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Estava procurando compreender um pensamento, que na verdade são vários se encavalando uns nos outros e todos juntos em si mesmos, se colidindo ou fazendo sinapse entre si. E organizar isso é muito complicado, é necessário o silêncio e a reflexão, que não é bem a meditação, muito embora esteja no caminho para. A reflexão seria a estrada que leva à meditação. Esta, por sua vez (a meditaçâo) seria a piscina com água morna, na temperatura corporal, em que o corpo levitaria com gravidade 3.0 de uma escala até 10, mas que não se prejudicasse a respiração. Mas a reflexão não seria a estrada mais próxima à essa piscina, nem a mais distante, senão a estrada, ou o caminho, do meio, direcionado para o caminho mais próximo dessa piscina, se é que me entende. Apesar da sinapse ser a ligação de dois polos, a energia dessa ligação, esta estaria fazendo o efeito da desconexão, embora estivesse fazendo uma conexão pelo termo característico da sinapse. A sinapse seria a união sem haver o grude de dois polos, como o ímã e o metal, mas ainda na fase de identificação da energia positiva com a energia negativa, antes que ambas as partes se grudassem e não se soltassem mais. No caminho do meio para o caminho mais próximo à piscina seria o que estou procurando explicar sobre o que é a sinapse, que é a energia que ligará um ponto ao outro, isto é, a sua pessoa que acaba de passar e sair do caminho do meio e inicia as primeiras pisadas no caminho do fim, aquele quase encostado na piscina. Então vem o pensamento sobre onde está Deus? E por que relacionamento o bem a Deus? Como é que reconhecemos que Deus é do bem? Depois de um turbilhão de pensamentos nas láminas mentais em minha cabeça - em que consigo pensar nessa hora que estou com sono, preciso escovar os dentes, aliás, preciso tomar banho, tenho reunião às 11 horas daqui a 8h e 15 minutos, e estava pensando sobre Deus, seu paradeiro, por que ele é bom, como sabemos que ele é bom? E se Deus é bom, por que o mal existe? Se Deus criou tudo, deve ter criado o mal também? Se não foi Deus quem criou o mal, então para ter tamanha força de envolvimento como tem o bem, teríamos outro Deus que seria o criador do mal? Porque o mal não surgiria do nada, alguém o criou, já que há um Deus que seria o autor do bem! Então, antes que eu pire com esses pensamentos em plenas duas horas e quarenta e cinco minutos da madrugada, eu me mantive na refelxão sem lutar contra ela, porque certamente eu não ia conseguir dormir se não escrevesse aqui agora. Para que Deus seja único, Onipotente, Onipresente, Princípio e Fim, então é certo pensar que Deus criou o bem, mas também criou o mal. Mas por que Deus criaria o mal, se é tão bom sentir o bem? Com o bem você sente felicidade, sente amor, sente conforto, você consegue sorrir, dançar, ajudar, ser ajudado, enfim, você se liberta e vive melhor. Mas o mal ataca o bem, traz tristeza, a traição, o desconforto, deixa o rosto carrancudo, faz o egoísmo acontecer, a ignorância e a infelicidade pairar. Só que Deus criou o mal para que o bem pudesse ser reconhecido. É como a noite, que faz a gente entender que o dia existe, ou o frio para o calor etc. É a lei da polaridade no Caiballion, o bem e o mal, frio e quente, noite e dia etc. Deus criou as sete leis do ser vivente e não tem como escapar disso. O bem e o mal são polaridades, ou seja, um é o ímã e o outro é o metal. Mas ainda assim não faz sentirmo-nos confortáveis. Por que Deus criou o mal, se trás tristeza e todo malefício aos seres viventes? A resposta mais óbvia é que para que você consiga saber que o bem é uma coisa boa, precisa, antes, sentir os desdobramentos do mal. E ser mal está dentro de nós, assim como está ser do bem, mas para ser bom você precisará entender o mal e respeitá-lo, pois sem este não tem como saber se Deus é bom, se ser bom é bom, se o bem é uma coisa positiva. Então se você considera que o mal é obra de Deus, assim como o bem, o que fazer com o mal, aliás, como conviver com o mal, sabendo que se eu cometer maldades posso ferir, me ferir também, posso tudo o que é ruim e ter uma vida infeliz?! O mal tem uma função muito linda em nossas vidas, poderosa e libertadora, que é de nos apresentar o bem! Então não devemos odiar o mal, senão compreendê-lo e respeitá-lo. Mas só isso não é o suficiente, precisamos também evitá-lo ou vigiar-nos para não fazer uso dele em nossas vidas. Fazendo isso, estaremos caminhando na estrada do bem, não exatamente próxima ao bem, mas no caminho que vai apontado para o bem. A função do mal não é para nos testar, porque Deus seria injusto, pois Ele nos cria à sua imagem e semelhança, e nos abandona para que nós nos viremos no teste de fidelidade entre o bem e o mal? Não. Deus é muito sábio e não nos colocaria à prova de um jeito tão amador assim. Mas o mal tem a função de nos levar ao bem, de nos fazer querer ser bons, bondozos, fazer bondade, e poder então eompreender que Deus é do bem, que sorrir é do bem, que amar, brincar, gostar e tudo o mais que é bom seja do bem. Na verdade não é a função do mal, como entitula este post, mas qual é a nossa função, se não é a de saber que o mal existe, mas optar em fazer o bem? O mal é importante para nós, pois só com sua existência as orações divinas pertencerão a Deus, e Ele se permite pertencer em nós. A função do mal é trazer à luz o bem, é nos dizer para não usá-lo em nossas vidas, para que o bem não seja em vão. O bem e o mal estão dentro da mente de cada um de nós, e cabe a você distingui-los para optar em sempre fazer o bem. E somente assim você passará a se aproximar, cada vez mais de Deus, apesar que ainda assim você corre o risco de não conhecê-Lo tão cedo. Não enquanto você ainda é um ser espiritual ou energético, que de alguma maneira não estaria nem próximo da ponta mais distante do acesso ao Criador, mas estaria em seu caminho. Bom, estou digitando de olhos fechados, acho que dormi numa dessas linhas pra trás. Bons sonhos, FUi!

Você pode se interessar também por: A energia da vida nas leis do ser vivente (são 7 leis da vida, pela quais todo ser vivo vive, independente se quiser ou não) e Ouça o sussurro! (entenda como funciona os sinais da vida e por que é tão difícil percebê-los).

Publicado por Rodrih às 03:19 | Link do post
 Post criado em 17/06/2011, às 14:16h, revisado em 23/11/2017, às 23h. 
 

 

Ao longo de minha caminhada solitária que tenho percorrido, tive tempo para refletir minhas falhas de conduta, mas também pude perceber quão rica é minha essência e quão belos são os meus valores. Quando me casei em meados de 2006 vislumbrava uma vida conjugal perfeita, mas as coisas deram uma reviravolta extraordinária em minha vida, me vi num turbilhão giratório de altíssima velocidade esmagando tudo o que eu acreditava e suprimindo para o centro desse furacão, depois expelindo-os para o alto novamente e triturando-os para o centro outra vez. Subestimei as leis da vida e das coisas, mas eu não sabia como isso funcionava. Era totalmente leigo e despreparado para viver meu potencial construtivo e transformador. Nesse deserto em que me vi sozinho me desnudei ao conhecimento sobre muitas coisas e na forma de ver como o mundo gira em torno dos manifestos da vida. Aprendi - e tive tempo para enxergar a vida por um prisma mais profundo do que a maioria das pessoas conseguem perceber, e ainda me sinto pequeno e ignorante diante tanto conhecimento que o Universo propõe. Essas pessoas a que me refiro são aquelas que vivem a vida terrena sem se preocupar com a vida do espírito - as que disseminam desconforto e incerteza na vida de outras pessoas, quer por palavras, atos e omissões, sem perceberem que tudo está conectado em todos e não há nada feito sem ser desfeito ou refeito na linha da vida de todos nós. Refiro às pessoas que perdem tempo murmurando as injustiças que o outro causou nelas, pessoas que não perdoam, não esquecem, não reinventam, não recriam, não dão paz e não agradecem. Eu murmurei muito tempo as injustiças que doeram em mim nessa separação conjugal, alimentei com minha energia as pessoas que me fizeram mal, fiz isso por quase dez anos. Para mim, elas vêem o primeiro patamar da vida, numa visão micro, unifocal, como galinhas que ciscam olhando sempre para o chão, procurando o alimento debaixo dos seus pés. Foi necessário ser sugado para dentro desse furacão nesse lapso temporal da vida para quebrar minhas moléculas teimosas e preguiçosas, para que eu pudesse me transformar de galinha para uma águia, ver de cima e ver o todo de uma só vez, numa visão macro, universal. Controlar meu referencial com o subir ou descer de patamares, entender que se quero ver algo menor, devo descer, e usufruir de uma visão micro; mas entender que mesmo nesse micro universo existe o microcosmos, e se eu quiser posso mergulhar num novo universo macro, expandido dentro desse mínimo conteúdo; mas se algo é maior do que consigo ver, devo subir, distanciar para o alto e tornar os objetos tão pequenos abaixo de mim, de modo que eu possa vê-los por inteiro, ter a visão macro, que dista e mostra um novo microcosmo de imediato. Paguei o preço para aprender isso, paguei com sofrimento, porque nada vem de graça para nós, nem o conhecimento. O preço da malícia causa sofrimento, não porque é mal, mas é porque estamos acomodados em nossa zona de conforto e tudo que nos tira desse berço explêndido nos causa sofrimento. O cérebro humano não é o único lugar onde se guarda a consciência. O cérebro é o microcosmo, mas o espírito é o macrocosmo. No cérebro se guarda a consciência limitante, essencial à vida humana, material. Já na mente, está o macrocosmos, no espírito, na consciência que trasmuta a limitação, expande o horizonte dos pensamentos e eleva a consciência à magnitude do conhecimento pelo novo. Não vejo com frieza essas coisas, pelo contrário, vejo com mais amor, humildade e fé. Sim, a fé é a força motriz dos sentimentos, sem fé não há sentimento. A fé não move montanhas, mas nos move entre elas, sobre elas, nos transpassa por elas, nos eleva a elas e nos soterra nelas, dando a impressão que elas são quem estão se movendo. O amor é o fogo em brasa, que arde e não queima, que queima e não machuca. A humildade é a água que refresca, a paz é o ar para respirar, e a fé... a fé é a essência de tudo isso junto. Há algo mais que precisa ser dito sobre as coisas. Existem as sete principais leis herméticas que se baseiam nos princípios incluídos no livro Caibalion, que reúne os ensinamentos básicos da Lei que rege todas as coisas manifestadas. A palavra Caibalion, na língua hebraica significa tradição ou preceito manifestado por um ente de cima, DEUS. Esta palavra tem a mesma raiz da palavra Kabbalah, que em hebraico, significa recepção. As leis estão aí, existem para que vivamos em harmonia entre as coisas vivas e não vivas, materiais e imateriais. São leis universais e são imutáveis. Atualmente estamos vivendo a transgressão dessas leis nas ideologias de conceitos, mas isso também não afetará as leis herméticas. Se são herméticas significa que estão vedadas, não possuem escape.

