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É fato que nada melhor do que o tempo para apagar dores e mágoas, traumas e pesadelos. Ficamos mais tempo ruminando arrependimentos do que renovando sentimentos, simplesmente porque nos tornamos nosso pior inimigo. Nos denunciamos, julgamos e nos sentenciamos - muitas vezes à morte ou à prisão perpétua. Quando isso acontece na ruptura de uma relação amorosa num namoro ou casamento temos três caminhos a seguir e todos eles fazem muita diferença. Podemos nos afundar numa tristeza interminável nos açoitando a consciência da alma, tirando-nos qualquer permissão de felicidade, alegria, sorriso e colorido. Nos isolamos, somos maltratados por nós mesmos, rasgados e costurados de formas erradas para termos o desafio de reaprender a viver com a nova estampa. Nos engolimos, vomitamos, retomamos a nos engolir e a vomitar novamente, num looping sem fim. Nos abandonamos nos bancos da praça, somos esquecidos por nós mesmos na cama, o relógio não faz sentido e as horas não servem para nada. Esse caminho é doloroso, assombroso e mal. A culpa nos é a pior tortura e a dúvida é a inquisição da alma, que persegue, amedronta, alcança e nos prende nos calabouços profundos e escuros de nossa fortaleza ainda de pé. Vez outra cumprimentamos a Morte e até conversamos com ela sobre a vida. E na inconstância dos momentos repetimos tudo pelo tempo que não importa mais. Podemos não fazer nada, fingir que estamos vivos e levamos uma vida normal. Forçamos a barra em trabalhos extendidos, exercícios físicos aumentados em peso e séries, nos envolvemos com pessoas de qualquer natureza, vestimos a túnica de um necroman e zumbizamos por aí sem se importar com o mundo, e as pessoas são só outros mortos-vivos. Nada importa, nada interessa. Ligamos o automático e vivemos segundo para onde a maré direciona. Desligamos o bom senso, a formação de opiniões, a sociedade e o interesse por nós. No medo de nos entregarmos para a realidade e sentir suas piores sensações nos mais tristes sentimentos. Nos fechamos em nossa angústia e desligamos a luz do auto se perdoar. Não queremos incomodar nem sermos incomodados, senão por quem se lembrar da gente. E por fim podemos nos iludir que a vida continua, a fila anda, há muita gente disponível, devemos malhar, suar a camisa. Nos divertimos, cantamos, pulamos e falamos alto porque estamos geralmente possuídos pelas gargalhadas de uma fé irônica e muito hipócrita. Eu optei pela primeira forma de viver a vida a partir da ruptura de uma relação, que simplesmente me desestruturou por oito anos. Tive alguns intervalos de paixões, mas logo desfeitos por ações cruéis ou cretinas, ora da parte 'delá' (dela e/ou de lá), ora da parte 'de cá'. É humanamente impossível se reerguer de um processo como de uma separação conjugal, que não seja após muita reflexão, muita calma e um bom tempo. Depois de oito anos pude refletir muito sobre o porquê do falimento de minha relação, também acompanhei através deste blog a vida de muitas pessoas desamparadas e mal informadas sobre suas angústias, as aconselhei - segundo minha maturidade que aos poucos e lentamente eu adquiria. Escolhi me permitir refletir por tanto tempo, pois quando você opta por virar a página sem refletir, sem ruminar para digerir melhor, mais adiante você cai no mesmo erro. E isso eu aprendi outrora. Nesse deserto que atravessei pude tirar pessoas da fossa, conduzir moribundos para sair da depressão, interagi com suicidas (muitos!) e descobri a vida através deles. Vivi oito anos devoto ao sofrimento, à culpa, ao medo e ao ostracismo. Eliminei radicalmente toda linhagem de amigos antigos e vi que ninguém morre sem eles na vida, pelo contrário, fazendo isso me poupei de gente que só me trazia mais angústias, quando inocentemente ou não me traziam notícias das ex-amadas ou suas felicidades. Me livrei também dos amigos inimigos, aqueles que demostravam amor por mim, mas não me faziam esquecer o quão no fundo do poço eu me encontrava... vaidosos. Não teve um dia sozinho que não tenha parado de refletir no que deu errado, até onde seria culpa minha, até onde seria delas. Jurei blindar meu coração com armadura e cadeado para não mais gostar de alguém, sob risco de novos riscos. O interessante é que o seu corpo muda, tudo acontece nesses oito anos, você envelhece muito rápido. Não valeu a pena tanto desgaste, quedas de cabelo e má alimentação. Concluí que fiz tudo errado do modo certo, porque esqueci de mim. Depois de oito anos cái a ficha e você percebe as mudanças que estouraram em sua vida. Perde-se muito dinheiro, também a dignidade e o amor-próprio. Blindar-se não parece ser a melhor decisão, mas deixar o coração a couro nu também é se expor a novas chagas, e o interessante é que cada novo sofrimento ora perde força porque nada mais te surpreende, ora fica mais forte quando se cansa de tanta solidão. Então, pelo sim, pelo não... blindar se torna uma proteção que brinda o conceito de pecar pelo excesso. Depois de oito anos entendi que realmente nada acontece por acaso e que existe um propósito por trás de todas as coisas, que a mínima ausência de alguém é a predisposição de um rompimento no futuro, um aviso prévio de que a relação não dará certo se não houver uma nova definição de valores entre o casal. Que sofrer pela pessoa que te abandona é fazer um cheque em branco para ela gastar a benefício próprio. Aprendi que homens misóginos não têm cura, e mulheres misândricas também não, que existe sexo-social e sexo-íntimo. A duras penas aprendi que não há chances para um sentimento de paixão exterminado, não há orações nem simpatias, que a ruptura, quando acontece se faz valer pelo o quanto você deixa de ser interessante social e financeiramente, não pelo o quanto você é uma pessoa legal ou atraente. O capitalismo define quem você é e o que representa numa relação amorosa. Tive o privilégio de entender que ninguém tem o poder de mudar alguém e esperar dela gratidão e reconhecimento, geralmente recebe em troca desprezo e menor valor. Isso se dá porque a parte que ama mais também ama melhor, e a parte amada geralmente se envaidece e olha para seu próprio umbigo, se sente melhor e fortalecida, não precisando mais da estrutura da parte mais forte (que agora e para si se torna menos forte ou mais fraca) e o desafio se faz presente como um combate de sobrevivência pessoal. E sempre a parte patrocinadora, isto é, aquela que sustentou e empoderou a parte mais frágil não se protege nem se defende de sua 'criatura', que a dilascera sem pensar duas vezes. Pude perceber que não existe cumplicidade entre um casal, quando uma parte tem um histórico de sucesso menor do que a de seu parceiro e que a união é mais um desafio de provas do que uma necessidade de somas. Depois de oito anos aprendi que não é bom contar para as pessoas sobre o sofrimento que se sente, pois o olhar piedoso, o tapinha nas costas, o ombro amigo é só uma maneira de diminuir ainda mais seu valor e sua grandeza, e que aquele que te escuta não deve pôr a mão nos seus ombros enquanto você está sentado e ele de pé, pois a energia disso é muito ruim. Preferencialmente que as posições estejam trocadas, isto é, quem sofre deve ficar mais alto e quem afaga deve ficar mais baixo. Aprendi que as pessoas vão sumir quando você cair, e vão ressurgir quando você se levantar, é a lei dos interesses e está intrínseco em todos nós. Depois de oito anos eu me levanto da poltrona da reflexão, deixo-a vaga para quem ousar sentar nela. Saio do ninho das observações e apreciações da vida e entro no meu ano sabático para fechar questões, instituir valores, concluir significados e recolorir o futuro para me tornar igual a pessoa que eu gostaria de conhecer, para que no final desse estágio eu possa ser apenas a gratidão em pessoa e nada mais.

