depois vem o sentimento de vergonha social, familiar, de si mesmo. Você ainda não entende o que está acontecendo, mas é como a cena do capotamento no filme "se beber não case 2" (ou 1, não lembro), na condição de quem está dormindo durante o acidente. Nos dias seguintes você depende de algum remédio forte para dormir, senão é impossível conseguir dormir. Enxaquecas são constantes, de hora em hora, mas são dores de cabeça que parece que o cérebro irá explodir de verdade. Sua audição aumenta tanto que o som ambiente incomoda extremamente. O apetite vai embora, a sede vem, mas tomar água parece que está engolindo pregos, que rasgam as mucosas contraídas do esôfago até o estômago. A sonolência é constante e dormir lhe permite sair da realidade o quanto antes. Durante vários dias, quando se acorda, vem o sentimento, a sensação física de estar com as pernas entrelaçadas com a parte amada - parte lançadora da bomba atômica. A sensação é até confortante, mas quanto você abre os olhos e vê que era um daqueles sonhos realísticos você percebe que tudo é real e não um sonho, ainda que você durma acreditando que é um pesadelo, e você acordará ao lado da pessoa amada e contará que teve um dos seus piores pesadelos. Ficar sem tomar banho, que para os costumes brasileiros que é, geralmente, de um banho diário, se torna algo comum e aceitável. Os órgãos genitais diminuem de tamanho, a pessoa simplesmente está perdendo a vitalidade. Dependendo da pessoa, o sofrimento pode ser de curta duração ou de longa duração. Se não tiver amigos verdadeiros (e não aqueles que ficam noticiando que viu seu ex-cônjuge aqui e ali - desses você tem que se afastar definitivamente), então seu luto será duradouro. O meu durou oito anos. A culpa pelo o que você não deve e pelo o que você deve sobrecai sobre sua cabeça e sentir culpa é pior do que ser açoitado e chutado, porque a culpa é como um ácido que vai corroendo suas defesas imunológicas, sua consciência, seus sentimentos, sua vontade de viver e sua fé. Sempre, depois que passei pela separação e divórcio derradeiros tenho tomado o cuidado de antecipar à parte que está comigo de que sou uma nuvem passageira. Eu era um cara que me apaixonava fácil, me envolvia mais fácil ainda, o romantismo era minha marca registrada, eu era energia pura quando o assunto era paixão. Hoje devo ser dez por cento de tudo o que eu era. Quando não é o pavor de pensar em me relacionar, sempre acontece algum "sinal" que me faz recuar e não seguir adiante com qualquer intenção. Uma separação que culmina em divórcio feita de supetão arrebenta a vida da parte desavisada por muitos anos, quase uma década ou um pouco mais que isso, senão por toda a vida enquanto não entra alguém que ocupe o rombo no peito e restaure a alma estraçalhada. É possível, depois de um ou dois anos sorrir um pouco, fazer um pouco de palhaçada, contar piadas, flertar, dar uns pegas por aí, até conquistar corações desavisados, mas não passa disso, porque a parte sofrida se torna tão seletiva, ou mais do que isso, se fecha tanto, que mal entra luz, o que dirá os sentimentos bem intencionados de outra pessoa. O melhor a fazer é praticar esportes livres, como pedalar, caminhar, nadar, pescar, fazer trilhas, em que você fique só consigo mesmo e possa sentir a regeneração do coração e do espírito com as belezas da vida, como o vento no rosto, a água que sustenta o peso do seu corpo no barco, as árvores, a vida ao seu redor. É uma cura lenta e compassiva. Forçar algo para obter resultados rápidos é vacilo, o jeito é respeitar o seu tempo e torcer para que a pessoa que detém a chave que destranca sua armadura te encontre ainda antes de você envelhecer. É isso, Laila, espero tê-la respondido sobre sua curiosidade e pedi-la que se tiver que anunciar a separação, sempre tenha um diálogo aberto com a outra parte e jogue limpo sobre seus sentimentos - mesmo que seja um começo de desconforto, para que a outra parte também dê seu feedback e se vocês tiverem que se separar, que seja de comum acordo, sem sustos, sem julgamentos e muito menos sem nenhum sentenciar o outro à uma vida dissoborosa de sofrimento futuro. É o único conselho que posso dar a todo casal. Seja feliz e escolha seu cônjuge com sabedoria e sem pressa. Ame-se antes de ser amada e de sentir amor por alguém. E tenha atenção quanto a reciprocidade. É isso.