A primeira lei é a lei do mentalismo. 

"O Todo é Mente; o Universo é mental." O universo funciona como um grande pensamento divino. É a mente de um Ser Superior que 'pensa' e assim é tudo que existe. É o todo. Toda a criação principiou como uma idéia da mente divina que continuaria a viver, a mover-se e a ter seu ser na divina consciência. A matéria são como os neurônios de uma grande mente, um universo consciente e que 'pensa'. Todo o conhecimento flui e reflui de nossa mente, já que estamos ligados a uma mente divina que contém todo o conhecimento. 

A segunda lei é a lei da correspondência. 

"O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima". Lembro disso num estudo de minha mãe no curso de filosofia na Universidade Católica de Brasília, pois eu era quem digitava os trabalhos dela e assim eu também aprendi sobre filosofia. A perspectiva muda de acordo com o referencial. A perspectiva da Terra normalmente nos impede de enxergar outros domínios acima e abaixo de nós. A nossa atenção está tão concentrada no microcosmo que não nos percebemos o imenso macrocosmo à nossa volta. Antes de falar sobre o princípio de correspondência preciso esclarecer a diferença entre macrocosmo e microcosmo que, na filosofia que aprendi com o curso de minha mãe têm significados distintos e importantes de serem compreendidos. Primeiro é interessante que se aprenda o significado de uma palavra e não a confunda com algo como misticismo, astrológico ou sei lá, espírita e por aí vai. Nada a ver. Estou me manifestando por algum conhecimento em filosofia, física quântica, física, psicologia e fé - por hora com o que sei de fato ou aprendi, outrora por consulta e pesquisa sobre o mesmo assunto. Afinal ninguém sabe tudo. Cosmo é um termo que designa o universo em seu conjunto, toda a estrutura universal em sua totalidade, desde o microcosmo ao macrocosmo. O cosmo é a totalidade de todas as coisas deste Universo ordenado, desde as estrelas, até as partículas subatômicas. Pode ser estudado na Cosmologia. O astrônomo Carl Sagan define o termo cosmos como sendo "tudo o que já foi, tudo o que é e tudo que será". O macrocosmo é identificado ora com o Universo, o mundo que é um todo orgânico, ora como o mundo das coisas grandes, das leis magnas, das leis da física, dos conjuntos estelares, planetários, galácticos e do que possa ser considerado grande, maior, enorme, aos conjuntos dos conjuntos, livros de referência de referências, aos conjuntos conhecidos de determinada época etc. Sendo exatamente o oposto de microcosmo. Hermético é algo fechado completamente, de modo que não deixe penetrar ou escapar o ar. Ou ainda alguma coisa muito difícil de compreender. O principio de correspondência diz-nos que o que é verdadeiro no macrocosmo é também verdadeiro no microcosmo e vice-versa. Portanto podemos aprender as grandes verdades do cosmo observando como elas se manifestam em nossas próprias vidas. 

A terceira lei é a lei da vibração. 

"Nada está parado, tudo se move, tudo vibra" - parece óbvio, mas as pessoas esquecem disso quando pensam em tomar decisões em suas vidas. É a vibração das ações boas ou ruins que fazemos que gera resultados bons ou ruins no futuro. Se tudo está bem e você cria uma vibração explosiva, como um choque, todas as partículas se movimentam com a intensidade do impacto e vão mudando o curso dos acontecimentos segundo sua ação. É como se você tivesse milhares de bolinhas ocas de cristal dentro de uma grande caixa. No instante que você pressionar com as mãos as primeiras bolinhas da superfície dessa caixa perceberá que elas não se quebrarão em maior quantidade do que as que estiverem mais no fundo. Isso acontece por causa da lei da vibração, devido o resultado da ação, isto é, a reação.  No universo todo movimento é vibratório. Deus, o Todo, se manifesta por esse princípio. Todas as coisas se movimentam e vibram com seu próprio regime de vibração. Nada está em repouso. Das galáxias às partículas sub-atômicas, tudo é movimento. Todos os objetos materiais são feitos de átomos e a enorme variedade de estruturas moleculares não é rígida ou imóvel, mas oscila de acordo com as temperaturas e com harmonia. A matéria não é passiva ou inerte, como nos pode parecer a nível material, mas cheia de movimento. Quando os cristãos, os messiânicos, os espíritas e tantos humanos que impostam as mãos sobre outros estão emanando a vibração. O conjunto ou a força da intensidade de vibração é que faz com que as partículas moleculares atinjam quem estiver mais aberto para recebê-las. Orar em língüas é uma extensão desse movimento vibratório também, porém mais intenso. Tanto quem emana, como quem recebe a vibração precisa estar livre de bloqueios ou desvios mentais, já que tudo é movido pelo poder da mente, que funciona como uma antena parabólica e todo o corpo seriam as hastes emissoras e receptoras das ondas de energia moleculares - bem como acontece com a televisão e o rádio. Nesse caso, nós emanamos energia de vibração, quer seja por boa ou má vontade o que não deixa de ser a mesma energia e recebemos de volta a intensidade que dispersamos, muito embora podemos dar pouco e receber muito mais. Por isso que as curas de males de todos os tipos costumam acontecer entre multidões, dado que a receptividade é menor do que a quantidade de emissores que vibram com maior tensão de energia.  Em situações que repórteres filmam um colega durante uma transfusão de energia, mas este não emana nada, pois está bloqueado e com desvios de pensamentos, limitado à uma mente racional, também não recebe nada e ainda consegue causar o caos local. Isso se dá pela força de bloqueio que causa interferência na vibração molecular harmônica à sua volta. É como um grão de areia que cai sobre uma poça d'água e formará anéis segundo o impacto de sua vibração. Porém, se ao cair esse grão de areia e formar tais aneis na água também cair em seguida outro grão de areia próximo ao primeiro, os círculos de ondulações formados interferirão nos anéis do primeiro grão, o que poderá impedir que os anéis façam um desenvolvimento completo e harmônico como deveria acontecer sem a interferência do segundo grão. Agora imagine centenas de grãos mergulhando na poça em momentos diferentes, quantas ondas atrapalharão umas as outras? Assim é uma pessoa que não está no meio de tantas outras e não emana nenhuma vibração, tampouco se permite receber. Essa pessoa estará fora do tempo e da sintonia das demais e fará com que o ambiente se desorganize a nível do microcosmos. 

A quarta lei é a lei da polaridade. 

"Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados". Quando você diz que ama intensamente, também está dizendo que pode deixar de amar de repente. Quando a alegria invade seu espírito a tristeza entra pela mesma porta. Tudo está concatenado com um só sentido e por toda sua vida você terá que se equilibrar entre o que acha que é daquilo que sabe o que é. O que você acha é o oposto do que você sabe que é. É no saber que se tem a resposta, mas para que o saber pudesse ter o valor na decisão o achismo precisa existir para confrontar e testar sua resistência naquilo que você acredita de fato. A polaridade revela a dualidade, os opostos representando a chave de poder no sistema hermético. Mais do que isso, os opostos são apenas extremos da mesma coisa. Tudo se torna idêntico em natureza. O pólo positivo + e o negativo - da corrente elétrica são uma mera convenção. O claro e o escuro também são manifestações da luz. A escala musical do som, o duro versus o flexível, o doce versus o salgado. Amor e o ódio são simplesmente manifestações de uma mesma coisa, diferentes graus de um sentimento. Quando você diz que é muito diferente daquele que você ama, você está manifestando o lado anverso do seu amor, o ódio de amar. Isso se chama fechar o elo, encontrar os polos, ir de encontro a si próprio no outro em seu sentimento. O que seria se o duro fosse flexível, o doce fosse salgado e o escuro fosse claro? Seria amedrontador. Tal dá o mesmo pavor amar e não amar ao mesmo tempo. É nessa lei que irá prevalescer a lei anterior, a lei da vibração, as bolinhas ocas de cristal. 

A quinta lei é a lei do ritmo. 

"Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés, tudo sobe e desce, o ritmo é a compensação". Nem sempre você terá o que quer e dará o que lhe pedem. Há uma compensação, um alívio entre a sinergia que acontece com você para quem você ama e vice-versa. Não há respostas porque a resposta já foi dada, resta aceitá-la e recebê-la. O entendimento é que toda ação gera reação e que você pode fazer o que quiser, mas não deixará de sentir o retorno das coisas. Exatamente nisso que tanto observo na minha vida: o feedback, o retorno. Tudo tem o seu retorno, sem retorno não há comunicação, entretanto o fluxo e o refluxo acontecerá independentemente se quer ou não. Pode se dizer que o princípio é manifestado pela criação e pela destruição. É o ritmo da ascensão e da queda, da conversão energia cinética para potencial e da potencial para cinética. Os opostos se movem em círculos. Se são opostos, então vão sempre se encontrar. Os pólos do ímã quando são iguais, semelhantes, isto é, se são positivos ou se são ambos negativos, não vão se unir, não se aceitarão. Está aí porque os opostos se atraem. É a expansão até chegar o ponto máximo, e depois que atingir sua maior força, se torna massa inerte, recomeçando novamente um novo ciclo, dessa vez no sentido inverso. A lei do ritmo assegura que cada ciclo busque sua complementação. 

A sexta lei é a lei do gênero. 