Publicado por Rodrih às 15:12 | Link do post

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SURPRESA VERSUS EXPECTATIVA 

Eu particularmente não gosto de surpresas, simplesmente porque são ações que surpreendem, geralmente, para além do que esperaríamos receber, gerando decepção, frustração ou aquele pensamento: "xiii tô ferrado". É terrível estar diante a pessoa que por inocência ou extrema falta de malícia vem com uma surpresa sem noção para você. E acontece de tudo o que se pode imaginar, roupas ridículas, sapatos feios, peças íntimas da era do gelo ou tão ousadas, que mais serviriam para quem estivesse fazendo filmes pornôs. Fica pior quando isso tudo acontece com platéia, testemunhas da sua pagação de mico, seu ridículo ridicularizado, e você tendo que fazer cara de paisagem para não dar na cara da pessoa tapada inocente e sair correndo. Pior é quanda a outra parte planeja um encontro íntimo de surpresa e além de você estar com a cabeça a mil, com muitas coisas para lembrar de fazer, gente pra ligar, contas para pagar, morrendo de fome e desesperadamente com vontade de ir para sua cama deliciosa dormir. Então a coisa piora quando a parte sem noção inocente se produz engraçadamente, de tal maneira que remete aos filmes de Charlin Chaplin e em preto e branco ainda. Se você rir corre o risco de perder a pessoa no sense amada - o que não seria uma má ideia - e se você não rir terá que fazer cara de político em campanha eleitoral, e suportar aquela situação que você não poderá sequer escrever no seu querido diário, só para não correr o risco de alguém ler um dia mesmo que você já tenha morrido séculos depois. Surpresas são sempre uma faca de três gumes, em que o cabo é uma lâmina também. Melhor do que uma surpresa é a expectativa, porque uma parte diz à outra o que quer fazer para ela, ambas podem otimizar a ação para melhorar o resultado. A parte presenteada saberá o que acontecerá, estará psicologicamente preparada para receber o que virá, na expectativa por tal momento. Durante o dia e várias horas poderá sorrir ao lembrar do que acontecerá, se divertirá com isso, não terá preocupações, compromissos, ligações a fazer ou contas para lembrar de pagar, porque se organizará antecipadamente para o gran finale. Tudo estará conspirando em favor de dar certo, tanto num encontro íntimo como num momento de alegria com direito a platéia. Será prazeroso o resultado, porque a expectativa será um conjunto de prazeres mentais, confortáveis e até estimulantes que acontecerão no decorrer dos dias ou das horas. Bem diferente de uma surpresa, que, se for festa surpresa, os convidados correrão o risco de tomar um tiro ou levar um porta-retratos na testa, ou a pessoa surpreendida poderá ter um ataque no coração e acabar com a alegria dos imprudentes convidados. Quando você quiser dar algo de surpresa para alguém e ficar receoso da pessoa não entender o porquê de você estragar a bendita surpresa peça para ela ler esse post no blog. Se ela discordar do que eu disse, então aproveite para surpreendê-la com algo extremamente constrangedor - só para ela ficar esperta, mas depois dê a surpresa que realmente ela possa gostar (ou não). Fica a dica.