Publicado por Rodrih às 18:38 | Link do post

Estava assistindo a uma entrevista com o roteirista e ator Pedro Cardoso, pessoa a quem eu nutria generosa antipatia, por sempre vê-lo como o Pudor em pessoa. Foi no programa do simpaticíssimo antipático Danilo Gentili, a quem tenho admiração e antipatia fusionada, talvez porque ele seja o meu reflexo e ao mesmo tempo o melhor do que eu poderia ser e não fui por não tentar. Fiquei estasiado com Pedro Cardoso, encantado com sua perspicácia e senso crítico, portador de uma percepção real da realidade que vivemos, um ator construtivista nato. Fiquei encantado com sua performance intelectual simplicista, que argui os poderosos, os magnatas e qualquer horda de fanáticos capitalistas ante a massa falida social desumanizada e excretada pela mídia televisiva. Ele, em sua peça anunciada "O autofalante" preconiza a infame TV, uma ferramenta que só fala, mas não tem orelhas para ouvir. Que invade as casas a convite dos moradores e como um maldito hóspede leva o que bem entender para o seio familiar, sem que nada possa ser feito ou evitado. Sempre haverá um membro da família que consumirá o dejeto trazido pela TV, sem permissão dos anfitriões, ou até mesmo para os próprios. Um ser que só vomita informações de qualquer natureza sem querer saber se quem está na sua frente seja inocente ou puro, que não tem sentimentos, não tem sangue correndo nas veias, não sorri e não chora, mas ocupa o centro da casa, o melhor lugar, inclusive nos corações das pessoas. Tudo que vem da TV é lixo reciclado, nada vem para sustentar, nem para alimentar, nada vem de bom grado nem mesmo para salvar, a vida, a pele, o saldo no banco. Somos vítimas de um ser eletrônico, frio, desprovido de sentimentos, especialista em hipnose e usurpador do amor. Tão logo se fala da bela assassinada por um maníaco não identificado e sem esperar qualquer dez segundos "vamos falar de vida saudável com as cápsulas rejuvenescedoras com óleo de castanha". E todos estamos ávidos atentos sem prestar atenção em nada, ocupando nossas visões com qualquer cena - preferencialmente violentas - preenchendo nossos miolos com informações vazias e sem sentido, para mexer com nosso subconsciente e nos fazer levantar e gastar mais dinheiro consumindo coisas nos mercados, nas lojas, nos shoppings para saciarmos o vazio que fica quando desligamos a TV ou saímos da frente dela. Não há sentindo algum ver TV, porque sempre há a manipulação da venda, da venda e da venda. O banco quer vender serviços, a indústria quer vender seus produtos, os médicos seus serviços, as igrejas suas orações, os músicos suas canções, aos cães e gatos, também rações. Sem razão alguma vendem um carro melhor, um celular melhor com maior automonia de internet. Sem motivo vendem o melhor apartamento, ou crédito para quem está enforcado por tanta dívida que a TV o fez gastar. A água pura é vendida na garrafa, o refrigerante é sinônimo de alegria e juventude. O fast food tem a cozinha melhor do que a comida da mamãe e o bolo da vovó só é mais gostoso na loja de bolos. Os astrólogos vendem previsão pelo celular, a olimpíada faz você comprar chinelos com estampas do grande evento. Morre o cantor, vende-se mais discos. O futebol vende camisas e ingressos para que você assista o circo de pulgas em que mal se vê quem é quem no gramado, mas o importante é xingar a mãe do juíz, pois foi assim que a TV ensinou e todo mundo riu, adorou. Os shows arrebanham multidões