"O Gênero está em tudo: tudo tem seus princípios Masculino e Feminino, o gênero se manifesta em todos os planos da criação". Os princípios de atração e repulsão não existem por si só, mas somente um dependendo do outro. Tudo tem um componente masculino e um feminino independente do gênero físico. Nada é 100% masculino ou feminino, mas sim um balanceamento desses gêneros. Existe uma energia receptiva feminina e uma energia projetiva masculina, a que os chineses chamavam de yin yang. Nenhum dos dois pólos é capaz de criar sem o outro. É a manifestação do desejo materno com o desejo paterno. Da protegida com quem protege. Do escolhido com quem escolhe. Nada está livre do princípio do gênero masculino e feminino. Se há um parafuso, um plugue, uma conexão sempre haverá de se referir à fêmea ou ao macho, faça o teste e peça ao vendedor um conector de som. Observe a resposta e se espante, pois ele irá lhe perguntar: "Macho ou fêmea?".  Tal qual são os conselhos e as dicas, não se recebe bons conselhos de alguém do mesmo gênero que o seu, nem se consegue dar a melhor orientação à pessoa do mesmo sexo, porque vai contra a lei do gênero. A maior influência de uma separação conjugal está na interferência, conselho ou orientação de pessoas do mesmo gênero para aquela que se contorce na dúvida. À mulher, suas amigas geralmente - isso pode incluir todos os tipos de mulheres e em qualquer nível de parentêsco ou não. Ao homem, seus amigos geralmente - isso pode incluir a mesma coisa que para a mulher, tal qual como coisas de homem ou do machismo do homem como o futebol, o happy-hour, o trabalho. 

E a sétima lei é a lei da causa e efeito. 

"Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade mas nenhum escapa à Lei". Nada acontece por acaso, pois não existe o acaso, já que acaso é simplesmente um termo dado a um fenômeno existente e do qual não conhecemos e a origem, ou seja, não reconhecemos nele a Lei à qual se aplica. Esse princípio é um dos mais polêmicos, pois também implica no fato de sermos responsáveis por todos os nossos atos. No entanto, esse princípio é aceito por todas as filosofias de pensamento, desde a antiguidade. Também é conhecido como karma. Você não conseguirá fazer nada sem receber o efeito disso, tudo está ligado a você e você está ligado a tudo. Qualquer movimento brusco terá conseqüências bruscas no futuro, qualquer interferência que você fizer na vida de outra pessoa, animal ou coisa refletirá em você de outra forma que seu conhecimento não preverá. Ninguém está livre da responsabilidade da escolha. Nada acontece por acaso, porque o acaso não existe, porque existe um propósito por trás de todas as coisas.

Da Energia Latente no Ser Humano

Algo latente geralmente é referido como algo implícito, que tem um potencial determinado numa ação futura, num 'porvir', no sentido de, num estado anterior, estar em 'repouso'. Por exemplo, diz-se do estado em que permanecem os animais hibernais e as sementes, que durante muito tempo ficam com o metabolismo tão baixo que parecem sem vida. Ser Humano (Ser) é Energia. Essa Energia é força de maior intensidade, de menor intensidade e de zero intensidade. Há quem hiberne na latência de sua energia, há quem viva um quadro sempre sofrível. O Ser ativo, participativo, solidário, ético, optativo e decisivo é um Ser de Energia de intensidade alta, grande, maior. Um Ser inativo, egoísta, passivo, corruptor, inoptativo e indeciso é um Ser de Energia de intensidade baixa, rasa, sofrível. Um Ser doente, em fase terminal, é um Ser de intensidade de Energia igual a zero. Um Ser que faz o mal, vive para o mal, pratica o mal, venera o mal, participa para o mal, tem o pensamento voltado para o mal, ludibria a vontade alheia em proveito próprio, tem uma Energia de intensidade sofrível. Um Ser que é benevolente, que pratica boas ações, que venera o bem, faz o bem sem olhar a quem, ajuda ao próximo, tem o pensamento voltado para a prática do bem, é altruísta, provoca a paz entre os homens, é humanista, tem doçura ou respeito pelos seres viventes à sua volta, tem uma Energia de grande intensidade. O ato sexual, em si, estimula a energia de maior intensidade, porém, será como sua mente processa essa ação, que fará com que a intensidade permaneça alta ou cáia vertiginosamente causando uma experiência de vazio e sentimentos sofridos. A energia sexual é nosso gerador da vida recorrente que nos dá a chance da reinvenção constante, assim também se torna nossa influência na vida de outras pessoas naquilo que emanamos para elas a renovação macrobiológica. Se souber aliar essa energia com as leis herméticas tem-se uma vida altamente produtiva e ricamente favorável. 

Publicado por Rodrih às 14:00 | Link do post
Estado de Espírito: Introspectivo
Ouço ou Leio: sem música

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Há muito se diz que Deus é misericordioso, porém é justo e julgará a todos nós com justiça e atenção de todos os nossos atos. Fico imaginando isso acontecendo e penso que se Deus está na eternidade, certamente não terá nenhuma pressa de acelerar os trabalhos, ou seja, até seus olhos chegarem em mim já se passaram milênios. Se for para julgar cada um de nós com a mão da justiça no mesmo peso e na mesma medida para todos, então ferrou, o céu ficará vazio. Se chegar a vez de um funcionário do metrô, um sujeito de bom coração, ele poderá se ver em maus lençóis quando Deus mencionar que ele não foi de todo boa gente assim, porque fez greves e isso gerou transtornos a milhares de pessoas. Então o sujeito vai dizer que não agiu sozinho, e Deus poderá dividir para cada grevista uma quantidade da população que foi atingida por cada greve, considerando aquelas pessoas que perderam alguma oportunidade, outras que sofreram alguma punição, humilhação etc., sem falar as que morreram ou não conseguiram chegar a tempo de salvar ou mesmo de dar o último adeus a um ente amado. Poderá pegar a quantidade de funcionários grevistas, digamos, oitenta e ratear as três milhões de pessoas atingidas por um ato egoísta de interesse próprio no interesse de cada um, sem se preocupar com o próximo. Então teremos  37.500 pessoas por funcionário grevista. E se Deus sentenciar apenas nesse assunto cada responsável por algum transtorno e infelicidade à população, variando e considerando o grau de angústia e o desdobramento causado de cada pessoa, esse funcionário do metrô vai até sentar para ouvir que a sentença seria de um ano de reflexão per capita, em que já contabilizará 37.500 anos de reflexão só nesse ato laboral. E teremos um mundo cheio de pessoas lamentando seus comportamentos que refletiram de alguma maneira na vida de outra pessoa, ou mesmo de outras tantas atingidas pelas escolhas deste e daquele. Todos ficarão em dívida e o céu ficará vazio por uma eternidade. Pessoas que barganham tirando do mais pobre seu merecimento de ganho por seu trabalho ou feito, pessoas que sorriem com a cara física, mas fecham a cara com a cara espiritual. Pessoas que fizeram alguma maldade num bicho de estimação esperando atingir seu dono - lembrando que ninguém é dono de ninguém, nem mesmo dos animais. Pessoas que traíram ou mesmo estimularam para isso, pessoas que influenciaram negativamente e de alguma forma sutil ou não, pessoas que modelaram pessoas para se satisfazerem de seus interesses pessoais e individuais, pessoas que de alguma maneira atingiram - direta ou indiretamente - a vida de outras tantas, positiva ou negativamente, numa matemática de positivo contra negativo, tudo isso sem a menor pressa e com muita, mas muita paciência divina. Se todos os atos diários forem analisados a cada segundo, minuto, hora, dia, mês, ano, anos... então realmente precisaremos da eternidade para cumprir com nossas sentenças, que não serão poucas. Assim o céu ficará, realmente vazio, e nós estaremos refletindo cada cena que nos surgir à mente para que possamos evoluir nossa capacidade de merecer viver na paz eterna de Deus. Mas há quem dirá que Deus é misericordioso, então triplique esses anos de metamorfose que você irá passar até merecer por si mesmo entrar e habitar o Reino dos Céus. Como eu já não tenho como voltar atrás em muitos atos que já fiz, sei que vou precisar de um anjo-advogado sinceramente, vou continuar errante, e deixar esse ideal de passar pelos portões de ouro celestiais para outra ocasião mais oportuna. 

Publicado por Rodrih às 11:05 | Link do post

Caso Encerrado: Pastor mentiu quando disse que foi a Igreja Católica e falou de Nossa Senhora

O gaiato pastor Cláudio Duarte gabava-se no vídeo abaixo, gravado numa igreja evangélica e que circula na internet, de ter questionado os dogmas marianos diante dos católicos dentro de uma igreja católica. Veja o vídeo:

 

Fomos investigar essa bravata do pastor e confirmamos que esse embuste nunca aconteceu. O pastor de fato foi palestrar em uma igreja católica, mas sequer citou o nome de Maria.

A igreja católica a que o pastor Cláudio esteve presente em palestra é a Paróquia Nossa Senhora Rainha, da Arquidiocese de Belo Horizonte. A paróquia negou em comunicado que o pastor tenha tratado de dogmas marianos em suas dependências como podemos ver abaixo:

Pessoas como a Mariana Monge que estiveram presentes a palestra do pastor na igreja, confirmam que em nenhum momento o pastor tratou sobre dogmas marianos:

Fica assim provado, que o gaiato e bravateiro pastor Cláudio Duarte é um grande mentiroso, que consegue assim enganar seus seguidores dentro de sua religião, mas jamais os católicos.

Fonte: http://fimdafarsa.blogspot.com.br/

Minha reflexão sobre isso: Quando o sujeito diz que Maria pode até ser mãe de Cristo, mas que é um absurdo dizer que seria mãe de Deus, eu paro, respiro e contemplo a doutrina católica apostólica romana por um grande motivo: CULTURA. A fé católica é repleta de arte, ciências, metafísica, leis, matemática, geografia, história, física, cores, química e tantos outros conhecimentos que NENHUMA outra doutrina possui. E também a interpretação de texto - neste caso, no Brasil, o português, no que quando se diz "Mãe de Deus" estamos fazendo uma analogia de que se Cristo é o Pai, o Filho e o Espírito Santo, a Trindade Divina, 3 em 1, loooogo podemos compreender que Cristo é o próprio Deus, e sendo Deus, Maria é a Mãe de Cristo e contudo (também) é a Mãe de Deus. Então, a este pobre "pastor" um pouquinho de cultura não faria mal algum. Já sobre ele pedir desculpa não influencia em quase nada, porque ato maior de retratação seria se ele tirasse do ar seu vídeo inglório. Para isso existe a justiça e suas punições. 