Publicado por Rodrih às 03:27 | Link do post

Postado em 08.05.2011 / Revisado em 20.11.2015

Misandria é a repulsa, desprezo ou ódio contra o sexo masculino. Esta é uma forma de aversão patológica aos homens, enquanto gênero sexual, sendo considerada o oposto da misoginia, que é o sentimento de repulsa e ódio pelo sexo feminino. Etimologicamente, o termo "misandria" surgiu do grego misosandrosia, composto pela junção das partículas misos, que quer dizer "ódio", e andros que significa "homem". Atualmente, o termo "androfobia" também pode ser considerado sinônimo de misandria. Já o oposto, ou seja, a admiração e paixão pelo sexo masculino é conhecido por filandria. Muitas pessoas associam o feminismo como um propagador do discurso misândrico, no entanto, o feminismo, ao contrário do machismo é um movimento político, social e filosófico que defende a igualdade de direitos e deveres entre o sexo masculino e feminino. A misandria é propagada pelo chamado "feminismo radical", também conhecido por femismo, que é considerado o sinômino do machismo (ao mesmo tempo que é o seu oposto), pois trata-se de uma ideologia de superioridade da mulher sobre o homem. O femismo, assim como o machismo, prega a construção de uma sociedade hierarquizada a partir do gênero sexual; baseada em um regime matriarcal. Feminismo e femismo são conceitos completamente diferentes. A misoginia é o sentimento extremo de repulsa, desprezo e ódio contra às mulheres, enquanto que a misandria é o nome dado ao sentimento de raiva ou aversão praticado contra o sexo masculino. Existe um debate que questiona o posicionamento da misandria perante a misoginia, devido a importante carga histórica que carrega o preconceito sofrido pelas mulheres ao longo dos séculos. Algumas pessoas acreditam que a misandria surgiu como uma forma de "defesa" das mulheres atacadas por misóginos. Mas também possuem características misândricas, podendo desenvolver a misandria, mulheres no começo da idade madura, 28 anos, até a idade "da loba", 45 anos. Algumas características são: Falta de desejo sexual por motivos de que os homens não sabem valorizar a mulher que ela é. Necessidade de apontar o homem como a causa de sua exclusão social. Vitimismo constante. Gostar de textos, gravuras e charges que denotam o homem como ser grosseiro, infiel, desonesto ou mentiroso em comparação à mulher como ser decidido, fiel, delicado, honesto e verdadeiro. Dificuldade de se relacionar sem antes fazer uma sabatina na vida do pretendente (a sexo ou a relacionamento). Romantismo exagerado se pondo como a mais delicada das mulheres na Terra. Defender a ideia de que todos os homens são promíscuos. Geralmente, mulheres com misandria são sozinhas, muito embora se comuniquem normalmente com os homens passando uma impressão de serem resolvidas, interessantes e sexys, costumam atribuir toda sua infelicidade e a desgraça do mundo ao sexo masculino. Dissimulações, em que o homem passa a ser apontado por amigos e parentes como o responsável por seus dissabores. Se você está com uma mulher dessa na sua vida entenda que: 1. Você não terá sexo com ela (e prefira não ter, se não quiser amargar com uma cobradora na sua cola, com cobranças de mais presença, mais entrega, mais confiança etc). 2. Você não conseguirá convencê-la de que ela possui a misandria, e ela te odiará mais ainda depois que disser isso. 3. Evite estar perto dela, aliás, evite-a sempre que puder, pois é o tipo de mulher que não vale a pena o menor dos esforços para estar junto ou próximo.