e os cantores têm sede do dinheiro que tudo isso trará para ele e quantas cabeças de gado ele conseguirá comprar naquele leilão na TV que assistiu. Entrevistas pagas, reportagens pagas, o drama é vendido na TV. A mais serena face da apresentadora é para cativar os boçais telespectadores que precisam chorar pelo problema solucionado do filho que não vê a mãe há quarenta anos, e de repente ele é cantor sertanejo, e de repente seu pai morreu com o nome da dupla escrita num papel amassado na mão. Tudo a TV vende e tudo todo mundo compra. Compra até a vida alheia montada por gente que quer aparecer a qualquer custo confinada numa casa colorida, moderna, espaçosa, com piscina e academia onde se escuta tudo, se vê tudo, como se ninguém nunca tivesse visto alguma mulher pelada ou o pênis de algum homem por aí. E paga-se caro para consumir, tudo é vendido pela TV que só fala, mas não ouve ninguém. Consumidores frustrados saem da TV e vão gritar na internet, falar suas opiniões, levantar discussões para quem? Pra ninguém, porque ninguém está interessado no que você pensa ou diz. Um like, dois likes e se contente com isso. Você vê que alguém deu um joinha na porcaria de opinião que você dá e que não faz a menor diferença para ninguém, a menos para você no seu ego frustrado de quem não tem nada melhor pra fazer senão deixar seus rastros nas redes sociais, se expondo ao ridículo levantando uma opinião que em menos tempo do que imagina ninguém estará falando mais sobre o que você estava dizendo, e isso considerando três, dez ou se tiver sorte trinta pessoas das mil setecentos e oitenta e dois amigos estocados no seu inútil perfil - seu manifesto está na barra de rolagem e sabe-se lá se satanás irá ler também, porque ninguém mais lerá, mas todos saberão que você foi imbecil o suficiente para falar sobre aquilo, como eu faço aqui no blog, apesar dos 305.000 visitantes e seguidores de todo o planeta terra, o que não é nada diante dos sete bilhões de pessoas em todo o mundo, ou seja, meu blog é visto por 0,005214%, que significa que nem saiu do zero por cento. O autofalante só é um objeto para se passar a voz de quem fala do outro lado, é a TV. E daí? Quem se importa quando não se tem mais assunto para conversar na família, porque sempre sairá uma discussão, um desentendimento. Tudo é a TV, por ela e para ela. Maridos traem suas esposas com a TV e elas fazem a mesma coisa com a mesma cúmplice. Ninguém é inocente, não há salvação. Cristo aparece na TV, depois Maomé, depois Buda, depois Edir Macedo, depois venda de gado, mais tarde o demônio e em seguida uma receita de frango a passarinho com molho de ervas gregas. Estamos intoxicados pela TV, deixamos de caminhar no parque ensolarado para assistir um passeio no parque com os artistas da novela. A esposa se emociona com a cena de beijo da atriz que encena a ex-noviça no ator que encena o ex-seminarista, ambos apaixonados sobre a pedra na beira do rio, mas não tem coragem de ficar com seu marido, que é outro dependente doente e manipulado, que está no quarto assistindo futebol no canal de esportes, que na verdade não é canal de esportes, senão somente de futebol. A TV não vende ideias, vende produtos. Não vende altruísmo, mas está aberta para receber doações para crianças que são esperanças. A TV não vende o perdão, mas vende o programa de governo que perdoa parte da sua dívida, desde que você pague o que deve em impostos. A TV é humana, nós é quem somos aparelhos