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http://blogdorodrigocaldeira.blogs.sapo.pt

Se trata de um diário pessoal aberto, onde as pessoas podem ler experiências pessoais de vida, de relacionamentos, reflexões psicológicas, sociais ou pessoais.

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Se trata de um diário pessoal aberto, onde as pessoas podem ler experiências pessoais de vida, de relacionamentos, reflexões psicológicas, sociais ou pessoais.

LIVRO 1: CHAPADA DOS VEADEIROS

27.01.21, Rodrih
Sair de casa é, para mim, uma grande dificuldade. Tal pai, tal filho, meu pai deveria ter nascido um tatu, porque ele nunca sai do buraco que é o apartamento em que mora. Mesmo quando morava em casa e dava uns perdidos em minha mãe, ele não era de sair para uma viagem a passeio - só a trabalho. Isso ferrou nossas vidas como filhos, que, mesmo numa família de classe média e de vida confortável, nunca fomos brindados com viagens e passeios legais, só mesmo visitando avós e (...)

A perda de uma mãe...

26.08.15, Rodrih
Tenho mais de 40 anos de idade, sou um homem cabeça feita, às vezes um tanto imprudente, mas sou formador de opiniões, crítico e deveras intelectual. Tenho amigos e amigas mais novos e de idades próximas à minha, alguns que já perderam suas mães. E é sobre isso que venho refletir aqui, a perda de uma mãe. Certamente não tenho poupado minha mãe de (...)

BLOG também é responsabilidade social

13.05.14, Rodrih
      Este post é um e-mail de resposta para uma amiga blogueira, sobre o fato dela ter parado de continuar com seu projeto de refletir sobre um tema muito interessante e que atinge a maioria das mulheres apaixonadas ou, no mínimo, que desejam arduamente se apaixonar, viver a satisfação de ter alguém consigo, como companheiro e boa companhia. Em resposta, que a princípio seria enviada por e-mail, mas como o tema é muito importante e pode vir a ser útil para outras pessoas (é (...)

Resquício ainda é amor

12.05.12, Rodrih
  Eu estava catando feijão ainda há pouco, faz tempo que não faço um feijãozinho carioca cozido à minha maneira - que fica muito saboroso, tenho me alimentado só de arroz com pedacinhos de carne, vez outra lingüiça para compor a receita como um arroz carreteiro não sendo carreteiro exatamente. Azeite verde, sal e batatas doce e inglêsa, também cebola - todos cozidos ao vapor do arroz enquanto coze. Então minha mente começou a divagar sobre uma compilação de pensamentos, (...)

Não posso estar deprimido, posso estar distraído..

17.04.10, Rodrih
Adaptação sobre a reflexão original de Facundo Cabral, "Não estás deprimido, estás distraído." - dita em primeira pessoa. As colocações em itálico também são adaptações. Eu não estive deprimido, estive distraído, distraído em relação à vida que me preenche. Distraído em relação à vida que me rodeia: Golfinhos, bosques, mares, montanhas, rios. Eu não devo cair como caiu (...)