Publicado por Rodrih às 15:20 | Link do post

É interessante como estamos sempre nos enrolando, geralmente presos a alguém ou alguma coisa. Somos dependentes de âncoras, como barquinhos à margem de algum lugar, precisamos estar presos em alguma coisa. Essa necessidade pode ser um referencial de segurança pessoal. Mas será isso mesmo? Tudo o que nos prende a uma dependência de vínculo é prejudicial. Conhecer, ficar e enrolar são palavras que definem bem o que fazemos com tudo o que nos rodeia - e às vezes nos odeia. Conhecer uma pessoa, ficar com ela e permanecer enrolada, ambas, num propósito que não tem propósito, simplesmente um deixa rolar pra ver até onde vai dar. E geralmente não dá em nada ou dá canseira. Se deu, já deu, mas não dará. Fazemos isso com coisas, com trabalho, com afazeres, hobbies, estudos. Fugas que sustentamos para que sejamos sustentados pela enrolação do tempo. Nos apegamos, até adoramos, o trabalho, mas na verdade nos iludimos. A fuga está no ato da ilusão. Tanto o trabalho, como um hobby ou mesmo um afazer, um estudo, que seja. Se nos concentramos em fazê-los a ponto de não nos permitirmos recriar os cenários, então estamos sempre nos focando na mesma coisa, aninhando em nossos pelos, cabelos, pedacinhos de papel, restos de algodão e poeira, como roedores de casas cheias de bagunça. Nos tornamos roedores escondidos em nossa zona de conforto, e também somos a casa cheia de bagunça que acoberta, protege e enrola o roedor em nós. Estamos sempre ficando com as coisas que conhecemos e nos enrolando com elas para não nos permitirmos o novo. O novo é assustador, muito embora seja transformador. Mas ninguém está muito a fim do novo, até porque nos obriga a fazer outra vez aquilo que deu muito trabalho pelo o que já foi feito. Dependemos de identificarmos o referencial que nos norteia, senão nos aprisione para que não nos libertemos para desbravar os desafios. E depois? O que vem depois do enrolar-se? Nos relacionamentos, o que vem depois do enrolar-se é o conflito. O que vem depois da última página do livro? Vem a obrigatoriedade de encontrar outro livro ou reler os capítulos no famoso andar em círculos. Sair da zona de conforto é um confronto, dá muito trabalho, é desgastante, é chato e irritante. Mas é por isso que a vida se torna interessante, porque estamos sempre com a possibilidade de aprender mais e mais. E esse aprendizado é para uma realização maior e mais coesa adiante. Não podemos desistir da ideia de nos reinventarmos, porque agir assim é autossabotagem. O livro nos obriga a mudarmos nossos paradigmas para iniciarmos nova leitura, num universo totalmente diferente, cenários diferentes, nomes e contextos outros. Conhecer alguém ou algo é maravilhoso, ficar é perfeito, mas que se enrole o mínimo possível. Se não tem certeza do que está buscando, então busque com opções de variedades, porque assim não se prende na enrolação que não definirá nada na sua vida. Leia mais que um livro, conheça mais que uma pessoa, faça mais que uma tarefa, se permita em mais que uma aventura, aprenda mais que uma receita, ajude mais que apenas um necessitado, viaje mais do que para um lugar, mude posições, mude conceitos, arrisque mais. Só assim você estará vivendo uma vida realmente sua, porque enquanto você não definir o que realmente quer ou o que está buscando estará desperdiçando seu tempo e a sua vida, vivendo apenas uma coisa de cada vez; principalmente porque ninguém ainda conseguiu prever o futuro, e sem saber que dia você partirá dessa vida, conhecer, ficar e enrolar aumentam consideravelmente as probabilidades de viver uma vida menos equilibrada e harmônica, com mais tropeços e amarras, âncoras. E a menos que ao se desvencilhar daquilo que tanto enrola você e te prende - fazendo com que se decida mudar, você possa se perceber o quão bom é acolher e viver os momentos com aquela pessoa ou coisa, de modo que possa viver em paz com suas decisões. Tomando novas decisões, independente de viver novos paradigmas ou se entregar mais para o que já vive atualmente estará, ao menos, saindo do estereótipo dos "enrolados" e pisando o solo dos mais conscientes, decididos - ainda que sua decisão seja outra daqui a algum tempo, porque conceitos mudam e os horizontes também, por mais que pareçam iguais.

Publicado por Rodrih às 13:08 | Link do post








Publicado por Rodrih às 00:14 | Link do post
Estado de Espírito:

 

A respeito do post: " Você sabe o que é um misógino? " recebi a pergunta abaixo:
 
E o que fazer à respeito disto? É melhor acabar com o relacionamento ou tentar "mudá-lo"? E quanto à segunda opção, como reverter este quadro?

