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http://blogdorodrigocaldeira.blogs.sapo.pt

Se trata de um diário pessoal aberto, onde as pessoas podem ler experiências pessoais de vida, de relacionamentos, reflexões psicológicas, sociais ou pessoais.

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Se trata de um diário pessoal aberto, onde as pessoas podem ler experiências pessoais de vida, de relacionamentos, reflexões psicológicas, sociais ou pessoais.

Um amor nas alturas

09.09.13, Rodrih
Aos 12 anos via a cômoda mais alta de 1,60 rente à minha testa. Tudo parecia ter dimensões maiores na minha vida, pela casa por onde eu andava. Aos 15 anos eu comecei a olhar pra minha mãe olho no olho, era estranho, principalmente quando ela corria atrás de mim com um cinto na mão. Naquela época se corrigia a cintadas, agradeço por isso. Já aos 16 anos, como num passe de mágica, eu já andava de ônibus com os punhos transpassados na barra do teto, ficava praticamente pendurado (...)

Saúde!!!

08.01.13, Rodrih
Saúde Na poderosa voz de: Zélia Duncan   Me cansei de lero-lero Dá licença Mas eu vou sair do sério Quero mais saúde   Me cansei de escutar opinião De como ter um mundo melhor Mas ninguém sai de cima Nesse chove-não-molha   Eu sei que agora Eu vou é cuidar Mais de mim!   Como vai? Tudo bem! Apesar, contudo, todavia, mas, porém As águas vão rolar Não vou chorar Não!   Se por acaso morrer Do coração... É sinal que amei demais Mas enquanto estou viva Cheia de graça

Resquício ainda é amor

12.05.12, Rodrih
  Eu estava catando feijão ainda há pouco, faz tempo que não faço um feijãozinho carioca cozido à minha maneira - que fica muito saboroso, tenho me alimentado só de arroz com pedacinhos de carne, vez outra lingüiça para compor a receita como um arroz carreteiro não sendo carreteiro exatamente. Azeite verde, sal e batatas doce e inglêsa, também cebola - todos cozidos ao vapor do arroz enquanto coze. Então minha mente começou a divagar sobre uma compilação de pensamentos, (...)

Quem virá para preencher?

27.04.10, Rodrih
      Quando temos uma relação rompida, quer por vontade, quer contra nossa vontade, e depois que atravessamos nosso deserto ou quando ainda estamos atravessando esse extenso deserto, uma viagem solitária pelo luto da perda de um amor nos deparamos com uma pergunta silenciosa que custamos querer ouvi-la e até de reproduzi-la em voz alta: "Quem virá para preencher?".   Certamente não é a (...)

Socorro

21.10.09, Rodrih
  Socorro Cássia Eller Composição: Arnaldo Antunes/Alice Ruiz Socorro, não estou sentindo nada Nem medo, nem calor, nem fogo Não vai dar mais pra chorar, nem pra rir Socorro, alguma alma, mesmo que penada Me entregue suas penas Já não sinto amor, nem dor, já não sinto nada (...)