Publicado por Rodrih às 13:21 | Link do post

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Havia recebido um e-mail de uma moça muito comunicativa, advogada, que havia se encantado com os posts sobre homens misóginos no meu blog. Ela relatava a agressão física e moral que recebera de seu então esposo. Foi a gota d´água para que ela parasse de continuar cega para uma grande verdade: Ela havia sido eleita para se envolver com um misógino. Talvez mais do que isso, quiçá um psicopata ou um cara com sérios transtornos psicológicos. Trocamos muitas ideias sobre esse assunto, e como é natural de acontecer mostrei mais o humano em mim, dos trabalhos e resultados obtidos na vida real, muito além do estereótipo que fica virtualmente. Mas, de repente, do nada, e igualmente a outras mulheres que não sei dizer o porquê reagir assim, esta também sumiu de repente. Fica um desconforto na alma da gente, que tem a intenção de acolher a pessoa com todas as suas verdades, suas experiências e crenças, em que desaceleramos a nossa vida para nos prestar nesse abraçar altruísta, desdobrando-nos numa profunda abertura de nossa íntima experiência, para, de repente, nos vermos no limbo do silêncio, sem feedback nem um motivo que propiciasse um entendimento coerente dos fatos. Mas esse comportamento é natural, quando se lembra que o sucesso dos aplicativos como Badoo, Tinder, Whatsapp, e outros mais antigos como o próprio MSN, o Skype etc, permitem que você não tenha nenhum propósito na interação com alguém, isto é, você simplesmente bloqueia, exclui, deleta, desaparece da frente de outrem, como num passe de mágica, sem sentir culpa nem a obrigação de dar satisfações, adios, arrivederte ou qualquer sinal de fumaça. É a nova realidade da comunicação sem se comunicar, em que vou ali despejar meu caminhão de entulhos emocionais e depois saio mais leve, sem culpa e nem compromisso. E que quem recebe o entulho que se vire para administrá-lo. Enfim, é frustrante quando isso acontece e, sinceramente, sinto que essa ideia de deixar um e-mail para que a pessoa possa entrar em contato para ser melhor ouvida, orientada e até mesmo ser reinventada não vale a pena, por mais humanista que eu seja. E não é pra menos, há o espaço para comentários e se a pessoa quiser realmente se manifestar poderá fazer uso dessa ferramenta, assim nem eu paro minha vida em função do outro, nem quem comenta sua experiência se envolve mais do que o necessário no propósito do post. Vou fazer isso. Entretanto, em consideração à essa moça de quem não revelo seu nome nem referência, justamente por fazer valer o poder da confiança (algo que primo profundamente), uma moça nova mas extremamente sofrida, uma guerreira por natureza, vitoriosa de batalhas constantes, bonita e muito inteligente, vou responder suas buscas nas sugestões de temas que fez, enquanto estava animada e dentro da vibe do momento. Muito embora, acredito eu, que seu silêncio se deu pela verdade que eu disse, naquilo que acredito e tenho domínio para sustentar este conceito, sobre a maneira como ela está buscando se manter ou se sustentar diante o turbilhão de eventos em sua vida e abalos císmicos, tudo ao mesmo tempo: se agarrando a tudo e a todos os recursos de ajuda e autoajuda. Bom, vou começar por aqui. Quando você tem várias pontes para atravessar, na verdade você não vai a lugar algum. Você vai e volta o tempo todo, se perde e fica com uma sensação de que patinou no gelo, andou em círculos, não saiu do lugar. Buscar fazer terapia com psicólogo, participar de grupos de autoajuda, ler trocentos livros de autoajuda, falar do seu problema com inúmeras pessoas, dentre outras coisas que nem lembro ao certo, é o mesmo que tentar enxugar gelo. A pessoa não cria um referencial, um modelo a ser seguido, porque cada ajuda prima por uma linha de pensamento, o raciocíno digladia com o conceito de outra fonte de ajuda, e no fim, quem se arrebenta é a pessoa que já está em desespero querendo resgatar de si os fragmentos do que sobrou de sua última batalha. E é uma questão de raciocínio lógico, quem busca ajuda em tudo acaba se perdendo. Este conceito vale para tudo, por exemplo, "a loja que vende de tudo, no fim não vende nada". E acredito que essa verdade que eu disse foi dura demais para ela suportar e querer continuar os diálogos, mas enfim, paciência. Ela havia me pontuado três perguntas e vou respondê-la com o coração todo aberto na melhor intenção de atender à sua sede por respostas, em que me adianto e digo não ser eu o dono da verdade, mas ser essa a maneira como a enxergo. Ela: "Se puder seguem alguns temas: 1 - O poder de a mulher escolher o cara certo; 2 - A falta de malícia da mulher que estraga; 3 - Diferença entre misogino e psicopata". Respondo o seguinte: Sobre "O poder de a mulher escolher o cara certo" vem, primeiramente, do quanto ela se ama. Geralmente a mulher faz vista grossa para detalhes do comportamento do cara que ela está interessada. O tesão e as condições sociais dele ofuscam e neutralizam o senso de observação da moça. E muitas falhas de comportamento, tanto familiar, quanto social, até mesmo no trato com o pet de estimação. A mulher deve se envolver sim, mas precisa ficar atenta aos sinais. Este conceito serve aos homens também. Eu, envolvido pelo tesão e a admiração de ter havido "conquistado" uma gata dos sonhos, não consegui me atentar à podridão que constituía a vida da bela moça e o quanto seria uma roubada me envolver com ela e seus familiares. Entrei de cabeça e isso me custou dez anos de atraso de vida. Se envolver com alguém requer malícia. Prego o conceito para que você possa desenvolver o poder de escolher o cara certo, que é o de não ter medo de perdê-lo, ou seja, faça tudo o que puder para que a nova relação não dê certo, que se acabe nos primeiros três meses. Com isso quero dizer que você deva ser atenta, determinada, de opiniões próprias e inteligente. Obviamente que você não será antipática, mas nesse período seja flores, perfumes e amores, mas não se envolva por completo, porque tudo é apenas o colorido inicial em que a paixão está falando mais alto. E respondendo esse primeiro tema, já emendo no segundo: "A falta de malícia da mulher que estraga", em que é realmente isso o que acontece. Quando a mulher se entrega de corpo e alma nesse começo de relação, ela simplesmente se condenou pelo resto da relação inteira. Ela já revelou seus mais íntimos segredos, suas experiências do passado, seus tropeços e trapaças, e com isso o cara tem o poder de controle sobre ela. Isso vale, e muito, do homem para com a mulher, como também aconteceu comigo, em que eu sempre expus minha vida pregressa no intuito de adiantar à amada minhas experiências ruins e na esperança que ela tivesse a doçura de compreender o que não fazer. Só que cada cabeça interpreta a informação como pode ou deseja fazer, e com isso eu me tornava previsível e fácil de manipulações. A malícia está em tudo e a falta dela justifica o buraco negro de decepções e frustrações que suga suas energias durante o relacionamento. E por fim, a "Diferença entre misogino e psicopata". Bom, o misógino é um cara que sempre teve dificuldades de relacionamento com sua mãe e irmã(s), em que ao se relacionar com uma mulher se torna um cara opressor, pois no seu entendimento ele deve agir com antecipação na ideia de eliminar a mãe e/ou a irmã na mulher que está com ele, e ainda não sabe de seu medo e fraqueza com o feminino. Então ele parte para o ataque neutralizando-a antes que ela se sinta forte o suficiente para dominá-lo. Mas geralmente, os misóginos se envolvem com mulheres psicologicamente mais fracas do que as outras mulheres. Fracas no sentido de que passaram por algum trauma de infância e/ou adolescência, e vêem no cara um porto-seguro para serem acolhidas e protegidas. Pronto, pior do que isso não tem como ficar! Ela já está fragilizada por sua própria vida e suas escolhas erradas, daí vê num cara problemático o referencial de conforto. Ele, por não ter tido bom relacionamento com a mãe e irmã se faz de seguro de si, então são dois que se conhecem no baile de máscaras e acreditam que o rosto que se apresenta é o da máscara, e não se dão conta que tudo era só uma fachada. O psicopata é o tipo de pessoa fria, calculista, que não sente culpa de seus atos e, pior, acredita fortemente que tudo o que faz - ainda que seja destruindo a vida alheia - tem uma justificativa plausível, é sensato e está fazendo o que é certo. É o tipo de pessoa que não deveria vir na forma humana, mas talvez como um vírus ou bactéria. Mas, sabe-se lá por quê, esse tipo de malfeitor vem na forma humana para causar danos difíceis de reparar ao longo dos anos. Bom, respondi resumidamente os três temas que essa mocinha simpática e cheia de vida me propôs. Espero que ela encontre o caminho, dentre tantas pontes que está se dispondo atravessar, e que não se iluda, porque pode acontecer que daqui a alguns anos ela se envolva com outro misógino e vai achar que Deus não tem sido legal com ela, mas Deus não tem nada a ver com as escolhas que ela estará fazendo, principalmente em encher seus caminhos de pontes... Felicidades!

