Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

http://blogdorodrigocaldeira.blogs.sapo.pt

Se trata de um diário pessoal aberto, onde as pessoas podem ler experiências pessoais de vida, de relacionamentos, reflexões psicológicas, sociais ou pessoais.

http://blogdorodrigocaldeira.blogs.sapo.pt

Se trata de um diário pessoal aberto, onde as pessoas podem ler experiências pessoais de vida, de relacionamentos, reflexões psicológicas, sociais ou pessoais.

Vontade, projeto, foco, objetivo e meta

02.01.17, Rodrih
Feliz Ano Novo para todos! Que 2017 seja inteiro para mim e pra você, porque se não for inteiro será por termos morrido n'algum mês deste ano - e sinceramente não desejo isso para mim nem para ninguém! Bom, perguntei para algumas pessoas: "-Qual a sua meta para Janeiro?". Todos me responderam coisas como: "Quero economizar; quero rezar mais; concurso público; viajar; sair da tristeza e do comodismo; ter atitudes diferentes; pagar dívidas", etc. Mas tudo isso que disseram são (...)

O inferno é a expiação pelo tempo

04.02.16, Rodrih
 Pode parecer uma viagem na maionese ou que eu tivesse consumido drogas ou algum tóxico e tal, mas não fumo, nem uso drogas (só paracetamol e diclofenaco sódico quando estou com dor de cabeça ou de garganta), mal bebo. Bom, vou só discorrer aqui algo que me veio num sonho de alguns dias atrás. Eu estava andando a pé despreocupadamente (coisa rara (...)

Nós, HOMENS, vemos tudo em vocês, SQN

15.12.15, Rodrih
Na relação entre um casal há sempre aquela parte que é mais insegura. Geralmente é a mulher, num misto desse desconforto com, e também, a vaidade intrapessoal em que se propõe diante da relação. Esse tipo de comportamento acontece porque a mulher não está satisfeita consigo mesma, tanto em sua aparência, quanto em seu comportamento. Está (...)

Obrigado Alice pela linda canção..

17.07.09, Rodrih
  Jeito de matoPaula FernandesComposição: Paula Fernandes e Maurício Santini Participação especial: Almir Sater     De onde é que vem esses olhos tão tristes? Vem da campina onde o sol se deita Do regalo de terra que o teu dorso ajeita E dorme serena, no sereno sonha De onde é que salta essa voz tão risonha? Da chuva que teima, mas o céu rejeita Do mato, do medo, da perda tristonha Mas, que o sol resgata, arde e deleita Há uma estrada de pedra que passa na fazenda