Enviado por "Li" em 1º de Dezembro de 2013 às 15:46
 

Oi, Li, obrigado por participar e acompanhar este blog, viu! Bom, eu já havia lido sua pergunta e queria montar um post comentando sua questão e de mais outras mulheres que me enviam email diretamente, apesar que prefiro que enviem como você fez, pois assim a dinâmica fica mais interessante.
No caso de ter um Misógino na sua vida, sinceramente, do fundo do meu conhecimento sobre comportamento masculino... olha... afaste-se. Se ele está agredindo a companheira é porque há uma ferida aberta e que não vai fechar com a presença dela e, principalmente, com a fé que ela demonstrar em acreditar que ele tem conserto. Não, não tem conserto. É como cachorro que aprende a matar frango, ele nunca mais servirá para ficar solto no quintal junto das galinhas, dos patos etc. É como a própria galinha que aprende a quebrar o ovo que ela mesma botou e o bebe, essa galinha só servirá para uma coisa: Panela! Assim são os homens, aqueles que se acostumam a ser infiéis, serão infiéis a vida toda. Aqueles que acostumam a ser promíscuos, sempre serão assim. Como tem aqueles que se acostumam a jogar futebol toda quarta-feira e deixam a amada sozinha em casa, se casarão e continuarão deixando as amadas sozinhas em casa, enquanto eles vão jogar bola. Simples assim. Então o Misógino é o cara que acostumou a destratar a mulher que o ama e ele, o misógino, não vai mudar por causa de uma vontade dela. E quanto mais o misógino maltrata, ignora, ofende, humilha e assusta a companheira, mais ela o dá motivos para isso. A mulher de um misógino sempre tem 50% de culpa também. Se ele a chama de "burra", ela passa a se comportar mais ignorante ainda. Se ele a chama de "tapada", ela se fará de desentendida muitas vezes e por aí vai. Ninguém faz nada sem o consentimento da outra parte ou de alguém. Todo misógino sempre teve um começo mais leve, talvez durante uma brincadeira em que ele ousou abusar um pouco mais da liberdade de ofender e ela, obviamente, compreendeu, até sorriu e deixou passar acreditando que isso foi decorrência do calor da brincadeira. Pronto! Ela destrancou a porta dos direitos que tinha preservado e ele, com certeza, entrará e destruirá um a um. Então acredite, se o seu companheiro aprendeu a ser um misógino, então ele não vai melhorar por agora e nem até o natal. Aliás, se está agredindo você verbalmente e lhe passando medo ou vergonha, acredite, nem companheiro ele é, e sim um estranho no ninho. Mas o que fazer? 

 

Você pode arrumar sua vida longe dele. Veja em que situação você se encontra diante dele e dos bens patrimoniais atuais. Marque um dia para você reagir, então comece a preparar-se para a batalha e entenda que será literalmente uma luta, as pessoas verão escândalos, haverá comentários também, é inevitável manter um combate discretamente. Esteja preparada para acionar a polícia, se for o caso. O misógino precisa entender que ele pode até botar medo pela força que tem no grito, no corpo e nos showzinhos que dá, mas você aprendeu a ser estrategista e preparou-se para o confronto. Já que ele se tornou um gladiador, ele ganhou uma combatente - perdendo a companheira por pura ignorância. Misóginos só respeitam quem impõe respeito e os pega no efeito surpresa. E o efeito surpresa é algo tão mais escandaloso e tão mais constrangedor do que eles estão acostumados a fazer. É como o cachorro que come galinhas no quintal, você só dará uma lição nele se pegá-lo, amarrá-lo nas patas e deixá-lo preso dentro do galinheiro. Ele vai tomar tanta porrada, quero dizer, bicada das galinhas a noite toda, que a única coisa que ele não vai querer ver na vida dele será uma penosa de novo. E se tiver um galo então, a surra será completa. Você já viu aquele ex-marido machão que ameaça a ex-esposa, mãe de seu filho, e ela o denuncia à políca, preferivelmente na delegacia da mulher? Pois'é, ele vai tomar uma pressão tão especial dos policiais, que quando esse cara ver a ex-mulher de novo, ele atravessará a rua para não correr o risco de esbarrar-se com ela. Um misógino só entende que se fodeu, quando ele percebe que a relação dele foi pro saco e a mulher - que tinha tanta paciência por ser tapada, mansa, gorda, feia ou sei lá, por ter celulite etc., se transformou no pior de seus pesadelos. Ela pode até fazer isso para dar o recado e torcer para que ele repense o que fez com ela, se redima e volte com uma proposta de conciliação. Ela pode gostar de ter virado "Rambo" e queira continuar quebrando o barraco. Mas o misógino só vai perceber algo quando alguma coisa muito, mas muito inesperada acontecer, como por exemplo: 1. Ele, milagrosamente, um dia está de bom humor e a trata super bem. O dia todo foi bom, então ele volta pra casa e dá de cara com a porta trancada e o miolo da fechadura trocado. Também vê uma carta de desabafo da amada e com um recado especial embaixo dizendo que se ele insistir em entrar chamará a polícia, o pai e o irmão dela - justamente aquele que tá doido para encher ele de porradas. E finaliza para que ele passe na garagem, pois lá estão as roupas dele, sapatos etc em caixas e sacolas de mercado. Diz que não suporta mais, que o amava muito e pede o divórcio (ou a separação). Esse baque faz o cara amolecer as pernas, e ele ficará todo confuso porque o dia foi bom, ele saiu de bem e voltou de bem, mas ele se esqueceu de que ele tem feito a vida dela ser puro medo e susto com os berros e as ofensas muitas vezes. Essa situação fica cabulosa e ao menor sinal dele chutando a porta (vai que ele não entendeu o recado), a mulher liga para a polícia, pro pai e pro irmão... e deixa que os machos se entendam. Nem sai para bater boca, vai tomar banho e se preparar para dormir. Ele, o misógino que se fôda lá fora. Mas pode ser ao contrário também, ele chega em casa e não encontra a amada (capacho) e tampouco as roupas, as crianças e até o cachorro. Dá de cara com a carta de "cansei e sumi". Não deve ir para a casa da mãe nem da irmã, deve ir para um hotel na primeira noite, até mesmo para não facilitar as coisas para ele. Não deve avisar os familiares também, deixa que ele mesmo fará isso e aí é que o caldo engrossa pro lado dele. No dia seguinte vai pra casa da mãe ou da irmã ou amiga. Deixa o cara refletir o quanto ele é péssima companhia. Certamente ele estará sem dormir, descompensado e cansado. Ótimo, quanto mais ele sentir que foi um cara sem noção, mais ele refletirá. Mas há situações em que o misógino é como a galinha que aprende a beber o ovo que bota. Não tem jeito, não tem conserto. Nesse caso, a guerra é certa e tudo o que a mulher puder se munir para se proteger, ela deverá ter feito antes de anunciar o combate, como conversar com advogada, ir na delegacia da mulher e pegar o telefone da delegada, avisar aos pais que possivelmente a "casa vai cair" e sondar onde vai passar os dias, as semanas e tal. Avisar os seguranças da empresa para impedir o acesso do cara da foto (escolha a foto em que ele esteja sozinho e diga que é ex-namorado, porque qualquer coisa que ele disser na portaria não será levado a sério). Converse com o chefe sobre a situação e que está empenhada no trabalho, que já deixou avisado o segurança e que o patrão não se preocupe que não haverá mudança de rotina na firma. Pronto. No dia D é só agir. E o dia D, geralmente, é aquele dia em que o cidadão do companheiro está de bom humor e sorridente. É o dia de arrancar o sorriso da cara do safado.