Publicado por Rodrih às 08:06 | Link do post

Desde muito tempo venho debatendo em mim e, principalmente, por ter sentido na pele o efeito "Aquário" nas relações que tive. Quando você vive dentro de um aquário sua privacidade e sua intimidade estão vulneráveis. Você não tem a menor chance de se proteger dos olhares e dos julgamentos alheios, que, muitas vezes, são de pessoas que querem saber da sua vida simplesmente para enxergar o quão estagnado e frustrado você se encontra. É uma forma de conseguir viver vingativamente bem, mesmo que esse sentimento seja inconsciente na pessoa. Tal fato se vê valer nos programas de tevê em que pessoas se expõe o tempo todo. Uma coisa é o produto que vende audiência para uma emissora de televisão, outra coisa é a sua vida no meio que vive. Se expor na TV pode lhe render complicações maiores, é claro, mas pode esclarecer coisas ocultas, e até render dinheiro ou fama. Entretanto, na sua vida particular você não contará com terceiros para contar sua história minuciosamente, nem para abafar seus deslizes, tampouco para justificar suas justificativas. A pessoa que vive uma vida dentro de um aquário está fadada a ser pega de surpresa sempre. Ontem conheci uma pessoa muito interessante, de uma inteligência marcante e uma compreensão dicotômica de si mesma, a Karen, que durante um discreto diálogo em que a prendia durante um atendimento, temendo prejudicá-la em seu trabalho, sobre uma expressão do coaching de que deveríamos parar de falar se quiséssemos encontrar o equilíbrio em nós. Discordei, como ela, de tal afirmação, até porque todos sabemos que falando não implodimos em nossos pensamentos. Mas isso não tem a ver diretamente com o aquário que vivemos. É preciso saber para quem falamos, para quem abrimos o peito e mostramos como o coração pulsa. Bem verdade que se fizermos isso para quaisquer pessoas estaremos correndo sérios riscos de julgamentos ou mesmo de prepararmos o inimigo para nos golpear no ponto mais fraco de nossas defesas. Não são todas as pessoas que julgamos ser interessantes, que nos julgam interessantes também. Geralmente e justamente o par que escolhemos ter é a pessoa a quem não deveríamos nos abrir tanto, enquanto não víssemos sua intimidade visceral antes. Falamos sobre isso também, sobre o retorno das coisas, os feedbacks. E aqui no blog eu tenho me exposto sobremaneira, numa busca frenética de aceitação. Uma aceitação de mim comigo mesmo. Há poucos dias postei um texto, uma reflexão em que eu anunciava uma libertação depois de tanto tempo aprisionado numa angústia, por um episódio que travou minha vida. Depois de conversar com a Karen senti que me expunha demais no post e não via a hora de retirá-lo do ar. Quem leu, leu... quem não leu, certamente lerá, mas revisto, cuidadosamente reestruturado, porque é minha missão sair do aquário, também não quero entrar num caixote, tampouco numa ostra. Quero liberdade. Ontem, na paz de um diálogo contido, ainda que prazerozo senti, pela primeira vez, vontade de andar pelo condomínio do apartamento que evitei sequer olhá-lo de longe por longos oito anos. Foi lá em que minha tragédia de vida começou e senti vontade de regressar, enfrentar o fantasma que lá ficou. Isso eu posso dizer aqui, pois há uma diferença entre me expor e contar um pouco da minha experiência, a menos que fosse uma carta para uma pessoa em que eu conhecesse pessoalmente e/ou confiasse imensamente, o que não seria o caso, pois o meu blog é visto em todas as localidades do mundo, por mais de 300 mil pessoas e meus textos são para os fortes, já que não são curtos e às vezes são complexos para compreensão, muito embora sejam profundos, cultos. Depois que mergulhei no escuro vale do medo e da dúvida, da culpa e da impotência pós casamento em 2008 sucumbi por oito anos de reflexões e uma busca incansável por entendimento do que aconteceu. Foram oito anos perdidos em que poderia ter feito muitas coisas, até mesmo me reerguido social e economicamente. E nesse ínterim abandonei tudo o que possuia, direta ou indiretamente, e com isso me expus perigosamente. Na ocasião morava sozinho no meu apartamento e onde eu era incrivelmente feliz. Tinha tudo sob controle e podia viver uma vida maravilhosa se não tivesse me dado de bandeja para uma estranha. De fato, ela entrou na minha vida e enferrujou todo o meu futuro. Existem pessoas que são assim, enferrujam sua vida, sugam suas energias, como aquelas plantas trepadeiras que sugam a seiva da árvore hospedeira, depois a sufoca e mata. Esse tipo de mulher, por mais bela que seja, não é para qualquer tipo de homem para suportá-las. E naquele tempo eu não tinha cinco por cento dos noventa por cento da malícia que detenho hoje, então dá pra ter uma ideia do quanto me arrisquei. E nisso abandonei meu apartamento, transtornado pelo teatro mambembe no qual vi meu casamento se desmoronar, na imprudência de não ter me protegido das manipulações fui o alvo perfeito. Desde então nunca mais sequer olhei para o prédio, quiçá passei na frente do condomínio tamanho era o pavor que sentia das lembranças que amargavam no meu consciente. Mesmo passando todos os dias na rua paralela ao condomínio meu cérebro literalmente havia apagado o lugar, que por mais que eu olhasse para a direita do volante no carro não o via, sequer percebia. O cérebro é incrível com os traumas. Entretanto, ontem eu fui lá no condomínio. O porteiro me cumprimentou respeitosamente me chamando pelo nome: "-Boa tarde, sr. Rodrigo. Seja bem vindo!". Anunciei minha intenção de passear pelos espaços do condomínio e ele disse: "-Que bom que o senhor está de volta, fique à vontade". Deus opera a cura em momentos mais improváveis na vida da gente. Jamais, em momento algum, senti vontade ou sequer pensei em fazer isso, mas numa singela e cautelosa conversa com uma pessoa interessante me despertou a vontade de voltar a morar no meu apartamento e recomeçar. Deveras me deu dor de cabeça passear por lá, mas foi bom, foi a primeira aproximação mais importante em oito anos de ostracismo. Agora é cuidar para recomeçar, com calma, e principalmente fora do aquário.

Publicado por Rodrih às 13:43 | Link do post


(Para tradução: Cédula de maior valor monetário do Brasil com os dizeres: "Lula seja louvado", em analogia à cédula original brasileira em que o louvor é direcionado a Deus)

A maior parte do Brasil um dia decidiu acreditar num cara que não tinha um dedo na mão e não tinha um diploma universitário, que tentou vencer as eleições diretas sobre Collor, seu rival político, e não conseguiu, certamente e também porque era mal vestido, mal arrumado e se mostrava com um discurso ofensivo. Collor ganhou, mas não aproveitou a oportunidade para se tornar o ídolo do país. Tendo um presidente de direita atolado em roubalheiras e corrupção, a maioria dos cidadãos brasileiros pensantes, formadores de opiniões resolveu apostar no sujeito sem dedo: "Vai que...". Então Lula se tornaria o Santo do Brasil. Mas a mesma besta que seduziu Collor, também seduz Lula. É incrível como essa besta tem o poder de seduzir homens e mulheres éticas. SQN!* A sedução para a criminalidade só seduz quem tem predisposição para ser desonesto. A besta não seduz homens corretos e nem mulheres justas, apenas os ladrões, os desonestos, os corruptos e toda a corja de malfeitores e oportunistas, que, diga-se de passagem, no Brasil é o que mais há disponível. Lula jogou no lixo a mesma oportunidade de ser amado pelo povo brasileiro pensante, formador de opiniões e culto. Só que não jogou fora exatamente. Tudo foi estratégia para algo maior. Sejamos inteligentes agora, o ex-presidente - aquele que nunca sabe de nada, a vítima que se sentiu exposta e coagida - não é um ladrão, ele é um revolucionário. Assim como os santos católicos abriam mão de bens e confortos em nome de um bem maior, da formação da Igreja e todo o seu patrimônio, Lula tem o mesmo comportamento e a mesma ideologia, mas não para Deus, senão para ele mesmo, um deus mitológico. Ele não quer tudo para si, e assim como um santo católico, Lula quer levantar um império dominante para a Santa Igreja Petista do Brasil. Seu objetivo é muito maior do que todos nós podemos imaginar. Tal qual como um psicopata monta seus atos criminosos com minúcia e detalhes complexos, Lula arquitetou seu plano de ação como um poeta encantando a muitíssimos brasileiros, se tornou um maestro orquestrando a máquina poderosa do poder e agora é um deus absoluto com domínios inimagináveis. Possui um exército de favorecidos, beneficiados pelo governo do Partido dos Trabalhadores em várias esferas do país e estão ávidos por guerra. Lula se torna cada vez mais o Maomé brasileiro e seus favorecidos petistas, que venderam seus votos e suas almas por benefícios e facilitações, se tornaram os soldados de um novo Estado Islâmico em fase de conclusão de sua estruturação. Obviamente deverá ser batizado como Estado Petista ou Foro de São Paulo, para os íntimos. Serão os PTerroristas preparados para matar ou morrer em nome do santo, da vítima, do mártire, do deus Lula, o pregador do novo 10 mandamentos, que não responde nada, porque tem uma entidade jurídica que responde por ele, o Instituto Lula. Nem o Papa Francisco tem um Instituto que responda por ele. Nem o presidente dos Estados Unidos também, só o Lula, o deus tirano. Você pensaria nisso sendo uma pessoa normal? Não, mas Lula não é um ser humano normal, ele é extremamente inteligente, estratégico e um mestre na arte da mentira. Um vendedor nato, que é capaz de vender um posto de gasolina pegando fogo. Só não vê quem não quer - ou quem ainda se favorece com algum emprego bem pago ou mesmo qualquer outra facilidade, regalia desse governo... melhor dizendo, da nova religião petista. E o que mais me estarrece é que, nas vezes que Lula se manifestou ante um microfone após prestar depoimento, os petistas que aplaudem, cerram os punhos para o alto como soldados de batalhão revolucionário, atentos ouvindo a mais promíscua mentira de seu líder, e parecem não enxergar (ouvir) isso de tão cegos pela intensa manipulação que sofrem. Está sendo inevitável pensar que teremos uma guerra dentro do Brasil, principalmente enquanto nós ficarmos sentados com nossas bundas no sofá (e eu me incluo entre esses), enquanto ficarmos assistindo tudo pela tevê, como se acompanhássemos uma novela. A nova religião petista ganha força. E por que? Porque nós não somos exército, não somos militantes (entenda como militares também), não vendemos nossas almas e tampouco queremos nos machucar. Mas a dura verdade é que cedo ou tarde teremos que tirar a bunda do sofá e encarar o Maomé Lula, seus pterroristas fanáticos e toda a idolatria agressiva e nociva existente. Sim, se arrependimento matasse, muitos dos que votaram no Lula estariam mortos hoje. O Brasil está com um câncer generalizado, e esse câncer foi injetado nas veias do coração por muitos de nós - de boa fé, sim, mas aprendemos que ninguém em sã consciência deveria injetar um vírus mortal em suas veias por boa fé. Maomé Lula hoje é vítima, ontem era o inocente - aquele que não sabia de nada, e amanhã será o deus. Nas telas dos cinemas teremos Superman que virou deus, embriagado de tanto orgulho do seu poder, que começa a ser questionado de seus valores. Na vida real temos um ex-presidente maquiavélico e sorrateiro, que quebrou o país inteiro para transformá-lo em Sodoma e Gomorra, ou, se não incomodar os mais tradicionalistas, em Cuba. E amanhã? Bom, amanhã é sábado, depois é domingo, em seguida virá a segunda até o fim do ano. O que acontecer, com certeza será a mais nova novela em que nós preferiremos assistir com nossas bundas confortavelmente acomodadas em nossos sofás, até que sejamos coagidos, inibidos ou ameaçados por um pterrorista. Aí sim, pouco a pouco o Gigante reage, e dessa vez, pra valer. SQN de novo. Na minha opinião, se eu for viajar nas ideias, ninguém da classe pensante, culta e formadora de opiniões dará a cara à tapa, principalmente para enfrentamento por causa de política, tampouco por políticos. Poderá participar de manifestações pacíficas, mas esse será o limite. Mas cair para a violência física, isso não acredito que acontecerá para essa classe - que eu estou incluído também. Se houver uma batalha de petistas contra o Brasil, contendo agressão física, esta acontecerá entre a massa de manobra petista e o povão que não foi favorecido pelo PT. Também não acredito que teremos uma guerra civil no Brasil, simplesmente porque não há patriotas para isso. Pode haver radicais, psicopatas, vândalos e os excluídos (punks, carecas, black bloc etc). Também poderá ter muitos jornalistas sacrificados. O que eu acredito de fato é que poderá acontecer um movimento interno político agravante e até uma intervenção militar. E nada de Lula sendo preso ou a Dilma sendo expurgada por processo de impeachement.  Se ocorrer uma intervenção militar, esta seria feita para tirar os ratos dos buracos (e são milhares), botar ordem na casa e resgatar a imagem militar pela história do passado, que deixou marcas profundas e inesquecíveis. Uma anti-ditatura militar, apenas uma intervenção em que as forças armadas propiciaria um referendo para que os brasileiros votassem na atual forma de governo, o presidencialismo novamente ou parlamentarismo, em que o presidente perde o poder e toda essa importância atual. Muito provavelmente convocaria novas eleições e devolveria o país para que fosse governado segundo os eleitos sem ficha suja. Aí sim, o país se reestruturaria sabendo que o caos traria os militares de volta. É isso que penso que pode acontecer. E se as Forças Armadas pensassem dessa maneira seria o que eu desejaria que acontecesse. O Brasil está sem dono, sem gerente, sem ninguém. Estamos à beira de um colapso total. Como profetizou Gilberto Gil em sua música, estamos vivendo os opostos, o paradoxo de realidades, "de um lado esse carnaval, do outro a fome total". Não há mais fé para o país, senão e somente em algo mais forte que o país. Infelizmente não temos Transformers, Avengers e tampouco temos Os Mercenários, se não tivermos as Forças Armadas não teremos mais nada. E se as Forças Armadas tomarem o poder e não nos devolver o país, aí estaremos literalmente na merda, e pela segunda vez, então será bom que nos aliemos aos petistas e aos black-blocs para iniciamos uma guerra civil no Brasil. Neste caso, nem o meu, nem o seu sofá será um lugar seguro e protegido. E todos nós veremos** as FARC e outros exércitos invadirem o país para aumentar o estrago que Maomé Lula, Dilma e toda facção constituiu desde o começo, há doze anos atrás. 