ligados na tomada do marketing e da publicidade. Compramos caixas coloridas de cereal, mas cereal que presta não compramos nada, só massa e açúcar. Somos canibais, pois nem sabemos se o salame, o presunto e a mortadela são do porco exatamente. Somos roedores, já que não sabemos se o caldo de galinha tem só a parte comestível da ave ou se há outro tipo de podridão refogada e pasteurizada, salgada e colorida para ficar com cores mais alegres e aparentemente saudáveis.Tudo a TV vende, até o suco de frutas sem frutas, mas com uma grande combinação química de tinta, açúcares e fragrâncias que lembram as frutas. As opiniões que formamos não são nossas, são da TV. Não existe formador de opinião, principalmente se este não assistir a TV, porque  a opinião é dela antes de ser nossa. Nada é novo, nada é interessante e se for durará poucos minutos com intervalos de vendas entre os cortes de cenas. No whatsapp compartilhamos mais demências, mostramos as desgraças alheias e damos risadas, é o kkk da alegria, digitamos risos sem nenhum esboço sorriso na cara, tudo que mostramos estar sentindo é o contrário de nossas feições e ninguém se denuncia. Daí tem a TV bastarda que é o YouTube, que só fala mas não te escuta, repleta de frustrados tentando ganhar a fatia da atenção e faturar alguma coisa com isso, vendendo seus podres, se expondo ao ridículo. Poucos são os que querem um mundo melhor, querem frutificar opiniões bondozas, críticas construtivas, exemplos de gratidão, respeito aos idosos, amor-próprio e autoestima. Tudo inspira venda. A atriz pornô precisa da TV para vender seus gozos falsos. A prostituta precisa da TV para realizar fantasias de homens frustrados e incapazes de se apaixonar por mulheres de verdade. A TV precisa da TV para se vender mais. Entre um Amém e a benção se vende o DVD de louvores e orações milagrosas na TV. Não há salvação. Todos temos uma TV e formamos opiniões da TV nas redes sociais da internet porque somos todos frustrados. Nem a cama que dorminos está fora da venda da TV. Se quiser se livrar da escravatura televisiva e não consumir o que ela vende para você se torne morador de rua.

Publicado por Rodrih às 03:44 | Link do post
 Ele me persegue! 
Boa noite, Rô! Td bom??? Gostei mto do seu post! Achei mto prático e direto!!! Bom convivi com um misógino há 1 ano e quase 3 meses. Terminei naum faz nem 1 mês e a pessoa continua insistindo mandando msgs, ligando e desta vez estou decidida naum volto atrás!!! Percebi q a pessoa parece q quer me prejudicar, naum gosta de me ver bem, em paz!!! Sempre mentiu pra mim, me traía, no começo era td lindo e maravilhoso! Me sentia única, mas depois de um tempo percebi q naum era td isso, sei q relacionamentos naum são fáceis ainda mais hj em dia, mas naum era normal pq com 3 meses de namoro ( se podemos chamar assim ) começou a mentir, manipular situações, ou seja, arrumava brigas desnessarias pra sumir e dps aparecia dizendo q me amava e tal e como gostava acaba voltando!!! Sempre falava de outras mulheres affff....comecei a me encher e resolvi botar um ponto final nisso td e naum me arrependo!!! Me arrependeria se continuasse com ele!!! Isso pq já naum é mais um garotinho já tem 36 anos né affffff!!!! Mas enfim cada um tem o q merece e vi q naum merecia isso, acho q nenhuma mulher ( mulheres de vdd falo ) querem isso!!! Mas qual o final de um misógino? E como faço pra me livrar ou ele me deixar em paz pra sempre???? Obrigada e boa sorte!!!!
