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http://blogdorodrigocaldeira.blogs.sapo.pt

Desde 2008 - 716.000 visualizações em todo o mundo. Diário pessoal aberto, onde se pode ler experiências pessoais de vida, de relacionamentos, vislumbrar reflexões psicológicas, sociais e até pessoais.

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A nova geração (perdida) de mulheres

17.04.23, Rodrigo Caldeira

Desde 2021 venho notando uma mudança de comportamento das mulheres, principalmente das mais jovens, com idade entre 16 e 25 anos. Em 2023 isso se tornou tão mais explícito, que são poucas as que podem ser consideradas sobreviventes da nova safra de beldades prostituídas. Com a disseminação do funk fortemente patrocinado pelas grandes emissoras de TV, principalmente pela Rede Globo, tanto quanto em suas novelas, filmes militantes e programas fúteis como bbb, o país teve um desdobramento rumo ao precipício (e sem paraquedas) da nova geração de meninas, moças e mulheres que se formou desde então. Para pedófilos foi um avanço no acesso fácil às adolescentes, que antes eles tinham que raptá-las, agora elas vão até eles para serem molestadas. Para os criminosos foi um presente divino, porque para acessar as meninas da classe média era só à base de muita influência às escondidas, mas agora não, pois elas se dão de presente ao crime organizado, que as recrutam para um mercado muito mais rentável do que o próprio tráfico de entorpecentes. Para os homens sem futuro, vagabundos, drogados, irresponsáveis, empresários, comerciantes, servidores públicos frequentadores de prostíbulos, essa geração veio como uma realização dos sonhos, pois agora podem saborear não só as prostitutas profissionais, mas também as moças de família, as universitárias, as estudantes do ensino médio, as mães solteiras trabalhadoras, todas elas envolvidas com o funk e toda a qualidade de prostituição sexual e cultural. Nunca foi tão fácil ter uma garota de 17, 18, 19 anos. Basta mergulhar no submundo da farra. Aos mais pobres, basta fazer parte de um grupo de rolê e conseguirá desfrutar da garota do bairro, subserviente a eles. Aos mais ricos, basta entupir o carro com som de alta potência e se reunir nos encontros, munidos de muito uísque, energético e alguma droga. Aos mais afortunados, uma lancha, jetski, uma casa com piscina, sauna e cercada de altas cercas-vivas poderá dar uma colheita considerável de adolescentes ávidas para serem exploradas sexualmente. Tudo em nome da "mente aberta". Não bastassem as que se dão por tão pouco, ainda tem-se as que se prostituem profissionalmente, camufladas de boas meninas de família, as "Sugar Baby", que nada mais são do que uma linhagem de prostitutas de luxo, cujo objetivo é dar para receber com exclusividade. Filhas de servidores públicos, empresários, ou mesmo de gente simples e trabalhadora, essas meninas escolheram se prostituir por mimos, presentes, mesadas e ajuda de custo. Há mães que apóiam suas filhas adolescentes a se tornarem sugar baby de um sugar daddy, um tipo de cliente fixo, a quem ela se torna uma namorada de aluguel e dele recebe seus louros. Não bastasse isso, tem também as autônomas, que são aquelas meninas que perceberam que há muitos sugar daddy em potencial, porém menos afortunados e mais econômicos, mãos fechadas ou tímidos. A esses elas se aperfeiçoaram mais do que os estelionatários e golpistas, já que elas envolvem suas vítimas com sedução, fotos, vídeos e muita doçura, arrancando-lhes somas de dinheiro fragmentadas, de pouco em pouco vão estorquindo o bom sujeito, com promessas geralmente não cumpridas, com desculpas bem elaboradas e convincentes. Há muitas mães de 20, 22, 25 anos que envolvem seus filhos e filhas crianças para dançarem o funk, sob letras extremamente pesadas, influenciando diretamente na formação emocional, psicológica e cultural infantil, sexualizando seus corpos e movimentos, além de gravá-los em vídeos e expor na internet. Para essas mães, o funk é uma expressão com batidas gostosas de dançar, onde elas buscam aliviar o estresse do fardo materno, mesmo se expondo online seminuas ou em danças muito sexuais, com o acompanhamento de seus filhos e filhas infantis. É uma geração perdida, falida e fraca, sem valores. Tudo exposto na internet, sem medo algum, sem se preocuparem com o futuro, já que uma exposição no Brasil na rede de internet é vista imediatamente por quem está no Japão, por exemplo... não há onde se esconder. As poucas meninas, moças e mulheres que focam em estudos, trabalho, fé e valores familiares são as raras mulheres do futuro que serão servidas por essa gama imensa de atuais moças perdidas, nas mão-de-obras serviçais ou como vítimas de uma sociedade violenta.