*SQN=Só Que Não (nova gíria brasileira para contestar aquilo que foi dito antes, desmentindo um enunciado)
**Desculpem pela viagem na maionese, e tomara que tenha sido realmente um devaneio... e não uma profecia.

 

Publicado por Rodrih às 02:19 | Link do post

 

Há muito tempo eu venho resistindo à ideia de redigitar muitos dos textos que eu monto oriundos de muitas reflexões, porém os textos antigos têm a interferência de mágoas e frustrações pessoais nos convívios dissaborosos com companheiras cruéis, que faziam do meu passado um livro de páginas duras e sofridas. Apesar do objetivo do blog ser praticamente um livro digital baseado nas minhas experiências pessoais, em que eu fazia minhas reflexões de meus erros (ou dos erros alheios) e ensaiava novos conceitos, reinventando os velhos paradigmas, eu notei que algumas coisas acontecidas depois que exprimia minhas reflexões, misturadas com minhas pávidas frustrações, nas experiências do passado observei que sempre uma reflexão era feita com  muita inspiração, muita energia emocional, mas estava calcada de experiências de um passado sofrido, na angústia das relações amorosas e dissaborosas que tive, ainda que tenha sobrevivido; e com isso sentia minha vida mais desconfortável. Esse desconforto provinha da sensação de que "havia feito justiça injustiçando alguém", é como se o meu "desabafo" me condenasse naquilo que não aprovo no outro, muito embora esteja também rejeitando o reflexo de mim. Se eu não gosto da forma como sou tratado não deveria gostar de julgar as pessoas que me fizeram tão mal. E ainda que eu sentisse a necessidade de alguma forma de justiça, esse reconhecimento não deverá vir de quem lê meus argúrios, e sim da Vida, de Deus. Se eu guardo minha dor para Deus, Ele deverá fazer a justiça certa no melhor tempo que aprouver. Se eu exalto minha dor para o mundo, todos lerão e dirão: "Coitado", mas nada acontecerá, porque ninguém tem o poder de curar aquilo que eu mesmo petrifico e impeço que mude dentro de mim, porque se eu não perdôo o mal que recebi estarei cimentando-o dentro de mim, como se eu estivesse cultivando um tumor e este vindo a eclodir se denuncia numa doença no meu organismo, me matando mais depressa. Entretanto, isso o que estou fazendo aqui é parte de um processo de libertação, porque até eu (e por que não eu?) mereço e quero ser feliz de novo, só que sei de uma grande verdade: preciso me perdoar e esquecer essas pessoas que me feriram ao longo da estrada da vida. Não é nada fácil. Isso tem acontecido porque eu permiti, pensei que conseguiria dominar esse escuro e pesado sentimento de sombras. Somos responsáveis por aquilo que cativamos, mesmo que sejam as pessoas devoradoras de nossa luz, nosso brilho e amor próprio, outrossim, nossa fé. Vou redigitar todos os meus posts antigos, enxarcados de dor e lágrimas, refazê-los um a um, relê-los, sem mudar o contexto, mas eliminando a sombra e encontrando um novo desfecho para o que eu preciso dizer, refletir e, quem sabe ajudar a quem realmente necessita de empoderamento. Mas sem a necessidade de apontamentos - o que será difícil em algumas circunstâncias, mas será um exercício de maturidade. E aquilo que não mais couber neste blog será descartado para nunca mais. Chamo de libertação, mas posso dizer também que se trata de maturidade. Queria, com este blog, vomitar minhas angústias e minhas decepções com o intuito de que as pessoas percebessem a maldade e a crueldade, principalmente das mulheres que amei e por elas me matei nas culpas e impotências que senti, assim as pessoas ficariam atentas para não cair no mesmo golpe da vida. Porém se o idealismo fosse interessante, a ideologia estaria errada, por mais que a intenção fosse mais ajudar do que desabafar, seria um risco que me faria sentir mais vazio e mais infeliz. Sim, porque eu mesmo releria minhas tristezas e esse veneno se renovaria dentro de mim constantemente, até que meu subconsciente aceitaria aquelas dores como um dogma para minha vida, me transformando num ímã que atrairia novas relações pequenas, vazias e limitadas de amor, infiéis e egoístas. Hoje eu vejo o quanto mal fiz a mim mesmo com esse blog do jeito que o comecei, mas agora posso refazer com um novo propósito: o de libertar outras pessoas, sobretudo a mim também. Sei que muitas pessoas já foram e continuam sendo guiadas positivamente por esse blog, muitas se permitem ser resgatadas de si mesmas e até já conseguiram melhorar, se libertar com minhas reflexões. Agora que posso ver, posso também apontar melhor para uma saída... a começar de mim mesmo.


Em: 1º de Maio 2014, 05:20:16
Revisado em: 16 de Fevereiro 2015, 20:49:12
De 16/02/2015 - Revisando.
De 20/11/2015 - Revendo e postando.