Cris a 16 de Junho de 2016 às 02:05
Em resposta:
Oi Cris, obrigado por compartilhar com a gente sua experiência e, antes de mais nada gostei de ver que você se sentiu bem com o texto no post. Sua opinião é muito importante pra mim. Sobre o que você disse gostaria que você observasse algumas coisas interessantes, sobre como as coisas aconteceram. O homem misógino, em cem por cento dessa espécie tem problemas afetivos com a mãe. Ou porque foram abandonados, ou porque viveram ignorados e as irmãs enchiam ele de cascudos. Talvez por a mãe ser rigorosa demais e por aí vai. Então você entra na vida do cara sem se interessar de saber como é a relação dele com a mãe, vai na onda de que o cara é top de linha. Nesse caso, você foi negligente consigo mesma, percebe? Já a omissão de si para si mesma acontece quando você faz vista grossa para a primeira e básica pisada de bola dele. Também há a coisa de permitir que ele consiga te acessar, ou seja, se está entrando no facebook, vá você em configurações e encerre a conta. Bem assim, curta e grossa. Não se preocupe, tudo ficará lá, mas por um tempo exclua a conta. Deixe que as pessoas, seus contatos percebam que você teve uma decisão radical. O misógino perceberá que você não está para conversa nem para brincadeira. Outro ponto é tire o chip e coloque outro. Para todos os efeitos com os seus contatos, você deixou o celular cair dentro da piscina. Sei lá que piscina, uma dessas daí, e ponto. Tenha outro chip e ligue para as pessoas adicionarem como seu. O misógino ficará atordoado, tonto, zonzo em ver que você não é mais aquela otária que ele conseguia acessar. Com isso você terá reduzido seu hall de contatos e saberá se tem vazamentos entre os seletos, caso o misógino consiga falar com você. Quando a gente quer, Cris, a gente faz! Não importa se terá que excluir-se do facebook ou deixar o chip do celular de lado por um tempo. O que importa é que o invasor perceba que ele não faz parte da sua vida. Outra coisa é o silêncio. Não responda nem email, nem mensagem, nem ligações, nem sinal de fumaça, nada! O silêncio é um barulho que incomoda e destrói o sem noção. Ocupe sua mente com coisas que realmente têm valor e importância. Se está paradona sem muito o que fazer, procure algo para fazer. Na internet tem muita coisa pra fazer, como cursos, especializações, e até meditação. Se desfaça de tudo o que possa aparecer no seu corpo, como roupas, acessórios, ou mesmo bicho de estimação que tenha vindo dele ou com ele ou através da opinião dele. Isso funcionará como recado direto e claro de que você está noutra há muito tempo. Pratique alguma ginástica e converse sobre sacanagens com alguém alto astral, isso lhe dará um ânimo diferente e a lascívia da coisa fará com que seus hormônios sejam produzidos em escala gradual como a oxitocina (paixão), serotonina (para dor), adrenalina (explosão), ácido láctico (reconstrução muscular), feromônio (atração sensual e sexual), dentre outros benéficos. E por que disso? Para que você viva a vida melhor, fique forte e saudável! Sentir tesão também é terapêutico. Então veja, você saiu do facebook, trocou de chip, tá se sentindo bem, linda e gostosa, e está silenciosa com tudo o que vier dele. Ah, mas Rodrigo, e o email? Oras, Cris, tem filtros que poderão ser úteis, como: "todo email iniciado por fulano de tal (o ex) deverá ser excluído da caixa de entrada e da lixeira". Pronto, menos um problema para você. Ok, Rodrigo, mas e no caso dele aparecer e me cercar para falar comigo, eu soco ele? Não - se bem que não seria má ideia, mas você olhará para o olho esquerdo dele e não dirá nada. Fixe os seus olhos no coitado o olho esquerdo dele. Não responda nada, não mexa a cabeça concordando ou negando, não esboce emoção, não olhe para os lados nem para baixo (principalmente para baixo) e congele seu olhar como uma mira a laser no olho esquerdo. Muda. Estátua. Assim que ele parar de falar, simplesmente você desvia-se dele e segue seu caminho, sem correr nem acelerar os passos e sempre atenta na localização em que ele estiver, monitore-o. Tá Rodrigo, e se ele vir atrás de mim? Então será a hora boa de você olhar no olho esquerdo dele e perguntar: "-Qual é o seu problema?" E ele irá dizer a ladaínha toda. Faça a mesma coisa que antes, fixe o olhar no olho esquerdo e blablabla. Pegou no seu braço? Tentou te acochar? Não tenha dúvida de mostrar o quão você não é mais a mesma pessoa e ligue para 190. Todo misógino é covarde, é tudo um bando de vira-latas que não vale o que o gato enterra. Só do fato de você excluir do