 

E se no futuro ele se redimir pedindo para recomeçarem, que procurará ajuda psicológica e bla bla bla, então, se a mulher achar que pode dar um crédito pro cara, que sejam felizes para sempre. O casamento ou a relação amorosa é muito maravilhosa quando é compartilhada entre duas pessoas que se prezam, se respeitam e se curtem. Quem tem e não valoriza, um dia vai se arrepender por ter perdido.

 Mais sobre o tema:

A mente não mente
Tropeços femininos
Aos homens misóginos, a desesperança
Sentimentos perdidos
Ex é misógino e me persegue
A mulher que ama o misógino

Publicado por Rodrih às 20:34 | Link do post
Estado de Espírito:

Fonte: 
The American Journal of Psychiatry - American Psychiatric
American Psychiatric Association
The American Journal of Geriatric Psychiatry - ScienceDirect
Revue Journal français de psychiatrie - Cairn.info
Psychiatrie-francaise.com

VEJA ESSAS CENAS E RESPONDA:

 

VOCÊ PODE SER UM ACUMULADOR?

O que é um acumulador?

Os Acumuladores são pessoas que guardam objetos de maneira excessiva, ou insatisfeitos com a quantidade de pets que possui sai em busca de mais cães e gatos nas ruas, com a desculpa de que estão fazendo um ato de amor ocupando todo ou quase todo o espaço do local onde vivem.

A acumulação é uma doença psicológica que torna a pessoa dependente das coisas e dos animais de tal maneira que não consegue se livrar de nada.

Um acumulador compra compulsivamente coisas que não precisa, ou que pensa precisar um dia, tornando sua casa um depósito, ou que sente necessidade de ver os cômodos da casa ocupados por animais, geralmente cães e gatos maltratados ou doentes, impedindo o bom uso do imóvel, assim como a higienização do local. Imagine que temos um cômodo, cheio de coisas por todos os lados e pelo chão, de uma maneira que não é possível encontrar nada, muito menos organizar. Ou abrir todas as portas da casa e encontrar um cachorro ou gato já ocupante do local. Como este lugar poderá ser limpo?

 Há pessoas que abrem negócios de fachada para disfarçar suas doenças como acumuladoras, a fim de que sejam vistas como normais e úteis à comunidade. Mas é só uma fachada, ainda que trabalhem e demonstrem aptidão para o negócio, porém se você parar para observá-las perceberá que elas não prosperam nem lucram com isso, justamente porque não é este o objetivo de seus "negócios" ou suas "causas", elas simplesmente querem passar despercebidas. 

Para saber se você é um acumulador, veja se essas situações combinam com você:

Tenho muitas coisas, tanto espalhadas como devidamente acumuladas dentro de gavetas e caixas, e não consigo me desfazer delas.

Falta espaço para guardar minhas coisas.

Às vezes eu pego alguma coisa no lixo ou de outras pessoas, objetos danificados, velhos, rasgados com o intuito de consertar e reutilizar. Penso muito na ecologia, na sustentabilidade e por isso tenho essa atitude.

Costumo consertar e reutilizar muitos objetos, e mesmo se eles quebram não jogo fora, mas guardo para um dia consertar.

Mesmo sabendo que não necessito usar algumas coisas, eu uso para poder fazer juz ao que possuo. Se é meu, então vou usar.

