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http://blogdorodrigocaldeira.blogs.sapo.pt

Se trata de um diário pessoal aberto, onde as pessoas podem ler experiências pessoais de vida, de relacionamentos, reflexões psicológicas, sociais ou pessoais.

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e-Commerce x Comércio Real

21.02.19, Rodrih

É mentira! Os boatos mais absurdos que se espalharam pela internet

Troquei o e-commerce pelo comércio real. Desde que entrei no EDZ (E-commerce do Zero) empolgado com a prosperidade do "guru" neste assunto, fui tomado do sentimento de que eu também seria capaz de enriquecer com o e-commerce. Fiz até a 5ª lição, sempre desatualizada, quando fui percebendo a realidade das coisas, a malícia da propaganda e a maldade também. Tomado por minha insistente teimosia de formar opiniões, me tornei crítico de mim mesmo e, consequentemente, de tudo à minha volta, e percebi que nem todo santo vai pro céu e nem todo cara de sucesso realmente é bom camarada. A conversa mansa, que dá um ar de bonzinho, na verdade pega os carentes de amor e carinho por refém, e faz com que o bom e velho cartão de crédito emane seus dinheiros para a conta do bom falante. Fui percebendo que é na carência de amor, que se reúnem os numerosos seguidores de um guru de e-commerce, e isso é o suficiente para enriquecê-lo sem dar muito em troca, senão uma crescente vontade de ganhar sua realidade, seu mundo encantado de uma vida próspera e honrosa, que de honroso não tem nada. Ludibriar pessoas com uma promessa de sucesso é desonroso, porque está havendo a venda de ilusão, e não de resultados. Para que possa ter resultados há outra venda, hiper mais cara, super mais arriscada, em que só os dependentes de amor extremo ousam pagar, vendem a alma para isso se preciso, porque a carência não tem preço e a atenção é um ópio inevitável. Vemos o caso do Erico Rocha, que vende expectativas, explora a carência com todo requinte de crueldade, faz pessoas desejarem o sucesso do "guru" da enrolação. O produto de seus cursos é como fazer pagarem por seus cursos, e para isso você só precisa aprender a usar a carência das pessoas. Poucos conseguem fazer sete dígitos aparecerem em suas contas bancárias, porque nem todo mundo tem a arte de olhar nos olhos da pessoa carente e dizer que "é verdade este bilete". É preciso ser cara-de-pau para conseguir vender ilusão. Mas há alguns que são bons no que fazem, como o Bruno Ávila, que realmente ensina o que sabe, vende para quem quer aprender mais, e geram resultados na vida daquele que busca o sucesso. Bruno Ávila não é para os carentes, como faz o outro Bruno, são Brunos diferentes, com pegadas e objetivos distintos. Há um outro mestre ilusionista, um "guru" do dropp shipping, que mostra sua conta bancária como parte da sua arte em iludir o carente desatento. Então percebi que estava seguindo os caras espertos, e não os caras bonzinhos, com excessão de alguns poucos. Infelizmente, muitos seguirão esses "gurus" da esperteza, ficarão quebrados e sem dinheiro, desanimados e sem expectativa, porque é esse o objetivo principal, enfraquecer os que vêm, pois são concorrentes de certa forma. Depois de ver vários seguidores desanimarem do projeto de seguir com o e-commerce é que fui entender como são perversos alguns "gurus" do e-commerce, eles não têm dó de quem paga pouco, não são gratos por quem os paga. Tratam como rebanho ajuntados num cercado e dentre as cabeças berrantes escolhem os que podem pagar mais, e o resto fica ali berrando, se empurrando e morrendo. Assisti alguns "documentários" do poderoso Anthony Robbins, que é outro que ganha fortunas sobre as cabeças dos carentes. Você não encontra muitos gurus que realmente queiram ensinar, sem lhe arrancar todo dinheiro de sua conta, quiçá suas próprias roupas. O conceito é sangrar os que querem vencer, e só quem vende a alma conseguirá a glória. Está certo isso? Eu acho que não. Para mim, isso tudo é extorsão cultural, a cultura do capitalismo selvagem que precifica a felicidade. A felicidade não tem preço, e se esses "gurus" entendessem isso ensinariam sem cobrar fortunas por seus conhecimentos. Por essas e por outras estou retomando meu projeto por ter um comércio real, em que é muito mais difícil de manter, mas é o mais sensato e honroso, já que não precisarei iludir ninguém, apenas apresentar meu trabalho no produto ou serviço real, e compra quem gostar do que vê.

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