facebook seu perfil, ele já ficará incomodado por ter sido ele o causador disso e o que será que as pessoas dirão sobre ele. Daí além do facebook, o celular está encerrado. Pronto, o cara já entende. Mas ligar para a polícia bem na frente dele demonstra que você não tem medo, que não é uma otária e que não deixará ele te amedrontar. Só de você dizer: "Oi, por gentileza, tem como me ajudar? Estou sendo seguida pelo ex e não sei mais o que fazer", só essas palavras fará o misógino ficar esperto. Se chegar uma viatura onde você estiver, pronto, ele entenderá o recado de uma vez por todas. As mulheres pecam pela falta de ação. Se for um misógino violento, então evite passar onde ele estiver para não ter que se expor e facilitar a abordagem dele. Ande sempre com algum homem ao lado, pode ser primo, pai, avô, irmão etc. Isso inibe, principalmente se a cara de quem te acompanha for de poucos amigos. E seja extremamente silenciosa, não responda nunca, não abra mensagens, não leia nada, não discuta nada, não fale dele pra mais ninguém, porque a energia disso será tão intensa que só você sairá fortalecida dessa relação. Depois que ele sumir, volte para o facebook, volte o chip original para o celular, e dispense a companhia do seu avô nas andanças pela cidade. E fique atenta com as pessoas que vierem falar dele, porque elas também falarão sobre você e sua reação, interesse etc para ele. Diga simplesmente: "Amiga, isso não é da minha conta". Se insistir, melhore a fala: "Olha, isso não é da sua conta, muito menos da minha, então peço que pare por aí com seu noticiário". Pronto, Cris, ele te deixará em paz pra sempre. É isso, mãos à obra!
 
 
Publicado por Rodrih às 02:01 | Link do post

Há muitos anos venho pensando que todos nós temos uma pergunta-chave, cuja resposta mudará nossas vidas para sempre. Fiz muitas perguntas, mas nenhuma foi aquela que significasse tanto o que eu precisasse responder, sendo, portanto, apenas perguntas. Qual seria a pergunta que você precisa fazer para si mesmo e respondê-la, de forma que a resposta fosse aquela que mudará a sua vida de verdade? Quantas perguntas seriam afinal, uma, duas, três, cinco, isto é, uma para cada ação em sua vida? Não, mas apenas uma, a pergunta chave. O que eu quero para a minha vida? Essa poderia ser a pergunta, mas se eu perguntasse então: - Qual a razão que me trouxe à vida? Bom, o que eu quero para a minha vida vai depender um pouco da minha vaidade e dos meus sonhos, do meu desejo de ter ou fazer algo. No entanto, qual a razão que me trouxe à vida me exige um posicionamento, e posicionar-me, muitas vezes, pode ser constrangedor. Mas seria constrangimento me posicionar para saber a razão que me trouxe ao planeta? Acredito que não, mas não sei como responder à essa pergunta-chave. Qual a razão que você está vivendo? O que você veio fazer neste planeta, nesta vida? Seria muita mediocridade se conformar com respostas de: "vim viver" ou "preservar o meu sangue, meus laços familiares". Bom, se você ler um pouco dos livros antigos, quiçá e até mesmo na própria Bíblia verá em Eclesiastes que você sequer será lembrado pelos seus descendentes, por mais que tenha feito de tudo para lhos garantir uma vida maravilhosa ou pelo menos digna de ser bem vivida. Então, que resposta você daria para a pergunta? Talvez tenha tido a oportunidade de existir para viver uma vida pacata, igual, mecânica como todos os que seguem sua jornada de trabalho, com horários para café da manhã, almoço, lanche e jantar. Depois dormir para, no dia seguinte, fazer tudo igual e de novo. Pode ter alguém que diga que a razão que o trouxe à vida tenha sido para que vivesse o melhor dela. Ok. Mas e o pior, o que faria? Seria uma resposta sem fundamento. Às vezes respondo que a razão que me trouxe à vida seria viver. Mas viver o que? Construir alguma coisa? Consertar algo quebrado, ou corrigir algo errado, o que seria exatamente? Nossa capacidade é de fazer mil coisas que quisermos, mas somos realmente necessários para realizar tantas coisas assim, já que se cada um fizesse uma coisa daria para que todas as outras pessoas tivessem a oportunidade de fazer outras coisas e terem valor por isso? Eu preciso saber de tudo e saber demais? Preciso dominar todas as formas, todas as línguas, dominar o conhecimento e toda ciência mesmo? Vim para ser feliz? E o que seria a felicidade, afinal? Qual a pergunta-chave que você precisa fazer a si mesmo, que mudaria seu jeito de agir, sua forma de pensar e transformasse tudo em sua vida para que você se sentisse verdadeiramente em paz? 