Eu sei exatamente tudo o que tenho.

Quando eu preciso de algo, costumo lembrar que o tenho em algum lugar e, às vezes, até encontro em menos de 10 segundos.

Tenho coisas e objetos espalhados pelo chão impedindo a circulação de todos os ambientes.

Algum armário, banheira, cama ou sofá, por exemplo, não está sendo usado por ter muitos objetos meus, principalmente papéis, livros, cadernos, bolsa, alguma roupa etc.

Tenho vontade de guardar tudo o que vejo que pode ser útil.

Tudo o que eu possuo tem um significado importante na minha vida, como uma lembrança, um papel de bombom que me impede de descartar.

ou:

Eu amos os animais e necessito dar proteção, carinho e segurança a todos eles.

Sou protetora dos animais e por isso não me interesso por dinheiro, só por eles.

Tenho uma (ou várias) organizações de resgate, proteção e salvamento de pets, recruto pessoas para se tornarem voluntárias dessa causa.

Não trabalho, mas não tenho tempo porque cuido dos animais.

Já tenho um cão e um gato, mas sinto que posso ter dez cães e dez gatos sem problema algum.

São todos anjos, dou nome de pessoas para cada um deles e prefiro pets às pessoas. 

Caso você se identificou com algumas das situações acima, consulte um psicólogo e aprofunde o assunto para saber como lidar com isso. É extremamente importante aceitar que se tem uma doença e que quer curá-la. Só desta forma será possível descartar os objetos inúteis e voltar a ter uma vida de qualidade.

Como saber o que eu não preciso guardar?

Primeiramente é essencial que você saiba o tamanho real da sua casa, e que tudo ( todos os itens e objetos) deve ter uma casa. Isso significa que tudo o que você tem deve ter um lugar propriamente dele, um local onde será guardado ou armazenado.

Você precisa saber se o objeto é útil na sua vida. Faça uso do OPAPO: O que? Para que? Por que? assim: 

O QUE É? (ou tenho) 

Jornais ou revistas 

PARA QUE servem? 

Recortes para escola das crianças. Textos para trabalhos e projetos. 

POR QUE será útil na minha vida? 

Não, eu não tenho filhos. 

ou 

Tenho filhos, mas eles navegam na internet e podem pesquisar todo este conteúdo. 

RESULTADO DO OPAPO: Não preciso guardar revistas e jornais velhos. Isso vale para revistas de costuras, receitas, etc. 

Para servir de consolo estímulo: Há tudo na internet e se precisar de comprar alguma coisa você poderá pesquisar na internet onde encontrar por um preço acessível ou mesmo pedir emprestado. 

Lista de coisas que você pode jogar fora sem medo de ser FELIZ:

  • revistas antigas, por que? Porque tudo o que há nelas você encontra na internet. Mas ao folhear as revistas lembro de coisas que posso querer saber ou preciso saber mais, como fazer? Simplesmente folheie novamente uma por uma e a cada coisa interessante rasgue a folha da revista e arquive-a numa pasta com aquelas centenas de plásticos encardenados chamada: "Pasta Catálogo A4 Portfólio"
    Pasta Catálogo A4 Portfólio Cinza

     

     
  • encartes de supermercado, a menos que você seja um publicitário ou trabalhe com impressões gráficas e precisa tê-los para identificar a gramatura do papel, a cor CMYK, formatação etc. Então você fará uso da pasta acima ou da pasta abaixo chamada: "Pasta de arquivo"
    do contrário, não pense duas vezes e descarte.
     
  • revistinhas tipo avon, submarino, de propaganda - Motivação: São tão inúteis quanto imagina, não vale a pena.
  • jornais - Motivação: Todo o conteúdo você encontrará na internet.
  • cosméticos fora de validade - Motivação: Você corre o risco de ter uma reação alérgica, e com a pele não se brinca.
  • medicamentos fora de validade - Motivação: Não é inteligente arriscar sua saúde por preguiça de comprar outro remédio.
  • tudo fora de validade
  • canetas sem tampa - Motivação: geralmente elas não riscam porque resseca a esfera que fica na ponta, além disso vão sempre riscar sua mão, sua roupa e se estourar a tinta (por superaquecimento) sua roupa, sua bolsa ou mesmo seus papéis ficarão irrecuperáveis.
  • canetas velhas
  • caixas de sabão em pó vazias - Motivação: são inúteis porque não servem para guardar nada, tanto pelo tamanho como pelo resíduo contido dentro das caixas, que são tóxicos.
  • escovas de dente velhas - Motivação: primeiro porque não farão a higiene bucal como quando eram novas, depois porque estão repletas de bactérias nas serdas e isso é um banquete para atrair mais bactérias e ácaros.
  • meias sem par - Motivação: Não! Você não vai encontrar o outro pé, e também não usará como coador de café, portanto jogue fora rapidamente. Se algum dia você encontrar o outro pé, este não terá mais seu par, daí mais outro motivo para jogar fora.
  • garrafas vazias - Motivação: Tanto faz de vidro como de plástico, descarte tudo, sempre há os recicladores que aproveitarão esses objetos, não se preocupe, pois você estará ajudando a natureza de alguma maneira. Caso pense em guardar para usar para si, esqueça, pois você nunca usará.
  • brinquedos inúteis do mcdonald’s - Motivação: Esses brinquedos só têm vida útil durante o momento em que a criança está na lanchonete, não se iluda porque logo logo ele quebrará, e nunca há conserto, já que esses objetos são fabricados na China por maquinários de alta pressão, jogue fora na primeira oportunidade que quebrar ou que a criança já não mais der moral para o brinquedo.
  • esponjas, panos de prato e de limpeza velhos - Motivação: Lembra do que falei sobre as escovas de dentes velhas? Então imagine essas coisas...
  • potes de sorvete vazios - Motivação: Bom, esses potes podem servir para acumular mais coisas, ou, quem sabe, organizar pequenos objetos, mas vá com calma, se não tiver mais o que guardar e tiver sobrando potes vazios, descarte-os sempre!