A difícil tarefa de começar um namoro depois dos quarenta anos

Pois´é, não é fácil. Quando você não tem experiência de vida, tampouco maturidade e conhecimento de causa a paixão fica difícil de ser trabalhada numa relação afetuosa e compartilhada com alguém, geralmente tão imaturo quanto você. Em tempos de uma vida jovem, aparentemente mais novo com bons cabelos na cabeça e um rosto macio se consegue não somente uma pessoa muito bela, mas também um relacionamento interessante. A família, a sociedade e o mundo ao seu redor aceita e apóia sua iniciativa. Mas o tempo para esses novatos passa e geralmente a relação, que começou quando a aparência jovial brilhava mais do que as atitudes maduras pudessem validar as atitudes vêm a confusão e o despertar para os erros. Ainda que eu apóie e acredite piamente na união de um homem de 40 anos com uma mulher de vinte e poucos anos - sabendo que me acharia suspeito demais, a mulher extremamente mais nova tem qualidades que com o passar do tempo vão se perdendo, a menos que ela mantenha o distanciamento de 20 anos de diferença entre ela e seu pretendente, seria quase ideal que as uniões fossem dessa forma, porque a partir dos 40 o homem está apto a exercer o papel de cúmplice de sua companheira, está num grau de maturidade plena, não convícta, em que a moça - que sempre amadurece mais cedo, conseguirá acompanhar sem dificuldades. Depois dos 40 anos temos mais paciência para muitos chiliques da amada, compreendemos sua TPM melhor do que os especialistas, somos mais gulosos e curiosos tanto quanto éramos na idade dela ou aos trinta. Temos mais interesse numa vida saudável, alimentação de qualidade e programas mais interessantes. Nosso diálogo se torna quase um momento único literário. Depois dos 40 anos estamos mais capacitados para cuidar de alguém, expressamos melhor nossos sentimentos e exigimos mais qualidade de relacionamento, principalmente com a família da moça. É depois dos 40 que deixamos a vontade de querer aparecer para a sociedade a fim de mostrar que somos os machões, queremos um relacionamento tranquilo e cheio de atitudes mais entre casal, do que entre amigos. Se a garota falar de casamento, união, juntar as escovas ou de assumir a relação, a reação é branda e sem alardes para não desmotivá-la, muito embora estejamos blefando para não gerar um conflito maior. E ela nem reage à flor da pele depois, porque sabe que é dela essa coisa de sonhar antecipadamente, mas que nós sempre pensaremos em nosso silêncio depois. Não temos vergonha de muita coisa, como tínhamos com vinte ou trinta. Se não aguentamos um certo pique, então falamos, e na próxima oportunidade surpreendemos bem preparados. As músicas passam a ter mais sentido e suas letras significados importantes, o romantismo é moderado à medid que ela for pedindo mais atenção. Ter uma Ferrari não é mais a máquina dos sonhos, mas ter duas bikes ou mesmo um play station para jogar com ela se torna muito mais convidativo... sempre ganhamos! No sexo somos campeões de fôlego e fome. Não fazemos como os garotos de vinte e trinta, que ficam pouco na boca, se dedicam um pouco no peito e botam todo o potencial trepando, como se o mundo fosse acabar nos próximos minutos. Depois dos 40 transamos com qualidade, sabendo o que buscamos e o que queremos, somos mais curiosos e muito mais safados. O gozo feminino é questão de honra e de alguma maneira ele será alcançado nela. Depois dos 40 queremos cozinhar para ela (e para nós principalmente, já que a fome não dá para esperar com que ela leia a receita, linha a linha, parágrafo. Sabemos os macetes de muitas comidas rápidas e se sai uma gororoba não sentimos acanhados, pelo contrário, nos deliciamos com o sabor, já que a beleza do prato deixou a desejar. E geralmente a companheira entra no jogo e se diverte com o prato estranho. É depois dos 40 que não medimos esforços para nada e se tiver ao alcance com facilidade, levantar de madrugada em meio à uma insônia da sua parceira e chamá-la para ir no mercado comprar besteiras é só uma questão de oportunidade. A vida começa para quem começa cedo, mas o casal novo e ainda imaturo perde o melhor de seus investimentos amorosos numa fase em que deveriam viver mais suas vidas pessoais, se divertirem mais, pois essa fase passa precocemente, quando se vê já aconteceu, passou. Ninguém precisa viver de uma aparência social politicamente correta. As moças se deixam levar na fantasia de uma relação conjugal mais ao pé da letra, sustentando projeções utópicas e lisonjeiras herdadas pela própria crença de uma família estacionada no tempo, com uma cultura engessada, onde a realização afetiva e pessoal estaria em segundo plano, já que antes desta a realização social, isto é, um casamento são e salvo, sólido e feliz acontecesse, o valor primordial seria que a união aparentasse felicidade e segurança financeira. Mas não é esse o valor que se tem depois dos 40. O objetivo é uma vida plena, tranquila, mesmo que turbulenta pelo trabalho e estudos. O que se busca é a minima puxação de saco de familiares sem noção, e a máxima alegria de viver com alguém legal e interessante. E realmente os opostos se atraem, a parte mais nova com a parte mais velha, madura. São partes que se completam, pois uma já descobriu o quanto a chuva pode molhar e com isso proteger a parte menos experiente e mais nova de muitas tempestades. Essa conclusão de que os opostos se atraem não tem nada a ver com gostos, nem com atrações. Obviamente não tem como a moça gostar de Code Play e querer que ela se adeque com um homem que goste de sertanejo universitário ou pagode, tampouco é possível que um homem inteligente e que goste de falar bem se envolva em harmonia com uma mulher que faz uso de gírias e diga um monte de palavrões. Isso é impossível, não tem como acontecer, não é esse oposto que atrai. Sendo a mulher bem mais jovem e o homem mais velho já há uma chance de a relação dar certo para ambos, porque se ela na jovialidade que possui se sentir segura e guiada na maturidade daquele, então ambos se completam e tem um no outro a juventude e a maturidade num só momento de vida, porque ela precisa de sua energia juvenil para viver suas descobertas, no entanto, também poderá viver melhor as novidades da vida com a maturidade dele. O homem necessita de sua maturidade pela idade que possui, uma idade maior do que a desta mulher, e terá em sua jovialidade a dose certa para que ele não envelheça mentalmente. Se mantendo jovem mentalmente, seu corpo e todo seu organismo rejuvenesce junto. Pode acontecer o contrário, de a mulher mais nova ser muito madura para sua idade dado ao meio em que foi criada e as exigências que lhe foram feitas na educação familiar, e o sujeito, ainda que mais velho, ser mais jovem, um tanto imaturo. São opostos que se atraem. Isso é tão claro, tão certo, tão óbvio, mas as pessoas, isto é, as famílias estão focadas nas aparências. Não é assim que a banda toca, é muito diferente disso. Não deveria ser culturalmente correto uma pessoa inexperiente casar-se com outra de igual imaturidade. Infelizmente o conceito atrofiado de gestão familiar demanda maior aceitação para que casais incompatíveis sejam formados, e não são só pelas aparências fisionômicas, mas também sociais, financeiras e familiares. Muita coisa muda no decorrer dos anos! Aquele jovem namorado novinho, saradinho se revela no futuro uma espécie de ogro, inchado e pesado, ou mesmo um galã de cabelos ousados e espetados se tornam calvos ou totalmente carecas. Um retrocesso daquilo que foi buscado primeiro, então diz-se que ama, quando muitas vezes tolera, suporta, se anula como se o casamento deixasse de ser algo intensamente saboroso e se tornasse um cálice de mel com fel diário. Tal qual o jovem galã se transforma em algo nada atraente, a sua companheira, descompensada daquilo que é imposta a aceitar dele, passa a se desleixar ficando um casal estranho. E ela se larga porque ele não pode falar nada, já que a iniciativa de ser largado partiria dele. E como já vi casais frustrados, dá até pena. Vi amigos da adolescência e juventude, que eram lindos, verdadeiros galãs de novela e dez, quinze anos depois mal os reconheci nos caminhos da vida. Uns cabeludos totalmente carecas, outros sarados imensamente pesados, meninas lindas numa juventude e imensas ou desgastadas na maturidade, muitas vezes fisicamente também. Casais que eram modelo de juventude para tantos e que, por mais que estejam juntos, hoje se toleram, nem digo que se amam, mas estão juntos mantendo em comum acordo aparências até para eles mesmos, pela total falta de coragem de se inovar, se reinventar. E não digo que devam se separar, não mesmo, mas que se recriem, ponham a mão na consciência e se esforcem juntos para trazer o colorido de volta. Claro que para tudo existem exceções, mas num universo de milhares pode-se tirar pouquíssimas dezenas, quase apenas unidades de casais que se formaram ambos novos, imaturos, mas que se desenvolveram física, intelectual e comportamental de modo que depois de um tempo se mantiveram como sempre foram. É uma raridade e cada vez mais difícil de encontrar. A relação conjugal tem que acontecer sem pressa de fazer tudo correndo, sem a neura da necessidade de ostentar uma grande cerimônia com uma festa de novela, ou mesmo a necessidade de que para assumir a vida a dois precisa mostrar que sua reputação se prova no fato de entrar na igreja solteira e sair casada, porque ninguém, em momento algum e em nenhum tempo futuro lembrará do valor disso nem da festa dada, tampouco das músicas ou da decoração escolhidas com tanto cuidado, pagas com tanto sacrifício. Pura pressa inútil e em vão. A união de amor deveria ser tanto da parte mais nova com a mais madura, como a união deveria acontecer primeiramente num juntar de escovas de dentes, depois um casamento civil, só a nível cartorial, sem festas, sem chamar a atenção, como já é feito no namoro - por isso namoros costumam dar mais certo do que noivados e casamentos, porque quando ninguém fica sabendo, o casal sofre menos atenção social e familiar, menos inveja e menos cobrança. Quando se noiva e sai mostrando pra todo mundo, a pressão aumenta, cria-se expectativa e a cobrança do tipo: "então, quando sai o casamento?", isso é desgastante e estraga muito da beleza do sentimento que está sendo construído. Depois que se casa no mesmo estilo do noivado, chamando pessoas e anunciando a novidades, a pressão aumenta novamente na legítima e insuportável pergunta: "então, quando vêm os filhos?". Mas se o casal tem uma postura de manter a relação discreta e estritamente voltada entre si evitam essa carga negativa e pesada. Uma relação para tornar um casamento realizado com cerimônia religiosa e social, com direito a festas e muita música deveria, na minha humilde experiência, acontecer depois que o casal morasse e convivesse entre si, juntos, por um ou dois anos e sem fazer filhos. Seria uma extensão do namoro, mas com foco no amadurecimento de sentimentos, no aprendizado dos dois com o respeito pelo espaço do outro, ao mesmo tempo a aceitação e aprimoramento da busca pelo melhor que cada um poderia dar. Cerimônias de casamento feitas para mostrar à sociedade uma aparência atrairá o mesmo tipo de gente que estará ali por aparência também, além de uma quantidade de pessoas estarem presentes para desejar que você seja muito infeliz na sua relação conjugal, porque a inveja é um mal destruidor. Não sou contra fazer uma linda festa, pomposa e bem farta. Sou contra fazer isso num momento em que não há a experiência de vida juntos. É muito vacilo fazer isso, é uma loteria cara e desnecessária. A sociedade está pouco se importando para as decisões do casal, suas brigas e acertos, separações e conciliações. Se ambos resolverem não fazer cerimônia nem festa, o mundo não acabará, nem a cara do casal sairá nos jornais no dia seguinte, tampouco deixarão de ser amigos, porque a sociedade é como aqueles colegas de faculdade, se você está na sala de aula conversa-se algum assunto e até dá risada, mas se você não estiver, nem falta fará. É assim a sociedade que vai à uma cerimônia de casamento. Vão para procurar defeitos e comentar depois. Vão para comer e beber de graça na festa. Hipocrisia de quem gasta bancando a situação, e de quem vai como se importasse de fato pela felicidade alheia. Findou a festa é cada um por si, além das despesas remanescentes para o casal, somente. E é depois dos 40 anos que o homem estará preparado para conduzir a amada pela vida plena de atitudes simples e inteligentes. Mas o que tenho visto é que a questão é cultural e a ilusão é grande, generalizada. As mulheres de vinte e poucos anos vivem batendo cabeça com garotões despreparados e imaturos, abrindo mão de oportunidades de uma verdadeira felicidade com um homem bem mais velho e solteiro. E o engraçado é que quando essas mesmas mulheres tão novas não a muito tempo já estão com 30, 35 anos. Sozinhas de tanto desperdiçar oportunidades e momentos iniciam uma correria contra o tempo e se permitem mais aos homens mais velhos. Daí acontece o óbvio, elas assustam e isso os repelem. Se tornam tão entregues na imensa vontade de encontrar alguém logo, pois já estão ficando pra titia acabam se envolvendo com caras indigestos e literalmente mal criados. Se tornam infelizes e ficam à mercê da sorte de um cara legal aceitar a ideia de se envolver com elas. O site Badoo está cheio de mulheres assim, e outros sites são seu reflexo. E as mais novas repetem o mesmo erros das que agora são mais velhas. E isso não pára, por pura falta de usar o cérebro para pensar e perceber a estratégia da vida. Biblicamente falando, José de Arimatéia com aproximadamente quarenta anos casou-se com Maria de Nazaré nos seus 14 a 16 anos, considerando que a expectativa de vida de um homem naquele tempo era de 55 anos. A humanidade sempre seguiu esse conceito, mas a modernidade ditou suas regras e não é de surpreender que atualmente há tantos divórcios. 