Publicado por Rodrih às 02:13 | Link do post

A vida existe para você, porque foi uma pessoa escolhida para ter a experiência do que é existir. Você, que hoje lê meu blog, só está conseguindo saborear as delícias do conhecimento, da ciência, da leitura, o prazer de estar sentado ou deitado em suas mais variadas posturas, comendo algo ou sem nada na boca, sentindo apenas o molhado de sua saliva e viajando nos pensamentos do que escrevo, com sentimento normal, ou de tristeza, quiçá de alegria, porque está vivo. Viver é tão misterioso quanto qualquer mistério em todas as galáxias. Você está sentindo a vida em seu corpo com o bater do seu coração, um pulsar constante e ininterrupto. Seus olhos piscam sem você precisar se lembrar de piscá-los e com isso manter seus olhos úmidos. Algumas coceiras acontecem em sua pele e você se arranha no prazer que vem em seguida e torna a leitura mais gostosa. A experiência da vida é para você um dos maiores domínios já criados. Você pode ser ou fazer o que quiser, desde que continue tendo sua vida. Nada te abala, senão estar sem vida. E a vida é um calor que sentimos no peito. Todos temos um calor, um fogo que carregamos dentro do peito. Essa chama pode se inflamar ou ficar pequenininha até quase apagar-se. É você quem pode fazer isso acontecer, só você pode sentir isso, porque a sua vida é o seu maior patrimônio. Não se envergonhe de ser você, não se dê para sentimentos incertos, não maltrate as pessoas, até porque elas também são a mesma experiência da mesma vida que habita dentro do seu corpo, alimentada pela chama acesa no peito. Na vida você precisa dominar certas faculdades, isto é, certos conhecimentos para que possa viver mais e sofrer menos. Há duas formas de ser feliz e por mais que uma pareça ser errada, ela, muitas vezes, é o remédio de uma cura que leva um tempo para acontecer. E esse elixir da vida se espelha em  uma pessoa com quem você se permita aprender as ciências e muito de sua estrutura de experiência e malícia. A outra forma é encontrar e manter aquela que você se dará e receberá de volta sem nunca ter o sentimento da dúvida, se vai perder ou deixar de ganhar algum dia. Se surgiu dúvida será porque você não terá a melhor experiência da vida que você sente em forma de chama dentro do peito. Melhor ter o primeiro do que se iludir com o segundo, afinal a vida é só uma e o tempo é valioso, acredite. Não permita que a tristeza te mate e nem que a angústia te consuma. Não aceite seus limites e tampouco fique esperando que seu par te alcance. Aprenda sempre com quem sabe mais e ensine a quem pedir. Converta-se à nova doutrina que é a da gratidão. Viva melhor para que o seu corpo possa sentir toda energia que queima dentro do seu peito. Sorria mais, pois o sorriso, no mínimo, fará outra pessoa sorrir também. Ouça mais sua voz interior, sua consciência, e não deixe de executar seus instintos. E quando você estiver só, como estou, não faça como eu faço, liberte-se, saia do computador e vá conhecer pessoas, elas também estão vivas e possuem a mesma chama que você carrega, então não tenha medo de se aproximar.

Publicado por Rodrih às 01:07 | Link do post
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