    No mais você mesmo poderá perceber a motivação para descartar os objetos inúteis, basta ser crítico e pensar como o Spock (da Jornada nas Estrelas), que se abstem de sentimentos, que enfraquecem e nos deixa a mercê da sorte.
     
  • sapatos velhos que não tenham reparo
  • roupas velhas e furadas que não tenham reparo
  • elásticos e prendedores de cabelo velhos
  • coisas que você não usa nem vê utilidade (no geral)
  • sachês de catchup e temperos de fa(s)t-food
  • papéis e livros da faculdade
  • trabalhos de escola das crianças
  • livros escolares antigos
  • panelas e potes que você não usa mais ou odeia
  • caixas vazias
  • comidas velhas na geladeira
  • listas telefônicas antigas
  • disquetes velhos
  • cds antigos de computador
  • programas antigos de computador
  • pilhas e baterias velhas
  • acessórios velhos e inúteis de computador
  • pôsters que jamais vai usar nas paredes
  • velas queimadas
  • coisas que você sabe que jamais usará
  • frascos vazios de shampoos, hidratantes, coisas do tipo
  • lingerie velha
  • tupperwares sem tampa e velhos
  • artigos de cozinha quebrados, tipo xícaras
  • óculos de sol velhos ou quebrados que você jamais irá arrumar
  • registros médicos antigos que não têm mais importância
  • lençóis e fronhas velhas e sem conjunto
  • travesseiros e colchões velhos
  • perfumes velhos ou que você odeia
  • cds que você não gosta ou não ouve
  • ímas de geladeira que não importam
  • material de artesanato estacionado
  • caixinha de costura
  • folhetos de comidas entregas em domicílio
  • fitas de vídeos que não funcionam mais
  • filhotes de pets abandonados
  • cães de porte pequeno e médio, preferencialmente abatidos
  • caixas de papelão (sempre vêm a intenção de usar como casa para os pets)

Agradecendo pela lista montada por: Thais Godinho.


O que eu posso guardar como objeto de lembrança?

Os acumuladores colocam nos objetos um significado emocional, alegando que não poderá descartar pois “aquilo” é importante na sua vida. É muito bom lembrar datas e fatos, porém temos uma memória maravilhosa pra isso, não é preciso guardar itens sobre cada coisa que aconteceu na nossa vida. Se você guarda algum objeto que ao olhar demora a se lembrar da historia ou do fato que ele significa, isso quer dizer não foi importante pra você, não marcou sua vida nem sua memória, portanto não há porque guardar. 

Os Objetos de lembranças devem ser somente aqueles que formam uma boa lembrança. Não guarde coisas de fatos que aconteceram e não te deixaram feliz, que trouxeram desgraça e momentos ruins em sua vida. Recordar é viver, e ninguém quer reviver desgraças. 

Segue algumas dicas de itens que podem ser guardados como lembrança:

  • Lembrança dos filhos: a primeira roupa usada, roupa do batizado, o primeiro brinquinho, o primeiro desenho, a primeira vez que conseguiu escrever seu nome.
  • Lembrança de parentes queridos, vivos ou que já faleceram: Um presente ou um item pequeno que a ele pertenceu/pertence desde que não seja roupa.
  • Suas Lembranças: um objeto de uma viagem inesquecível, o primeiro recadinho/ presente o do seu amor, por exemplo.

Organizar as lembranças

Compre uma caixa de madeira ou papelão grosso, pense no tamanho da caixa levando em consideração o local onde ela será guardada.

Escolha um local para guardá-la.

O seu limite de lembranças deverá caber nessa caixa, jamais compre uma caixa nova para guardar mais lembranças. Se quiser incluir novos itens, revise sua caixa de lembranças e observe o que poderá ser retirado. 

Texto de referência: Blog eu organizo


 Mais informações sobre o acumulador compulsivo: clique aqui

 

 

Publicado por Rodrih às 21:58 | Link do post
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Funciona  isso ai
Olá já li essa resposta umas três vezes e poderia ...
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