Publicado por Rodrih às 22:46 | Link do post
Estado de Espírito:

Há muito tempo escuto que os acontecimentos oriundam das casualidades, que tudo o que nos ocorre é fruto de ações que nós mesmos fazemos, decisões e iniciativas que tomamos, e isso difere uns de outros. Mas será mesmo? Será que estamos vivendo uma vida pelo acaso das coisas acontecerem? Eu não sei se acredito no acaso. A cada dia que passa eu observo as coisas e elaboro minhas opiniões sobre o destino, que, mais precisamente eu denomino como "Destino de Dívidas". Não sei se vou conseguir expor meus pensamentos com a mesma originalidade que eu consigo refletir sobre isso, mas vou tentar. Não sei se eu mencionaria vidas passadas, mas menciono que de alguma forma não muito bem explicável vivemos uma vida baseada no destino de dívidas. Cientístas da física quântica dizem que há um "eu" meu chamado "duplo etérico", em algum lugar não sei onde, que está alguns segundos à minha frente (universo paralelo, ou multiverso), por outro lado há quem fale que em outra vida você pode ter feito algo que deixou dívida para esta vida, trazendo à tona a ideia de que o destino está ligado às reencarnações do indivíduo. Eu meio que defendo a ideia de que nem todos temos destinos concluídos e isso faz uma diferença entre o multiverso e a reencarnação, porque isso tira de lá do universo paralelo e daqui da reencarnação o poder desses dois pseudo-fenômenos, deixando a pessoa ter a vida simplesmente neutra, sem nada previsto para acontecer e sem dívida alguma para arcar. Já enquanto outras, geralmente as que têm tudo dando errado em suas vidas, estas estariam destinadas a viver assim por conta de dívidas feitas, senão por elas, quiçá por alguém da linhagem delas. É, eu acho uma injustiça, mas nem sei se o que estou dizendo faz realmente sentido, já que quando pensamos uma coisa temos um conceito, mas quando decidimos escrever, aí a coisa muda de figura e parecemos bobos ou loucos falando de algo que não tem o menor nexo. Mas tem, muito embora não vou me aprofundar muito, porque senão eu piro de vez, acho. Mas partindo do princípio que eu sendo cristão católico tenho a informação de que Cristo veio ao mundo destinado a morrer crucificado para a salvação dos pecadores... oras, se o Deus de minha fé e religião veio com o destino de ser morto na Terra, não seria viagem minha pensar que o destino de dívidas existe! Ou pelo menos o destino em si, senão Cristo não teria vindo para ser humilhado e tal. E Ele não teria dito "Está consumado" no momento de morrer na cruz. Nem Maria de Nazaré seria destinada a ser mãe de Cristo, já que ele poderia surgir e pluft, surgiu, tipo, plim "tô aqui". Nem José e por aí vai. O trem é cabuloso. Há pouco morre um cantor jovem chamado Cristiano Araújo, que do nada morre e ainda leva a menina que namorava, que a conheceu num churrasco na casa dele e a funcionária dele levou a amiga, e ele acabou a conhecendo e tchum, começaram a coisa toda. Ele, cantor, pegador e de repente se firma com a guria. Ela, novinha, morre junto com ele. Piração isso ou a coisa pede uma atenção maior? Pois'é... Enquanto a gente se arrisca nas estradas, quase bate o carro ou o ônibus de viagem quase sai da pista porque o motorista estava cochilando intermitentemente, mas todos chegam no destino e a vida continua, o cara morre assim, do nada, num carro luxuoso, com motorista e tudo o que pode-se imaginar de atenção. Isso é muito doido. Eu namorei uma garota de Maringá - PR. Eu era simplesmente louco apaixonado, virado do avesso e arreado nas quatro rodas por ela, ainda que sua família detestável me excluísse (coisa de gentinha pequena), então eu arriscava viagens de carro de Brasília ao Paraná, dezoito a vinte horas dirigindo sem descanso, eu só queria chegar, só queria estar com a garota. Foram diversas oportunidades que eu não chegaria à Maringá, e também nunca mais voltaria para Brasília por causa dos riscos que corri nas estradas, viajando de madrugada, com animais atravessando a estrada, acidentes acontecendo bem adiante do meu carro, e até mesmo minhas imprudências como cochilar na direção - pelo cansaço e teimosia de não querer parar e chegar logo. Escapei de seis acidentes, certamente fatais e de colisão frontal com carros ou caminhões. E derrapagens à parte, carro entrando no milharal, tudo por causa de uma garota que reconheceu meu valor aos beijos com um bombadinho de sua cidade. E eu não morri. Morri ao saber que tudo que fiz não valeu a pena. Então meu destino de dívida fosse sofrer perdas. E nisso eu sou PHD, posso dar aula em Universidade Federal. E mais do que perder, tenho que me manter calado. Hoje, aqui, foi uma exceção. E geralmente, essas pessoas que passam por situações assim são justamente aquelas que se ferram no dia a dia, quer nos relacionamentos, quer no status, quer no dinheiro. Por que assim? Enquanto o cantor prosperou e morreu, de que adiantou prosperar então? Eu, volta e meia falo porque tô observando as coisas, mas tá... eu falei que era complexo, deixemos isso pra lá, bora viver a vida que o destino já traçou nossos caminhos, com dívida ou não, destinados ou não, vivamos, pois.

Publicado por Rodrih às 23:20 | Link do post

Eu fico me perguntando com um tanto de receio, mas pergunto assim mesmo... Deus, sendo Deus deveria saber que o mundo hoje está bilhões de vezes pior do que o mundo quando Ele inundou-o, matando centenas de pessoas infames. O mundo há dois, cinco ou dez mil anos atrás não tinha a quantidade de humanos relevante para nenhum censo. Haviam poucas tribos e obviamente a lei do mais forte (ou o mais bem armado) prevalescia, com certeza. Num tempo em que "bobeou, morreu", então por que Deus escolheu esse tempo para inundar toda a Terra? Por que numa época em que a ignorância era maioria absoluta? Sei não, essa história tá mal contada. Até dá para entender o porquê Cristo veio ser crucificado na época romana, pois a flagelação e toda punição era cruel em seu mais alto potencial absurdo. Mas de que adiantou Deus formar o dilúvio, se hoje há tantos animais extintos? Tantas pessoas perversas, tanta corrupção, tanta prostituição, tantos assassinatos, tanta violência doméstica, tantos abusos, tanta leviandade, tanta blasfêmia, tantos anticristos, céticos, ateus, satanistas. Deus, sendo Deus deveria saber que seu dilúvio naquele tempo longínquo era fácil para servir de exemplo a um povo menor. Aliás, menor mesmo a ponto de restarem os tripulantes da arca. Tem outras coisas que também me deixam pensativo. Sendo Deus, Ele saberia que o mundo de hoje não se convenceria facilmente com a voz de anjos falando ao pé do ouvido, nem com o mar se abrindo, tampouco com as nuvens de gafanhotos devorando grandes lavouras. Deus teria muito mais trabalho para convencer as pessoas hoje. O mundo precisa urgente de um dilúvio, necessita de coisas grandiosas e inexplicáveis para converter as multidões. A partilha de pão e peixe para 5.000 pessoas, se fosse hoje seria uma catástrofe, porque cinco mil pessoas sem whatsapp, facebook, internet em casa, tevê digital, carro com ar condicionado seria fácil de ajuntar. Vai tentar fazer isso hoje, não juntaria quinhentas pessoas, principalmente para comer pão e peixe. Seria complicadíssimo mesmo. Talvez Deus, sendo Deus sabia que ia ser muito complicado deixar essa coisa de escrever a bíblia nos dias de hoje. Mesmo sendo Deus dificilmente convenceria seus feitos há uma humanidade multifacetada, minimamente bem informada, e formadora de opiniões. Mas essa conversa de que Jesus vai voltar e não volta nunca já deu. Vem ou não vem, afinal já se passou dois mil e quinze anos dizendo que voltará e até agora nada. Voltará quando estivermos morrendo? Mas aí Ele não estará voltando, nós é que estaremos indo. Complicado isso tudo. No fim morremos e fim. Sem essa de vida eterna, outra vida de volta, etc. Vivamos o que pudermos viver, na dúvida, não ultrapasse.

Publicado por Rodrih às 06:03 | Link do post
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Rodrigo Caldeira obrigada pelo texto incrível e es...
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"Divindade, limpe em mim as memórias que estão cau...
Gostei cara! tirou a ideia de budismo . tencnca é ...
Oi Eliana, sou muito grato por tê-la no blog e pri...
Natanaela, obrigado por compartilhar aqui sua expe...
Prezado Rodrigo,Que texto maravilhoso e esplanador...
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