MANIFESTO PELO DESPERTAR DOS CATÓLICOS ADORMECIDOS
Vereadora se posiciona contra algozes da fé católica
Uma vereadora católica de São Paulo se levantou sozinha contra uma afronta pública à Nossa Senhora das Dores. Ela não se calou diante de “arte” que profanava o sagrado. Ela não aceitou desculpas de liberdade de expressão para desrespeitar a fé.
E muitos católicos?
Ainda permanecem em silêncio, mornos, acomodados, assistindo sem reação.
Há mais de dois mil anos, a Igreja Católica Apostólica Romana resiste. Resistiu a imperadores, perseguições, fogueiras, invasões, guerras, tentativas de destruição física e espiritual. Sobreviveu ao açoite dos algozes islâmicos e muçulmanos, que derramaram o sangue de cristãos fiéis. Resistiu à tirania de reis, à fúria de ideologias totalitárias e às armadilhas do próprio inferno.
E essa resistência sempre foi luta. Desde o Antigo Testamento, Deus chamou Seu povo a defender a fé com coragem e até com a espada, quando necessário.
Moisés ordenou: “Cada um ponha a espada no lado... e passe de porta em porta... e matem cada um seu irmão, amigo e vizinho” (Êxodo 32:27) — quando o povo adorou o bezerro de ouro.
Josué conduziu o povo à conquista de Canaã com a ordem clara: “Sede fortes e corajosos... o Senhor vosso Deus pelejará por vós” (Josué 10:25).
Davi não se acovardou diante de Golias, dizendo: “Tu vens contra mim com espada, lança e escudo, mas eu venho contra ti em nome do Senhor dos Exércitos” (1 Samuel 17:45).
No Novo Testamento, os Apóstolos não se calaram diante das ameaças:
Pedro e João declararam sem medo: “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29).
São Paulo descreveu a vida cristã como batalha: “Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé” (2 Timóteo 4:7).
Em Apocalipse 12:11, São João revela que os santos “o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte”.
Essa é a tradição católica: fé que luta, fé que não se vende, fé que não se cala.
Hoje, o inimigo não vem apenas com espadas, mas com narrativas disfarçadas de “arte” e “liberdade de expressão”. Ele está infiltrado nas escolas, nas universidades, nas assembleias legislativas, na cultura e, tristemente, até em setores da Igreja. A herança venenosa da Teologia da Libertação, fortemente defendida pelo Papa Francisco, ainda ecoa em púlpitos, não para libertar, mas para escravizar mentes.
Por intervenção divina, o Papa Leão XIV está desmantelando o covil dos algozes da Igreja, excomungando religiosos abusadores, deixando-os disponíveis à justiça da sociedade, expurgando a Teologia da Libertação e desmantelando quase todos os mandos feitos pelo papa anterior, progressista, que quase partiu a Igreja ao meio com ideologias marxistas.
Onde estão os católicos? Onde estão aqueles que, como Josué, clamavam: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24:15)? Onde estão os que, como Pedro, tinham coragem de anunciar Cristo mesmo sob ameaça de morte?
Foi preciso que uma vereadora católica de São Paulo se levantasse contra uma afronta à Nossa Senhora das Dores para lembrar que a fé não se defende com silêncio, mas com postura, ação e coragem.
Se a direita política no Brasil reconquistou espaço, foi porque decidiu falar, agir e enfrentar. Os católicos precisam fazer o mesmo. Não para agredir, mas para afirmar: a fé que recebemos não será profanada sem resposta.
Não basta rezar no silêncio do lar. É hora de agir. É hora de defender publicamente o que professamos no Credo. É hora de que cada católico morno desperte para o combate espiritual.
A história e a Bíblia são claras:
Quando o povo de Deus se calou, o inimigo avançou.
Quando o povo se levantou, Deus pelejou junto.
Tal qual aconteceu com o Brasil:
Quando o povo brasileiro se calou, os socialistas avançaram.
Quando o povo brasileiro se levantou, os comunistas recuaram.
Os cristãos do passado não foram assassinados em vão. Nós, católicos da atualidade, tenhamos consciência de que ser católico apostólico romano não é status nem modismo. Quanto sangue foi derramado de cristãos inocentes, por tiranos e culturas profanas disfarçadas de novos pensamentos, uma nova atualização, mas a Igreja é o que é, ela não se atualiza para se tornar agradável ao pecador (Papa Leão XIV).
Cristo não foi à Cruz por covardia. Os Apóstolos não fundaram a Igreja para ser um clube social sem voz. Nós não fomos chamados para assistir à destruição da fé de braços cruzados.
Desperta, católico! O combate é agora.
“Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos” (1 Coríntios 16:13).